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Hakan Şükür e sua passagem decepcionante pelo Torino

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Hakan Şükür sendo marcado por Alexis Lalas

Hakan Şükür é um dos maiores ídolos do Galatasaray e o maior goleador da história da seleção turca. O centroavante ficou com muita fama no país, tanto que seu casamento foi transmitido ao vivo. Porém, o jogador não viveu só bons momentos, acabou tendo uma passagem muito apagada pelo Torino, da Itália.

O jogador nasceu em Adapazari, em Sacaria, na Turquia, no dia 1 de setembro de 1971, e sua carreira começou 16 anos depois. Ainda muito jovem, Şükür estreou no profissional do Sakaryaspor, mas ainda não tinha muitas oportunidades no time titular.

Porém, com o tempo começou a se destacar, principalmente nos treinamentos, chamando a atenção de todos no clube. Além disso, Şükür já atuava pela Turquia Sub-16, fez grandes jogos, era um dos principais jogadores de base no mundo, tendo uma grande expectativa em suas costas.

Şükür conseguiu lidar muito bem com toda pressão sobre ele, e aos poucos ganhou a vaga no time titular. O centroavante conquistou a titularidade absoluta em 1989, quando conseguiu se firmar no clube, mas seu bom futebol chamou a atenção de outras equipes.

Na temporada seguinte, em 1990, foi negociado com o Bursaspor, onde teria mais visibilidade. Şükür ficou dois anos na equipe sendo muito importante, era o líder do ataque, fazendo gols importantes. Após sua boa passagem, foi contratado em 1992 pelo Galatasaray.

O Galatasaray é uma das maiores equipes do país, e sempre é favorito nos campeonatos nacionais. O jogador conseguiu se tornar um ídolo no clube, mostrando todo seu talento e potencial, sendo muito importante nos anos que esteve no clube.

Além disso, foi muito importante pela seleção, que começou a atuar pela principal em 1992. Depois de alguns anos no Galatasaray, resolveu buscar uma nova experiência, deixando seu país para atuar no futebol italiano, sendo contratado pelo Torino.

Foi contratado pela Torino em 1995, com muitas expectativas chegou no país, porém, não deu muito certo. O centroavante teve muitas dificuldades, não conseguiu se adaptar ao clube, e atuou pouquíssimas vezes, tendo poucos minutos em campo.


Şükür fez apenas cinco jogos pela equipe, ainda marcou um gol, mas meses depois da sua contratação decidiu deixar o país e voltar ao Galatasaray. Foi uma grande decepção a todos na Itália, inclusive para o jogador, que esperava um crescimento maior na sua carreira.

Mas preferiu não continuar no país, e retornou a Turquia, conseguiu construir uma história belíssima pelo Galatasaray, ficando muitos anos no clube e conquistando diversos títulos. Ainda teria uma segunda chance no país da Bota, atuando por Internazionale e Parma, atuando até em mais partidas do que pelo Torino, mas ainda com altos e baixos. O atacante ainda jogaria pelo inglês Blackburn e encerraria a carreira em 2008, pelo Galatasaray.

Roberto Mussi e sua passagem pelo Torino, da Itália

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Roberto Mussi em sua fase no Torino

Com passagens por times grandes do futebol Italiano, Roberto Mussi, que completa 60 anos neste 25 de agosto de 2023, foi um zagueiro importante na campanha do vice-campeonato da Copa do Mundo de 1994. O jogador, já experiente e na fase final de carreira, foi convocado por suas grandes atuações pelo Torino. 

Roberto nasceu em Massa, na Itália, no dia 25 de agosto de 1963, e começou sua carreira no futebol aos 18 anos. Ainda muito jovem, o zagueiro estreou no profissional pelo Massese, uma equipe pequena do futebol italiano, e no início demorou para ganhar minutagem.

Mas, com o passar do tempo, o jogador começou a se destacar e ganhar a vaga de titular da equipe. Mussi tornou-se um atleta importante no grupo, e passava segurança no sistema defensivo do time, começando a gerar interesses de outros clubes no país.

Após algumas temporadas em desenvolvimento, mostrando todo seu potencial, o jogador foi contratado pelo Parma, em 1984. Mussi subiu de patamar com a transferência, indo para um clube com mais visibilidade, tentando alcançar o auge na sua carreira.

Logo quando chegou não conseguiu a vaga, mas depois de uma temporada, assumiu a titularidade da equipe. O jogador era muito firme, com um tempo de bola muito bom, dando uma firmeza ao sistema defensivo do time, o que chamou mais atenção de clubes grandes na Itália.

Depois de três temporadas pelo clube, o jogador recebeu uma proposta do Milan, que é um dos maiores clubes do país, e aceitou rapidamente. Em 1987 chegou ao clube com boas expectativas, mas acabou não conseguindo ganhar a vaga de titular.

Roberto entrou em algumas partidas, mas não se firmou na equipe titular do Milan, o que o incomodava. Mesmo sem muitas participações, o jogador fez parte dos times campeões, conseguindo levantar títulos importantes pela equipe, mas ainda não estava muito feliz no clube.

Com duas temporadas sendo pouco aproveitado, o jogador decidiu deixar a equipe e foi transferido para o Torino, onde voltaria a ter mais oportunidades na equipe titular. 


O jogador foi muito feliz em sua escolha, pois conseguiu viver o auge da sua carreira no clube, conseguindo se firmar na equipe titular, mostrando todo o seu talento. Com mais bagagem e experiência, o zagueiro foi muito importante para o clube.

Mussi se tornou um líder na equipe dentro e fora de campo, conseguindo chegar ao seu auge. A sua melhor temporada pelo clube foi em 1993, quando conquistou a Copa da Itália, e nesse mesmo ano, o jogador foi convocado pela primeira vez à seleção italiana.

O jogador permaneceu na seleção até a Copa do Mundo, quando acabou ficando com o vice-campeonato da competição. Ao final da competição, Mussi acabou se transferindo para o Parma, retornando ao clube após alguns anos.

Ex-Menino da Vila se destaca pelo Inter Miami e viaja para treinos no italiano Torino

Foto: divulgação

Kaká vai treinar no Torino

O zagueiro Kaká, de 16 anos, iniciou um período de treinos nas categorias de base do Torino, da Itália. O jogador pertence ao FC Dallas, dos Estados Unidos, estava emprestado ao Inter Miami e foi liberado para atividades com a equipe de base do clube italiano.

Kaká nasceu em São Paulo, no Brasil, mas tem descendência italiana por conta do pai. O garoto também conquistou a cidadania americana em março deste ano. No futebol brasileiro, o jogador passou por um período nas categorias de base do Santos.

No futebol dos Estados Unidos, o defensor jogou pelo Inter Miami por três anos, e fez parte da equipe campeã do único título nacional da história do clube. Na conquista, o jogador disputou todos os jogos, o que é raro na categoria já que são cinco jogos em um espaço de sete dias. Na equipe, jogou como lateral por duas temporadas e chegou a atuar como ponta.

Pelo FC Dallas, Kaká foi contratado para equipe Sub-16 e acabou fazendo a pré-temporada pelo time B da equipe. Ao todo, durante a temporada 2022/23, foram 45 jogos, seis gols marcados, cinco assistências e não recebeu cartões amarelos e vermelhos. Ele saiu jogando em 34 partidas.


Na equipe americana, Kaká se consolidou como zagueiro e se tornou capitão da equipe. Conquistou prêmios importantes como Team of the season (Footyaccess), Top 50 National team prospect entre todas as idades, incluindo os que já jogam na Europa (YSC), Top 10 players to watch nos playoffs (YSC) e USA Top 3 born in 2007 (CaC).

Em junho deste ano, Kaká foi sondado pela Seleção Brasileira para representar o país canarinho.

O início de Dino Baggio no Torino

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Dino Baggio jogando no Torino

Além dos vários craques do ataque como Totti, Paolo Rossi, Del Piero, da meia cancha como Pirlo e da defesa como Baresi, Maldini e Nesta, a Itália é um país que revelou ao longo de sua história diversos volantes de qualidade, seja em saída de jogo e defesa ou só em simplesmente desmontar ataques adversários e sobrar na vontade. O ex-volante Dino Baggio, que completa 52 anos neste dia 24 de julho, era um desses que se destacava pela vontade e teve seu início no Torino.

Nascido em Camposapiero, na Itália, o ex-volante chegou as categorias de base dos Granata aos 13 anos, no distante 1984. Polivalente desde muito novo, se destacava por ser voluntarioso e se encaixar em muitas posições no meio de campo e até na defesa. Subiu para o time profissional aos 19 anos, no ano de 1990, ainda na Série B. 

É considerado como parte do elenco campeão da Série B naquele ano, mas seria a partir da temporada 1990/1991 que ganharia mais minutos. A partir dali, passou a ser figura constante no time titular dos Granate, já estreando nessa condição diante da Lazio. Atuaria em muitas das partidas daquela temporada como titular da equipe, que terminaria com um quinto lugar.

Marcou seu primeiro gol como jogador profissional já no finalzinho da Série A, no dia 9 de março, diante do Cesena, em Turim, quando recebeu uma bola na área e bateu bem, na saída do goleiro, como muitos atacantes assinariam. Marcou de novo no jogo seguinte, diante do Genoa, em outra vitória Granate, dessa vez por 5 a 2, também jogando em seus domínios. 


Encerrou a temporada com 29 jogos e dois gols, completando 32 jogos e dois gols pelo seu time de origem. Acabou negociado por empréstimo com a Inter ao fim daquela temporada e depois acabaria se transferindo para a Juve. Dino Baggio jogou profissionalmente até 2006, quando pendurou as chuteiras na Triestina. 

74 anos da tragédia de Superga

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Avião no acidente

Há 74 anos, ocorria um dos momentos mais triste é trágicos da história do futebol mundial. A tragédia de Superga foi um acidente aéreo ocorrido a 4 de maio de 1949 em Turim, na Itália, com a delegação do Torino, após retornar de um amistoso contra o Benfica.

Tudo começou quando Francisco Ferreira, capitão da Seleção Portuguesa, após sair derrotado de um amistoso contra a Itália, por 4 a 1, resolveu pedir parar marcar um amistoso contra o Torino, que era um dos grandes times do continente na época.

O capitão português queria esse amistoso já que estava encerrando sua carreira e queria um jogo grande para fechar com chave de ouro. O Torino não queria aceitar, porque estava na reta final do Campeonato Italiano e liderava o torneio, então os dirigentes estavam com medo de marcar algo naquele momento.

Porém, a partida acabou sendo marcada para o dia 3 de maio, em Lisboa. Toda a delegação foi para o jogo. O amistoso acabou sendo vencido pelo Benfica, por 4 a 3, e Francisco conseguiu encerrar sua carreira depois de um grande jogo contra o Torino.

Mas, o dia seguinte reservou um dos momentos mais triste da história do futebol. Na volta para a Itália, a aeronave Fiat G.212, descolou de Lisboa e parou em Barcelona para reabastecimento, como já era previsto. Às 14h50, foi a decolagem rumo a Itália.

Chegando perto do espaço aéreo italiano, a tripulação recebe informe meteorológico indicando denso nevoeiro, com visibilidade horizontal abaixo de 40 m. Com isso, o comandante Pierluigi Meroni, teve que fazer um procedimento de aproximação visual.


Durante a manobra do procedimento, a aeronave bateu em cheio contra o muro posterior do terrapleno da Basílica de Superga, todos a bordo morreram. Foi uma grande tragédia, já que o Torino era o grande time do país na época, e um trauma para todos no país.

Ainda restavam mais 4 jogos para fazer no Campeonato Italiano, e o Torino usou a categoria de base, e conseguiu terminar com mais um título italiano, sendo o quinto seguido.

A passagem de Carlos Aguilera pelo Torino

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Aguilera jogou no Torino entre 1992 e 1994

O ex-atacante uruguaio Carlos Alberto Aguilera, popularmente conhecido como Carlos Aguilera, está comemorando o seu 58º aniversário nesta quarta-feira, dia 21. Já nos seus últimos anos como atleta, ele teve uma passagem pelo Torino, que aconteceu entre 92 e 94.

Nascido na capital uruguaia, Pato começou a estourar no River Plate de Montevidéu, antes mesmo de completar 20 anos de idade e já era um dos principais nomes do futebol de seu país. Posteriormente, ainda defenderia times como Nacional, Independiente Medellín, Racing Club, UAG do México e o Peñarol. Devido o sucesso que fez desde muito cedo, disputou a Copa do Mundo de 1986 pela Celeste.

Depois das boas apresentações na América Latina, o atacante rumou para o Genoa, onde foi muito bem, e viveu um de seus melhores momentos no futebol italiano. Foi então, que em 1992-93, o avançado chegou ao Torino, que já era um time bem estruturado e já havia surpreendido à todos na temporada anterior ao ter sido terceiro colocado na Serie A e também com o vice campeonato da Copa da UEFA. 

Na época, o elenco grená era comandado por Emiliano Mondonico e já contava com jogadores como Pasquale Bruno, Luca Fuzi, Walter Casagrande, Luca Marchegiani, Roberto Mussi e Enzo Scifo. Além do Pato, o Touro também contratou Andrea Silenzi e Paolo Poggi para melhorar ainda mais o seu poder ofensivo.

Logo no seu primeiro ano na equipe, Aguilera aproveitou o fato de que seus novos companheiros tinham características parecidas dos seus anteriores, continuou bem e ainda conseguiu manter os seus números expressivos de quando atuava nos Grifone. Isso se mostrava quando Casão, Silenzi e Skuhravý usavam bastante dos seus portes físicos e a grande habilidade de fazer o pivô. Desta maneira, traziam toda a marcação para eles e abriam espaço para Carlos conseguisse brilhar.

Foi desta maneira, que o atacante balançou as redes adversárias em 16 oportunidades e ainda ajudou o clube a conquista a Coppa Italia naquela temporada. Contribui com gol na semifinal diante da Juventus e também na grande decisão do torneio diante da Roma.


Entretanto, aquele seria o último grande momento do atleta com a camisa do Torino, já que na temporada 1993-94, Carlos acabou se tornando apenas um reserva para o também uruguaio Francescoli, que foi contratado na janela de transferências do verão europeu. Sem espaço, o baixinho acabou participando de seis jogos, sendo titular apenas em uma oportunidade, entre os meses de agosto e dezembro de 93. Com isso, aos 29 anos de idade, o centroavante voltou a sua terra natal.

O último clube em que conseguiu atuar profissionalmente foi o Peñarol. Ainda foi muito bem jogando no futebol e seu país e ajudou a equipe aurinegra de Montevidéu a conquistar diversos títulos nacionais. Pendurou as chuteiras em 1999, quando já tinha 35 anos.

O discreto início de Vieri no Torino

Por Lucas Paes
Foto: Alessandro Sabattini / Getty Images

Vieri com a camisa do Torino

Christian "Bobo" Vieri, que completa 48 anos neste dia 12, foi dentro de campo um dos grandes matadores formados pela Itália entre os anos 1990 e 2000. Dono de uma categoria ímpar e de um grande faro de gols, o atacante fez sucesso principalmente por Internazionale e Atlético de Madrid, além de outras passagens por times grandes em sua carreira. Sua trajetória no futebol profissional se iniciou no Torino.

Nascido em Bologna, Vieri mudou com sua família e cresceu na Austrália, onde começou a dar os primeiros passos no futebol quando estava no colégio, incentivado pelo pai que também havia sido jogador. Os primeiros passos mais sérios de Christian com a bola foram pelo Marconi Stallions, de Sidney, antes de retornar a Itália.

Na sua terra natal, passou pelo Prato antes de desembarcar na base do Toro, onde conclui a última etapa de formação nas categorias de base, ficando por lá entre os 17 e os 19 anos, antes de ser alçado ao time profissional no começo dos anos 1990, mais especificamente em 1991, no dia 30 de outubro, em um jogo da Copa Itália contra a Lazio, em que marcou um dos gols da vitória dos Granate.

Apesar do início promissor, Vieri pouco conseguiu atuar pelo time de Turim, fazendo apenas dois gols em 7 jogos na temporada 1991/1992 e outros 11 jogos na temporada 1992/1993, sem marcar gols. Fez parte do elenco campeão da Copa Itália pelo Torino, mas acabou vendido pelo clube ao Pisa, depois de dois anos e apenas dois gols, deixando a Série A e indo para um time que jogava a Série B na época.


Vieri demoraria a "desabrochar", tendo passagens interessantes por Ravenna, Venezia e Atalanta antes de desembarcar na Juve, onde foi bem, mas não permaneceu. Teve gande passagem pelo Atlético de Madrid e depois de uma bela temporada no biênio 1998/1999, seria vendido a Inter com a transferência mais cara da história a época, onde finalmente explodiu. Ele atuou profissionalmente até a temporada 2008/2009, quando se aposentou na Atalanta.

Júnior no Torino - Onde o lateral começou a virar o maestro

Foto: arquivo

Júnior com a camisa do Torino

Nesta terça-feira, dia 29 de junho, Leovegildo Lins da Gama Júnior, ou simplesmente Júnior, está completando 67 anos. Um dos maiores ídolos da história do Flamengo, o ex-lateral-esquerdo e meia também atuou no futebol italiano e um dos clubes que ele defendeu na 'terra da bota' foi o Torino.

Nascido em João Pessoa, na Paraíba, Júnior foi novo para o Rio de Janeiro e começou jogando na praia, pelo Juventude. Também teve passagem pelo futsal, defendendo o Sírio Libanês. Em 1973, foi para o Flamengo, onde passou a atuar mais sério pelo campo e onde virou ídolo. Atuou na meia e lateral-direita até se firmar na esquerda. Chegou também à Seleção Brasileira, onde disputou a Copa do Mundo de 1982.

Depois do Mundial, o mercado do futebol italiano foi aberto e teve um boom de jogadores estrangeiros e Júnior foi um deles, chegando no Torino em 1984. Por aproximadamente 2 milhões de dólares, o time italiano adquiriu o lateral brasileiro, de 30 anos, para ser a principal peça de seu time.

Com uma idade mais avançada, Junior pediu para ser deslocado para atuar mais avançado, preservando-se mais para poder continuar sua carreira por mais tempo. Passou a ser chamado também de Leo Junior e virou o Maestro, assim como ficou conhecido no Brasil no fim da carreira.

E foi assim, atuando no meio de campo, que logo no ano de sua estreia, conduziu o time de Turim ao vice-campeonato italiano. Ele marcou sete gols e foi, ao lado do meio-campista Giuseppe Dossena, o maestro do time treinado por Luigi Radice. Não a toa ele foi eleito o melhor jogador daquele campeonato, que contava com jogadores do quilate de Maradona, Platini, Rummenigge, Falcão e Zico (os dois brasileiros já de despedida).

O primeiro ano de Júnior na Itália, apesar da idolatria da torcida do time de Turim, teve também algumas turbulências sérias. Ele sofreu racismo em duas oportunidades. O primeiro caso aconteceu em um duelo contra o Milan, onde foi insultado durante toda a partida no San Siro, sendo ainda alvo de mais xingamentos e cusparadas quando saía do estádio ao lado de seus parentes. Na outra ocasião, sofreu com torcedores da Juventus que levaram ao dérbi faixas ofensivas ao jogador, mencionando principalmente a cor de sua pele. Como resposta, a torcida do Torino levou cartazes de apoio, com os dizeres "Melhor negro do que juventino".


Em seu segundo ano pelo clube, Júnior manteve seu futebol de alto nível, sendo novamente a principal peça de um Torino que chegou ao quarto lugar da Serie A. Júnior foi para a Copa do Mundo de 1986, no México, e na Seleção também foi deslocado para a meia.

Em 1987, alguns desentendimentos com o treinador Luigi Radice o fizeram ser negociado com o Pescara, que tinha acabado de subir para a Série A. Em 1989, voltou para o Brasil, onde defendeu novamente o Flamengo. Jogou o 'fino da bola' em 1992, ajudando o Rubro Negro a conquistar o Brasileirão. Encerrou a carreira no ano seguinte, teve algumas oportunidades como treinador e atualmente é comentarista.

Edu Marangon, o Boy da Mooca, e sua passagem pelo Torino

Por Kauan Sousa
Foto: arquivo

Edu Marangon jogou no Torino por uma temporada

Neste dia 15 de fevereiro de 2021, o ex-jogador, Edu Marangon, um dos grandes meias revelados no futebol brasileiro nos anos 80, completa 58 anos de idade. O Boy da Mooca, como era conhecido, jogou pelo Torino da Itália, na temporada de 1988-89.

O jogador que começou na Portuguesa de Desportos, após ser destaque na Copa São Paulo de 1983. Promovido ao time principal, Edu foi destaque na equipe, principalmente na campanha do Campeonato Paulista de 1985, onde a Lusa foi vice.

Após quatro anos defendendo a equipe do Canindé e algumas convocações para a seleção brasileira, o meio campista, conhecido pela qualidade nos chutes de fora da área, habilidade em seus passes e lançamentos, como um típico camisa 10, Marangon despertou o interesse do Torino.

No clube da Itália, o jogador nascido na Mooca, bairro da cidade de São Paulo, reduto de colônias italianas, chegou como um dos principais reforços da equipe, ao lado do brasileiro Müller. Dentro de campo, Marangon não correspondeu às expectativas depositadas nele em ser um comandante do meio campo do time e ao longo dos jogos foi perdendo espaço como titular. Na campanha da série A(campeonato italiano), assim como Marangon o Torino não ia bem.

Após ficar parte do campeonato no banco, na parte final, com o técnico Sérgio Vatta, o terceiro que comandava o Torino na competição, Edu Marangon voltou a ser titular, mas não foi o suficiente para livrar o time do seu segundo rebaixamento na história. Com o rebaixamento e um campeonato abaixo do jogador brasileiro, fez com que ele não continuasse no Torino. Pelo clube italiano, Marangon atuou 27 vezes e marcou três gols.


Depois de deixar a Itália, o brasileiro defendeu o Porto de Portugal, conquistou o título português, sem muito destaque e logo após voltou ao Brasil. No Brasil aceitou jogar no Flamengo, e passou por Santos, Palmeiras, Nacional, Coritiba, Inter de Limeira e Bragantino, além disso teve uma passagem pelo Japão. Como jogador, em 1997, Edu Marangon encerrou sua carreira e em 1999 iniciou sua trajetória como treinador que durou até 2010. Ainda chegou a ser dirigente esportivo anos depois.

O Torino e a tragédia de Superga em 1949

Foto: arquivo

O avião que se chocou na Basílica de Superga

O dia 4 de janeiro de 1949 é um dos mais tristes da história do futebol italiano e do Torino. Nesta data, a delegação do "Il Toro" voltava de avião de Portugal, onde disputou um amistoso com o Benfica, quando a aeronave teve problemas e atingiu a Basílica de Superga, localizada nos arredores de Turim, mantando todos as pessoas que estavam à bordo.

A história começa durante a disputa de um amistoso entre as seleções de Itália e Portugal, realizado em 27 de fevereiro de 1949. A equipe italiana aplicou uma goleada de 4 a 1 sobre o adversário. Prestes a encerrar a carreira, Francisco Ferreira, capitão da equipa portuguesa, convenceu os dirigentes italianos a marcarem um amistoso entre o clube de Ferreira, o Benfica. e o Torino, tetracampeão italiano e base da Azurra.

Inicialmente contrário à disputa de um amistoso durante a reta final do Campeonato Italiano, o presidente do Torino, Ferrucio Novo, resolveu confirmar o amistoso para o dia 3 de maio em Lisboa. A partida foi disputada no dia 3 de maio e seria vencida pelo Benfica por 4 a 3 diante de um público de 40 mil pessoas.


O acidente - A aeronave Fiat G.212, prefixo I-ELCE, da Avio Linee Italiane, decolou às 9h52 do Aeroporto da Portela, em Lisboa, e fez escala para reabastecimento em Barcelona às 13h15, conforme previsto. A decolagem do aeroporto de Barcelona ocorreu às 14h50.

Ao aproximar-se do espaço aéreo italiano, a tripulação recebe informe meteorológico indicando denso nevoeiro, com visibilidade horizontal abaixo de 40 metros. Com isso, as 16h59, o comandante Pierluigi Meroni avisa a torre de Turim que está iniciando os procedimentos de aproximação visual para realizar a aterragem. Durante a manobra de aproximação, a aeronave desceu perigosamente e às 17:05 horas, bateu em cheio contra o muro posterior do terrapleno da Basílica de Superga, matando instantaneamente todos a bordo.

Consequências - A tragédia abalou profundamente a Itália. Cerca de 500 mil pessoas acompanharam o cortejo fúnebre da equipa, realizado no dia 6 de maio. O Torino era o melhor time da época, apelidado de Grande Torino, seria 4 vezes campeão de forma consecutiva e caminhava para o quinto título.


Após a tragédia, a equipe do Torino decidiu colocar jogadores juvenis para concluir as quatro rodadas restantes do campeonato, no que foi seguida pelos principais times italianos. No final do campeonato, o Torino conquistou seu quinto título.

O acidente acabou com a base da seleção italiana, que disputaria a Copa de 1950 no Brasil, viajando de navio, por conta do temor de nova tragédia aérea, sendo a única delegação europeia a não ir para a competição de avião. A Itália foi eliminada na primeira fase. Após a tragédia, o Torino entraria em decadência e só venceria o campeonato italiano em 1976.

A aeronave - O Fiat G.212 era um dos mais recentes projetos aeronáuticos da indústria italiana do Pós-Guerra. Criado como uma versão alongada do Fiat G.12, esse trimotor seria inicialmente desenvolvido para o transporte militar. Com a necessidade de reconstruir o setor de aviação civil do país, a Fiat adaptou o projeto e produziu a versão CP, com capacidade para 34 passageiros. A aeronave acidentada foi construída em 1947 e era a quinta construída, tendo recebido o prefixo I-ELCE.

Os 100 anos de Valentino Mazzola – O craque que deu o apelido ao brasileiro

Por Lucas Paes

Valentino Mazzola em ação: um dos grandes craques do período de guerras no mundo

Há algum tempo, aqui no Curioso do Futebol, fizemos um texto sobre o brasileiro José Altafini, conhecido como Mazzola, pela semelhança com o craque italiano de mesmo nome. Pois neste domingo, dia 26 de janeiro, o original completaria, se estivesse vivo, 100 anos. Chamado pelo site especializado Calciopédia (antigo Quatrotratti) de personificação do Torino gigante dos anos 1940, Valentino Mazzola era um verdadeiro craque do futebol italiano. Infelizmente, pereceu no acidente de avião que vitimou aquele esquadrão. 

O craque só despertou atenção de times das divisões superiores da Itália em 1941, depois de boa temporada no Venezia, campeão da Copa Itália. No ano seguinte, acabou virando jogador do Torino, onde viraria uma verdadeira lenda do futebol italiano e mundial. Na sua primeira temporada vestindo a camiseta granate foi campeão italiano. Porém, o futebol parou pouco depois na bota, devido ao agravamento da Segunda Guerra Mundial. Valentino era conhecido por sua versatilidade e incrível capacidade para marcar gols de todas as formas. Para título de comparação, a função dele no time do Torino era parecida com a que Cruyff exerceria anos depois, no Ajax e na Holanda. 

Na volta, nada mudou na Itália, Mazzola era o destaque do titã que dominava com facilidade a Itália. Turim, tão acostumada com a Juventus vencedora, via o Torino arrancar suspiros do país e do mundo. Mazzola ajudava o time a conquistar títulos com números incríveis. Na temporada de 1946/1947 Mazzola foi artilheiro da Série A, marcando 29 gols naquele campeonato. Na temporada seguinte, o Torino chegou a impressionantes 29 vitórias em 40 jogos, com direito a incríveis 125 gols marcados. O time transcendia o plano do futebol mortal. 

Por sua vez, a Seleção Italiana, quando jogava, era praticamente inteira representada por jogadores granates. Em 1947, em jogo contra a Hungria, foram 10 jogadores, entre eles, obviamente, estava Mazzola. Um dos maiores episódios da carreira do atacante ocorre num jogo contra a Roma, logo na abertura do Campeonato Italiano de 1947/1948. O Toro perdia para Roma por 1 a 0, Valentino, indignado com os companheiros esbravejou nos vestiários perguntando se eles queriam ver como se jogava futebol. Pois bem, a história foi escrita.

O acidente que vitimou toda a delegação do Torino

Impiedoso, voraz e facínora, como se o próprio touro fosse, como se encarnasse o Minotauro, Mazzola simplesmente carregou os Granatas a uma goleada histórica por 7 a 1 sobre a Roma, que não, não foi pouco. Mazzola, sozinho, marcou três vezes, ajudou seus companheiros, Castigliano, Fabian, por duas vezes e Ferraris II a marcarem os gols da goleada histórica. Aquele time do Torino bateu todos os recordes possíveis. Se fosse na contagem atual, teriam feito 94 pontos. Até hoje ninguém bateu o recorde de 125 gols feitos daquele esquadrão. Na verdade, dificilmente alguém chegará perto de bater. Mazzola sozinho marcou 25 dos 125 gols. 

Na temporada seguinte, Mazzola continuou implacável e seu time caminhava a passos largos para mais um titulo italiano. A Itália sabia que com aqueles jogadores seria quase impossível que alguém segurasse a Azzurra na Copa do Mundo. Porém, após uma derrota em amistoso pedido pelo Lisboa, no dia 4 de maio de 1949, um avião transportando toda a equipe bateu sobre a basílica de Superga. O acidente vitimou toda a equipe. O touro em personificação silenciava, entrava definitivamente na história. 

Mazzola, a personificação do Torino, a figura que representava aquele time, o jogador que talvez teve maior simbiose com uma camisa na história do futebol mundial antes de um certo Pelé fez 118 gols em 195 jogos. Ele não é só o maior jogador da história dos Granata, é algo como se o time tomasse uma personalidade própria, é algo como a instituição encarnada em um homem. Pela eternidade ficaremos imaginando o que seria do futebol europeu caso aqueles craques tivessem mais alguns anos. Teria o Real Madrid seus cinco títulos europeus seguidos? Teria o Brasil mais títulos mundiais que a Itália, provável campeã em 1950 com aquele esquadrão? O destino, voraz como é, deixará as dúvidas para sempre em nossas cabeças. Doloroso porém, deixou a marca de Mazzola na história.

As passagens de Müller pelo futebol estrangeiro

Por Lucas Paes

Müller em sua passagem pelo Torino: a primeira e mais longa do atacante no exterior

O ex-atacante Müller foi um jogador famoso nos anos 1980 e 1990. Um dos grandes ídolos da história do São Paulo, teve também passagens marcantes por Palmeiras, Cruzeiro e, mesmo que em menor proporção, Santos. O atacante teve também três passagens pelo futebol internacional, duas delas boas e uma nem tanto. Este é o tema da matéria de hoje.

Depois de um começo de carreira muito bom no São Paulo, onde ficou entre 1984 e 1988, sendo campeão brasileiro de 1986 e fazendo parte do histórico time dos "Menudos do Morumbi", Müller despertou a atenção do futebol italiano. Foi assim que acabou negociado com o Torino, que vinha de boas campanhas na época, num futebol italiano que representava nos anos 1980 algo parecido com o que talvez represente a Premier League hoje: era o Olimpo do futebol, o apogeu do mundo bola.

No Toro, Müller foi muito bem. Na primeira temporada, marcou 11 gols na Série A, foi o artilheiro do time na competição, mas acabou não conseguindo evitar o rebaixamento da equipe de Turim. Porém, brilhou nos grandes jogos, principalmente na incrível vitória dos Granatas contra uma Internazionale que era já campeã italiana e recordista, jogo onde Müller marcou um dos dois gols do time de Turim. Na segunda temporada, foi o artilheiro novamente da equipe, que foi campeã da Série B. Porém, na temporada de volta à Série A, Müller estava desgastado e acabou deixando a equipe no meio do período. Foram 75 jogos e 34 gols pelos granates, clube onde ele é ídolo. 

O gol diante da Inter em 1989

Depois de outro retorno ao São Paulo, onde participaria de um time que foi o maior da história do clube, Müller acabou indo parar no futebol japonês, em 1994, indo jogar no Kashiwa Reysol. Apesar das criticas à sua contratação, que ocorrera por um time que acabava de chegar a primeira divisão, o ex-tricolor teve boa passagem por terras nipônicas, onde marcou 18 gols em 24 jogos. Deixou o Kashiwa para retornar ao Brasil, onde faria parte de um dos grandes times da história do Palmeiras, a equipe do ataque dos 100 gols.

Depois de retornar ao São Paulo, Müller foi novamente para o Campeonato Italiano, em 1997 indo jogar pelo Perugia. Essa foi a passagem mais apagada do atacante por times estrangeiros. Nos Grifoni, acabou jogando apenas seis partidas e não marcando nenhum gol. Ainda em 1997, acabou por retornar ao Brasil, onde jogaria pelo Santos. O último clube de Muller foi o Fernandópolis, em 2015, no Paulistão da Segundona. 

As camisas de Álvaro 'El Chino' Recoba


Um dos maiores meias do futebol uruguaio, Álvaro Recoba, chamado de 'El Chino' (O Chinês) em sua terra natal, devido aos olhos puxados, completa nesta sexta-feira, dia 17, 41 anos. Conhecido pelo seu talento e a facilidade de bater na bola, Recoba foi ídolo no Danubio, Nacional e Internazionale, chegando a ofuscar a estreia de Ronaldo pelo time de Milão, em 1997.

Porém, as contusões, principalmente a grave no tornozelo, atrapalharam demais a sua carreira encurtando, por exemplo, sua passagem pela Seleção Uruguaia, onde estreou com apenas 19 anos. Porém, mesmo em fim de carreira e entrando nos últimos minutos das partidas, foi decisivo em vários jogos com a camisa do Nacional.

Confira as camisas que Álvaro Recoba defendeu durante a carreira:

DANUBIO


Álvaro Recoba começou no Danubio e subiu ao time profissional em 1993, com apenas 17 anos. Logo chamou a atenção das equipes maiores e acabou indo para o Nacional em 1996. Depois de passar mais de 10 anos na Europa, Recoba voltou ao time que o revelou, onde jogou por mais uma temporada. No Danubio, contando as duas passagens, El Chino fez 65 jogos e marcou 22 gols.


NACIONAL


O Nacional viu o garoto que já era convocado para a Seleção jogando no Danubio e o contratou. Porém, em sua primeira passagem pelo Bolso, Recoba fez apenas 33 jogos e marcou 17 gols, já que foi vendido à Internazionale. Em 2011, após jogar novamente pelo Danubio, El Chino voltou ao Nacional, onde virou ídolo de vez e fez grandes partidas, mesmo nos últimos dias jogando, conquistando os Campeonatos Uruguaios das temporadas 2011/2012 e 2014/2015, encerrando a carreira após a última conquista. Na segunda passagem, ele fez 100 jogos e 18 gols, chamando a atenção pela quantidade de gols olímpicos.


INTERNAZIONALE


Seu futebol já chamava a atenção dos clubes europeus quando ainda estava no Uruguai e a Internazionale foi mais esperta e contratou o prodígio meia. Na Inter, Recoba alternou boas e más fases, devido a problemas de contusão em seu tornozelo. Porém, quando estava bem, ele enchia os olhos dos torcedores italianos. Pela Inter, El Chino conquistou o Campeonato Italiano 2005/2006 e 2006/2007, a Supercopa da Itália em 2005 e 2006, a Copa da Itália em 2004/2005 e 2005/2006 e a Copa da UEFA em 1997/1998. Pelo clube, entre idas e vindas, pois chegou a ser emprestado para o Venezia e o Torino, fez 260 jogos e marcou 72 gols.


VENEZIA


Em 1999, Recoba sofria com as lesões e o jogador foi emprestado ao Venezia, que estava mal no Campeonato Italiano. Porém, o uruguaio caiu como uma luva na equipe, fez 11 gols em 19 partidas e ajudou o time a escapar do rebaixamento, deixando boa impressão aos torcedores. Ao fim daquela temporada, Recoba voltou à Inter.


TORINO


Recoba foi emprestado pela Internazionale para o Torino na temporada 2007/2008. Porém, ao contrário de sua passagem pelo Venezia, em Turim ele não foi bem. Foram apenas três gols em 24 jogos e ao fim da temporada ele acertou sua vida e acabou indo jogar na Grécia.


PANIONIOS


Foi contratado pelo clube grego em agosto de 2008 e recebido com grande festa em Atenas. Era para ser o principal jogador da equipe grega e até estreou bem, fazendo as assistências para os gols de sua equipe que venceu o Aris Salônica por dois a um. Porém, ao longo da temporada, suas atuações foram caindo e ele acabou voltando ao Uruguai ao fim da temporada. Pelo time grego, foram 21 jogos e cinco gols.


SELEÇÃO URUGUAIA


Entre o fim da geração de Enzo Francescoli e o surgimento de Suárez e Cavani, Álvaro Recoba foi o grande nome da Seleção Uruguaia, chegando a dividir este posto com Fórlan. Recoba estreou na Celeste em 1995 e jogou até 2007, encerrando sua participação na Copa América daquele ano, realizada na Venezuela. A passagem de El Chino pela seleção ficou marcada por ficar de fora de duas Copas do Mundo: 1998, na França, e 2006, na Alemanha, conseguindo a vaga apenas em 2002, Japão e Coreia do Sul, quando o time caiu na primeira fase. Na Celeste, Recoba fez 69 jogos e 11 gols.
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