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A passagem de Galeano pelo Botafogo

Por Ricardo Pilotto
Foto: arquivo Botafogo

Após sair do Palmeiras, Galeano atuou pelo Botafogo

Marcos Aurélio Galeano, também conhecido apenas por Galeano, está completando 49 anos neste domingo, dia 28 de março. O jogador, que podia atuar como zagueiro e volante, ficou marcado por defender o Palmeiras por vários anos, mas teve uma curta passagem pelo Botafogo, onde atuou em 22 oportunidades e conseguiu marcar 5 gols.

Após ser revelado pelo Palmeiras em 1989, aos 17 anos de idade, Galeano chegou a ser empresta para jogar pelo Rio Branco de Americana e Juventude, onde foi campeão Brasileirão da Série B de 1994. Em seguida, voltou ao Palmeiras e conquistou diversos títulos, inclusive a Libertadores de 99. Apesar dessa ligação com o Verdão, o volante não estava nos planos de Vanderlei Luxemburgo, treinador do Alviverde da capital paulista no ano de 2002. Com isso, o atleta chegaria ao Botafogo.

No clube carioca, Galeano tinha um prestígio diferente em relação aos seus companheiros de equipe. Em muitas oportunidades, o atleta era o cobrador de pênaltis oficial do time. Mesmo com uma sequência de grandes atuações com a camisa do Fogão durante a sua passagem. Era um jogador muito para um time que fazia uma péssima campanha naquela edição do Campeonato Brasileiro de 2002.

Mesmo sendo um dos poucos destaques daquele time, Galeano ainda teria um obstáculo muito grande em espacial na sequência de sua carreira. A equipe carioca enfrentaria um adversário que também não vinha fazendo um boa campanha naquela temporada da competição nacional. O Botafogo jogaria diante do Palmeiras, ex-time do atleta. Naquele momento, ambas as equipes brigavam contra o rebaixamento para a segunda divisão do Brasileirão.

Na véspera da partida direta entre a equipe carioca contra o time da capital paulista que aconteceria na quarta-feira no estádio Palestra Itália, o cabeça de área deixou claro que em entrevista coletiva que caso fizesse um gol na equipe alviverde, não comemoraria o tento, por respeito ao seu ex-clube. Ao longo da partida, com o placar adverso de 2 a 1 para o Palmeiras, o Botafogo teve um pênalti marcado ao seu favor. Tendo todo o respaldo de Ivo Wortmann, treinador do time do Rio de Janeiro na época, Galeano foi para a cobrança da penalidade máxima, mas acabou chutando para fora.


Depois deste fato, o atleta passou a ser alvo de muitas críticas por parte da torcida da Estrela Solitária. Por não ter mais clima para ficar no time carioca, Galeano teve que sair no início do ano seguinte. Ao final deste mesmo campeonato, tanto Botafogo quanto Palmeiras acabaram rebaixados para a Série B do campeonato Brasileiro de 2003.

Após o descenso com o clube carioca, o atleta jogaria um ano no exterior antes de voltar a atuar no futebol brasileiro. Em seu retorno, Galeano ainda jogaria em clubes como Bahia, Figueirense, Ponte Preta, Fortaleza, Goiás, Santo André, Joinville, Sertãozinho e encerraria a sua carreira jogando por dois anos pelo Ituano.

Nos pênaltis, Ponte Preta elimina Santos na Copinha

Com informações do Santos FC
Foto: Pedro Ernesto Guerra Azevedo/Santos FC

A Macaca se classificou nos pênaltis em Osvaldo Cruz

A Ponte Preta está classificada para a terceira fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Depois de um empate por 1 a 1 no tempo normal, os pontepretanos se classificaram nos pênaltis, após grande atuação de Caio e vitória por 3 a 2 da Macaca. O duelo ocorreu na tarde deste sábado, no Estádio Breno Ribeiro do Val, em Osvaldo Cruz.

Para chegar ao mata-mata da competição, o Santos foi o primeiro colocado do Grupo 2, que tinha sede em Marília, vencendo os três jogos. Já a Ponte Preta foi a segunda do Grupo 1, com sede em Osvaldo Cruz, tendo feito quatro pontos em três jogos.

O Peixe começou melhor na partida, desperdiçando uma boa oportunidade com Marcos Leonardo logo nos primeiros minutos. Porém, aos 8', Sandro arriscou da entrada da área e acabou mandando para o fundo das redes, abrindo o placar para a Ponte Preta em Osvaldo Cruz.

Apesar de tentar reagir, o gramado ruim prejudicava bastante o estilo de jogo do Alvinegro Praiano. O Peixe, porém, tentava. Aos 21', Donizete arriscou de longe e tirou tinta da trave de Caio, goleiro da Macaca. Sete minutos depois, Marcos Leonardo recebeu cruzamento dentro da área e testou firme, mas acabou mandando pra fora. A primeira etapa terminaria mesmo com vantagem do time de Campinas.


Na etapa complementar, os santistas seguiram pressionando e conseguiram o empate aos 13', quando Ivonei arriscou um chute de longe e marcou um golaço. Seguindo na pressão, o Peixe quase marcou novamente aos 29', quando Ivonei pegou rebote dentro da área e chutou para ótima defesa de Caio. Quatro minutos depois, outra chegada do Santos, dessa vez com Allanzinho. O camisa 11 dominou com categoria e bateu colocado, tirando tinta da trave do arquivo da Macaca. Apesar da pressão santista, o duelo acabou empatado e foi para os pênaltis. 

Nas penalidades máximas, o goleiro Caio defendeu três cobranças do Santos e ajudou a definir o resultado em 3 a 2 para a Ponte Preta, fechando com uma defesa na cobrança de Marcos Leonardo. Agora a Ponte aguarda ou o Timon, do Maranhão ou o Londrina na próxima fase.

No apagar das luzes, Santos vence o Marília pela Copinha

Com informações do Santos FC
Foto: Pedro Ernesto Guerra Azevedo/Santos FC

O Santos agora aguarda seu adversário na próxima fase

O Santos encerrou a primeira fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior com aproveitamento perfeito contra o Marília, no início da noite desta quinta, dia 9, no Bento de Abreu, na cidade casa do MAC. Os Meninos da Vila venceram no apagar das luzes com um gol já nos minutos finais que garantiu o aproveitamento de 100 % para os alvinegros. O jogo ocorreu com portões fechados, devido a problemas com a liberação do Bento de Abreu pelo Corpo de Bombeiros.

Os santistas vinham de goleada pra cima do Olímpico, de Sergipe, por 7 a 0. Já o Marília havia sido derrotado pelo Timon, resultado que complicou demais as pretensões de classificação da equipe do interior paulista.

O jogo já começou com o Marília abrindo o placar, com gol de Victor logo no primeiro minuto de jogo. A equipe anfitriã ainda tentou anotar o segundo gol aos 16 minutos, com Matheus, mas ficou no quase. Após estes dois lances, só deu Peixe. Allanzinho recebeu pela esquerda aos 26' e achou Ivonei livre de marcação, que por pouco não igualou o marcador. Aos 30', Ivonei, em cobrança de falta, acertou o travessão de Gean. Perto do final do primeiro tempo, Allanzinho e Ivonei realizaram boa trama, mas a retaguarda do Marília conseguiu interceptar no ato da conclusão.


Na etapa final, só deu Santos. Aos 4', Lucas Sena, em cobrança de falta, ofereceu perigo no cruzamento, mas ninguém apareceu para cabecear. O empate veio aos 9', quando depois de boa troca de passes, Victor Yan deu passe preciso para Allanzinho finalizar para as redes. Dois minutos depois, quase a virada: após jogada com Wesley, Caio Mota chutou forte, para defesa de Gean com os pés.

O Peixe não desistia. Aos 29', Donizete fez boa jogada individual e serviu Lucas Lourenço, que não conseguiu a finalização. O gol só veio aos 43 minutos, quando Lucas Henrique acertou belo chute de longe e definiu o placar.

Agora o Peixe pegará a Ponte Preta na próxima fase. O local e a data do jogo ainda serão definidos pela FPF. O Marília acabou eliminado. A segunda vaga do grupo ficou com o Timon, que goleou o Olímpico na "preliminar" do jogo do Santos.

A Costa Rica alvinegra na Copa de 1990

Por Victor de Andrade

Com desenho comum em clubes, a camisa alvinegra da Costa Rica era rara entre seleções

Talvez a seleção mais forte da América Central atualmente, marcando presença em cinco das últimas seis Copas do Mundo, contando com a de 2018, a Costa Rica estreou em Mundiais em 1990, no torneio realizado na Itália. Na competição, os 'Ticos' surpreenderam dentro de campo, por ter passado para as oitavas, como também com seu segundo uniforme, alvinegro, comum em clubes, mas raramente usado por seleções.

Ao contrário do que muitos disseram na época, a escolha do desenho com listras em preto e branco, na vertical, não foi uma homenagem à Juventus de Turim, cidade onde a Costa Rica jogou uma partida naquela Copa. Na verdade, a homenagem era para o Club Sport La Libertad, o mais antigo do país, e a camisa foi inspirada no "Decano" costarricense.

Contra o Brasil, usando pela primeira vez para "agradar os juventinos"

Agora, o uso dela, especificamente, no segundo jogo dos 'Ticos' no Mundial tem sim haver com a Juventus. Depois de surpreenderem e ganharem por 1 a 0 da Escócia, gol de Cayasso, na estreia do Mundial, em 11 de junho de 1990, em Gênova, utilizando seu tradicional uniforme de camisas vermelhas e shorts azuis, a Costa Rica teria pela frente o Brasil, no dia 16 de junho, em Turim.

Com a indigesta tarefa de encarar uma das seleções mais tradicionais do mundo do futebol, o técnico sérvio Bora Milutinovic, que comandava os 'Ticos', teve uma ideia para, ao menos, atrair o torcedor do time da casa. Resolveram utilizar o segundo uniforme, alvinegro, semelhante ao da Juventus, o maior vencedor do futebol italiano.

Classificação contra a Suécia veio com o uniforme alvinegro

Não resolveu muito: o Delle Alpi estava 'pintado' de amarelo e verde e o Brasil ganhou por 1 a 0, gol de Müller. Porém, o uniforme caiu no gosto de muitos e ele foi usado novamente contra a Suécia, no dia 20 de junho, em Gênova. Resultado: a Costa Rica venceu por 2 a 1, de virada, com Ekstrim abrindo o placar para os suecos e Flores e Medford fazendo os gols no segundo tempo, e carimbou sua passagem para as oitavas de final da Copa do Mundo em sua estreia.

No mata-mata, contra a Tchecoslováquia, no dia 23 de junho, em Bari, a Costa Rica voltou a usar seu uniforme número um, com a camisa vermelha, que não deu sorte: os costarricenses foram derrotados por 4 a 1 e eliminados da Copa. A camisa alvinegra chegou a ser utilizada pela Costa Rica em outras oportunidades, mas nunca mais em um Mundial.

O Curioso do Futebol

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