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A passagem de Iván Córdoba pelo San Lorenzo

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Iván Córdoba atuando pelo Ciclón

Ídolo da Internazionale, clube pelo qual atuou durante mais de uma década em sua carreira, o defensor colombiano Iván Córdoba, que está completando 47 anos, ficou reconhecido em sua carreira pela vontade e pela capacidade defensiva que tinha quando defendia seus times. Antes de desembarcar na Itália, o polivalente jogador, que também atuava na lateral quando necessário, teve uma ótima passagem pelo San Lorenzo.

Córdoba chegou ao Ciclón como um jovem que já tinha alguma rodagem no futebol sul-americano. Apesar dos apenas 21 anos na época, foi contratado pelo clube azulgrana como uma ótima peça para complementar a defesa da equipe. Na época, o time de Buenos Aires pagou um valor de mais de um milhão de dólares para contar com o colombiano, que foi o grande reforço do time naquele momento. 

Desde o início mostrou a qualidade que lhe era habitual na Argentina, mas sofreu numa equipe que ainda não tinha um bom acerto defensivo. Ficou conhecido por times brasileiros principalmente pelos gols que marcou diante de Palmeiras e Corinthians na Copa Mercosul daquele ano. Seria um dos maiores responsáveis pela boa campanha do San Lorenzo no Clausura de 1999.

Além de atuar bem defensivamente, ainda deixou seus gols no clube de Barrio Flores, principalmente na segunda metade do ano em que permaneceu por lá. Seu bom futebol logo chamou atenções de potências do futebol europeu e propostas começaram a chegar. Apesar de receber inclusive proposta do Real Madrid, acabou acertando com a Internazionale no início do ano de 2000 por 16 milhões de euros pagos pela Beneamata.


Fechou sua trajetória pelo San Lorenzo com bons números no ano em que ficou no clube. No total, vestiu a camisa do Ciclón em 59 oportunidades, marcando um total de oito gols em sua passagem por Barrio Flores. Córdoba esteve em atividade até 2012, quando se aposentou na própria Internazionale. 

Há 10 anos, Santos empatava com Cerro e ia para a final da Libertadores

Por Lucas Paes
Foto: EFE

Neymar fez um dos gols do jogo

Há 10 anos, no primeiro dia de junho de 2011, o Santos se classificava para a final da Libertadores novamente depois de oito anos. Diante de uma La Olla lotada, o Alvinegro Praiano foi frio, calculista, conciso e empatou com o Cerro por 3 a 3, tendo o controle do jogo durante o tempo todo, para chegar a decisão da competição mais importante do continente.

O Peixe chegava ao jogo decisivo com vantagem. Havia vencido o jogo de ida no Pacaembu por 1 a 0, placar mínimo que dava, porém, a vantagem de não ter levado gols em casa. Bastava um empate para o Peixe chegar a decisão, ou mesmo uma derrota por um gol de diferença marcando no Paraguai.


E o Alvinegro Praiano não demorou a dar as cartas na capital paraguaia. Logo aos dois minutos, Elano cobrou falta na cabeça de Zé Eduardo, que só desviou para as redes, marcando aquele que seria seu último gol pelo clube, quebrando um enorme jejum de gols e explodindo o bom número de santistas no estádio.

O Cerro tentava pressionar e não conseguia e aos 27', Benítez se complicou sozinho, tentou tirar de Neymar e encobriu Barreto, ampliando o marcador em favor dos santistas. Ainda no primeiro tempo, porém, o Ciclón diminuiu com César Benitez. Mas, no apagar das luzes da primeira etapa, Arouca puxou um contra-ataque e Neymar recebeu e marcou. O Peixe ia para o intervalo vencendo por 3 a 1 e com um pé e meio na decisão.


Na etapa final, o Santos voltou bem e até teve chances de ampliar o placar, mas acabou levando o segundo gol com Lucero, aos 15'. Pressionando, o time paraguaio chegou a acreditar que podia vencer, mas ainda levava ataques perigosos do Alvinegro Praiano. Porém, aos 35 minutos, Fabro fez uma linda jogada individual e chutou de muito longe para empatar o jogo. Depois, o time paraguaio até tentou, mas não conseguiu os dois gols que lhe colocariam na final. Frio, o Santos chegava a final.

Classificados e com muita festa no Paraguai, os comandados de Muricy Ramalho agora aguardariam Peñarol ou Vélez na decisão. O adversário viria numa classificação aguerrida dos aurinegros, que deram ainda a sorte de Santiago Silva errar um pênalti no finalzinho do jogo que daria a vaga ao Fortín. No fim, se repetiria a decisão de 1962. 

Há 10 anos, Santos vencia o Cerro e dava um passo importante rumo a final da Libertadores

Por Lucas Paes
Foto: Miguel Schincariol / Globoesporte.com

Neymar deu a assistência do gol

Há exatos 10 anos, no dia 25 de maio de 2011, o Peixe jogava o primeiro jogo da semifinal da Libertadores daquele ano e vencia o Cerro Porteño abrindo o caminho para chegar na final da competição. Apesar do amplo domínio santista, o placar foi de apenas 1 a 0 naquele lotado Pacaembu. Era a primeira vez que o Alvinegro Praiano chegava naquela fase da competição desde a campanha do vice-campeonato de 2003.

O time de Neymar havia chegado as semifinais batendo o Once Caldas, nas quartas. O Peixe venceu na Colômbia e empatou no Pacaembu. O Ciclón, por sua vez, havia sofrido, mas consegiu eliminar o Jaguares, do México, com uma vitória por 1 a 0 em Assunção, no segundo jogo, depois de um empate por 1 a 1 no México.


O Peixe começou o jogo pressionado. Aos 15', Léo parou em grande defesa de Barreto, numa linda jogada que terminaria em gol certo não fosse o goleiro paraguaio. Elano quase marcou numa falta da intermediária e Danilo e Zé Eduardo se enrolaram num lance onde Durval acertou um belíssimo cruzamento.

Já no finalzinho, o Cerro chegou a assustar com Benitez, mas viu Edu Dracena abrir o marcador após uma belíssima jogada de Neymar, que cruzou na cabeça do zagueiro santista. Ainda deu tempo de Rafael fazer uma defesaça antes do fim do primeiro tempo.


Na etapa final, o Alvinegro Praiano voltou mais uma vez dominando o jogo e quase chegou ao segundo com Zé Eduardo, que não alcançou o chute cruzado de Danilo. Aos 26', Neymar quase marcou um golaço de esquerda, mas parou em Barreto. Maikon Leite entrou e perdeu duas boas chances e ainda no último lance da partida Barreto defendeu um lance claríssimo de Alan Patrick, que perdeu na pequena área. Para o Cerro, o 1 a 0 ficou muito barato.

A vitória deu ao Santos uma vantagem mínima. O empate classificaria o alvinegro para a decisão, assim como uma derrota por um gol de diferença com gol marcado pelo time santista. Ali começava a ficar muito claro o cenário de que o Santos podia mesmo ganhar sua terceira Libertadores.

Há 10 anos, Santos comemorava aniversário vencendo o Cerro na Libertadores

Por Lucas Paes
Foto: Agência AP

Danilo marcou o segundo dos quatro importantes gols que fez na Libertadores

O dia 14 de abril representa o aniversário do Santos Futebol Clube. Se em 2021, o Peixe completa seu aniversário estando classificado para a fase de grupos da Libertadores, há 10 anos o Alvinegro Praiano enfrentava uma batalha pela sobrevida contra o Cerro Porteño, no infernal Estádio de La Olla. Naquela noite, os santistas sairiam de Assunção com a esperança renovada e a chave virada na Libertadores.

Apesar da vitória contra o Colo-Colo, na rodada anterior, por 3 a 2, os comandados do recém chegado Muricy Ramalho não tinham a disposição seu principal jogador, naquela altura o melhor do futebol sul-americano, Neymar. Ainda desfalcados de Elano e de Zé Eduardo, era essencial que o Santos vencesse para sobreviver.


A partida do Santos foi sólida do início ao fim. Numa noite particularmente feliz para Paulo Henrique Ganso, o time brasileiro pressionou desde o início, apesar dos paraguaios assustarem com chutes de Nani e Fabro, este segundo obrigando Rafael Cabral à uma defesaça. Só que na sequência, Danilo fez linda jogada individual e acertou um petardo incrível, no ângulo, abrindo o marcador e deixando os santistas mais confortáveis na partida. Melhor no jogo, o time de Muricy ainda perdeu a chance de um golaço com Danilo e teve um gol certo tirado pelo zagueiro em finalização de Maikon Leite.

A etapa final mal havia começado quando Maikon Leite foi lançado por Ganso e fez o segundo gol do jogo, ampliando o placar. A partir daí, o Alvinegro Prainao passou a maior parte do tempo administrando o placar, ainda se dando ao luxo de perder lances claros como uma tentativa de cobertura de Ganso. Nos acréscimos, Benitez até diminuiu o placar, mas o gol pouco serviu para mudar algo no jogo e a vitória deixou o Santos dependendo só de sí para a classificação para as oitavas.


Depois deste jogo, a situação do grupo virou completamente e o Alvinegro da Vila Belmiro dependia só de si para a classificação. Marcado para o Pacaembu, o duelo contra o Deportivo Táchira prometia casa cheia e incentivo do primeiro ao último minuto, no jogo que definiria a continuidade dos santistas na competição. Isso, porém, é assunto para o próximo texto.

Com um a mais, Santos sofre empate do San Lorenzo, mas está na fase de grupos da Libertadores

Foto: Ivan Storti/SFC

O Peixe está classificado

O Santos está na fase de grupos da Libertadores. Na noite desta terça, dia 13, no Mané Garrincha, o Alvinegro Praiano abriu 2 a 0, deu sopa para o azar, deixou o San Lorenzo empatar, mas o resultado foi suficiente para garantir a vaga na fase de grupos da competição, num jogo de sofrimento típico de Libertadores para o atual vice-campeão da competição. Agora, os alvinegros estarão junto a Boca, Barcelona de Guayaquil e The Strongest na fase de grupos.

Na primeira partida, o Peixe havia batido o Ciclón por 3 a 1 em pleno Gasómetro, garantindo ótima vantagem para o jogo da volta em Brasília. Depois, o Alvinegro Praiano empatou sem gols, no fim de semana, com o time reserva, contra o Botafogo de Ribeirão Preto, pelo Paulistão, na Vila Belmiro. Os argentinos, por sua vez, visitaram o Platense e conseguiram uma importante vitória por 4 a 2, pelo campeonato argentino.


O San Lorenzo teve mais a iniciativa no começo do jogo, mas esbarrava na própria limitação para criar jogadas. O Peixe alternava entre manter a posse de bola na defesa e deixar os argentinos jogarem. A primeira chance do jogo foi do Alvinegro Praiano, numa cabeçada ruim de Madson, aos 7 minutos. Aos 14', o Ciclón conseguiu seu primeiro lance mais agudo, numa finalização de Di Santo para fora. Pouco depois, o Alvinegro Praiano bobeou na saída de bola e Oscar Romero chutou com muito perigo. Aos 17', Marinho quase aprontou uma peripécia com um gol olímpico, mas Devecchi pegou.

Quatro minutos depois, num rápido contra-ataque, o Peixe abriu o placar. Marcos Leonardo estava quase sem ângulo, mas acertou um belíssimo chute com curva, sem muitas chances para o goleiro argentino. A partir do gol, o time praiano deixou mais ainda os argentinos terem a bola, mas foi só aos 36' que Donatti ofereceu perigo numa cabeçada. Pouco depois, uma bela arrancada de Soteldo quase gerou o segundo gol alvinegro, mas Devecchi defendeu com o pé. Logo depois, em outro contra-ataque, Marinho teve ótima chance na entrada da área, mas chutou mal. Aos 45', João Paulo fez duas defesaças em tentativas de Ramirez, pegando o chute e o rebote, fazendo com que a primeira etapa terminasse com vantagem santista.

O San Lorenzo voltou apertando. Logo na primeira tentativa, Oscar Romero obrigou João Paulo a fazer boa defesa. Na sequência, Alisson salvou um gol certo de cabeça e no rebote os argentinos perderamuma chance incrível. Aos 5', uma bola rebatida virou um contra-ataque e Rojas parou Marinho quando ele faria o gol. Expulsão e falta que Soteldo mandou com perigo por cima. Com um a mais, o Peixe fez o segundo, numa linda jogada que terminou com gol de Pará. Praticamente na sequência, Di Santo diminuiu, cabeceando após um escanteio. Aos 20', Felipe Jonathan quase marcou de longrle, mas o goleiro argentino defendeu.


Aos 34', o San Lorenzo buscou o empate num chute distante de Angel Romero que João Paulo aceitou. Aos 38', Oscar Romero quase marcou, mas parou em João Paulo. Já no finalzinho, Angel Romero obrigou João Paulo a fazer uma defesaça. A partir daí, o Ciclón partiu tentando o milagre e ofereceu perigo diversas vezes, a principal simbolizada no último lance, quando João Paulo fez uma intervenção espetacular numa cabeçada. Final de jogo, empate e vaga santista.

Agora, os santistas voltam a campo já na sexta-feira, diante da Ponte, em Campinas, às 20 horas, pelo Campeonato Paulista. O San Lorenzo, por sua vez, recebe o Argentinos Júniors, no Gasómetro, no sábado, dia 17, as 19h30, pelo nacional argentino.

Santos joga bem, vence San Lorenzo e coloca um pé na fase de grupos da Libertadores

Por Lucas Paes
Foto: Ivan Storti/SFC

Lucas Braga fez o primeiro gol santista

A primeira grande atuação do Santos sob a batuta de Holán aconteceu. O Peixe bateu o San Lorenzo por 3 a 1, na noite desta terça, dia 6, em uma enorme partida do Alvinegro Praiano em pleno Nuevo Gasómetro e colocou um pé na fase de grupos da Libertadores de 2021, num dia iluminado dos Meninos da Vila que terminou com um gol histórico de Ângelo.

Sem jogar há mais de duas semanas devido a paralisação do Paulistão, o Santos vinha justamente da classificação contra o Deportivo Lara, jogando na Venezuela, com empate de 1 a 1. O San Lorenzo, por sua vez, vinha de vitória sobre o Rosário Central, no Campeonato Argentino, por 2 a 0, em casa.

O Peixe entrou muito bem no jogo. Melhor desde o início, precisou de apenas seis minutos para abrir o marcador, numa linda jogada de Lucas Braga, que recebeu de Luan Peres, deixou o defensor argentino falando sozinho e soltou um torpedo no canto para abrir o placar. Com mais posse, o Peixe chegou de novo aos 12', mas o chute de Marinho foi desviado para fora. A partir daí, o Peixe passou a ter mais controle da posse de bola, mas não conseguia criar grandes chances de perigo, ainda que controlasse o ritmo de jogo.


Aos 32', o Ciclón reagiu e um contra-ataque rápido quase termina em gol de Pitón. A partir daí, o time argentino até buscou mais o ataque, porém sem muitas chegadas de grande perigo. Na bola aérea, aos 41', os argentinos chegaram de novo, mas a cabeçada de Troyanski passou por cima do gol. Pouco depois, Pirani deu ótimo passe para Marcos Leonardo, porém o atacante santista já ficava sem ângulo quando foi derrubado por Devecchi: pênalti, que Marinho cobrou com violência para ampliar e fechar o marcador do primeiro tempo.

Na etapa final, o Peixe voltou novamente tendo mais a bola e travando as tentativas de saída argentinas. Aos 12', em ótima jogada coletiva, Pará cruzou e Lucas Braga cabeceou para defesaça do arqueiro argentino. Aos 15', o San Lorenzo teve ótima chance, mas a cabeçada veio em cima de João Paulo. Aos 18', Marcos Leonardo teve outra chance em passe de Lucas Braga, mas parou novamente no goleiro. O time do Papa chegava nas cabeçadas, que saiam sem direção. Aos 25', o San Lorenzo diminuiu com Angel Romero, numa desatenção da defesa que terminou num bonito gol do ex-corintiano.


O Ciclón cresceu depois do gol e aos 30', quase chegou ao empate, mas parou primeiro em João Paulo e depois Oscar Romero desperdiçou o rebote. Apesar da constante pressão argentina, o Peixe quase marcou nos acréscimos, mas Soteldo e Ângelo pararam no goleiro. Porém, aos 49', num lindo contra-ataque, Soteldo tocou para Madson, que parou em Devecchi, mas no rebote, Ãngelo marcou um gol histórico, seu primeiro pelo Santos e fechou o placar.

Teoricamente, o Santos voltaria a campo no domingo, dia 11, contra o Bragantino, pelo Paulistão, mas a partida ainda não está confirmada pelas autoridades do estado de São Paulo e nem mesmo pela Federação Paulista de Futebol. O Ciclõn enfrenta o Platense, na sexta, as 21 horas, no Vicente Lopez.

O empate em casa do Santos contra o Cerro Porteño na Libertadores do tri

Por Lucas Paes
Foto: EFE

Empate complicou o Santos na Libertadores

Há pouco mais de 10 anos, o Santos entrou em crise na temporada em meio a disputa da Libertadores. O ano que terminaria com o tri não começou fácil para os santistas na competição mais importante da América. Na última terça, dia 2 de março, completaram-se uma década do segundo jogo do Alvinegro Praiano na competição: o empate, com gosto de derrota, para o Cerro Porteño por 1 a 1.

A estreia do Santos havia sido ruim, com um empate sem gols contra o Táchira na Venezuela e um desempenho ruim na partida. O torcedor que foi a Vila Belmiro naquele 2 de março esperava uma rápida reação e uma mostra para recuperar a confiança na possibilidade do terceiro título continental da história santista.


O primeiro tempo do Santos naquela noite na Vila Belmiro foi simplesmente terrível. Sem sintonia, foco e com muita displicência, o Peixe, agora comandado por Marcelo Martelotte, sofria para criar jogadas e via o Cerro oferecer muito perigo em jogadas do jovem Iturbe, de apenas 17 anos. Ele criou jogadas de perigo pelo Ciclón, que também pouco conseguiu oferecer perigo aos santistas, apesar de fazer Rafael Cabral trabalhar. O placar zerado da primeira etapa era consistente com a péssima partida de ambos.

O Peixe voltou melhor na etapa final e aos 9 minutos, um pênalti sofrido por Zé Love rendeu o primeiro gol, com Elano. Só que depois do gol, os santistas recuaram, abriram espaço para a reação do Cerro. Ainda assim, aos 40 minutos, Jonathan perdeu uma ótima chance errando feio na finalização. E o Ciclón seguia, aos poucos, ventilando a área santista. Aos 45', Edu Dracena derrubou Bareiro. Pênalti que Nanni cobrou e empatou o jogo, no finalzinho, deixando a situação do Alvinegro Praiano péssima.


Neymar e seus companheiros deixavam o campo desmoralizados, precisando de um resultado positivo em Santiago, contra o Colo-Colo, para que a campanha não virasse um pesadelo. O dia 2 de março de 2011 terminou para os santistas com um enorme medo da desclassificação, em dias onde o Alvinegro Praiano parecia vagar sem rumo no sonho do tri da América.

O Curioso do Futebol

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