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A passagem de Toninho Cerezo pelo Cruzeiro

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo Placar

Toninho Cerezo jogou no Cruzeiro em 1994

Mineiro de nascimento, Antônio Carlos Cerezo, ex-meio campista conhecido também apenas como Toninho Cerezo, está completando 68 anos de idade nesta sexta-feira, 21. Apesar de ser muito marcado na carreira por brilhar com a camisa do Atlético-MG, clube onde foi revelado, se tornou ídolo e retornou para encerrar a carreira, o atleta chegou a jogar também pelo Cruzeiro.

Tal fato aconteceu no ano de 1994, após iniciar sua trajetória futebolística no Galo e ainda defender clubes como Nacional do Amazonas, Roma, Sampdoria e São Paulo. Chegou no Cabuloso e logo de primeira, teve de encarar grande desconfiança da torcida azul e branca por ter sido destaque na agremiação atleticana. 

Todavia, o tempo demonstrou que toda a suspeita sobre ele não faria sentido, uma vez que o jogador fez parte do elenco que conquistou o Campeonato Mineiro e foi peça importantíssima na luta contra o rebaixamento no Brasileirão daquela temporada. Além disso, foi um herói para a torcida cruzeirense depois de fazer o gol da vitória diante do União São João por 3 a 2 e garantir a permanência a Raposa na elite do futebol nacional.


Segundo o site ogol.com, Toninho Cerezo disputou um total de 22 partidas com a camisa do Cruzeiro. Apesar de não ter o faro de gol como sua principal característica, o meio campista chegou a balançar as redes adversárias em 5 oportunidades.

Na sequência de sua carreira, o atleta posteriormente ainda jogou no Paulista, chegou a ter uma segunda passagem pelo São Paulo e, em 1997, encerrou a sua carreira como jogador de futebol profissional no Atlético Mineiro.

A passagem de Toninho Cerezo pela Roma

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Toninho Cerezo jogou na Roma entre 1983 e 1986

Antônio Carlos Cerezo, popularmente conhecido apenas pela sua alcunha de Toninho Cerezo, está celebrando o seu 67º aniversário nesta quinta-feira, dia 21 de abril de 2022. Por isso, hoje relembraremos a passagem do meia pela equipe da Roma, que aconteceu entre 1983 e 1986.

Após ser revelado pelo Atlético Mineiro e defender o Galo de 72 a 83, tendo sido emprestado para o Nacional de Manaus entre 73 e 74, a equipe da Roma comprou Cerezo, junto ao Galo por 10 milhões de dólares. Na época, a transferência do brasileiro ao futebol italiano igualou a de Zico quando foi vendido para a Udinese.

Com a camisa Giallorossi, Toninho demorou para se adaptar ao clima da capital. Apesar do frio, um dos fatores determinantes para que o jogador demorasse a se acostumar com sua nova casa, conseguiu vencer dois títulos ao longo de sua passagem.

Mesmo tendo mostrado um excelente futebol enquanto atuava no clube alvinegro de Belo Horizonte, sua condição de titular se devia muito pela questão das frequentes contusões do italiano Carlo Ancelotti. Conseguiu ter uma excelente sequência dentro de campo ao atuar nas 50 partidas disputada pela Roma na temporada e ainda ser um dos grandes destaques do time amarelo e vermelho da capital italiana. E detalhe que, por conta de alguns problemas físicos, teve de jogar na base do sacrifício, já que vinha de uma meia temporada enquanto defendia o Atlético Mineiro.

A melhor memória que a torcida da Lupa guarda sobre o Patrão da Bola foi o gol que garantiu o título da Coppa Itália em 1986, conquista essa que já havia acontecido dois anos atrás. Cerezo chegou a ser convocado para defender a Amarelinha na Copa do Mundo do México, mas teve de ser cortado por conta de uma grave lesão. Apesar disso, ele retornou a Itália e disputou a final do torneio. Pouco tempo depois, foi vendido à Sampdoria no meio de 86.


Na sequência de sua carreira como jogador, defendeu também São Paulo, Cruzeiro, Lousano Paulista e ainda voltar ao Tricolor Paulista, antes de pendurar as chuteiras após defender o clube que o consagrou para o futebol entre 1996 e 1997. Aposentado, continuou no meio do futebol e se tornou treinador. Atlético Mineiro, Vitória, Kashima Antlers, Guarani, Al-Hilal, Al-Shabab, Al-Ain e Sport foram os time treinados por Toninho.

A boa passagem de Toninho Cerezo pela Roma

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Toninho Cerezo jogou três anos na Lupa

Neste feriado de 21 de abril completa 66 anos um dos grandes jogadores brasileiros da meia cancha. Muito mais que um mero vilão em 1982, Toninho Cerezo era em campo dono de uma imensa categoria e técnica e não a toa virou ídolo no Galo e na Sampdoria. Entre essas duas estadias, ainda que não à ponto de ser ídolo, teve uma boa passagem pela Roma, na era de ouro dos giallorossi.

Cerezo chegou à Roma em 1984, já experiente e vindo direto do Atlético Mineiro, clube de seu coração, por onde havia feito muito. Curiosamente, chegou a capital italiana para compor elenco, sendo uma reposição para Carlo Ancelotti e acabou jogando mais do que deveria devido às lesões do futuro treinador campeão europeu por Milan e Real Madrid. 

Em Roma, chegou à um time que novamente avançou na Copa Itália e ajudou a equipe a ser campeã da competição em 1984. No mesmo ano, a equipe romanista chegou a final da Liga dos Campeões e acabou derrotada nos pênaltis, em casa, pelo Liverpool, num dos dias mais dolorosos da história dos Giallorossi. Naquele primeiro ano no clube, Toninho jogou muitos jogos, em alguns até no sacrifício, atuando em 41 partidas e marcando 9 gols.

Curiosamente, não conseguiu reduzir o desempenho nas temporadas seguintes, sendo peça de reposição nos biênios de 1984/1985 e 1985/1986. Era um reserva de luxo, que costumava entrar e fazer boas partidas. Porém, em 1986, acabou sendo importantíssimo para a conquista de mais uma Copa Itália para os romanistas. A equipe havia perdido o primeiro jogo da final para a Sampdoria, em Gênova, mas reverteu o resultado no apagar das luzes para um 2 a 0 na capital italiana, com um gol de Cerezo. 


Acabou sendo negociado com a Sampdoria após o fim da temporada 1985/1986. Pela Loba, atuou em 87 partidas e marcou 18 gols, segundo números do portal Ogol. Curiosamente, a Samp, adversária que levou o gol do título da Copa Itália de Cerezo e para onde o brasuca foi, seria o time no qual o meia se tornaria ídolo, sendo até hoje venerado no Luigi Ferraris como uma das grandes figuras históricas do clube.

O Curioso do Futebol

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