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O goleiro Robert Siboldi e sua trajetória pelo Cruz Azul

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Siboldi defendeu o Cruz Azul do México

O ex-goleiro uruguaio Robert Dante Siboldi Badiola, conhecido também apenas como Robert Siboldi, comemora o seu 58º aniversário neste domingo, dia 24 de setembro de 2023. No decorrer de sua carreira, o guarda redes chegou a jogar pelo Cruz Azul nos Anos 90.

Ele acabou sendo um dos exemplos de jogadores sul-americanos que jogaram no futebol mexicano em grande parte da trajetória futebolística. Isso porque, ainda antes de chegar na La Máquina, o arqueiro vinha de três temporada vestindo a camisa do Atlas.

Suas atuações lhe renderam uma vaga na Seleção Uruguaia, que disputava as Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 94. Ficou no clube da Cidade do México por dois anos, e depois rumou para o Pueblas, outro time mexicano.


Na sequência da sua jornada no futebol, Robert ainda veio a atuar também por clubes como Tigres, de 95 a 2000, e Argentinos Juniors. Pendurou as luvas em 2002, após jogar no Junior Barranquilla da Colômbia.

Aposentado, se tornou treinador e teve uma passagem de dois anos pelo Cruz Azul. Comandou a La Máquina Cementera nas temporadas 2019/20 e 2020/21.

Há 10 anos, Corinthians batia o Cruz Azul, no Pacaembu, na Libertadores do título

Por Bruno Filandra Lopes
Foto: arquivo

Timão venceu o Cruz Azul no Pacaembu

Em 21 de março de 2012, exatamente uma semana depois do empate no México, Corinthians e Cruz Azul voltavam a se enfrentar pela Copa Libertadores daquela temporada. Dessa vez, diante dos quase 30 mil corintianos presentes ao Pacaembu, o Timão venceu, por 1 a 0, e ficaria em primeiro lugar no Grupo 6, encaminhado a vaga para as oitavas, sendo mais um passo rumo ao título que completa 10 anos neste 2021.

Enquanto eu apresentava um trabalho de história no supletivo, o Corinthians criava sua primeira chance. Aos 8 minutos, após troca de passes com Paulinho, Alex chuta fraco de fora da área, pra defesa tranquila de Corona. Ao longo do período, o domínio corintiano prevaleceu.

O Cruz Azul quase abriu o placar aos 29', quando Omar Bravo cabeceou a bola na área e Leandro Castan desviou contra a própria meta. A bola passou rente a trave esquerda de Julio Cesar e foi pra fora. Aos 35', a fiel torcida explodiu no Pacaembu. Alex cobrou falta pela direita e Danilo cabeceou para a rede. 1 a 0 Corinthians.

Já em casa, consegui assistir o segundo tempo. A equipe do técnico Tite começa o segundo tempo pressionando. Aos 4 minutos, Paulinho chutou cruzado pela direita e Corona espalmou pra fora. Dois minutos depois, Fabio Santos recebeu de Alex, entra na área e chuta, pra novo desvio de Corona. Aos 14', nova chance corintiana. Jorge Henrique avançou pela esquerda, se livra de dois marcadores e chuta. Corona defende.


A equipe mexicana conseguiu se impor no jogo, mas se complicou com a expulsão de Pinto. Após a expulsão, o Corinthians voltou a pressionar. Próximo do fim, o Cruz Azul ficou perto do empate. Villa avançou pela esquerda e num chute cruzado, mandou a bola na trave. Em novo ataque, Maranhão chutou na estrada da área e Julio Cesar espalmou pra fora. A fiel respirou aliviada com o fim da partida e a vitória por 1 a 0.

Com a vitória, o Corinthians assumiu a liderança do grupo 6 com oito pontos, seguido pelo Cruz Azul com sete. O Corinthians voltaria a entrar em campo no dia 11/04, contra o Nacional, na Cidad del Este, no Paraguai.

Há 10 anos, Corinthians empatava com o Cruz Azul, no México, na Libertadores do título

Por Bruno Filandra Lopes
Foto: arquivo

Timão ficou no 0 a 0 no México

Em 14 de março de 2012, o Corinthains enfrentava o Cruz Azul, na Cidade do México, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa Libertadores daquela temporada, quando o Timão conquistou o tão sonhado título da Fiel e que neste 2022 completa 10 anos.

Era chegado o grande desafio da primeira fase. O Corinthians entrava em campo contra o Cruz Azul, do México, no Estádio Azul. Além da equipe mexicana, a equipe do técnico Tite teria uma outra adversária: a altitude de quase 3 mil metros da Cidade do México.

O Corinthians começou pressionando. Aos 5 minutos, a primeira finalização, num chute de Alex de fora da área. Aos 27', a primeira oportunidade do Cruz Azul. Maranhão se livrou da marcação de Edenilson, chuta, e Julio Cesar espalma. Aos 33' num chute forte de Gimenez, Julio Cesar mais uma vez espalmou a bola. A equipe alvinegra quase abriu o placar aos 42', quando após o cruzamento de Fabio Santos, Dominguez desviou para o próprio gol. Para sorte do Cruz Azul, Corona salvou a bola.

Na etapa final, o Corinthians começou melhor. Aos 10 minutos, Liedson recebeu pela esquerda e quase perde o domínio da bola. Deu uma bicicleta, e a bola sobrou para Paulinho, que chutou por cima do gol. Três minutos depois, após troca de passes, Paulinho chutou da meia-lua, à esquerda de Corona. O Cruz Azul cresceu no jogo ao longo do período, e criou chances na bola parada. Aos 44', a grande chance da equipe local. Maranhão cruzou pela esquerda, Omar Bravou cabeceou e Chicão usa o pé esquerdo para tirar a bola quase em cima da linha.


Fim de jogo, 0 a 0. O Corinthians chegou aos cinco pontos, sendo o vice-líder do Grupo 6, com uma vitória e dois empates. Já o Cruz Azul, com sete pontos, duas vitórias e um empate, liderava o grupo. Na semana seguinte, um novo confronto das equipes, dessa vez no Pacaembu. De minha parte, nenhuma lembrança clara desse dia.

Boca Juniors e a conquista da Libertadores de 2001

Foto: divulgação Conmebol

Comemoração do Boca em La Bombonera

Uma vez era pouco para Carlos Bianchi. No comando de uma das equipes mais vitoriosas da história do Boca Juniors, o treinador levou os argentinos à Glória Eterna pelo segundo ano consecutivo e conquistou o título da Conmebol Libertadores 2001, a quarta Copa do clube.

Na campanha, o Boca somou 15 pontos em seis partidas (cinco vitórias e uma derrota) e avançou às oitavas de final como líder do Grupo H, que contava também com Cobreloa (Chile), Deportivo Cali (Colômbia) e Oriente Petrolero (Bolívia).

Logo no início dos mata-matas, um sufoco: o Junior Barranquilla vendeu caro a vaga nas quartas de final, apesar de ter perdido a partida de ida, em casa, por 3 a 2. Na volta, os colombianos saíram na frente no primeiro minuto, com Henry Zambrano, mas Guillermo Barros Schelotto empatou, e o 1 a 1 na Bombonera classificou o Boca.

O adversário nas quartas foi o Vasco, que havia feito a melhor campanha da fase de grupos e estava invicto, mas os Xeneizes não se abalaram: vitórias por 1 a 0 no Rio e 3 a 0 em Buenos Aires. A reprise da decisão da Libertadores 2000 definiu um dos finalistas do ano seguinte: Boca e Palmeiras se cruzaram mais uma vez e fizeram dois confrontos equilibrados, ambos empatados por 2 a 2. Nas penalidades, os argentinos avançaram.


O adversário na busca pelo título seria o Cruz Azul, primeiro time mexicano a chegar à final de um torneio Conmebol, que passou pelo San Lorenzo na semi. Uma vitória por 1 a 0 para cada lado, e a decisão foi para as penalidades. Na marca da cal, os mexicanos decepcionaram e converteram apenas uma cobrança, com Palencia. Com o placar de 3 a 1, o Boca chegou ao bi da América com Bianchi.

O Curioso do Futebol

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