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Roque Júnior e sua passagem vitoriosa pelo Palmeiras

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Roque Júnior em ação pelo Palmeiras

José Vítor Roque Júnior, mais conhecido como Roque Júnior, foi um grande zagueiro, com passagens por diversas equipes grandes no futebol brasileiro e europeu. No Palmeiras se destacou, principalmente em 1999, no título da Libertadores, ganhando espaço na Seleção Brasileira.

O jogador que nasceu em Santa Rita do Sapucaí, em Minas Gerais, no dia 31 de agosto de 1976, começou a sua carreira no Santarritense, uma equipe de sua cidade natal. Não demorou muito tempo para o zagueiro se destacar e conseguir se transferir para uma equipe grande.

Depois de uma temporada pelo clube, que iniciou em 1993, foi para o São José, uma equipe do interior de São Paulo. No futebol paulista conseguiu se destacar e mostrou ter um grande potencial, chamando a atenção de alguns clubes grandes do estado. 

Em 1995 foi contratado pelo Palmeiras, uma grande chance na sua carreira, mas seria difícil brigar por vaga, pois tinha grandes jogadores. A equipe alviverde era patrocinada pela Parmalat, então tinha estrelas em seu plantel, uma competitiva muito forte. 

No seu começo pelo clube atuou poucas vezes, sendo reserva da equipe, mas permaneceu no alviverde. Fez parte do time Campeão Paulista de 1996, mas ainda no banco de reserva, apenas no ano seguinte começou a disputar a vaga no time titular. 

A partir de 1997 começou a ter mais oportunidades, mas ainda não conseguiu a vaga de titular. Porém, mostrou que poderia assumir a titularidade da equipe e, aos poucos, foi ganhando mais minutagem com o técnico Felipão. 

Na temporada seguinte, em 1998, o jogador passou a ser titular da equipe, mostrando todo seu talento e potencial. Roque foi muito importante no sistema defensivo do Verdão, deu uma consolidação muito forte, e foi um pilar durante a temporada.  O time viveu grandes momentos, e conquistou a Copa do Brasil e a Copa Mercosul daquele ano. 

Em 1999 viveu um ano mágico no Palmeiras, e marcou seu nome na história do clube, assim como todo o elenco. A equipe foi Campeão da Libertadores pela primeira vez, e Roque foi muito importante na conquista, batendo pênalti e convertendo na decisão contra o Deportivo Cali. Foi um ano muito bom para o jogador, que entrou para a história como um dos maiores zagueiros do Palmeiras. Além disso, começou a ser convocado para a Seleção Brasileira naquele ano. 


Mas em 2000, após a conquista do Rio-São Paulo, o jogador foi contratado pelo Milan, uma grande oportunidade no futebol europeu. Rodou o Velho Continente e ainda jogou no Mundo Árabe. Depois de muitos anos e conquistas, como a Copa do Mundo de 2002, o jogador retornou ao alviverde em 2008. 

Porém, não conseguiu atuar muito, fazendo apenas oito jogos, já em fase final de carreira. Deixou o clube meses depois, encerrando sua passagem pelo Palmeiras, com seu nome marcado na história depois de 214 jogos, 15 gols e diversos títulos importantes. Ainda jogaria em 2010 no Ituano, onde encerrou a carreira.

A passagem de Roque Júnior pelo Milan

Por Lucas Paes
Foto: Getty Images

Roque Júnior jogou três anos no Milan

O zagueiro Roque Júnior é um dos grandes nomes da Seleção Brasileira campeã da Copa do Mundo de 2002. Um dos pilares do time, o defensor, que completa 45 anos neste dia 31, teve contribuição essencial na defesa do time de Felipão. A primeira chance de Roque no futebol europeu aconteceu no Milan, por onde passou entre 2001 e 2003, numa época dourada para os Rossoneri.

Roque chegou a Milanello em 2001, vindo do Palmeiras por uma quantia relativamente elevada para um zagueiro, vindo, porém, com a confiança de um clube que apostava muito em jogadores brasileiros e naquele momento necessitava de uma peça defensiva para fazer uma dupla de zaga com o lendário Maldini, ídolo do clube. Foram com essas elevadas que ele chegou ao Milan naquela temporada.

Dono de uma categoria imensa e de boa qualidade defensivo, era esperado que o brasileiro se tornasse um pilar do time de Milão e ele chegou elogiado ao clube, porém a conversão em destaque da equipe acabou não ocorrendo como se imaginava. Titular do time, Roque alternou partidas boas e ruins e cometeu muitos erros decisivos em partidas importantes, falhando em momentos cruciais como em clássicos, o que gerou problemas para o clube.

Na segunda temporada, começou a perder créditos com o treinador e com a torcida milanista, apesar de novamente ser titular constantemente. Naquele biênio, os Rossoneri não passaram de um sexto lugar na classificação, terminando atrás das três equipes que disputaram o título: a Inter, que perdeu a taça de forma muito traumática na última rodada, a Juventus, campeã e a Roma, vice. Na temporada 2002/2003, sua última em Milão, pouco jogou, mas atuou no sacrifício na final da Liga dos Campeões.


Deixou o Milan ao fim da temporada 2002/2003, passando por empréstimo primeiro pelo Leeds e depois pelo Siena, antes de ser negociado em definitivo com o Bayer Leverkusen. Vestindo a a camisa milanista, fez um total de 75 jogos e nenhum gol, sem nunca conseguir se tornar uma unanimidade no clube, por mais que seja respeitado pela torcida.

O Curioso do Futebol

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