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Conselho do Santos aprova parceria com WTorre para construção de arena na Vila Belmiro

Com informações do Lance!
Foto: divulgação

O projeto da nova arena

Os membros do Conselheiro Deliberativo do Santos aprovaram, em reunião realizada na noite desta quinta-feira (1), a constituição de parceria para a construção da Arena Vila Belmiro. Na parte online, foram 125 favoráveis, 4 contra e uma abstenção. No presencial o projeto foi aprovado por unanimidade.

WTorre e o Peixe alinharam os detalhes da readequação do Projeto nas últimas semanas. Com a aprovação do colegiado santista, o presidente da mesa informou que a votação, agora pelos Sócios, será realizada no dia 17 de dezembro.

A equipe da WTorre começou a apresentação mostrando a linha do tempo com atualizações do Conselho Deliberativo, proposta de Captação, revisão de arquitetura, alinhamento com parceiros, comercialização, aprovação da obra e, se tudo caminhar como esperado, iniciar as obras.

A WTorre deixou claro que o estádio vai pertencer 100% ao Santos, e que os valores para construção do estádio serão levantados com vendas de cadeiras cativas, camarotes e os o investimento financeiro da própria WTorre, sem com que o Peixe coloque dinheiro.

O custo total previsto para construção é de R$ 300 milhões, com concessão da WTorre por 30 anos. Com cerca de R$ 200 milhões antecipados, como foi explicado acima (vendas de cadeiras e camarotes), a empresa informou que há um acordo encaminhado com instituições financeiras para o financiamento de R$ 100 milhões.

“Arena é do Santos, campo do Santos. Nunca deixa de ser do Santos. O que acontece é que, por 30 anos, ele da o direito de uso da superfície para WTorre. O Santos tem zero obrigação de colocar dinheiro, zero de caixa. Vai ser feito por antecipação (venda de cadeiras e camarotes) do produto e financiamento da WTorre”, disse Claudio Macedo, CEO da WTorre.

Vale destacar que os atuais donos das cadeiras cativas da Vila Belmiro permanecerão com suas cadeiras. Em shows, caso o palco seja central, a capacidade será de 35 mil pessoas. Em caso de palco no fundo (onde fica o gol), são estimadas 25 mil pessoas.

O Peixe precisará gastar, durante os anos de concessão da WTorre, com gastos com energia, segurança e manutenção no sentido geral. A Nova Vila terá cerca de 63 lojas e contará com gramado sintético, assim como a maioria das Arenas no futebol brasileiro.

Na área da imprensa, o projeto mostra a presença de quatro estúdios para TV, 24 posições escritas e duas salas de coletivas de imprensa. O público total do estádio será de 30.108 mil pessoas, com campo sem cobertura, mas arquibancada 100% coberta e gramado sintético.

Com as obras completas, o Peixe deve levar os principais jogos para a Nova Vila Belmiro, incluindo clássicos e jogos intercontinentais. Isso, segundo a WTorre, ajuda a valorizar o espaço e, em consequência, traz patrocinadores ao clube.


Informações complementares:

Área construída: 71.690,46 m²
Área comercial: 4.940 m²
Lojas externas: 36
Lojas internas: 27
Vagas cobertas: 576 Arquibancada: 13.769 (em pé)
Arquibancada: 7.652 (sentados)
Arquibancada superior: 2.605
Deck premium: 3.877 (em pé)
Deck premium: 1.146 (sentados)
Camarotes: 80 unidades: 1.060
Altura: 39m (equivalente a 13 andares)

Com transmissão aos sócios, Conselho do Santos vota projeto da Arena nesta quinta

Com informações do UOL Esporte
Foto: reprodução

Projeto para a nova arena na Vila Belmiro

O Conselho Deliberativo do Santos vai votar pela aprovação ou não do projeto da Nova Arena nesta quinta-feira (01), às 19 horas, de forma híbrida. Além disso, a reunião conta com o Conselho Fiscal para a votação da revisão e suplementação orçamentária do exercício de 2022 e da Proposta Orçamentária para o exercício de 2023. Também a votação e posse dos membros indicados para o Comitê de Gestão. A Sessão Extraordinária terá transmissão ao Sócio Rei através da aba "Conteúdo Exclusivo" no site.

Nas últimas semanas, representantes da empresa e do clube alinharam os últimos detalhes da readequação do projeto. A principal delas é que apenas as cadeiras serão cobertas. O gramado será descoberto. Caso o projeto seja aprovado no colegiado, o Santos trabalha com a data de 17 de dezembro para a votação dos sócios em uma assembleia geral.

Em caso de aprovação do Conselho e dos sócios, a WTorre partirá para a captação dos recursos. Para viabilizar a obra, também será feita a venda antecipada de 5 mil cadeiras e camarotes premium para geração de receitas. O Santos não colocaria dinheiro na construção. A expectativa é que o custo operacional anual gire em torno de R$ 8 milhões. Depois de todas as aprovações, o prazo para a construção da Arena é de 24 meses.

A expectativa é que, com aprovação, as obras comecem no segundo semestre de 2023. O Peixe, inclusive, já trabalha com a opção do estádio do Canindé para os próximos anos.


"Acho que seria no segundo semestre. Tem a fase de captação do dinheiro, venda de cadeiras cativas e tem um ponto que eu não abro mão. Não deixo tirar um tijolo enquanto todo o dinheiro da obra não estiver depositado e com seguro de continuidade. Não vou ser irresponsável de começar e depois não ter dinheiro para terminar", afirmou Andres Rueda em entrevista ao Diário do Litoral.

SAF da Portuguesa é aprovada e clube começa busca por investidores

Com informações da Agência Estado
Foto: Cristiano Fukuyama

Torcida da Lusa

Assembleia Geral realizada na tarde desta segunda-feira aprovou a criação da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) da Portuguesa. A SAF já havia sido aprovada pelo Conselho Deliberativo há três meses. Nesta segunda, a grande maioria dos conselheiros e sócios foi favorável à cisão do departamento de futebol, conforme consta na lei 14.193/2021, com 85,5% dos votos. Dos 318 sócios aptos a votar, 65 foram favoráveis à proposta, 10 contra e 1 votou nulo.

A assembleia começou às 9h e foi encerrada às 18h. No Salão Nobre do Canindé, votaram os sócios adimplentes acima de 18 anos e com mais de dois anos de associado. Essa assembleia apenas aprovou a criação da SAF.

Estudo - Ainda será feito um estudo de marca da Portuguesa, discutido o modelo empresarial que será adotado e outros pormenores. Certo é que o patrimônio imobiliário da Portuguesa vai continuar pertencendo ao clube e não entra no projeto da SAF. Esta é uma fórmula de administração já adotada por outras agremiações como o Cruzeiro, cujas ações foram compradas por Ronaldo Fenômeno.

A SAF é um desejo antigo do presidente Antônio Carlos Castanheira, que há alguns anos já era interessado na ideia de clube-empresa, e queria que essa transformação fosse concretizada em 2022, o último ano de seu mandato. “O mais importante era aprovar a SAF. Isso aconteceu. Agora vamos colocar a mão na massa para implementar essa transformação”, afirmou Castanheira em entrevista ao Estadão.

A estrutura do modelo empresarial da Portuguesa será liderada por um CEO, deve ter um fundo aberto, Conselho de Administração e Conselho de Orientação Fiscal. De início, fica com o atual clube associativo 100% da SAF. Castanheira será o primeiro CEO dessa nova administração da Lusa, que pode mudar os rumos do futebol de uma das equipes mais tradicionais do País.

Investidores - O presidente já conversa há alguns meses com três investidores interessados no projeto da SAF da Portuguesa. Ele prefere não revelar nomes dos investidores, nem estimar uma porcentagem mínima com a qual o clube ficaria, mas defende que o investidor aceite a Lusa como sócia-majoritária, isto é, como detentora da maior parte das cotas da SAF. Cabe lembrar que qualquer acordo precisa ser aprovado por conselheiros e sócios. Pelo estatuto, são eles que dão a palavra final.

Ele diz já ter conseguido separar o futebol do clube e espera que o processo não seja demorado. A ideia é finalizar a implementação da SAF até o fim do ano.”Até outubro ou novembro esperamos terminar tudo. Tem muito trabalho pela frente”.


Reestruturação - Castanheira entende que a reestruturação financeira realizada durante a sua gestão foi determinante para a criação da SAF. Ele afirmou que os acordos judiciais com credores que renegociaram dívidas trabalhistas dão segurança jurídica para pavimentar a vinda de investidores e viabilizar uma “SAF diferente”. A dívida, hoje, é de cerca de R$ 480 milhões.

Separar o futebol do clube era um de suas duas plataformas de governança – a outra é transformar o Canindé numa arena multiúso. Sempre quis essa divisão e afirmou que a sua gestão, mesmo antes da aprovação da SAF, já implementou um modelo de clube-empresa para organizar o futebol. Com a SAF aprovada, será possível dar prosseguimento a esse plano que não vai salvar o clube, na sua visão, mas abrir caminho para a modernização.

Comissão do Conselho da Briosa rejeita proposta do Grupo Peralta e define que projeto para novo estádio deve ser em Santos

Foto: reprodução Facebook Walter Dias

Membros da Comissão que analisa o projeto se reuniram nesta sexta-feira

A Comissão formada pelo Conselho Deliberativo da Associação Atlética Portuguesa se reuniu na noite desta sexta-feira, dia 1º, para analisar a proposta do Grupo Peralta para a construção de um novo estádio para o clube, em Praia Grande, em troca do terreno onde fica o Estádio Ulrico Mursa, e a rejeitou por oito votos a dois. Agora, o grupo empresarial será notificado para apresentar uma nova proposta em Santos.

O Grupo Peralta apresentou para a Comissão, na segunda-feira, dia 27, o projeto para aquisição da área onde atualmente fica o Estádio Ulrico Mursa, mais as benfeitorias feitas pelo clube em área da União, que o grupo empresarial adquiriu o direito de compra em leilão.

O projeto previa uma nova área social, em um terreno que também foi leiloado no bairro do Jabaquara, em Santos, próximo do CT Rei Pelé. Porém, o grande impasse fica para o novo estádio, que seria na Praia Grande, na divisa com São Vicente, entre o bairro vicentino Japuí e a dois comércios (Votoraço e Makro Atacadista.

A Comissão, formada por 15 conselheiros do clube, voltou a se reunir nesta sexta para analisar a proposta. Participaram 10 membros da comissão e por oito votos a dois rejeitou a proposta do Grupo Peralta e vai notificar a empresa para que apresente um novo projeto com a Briosa em sua totalidade em Santos.


Segundo informação do jornalista Walter Dias, votaram contra José Ciaglia, Rui de Rosis, Emerson Coelho, Marco Albano, Manuel Gomes Teixeira, Sérgio Luiz Schilicht, Matheus Gonçalves e Rafael Lima, que participou por vídeoconferência. Marciel Turione e Wladmir Van Zuben estão abertos a propostas e votaram a favor.

A reportagem ouviu alguns membros da Comissão, que informaram que algum projeto só será levado ao Conselho Deliberativo e também à Assembleia de Sócios apenas quando houve uma aprovação pela própria Comissão, que foi formada com aprovação do Conselho Deliberativo.

Conselho Deliberativo do Jabaquara cancela eleição e convocará novo pleito

Foto: Diário do Litoral

Estádio Espanha, a casa do Jabaquara Atlético Clube

Em reunião extraordinária realizada na noite desta quarta-feira, dia 3, o Conselho Deliberativo do Jabaquara Atlético Clube, por 25 votos a 3, cancelou a eleição do clube, realizada em 19 de janeiro, que teve a chapa da situação, encabeçada por Ricardo Gonçalves, o Cacá, como vencedora. Enquanto não houver um novo pleito, o presidente da última gestão, Adelino Rodrigues, fica no cargo interinamente.

O presidente do Conselho, Casto Vietez Fernandes, deu primeiramente o seu parecer, abriu a reunião para falas e depois botou em votação, onde 25 conselheiros votaram pelo cancelamento da Assembleia onde foi realizada a eleição e três votaram para homologar o resultado. Segundo informações, membros da chapa vencedora podem entrar na Justiça, questionando a decisão do Conselho.

Porém, uma nova eleição ainda não tem data prevista. Apesar de alguns conselheiros terem pedido um prazo, ficou definido que a mesa vai definir as datas e reabrir as inscrições para as chapas de um novo pleito.

Como foi - Na eleição de 19 de dezembro, a Chapa 1, de situação, encabeçada por Ricardo Gonçalves, o Cacá, foi a vencedora do pleito, com 75 votos, contra 58 da Chapa 2, a Arriba Jabuca, que tinha como candidato à presidente Claudio Fernandez, além de cinco votos em branco. Porém, o resultado não foi homologado.


Apesar do resultado, o Conselho Deliberativo do Jabaquara não confirmou o resultado do pleito. Foi acionada a Comissão de Inquérito para apurar se houve irregularidade entre os sócios aptos a votar, já que na segunda feira o número de sócios era de 120 e na eleição 180. Também houve questionamentos na formação da chapa.

Disputa - Depois de muitos anos de candidaturas únicas e aclamações nas assembleias, o Jabaquara teve eleição com duas chapas. Uma terceira chapa, encabeçada por Gilson Pereira, chegou a ser lançada, mas na última semana ela se retirou da disputa e seus membros apoiaram Claudio Fernandez.

Conselho Deliberativo do Santos atende relatório da CIS e afasta José Carlos Peres. E agora?

Por Lula Terras
Foto: divulgação

Orlando Rollo assumiu provisoriamente a presidência do Santos

Ao que parece, as coisas no Santos FC começam a acontecer da forma como devem ser. O Conselho Deliberativo, que representa a vontade dos associados e torcedores atendeu parecer da Comissão de Inquérito e Sindicância (CIS) e resolveu abrir o processo de impeachment contra o presidente José Carlos Peres e os membros do Conselho Gestor, por irregularidades nas contas de 2019. Dos 176 conselheiros participantes, 161 votou pela abertura do processo, seis votaram contra e foram nove abstenções. 

Deve ser registrada ainda, a presença, em frente ao Estádio, de inúmeros torcedores, entre os quais, integrantes da Torcida Jovem, que foram cobrar dos conselheiros a abertura do processo. Eles ficaram até o final da reunião, quando foi anunciada a abertura do processo, que deverá estar concluída, em até 60 dias, conforme informou o presidente do Conselho, Marcelo Teixeira.


Este não foi o primeiro processo de impeachment sofrido por Peres, que teve reprovadas as contas, nos seus dois primeiros anos de mandato. Em 2018, em seu primeiro ano de gestão, passou pelo primeiro processo de impeachment, mas conseguiu se livrar, por decisão da maioria dos associados que votaram contra a indicação do Conselho Deliberativo. 

Ao contrário da situação anterior, em que continuou no comando do clube, durante o processo, desta vez Peres foi afastado para que o processo seja encaminhado sem interferências, que possam prejudicar o seu andamento. Por seu lado, Peres já adiantou que vai recorrer na Justiça, da decisão, o que é de seu direito, ninguém pode negar.


O que pode acontecer e causa preocupação é como a Justiça se pronunciará, uma vez que no Brasil, cada juiz, advogado e promotor de Justiça têm sua interpretação das leis, ou seja, ninguém pode determinar, com tranquilidade, que tudo será resolvido, rapidamente. 

Independentemente de qual seja a decisão judicial, o Conselho deve prosseguir em seu trabalho visando o impedimento, em primeiro lugar e buscar, junto com Orlando Rollo que assume interinamente, uma fórmula de administrar o clube com o objetivo de se livrar das punições já impostas e evitar que outras aconteçam, o que pode tornar a vida do clube insustentável.


Vale lembrar que as eleições no clube irão acontecer em dezembro próximo, com na participação de ao menos oito candidatos à presidente. Cabe ao Conselho também, não só preparar o processo eleitoral, mas manter uma vigilância firme, para que a instituição não seja tomada por aventureiros.

O Curioso do Futebol

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