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De volta ao futebol amazonense, Joãozinho revela expectativa por estreia pelo Nacional

Foto: Fernando Vasconcellos/Nacional

Joãozinho treinando com a equipe

Após uma passagem pelo Manauara na temporada de 2024, o atacante Joãozinho está de volta ao futebol amazonense. Ele foi anunciado como o novo reforço do Nacional após ter no ano passado duas conquistas: acesso à elite do Campeonato Mineiro pelo URT e título goiano da terceirona pelo Bom Jesus.

Com 31 anos, Joãozinho explicou o que foi determinante para acertar com o Nacional. “Eu aceitei a proposta do Nacional por ser o maior clube do estado. Além disso, me foi apresentado um planejamento de brigar por títulos e acesso. Quero repetir as conquistas que tive em 2025”, ressaltou o atacante.


O primeiro compromisso do Nacional em 2026 será no próximo domingo, às 15h30, na Arena Amazônia diante do Itacoatiara. Joãozinho demonstrou confiança para a partida válida pela primeira rodada do Campeonato Amazonense, principalmente pela boa pré-temporada da equipe comandada por Gerson Gusmão.

“Fizemos uma grande preparação de trabalhos muito puxados. O nosso torcedor pode esperar um time aguerrido, intenso e de muita qualidade”, finalizou.

Nacional anuncia Rogério, o "Neymar do Nordeste", para a disputa do Amazonense

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: arquivo

Rogério passou pelo São Paulo

O Nacional acertou a contratação do meia-atacante Rogério, ex-São Paulo e Botafogo, para a disputa do Campeonato Amazonense de 2024. Aos 32 anos, o jogador defendeu por último o Operário de Várzea Grande (MT), e chega como o primeiro reforço anunciado pelo Leão para 2024.

"Rogério é a primeira contratação do Nacional para a temporada 2024. O meia-atacante, de 32 anos, já vestiu a camisa de gigantes do futebol brasileiro como São Paulo e Botafogo, e defendeu clubes no México e Emirados Árabes Unidos. Bem-vindo, craque!”, escreveu o clube.

Rogério marcou dois gols em 11 jogos pelo Operário-MT no segundo semestre da última temporada, somando as participações na Série D do Brasileiro e na Copa FMF (Mato Grosso). No começo do ano, vestiu a camisa do Remo-PA em apenas quarto partidas, no Paraense e na Copa Verde, deixando o clube ainda em abril, quando foi dispensado.

Enquanto ficou sem clube, o jogador utilizou o Centro de Treinamento do Náutico-PE, clube onde ganhou projeção nacional, para manter a forma física. O Timbu, inclusive, chegou a cogitar um contrato de produtividade, conforme revelado pelo então técnico da equipe, Fernando Marchiori. No entanto, as conversas não avançaram e ele fechou com o Operário em julho.

“Rogério é um atleta nascido e criado aqui, e pediu a nós para poder manter a sua forma física. Está fazendo toda essa situação de preparação, fazendo as avaliações físicas e treinando. Tudo que nós tivermos que fazer para ajudar o Náutico sempre é bem-vindo. Estamos sempre abertos ao mercado”, afirmou o técnico na época.


Nacional - Além de Rogério, o Nacional também confirmou a permanência de alguns atletas para a próxima temporada. São eles: os laterais Alan Patrick, Gilmar e Clayton; os volantes Ícaro e Iago; os meias Thiaguinho e Wendel Nery; e o atacante Gabriel Pereira.

O clube tenta retornar ao calendário nacional através do Amazonense, já que não conseguiu a vaga na última edição. Em 2023, foi eliminado nas oitavas de final da Série D do Campeonato Brasileiro, quando enfrentou o Bahia de Feira.

Lateral titular do Nacional, Clayton destaca entrega máxima do time no Brasileirão Série D

Foto: João Normando/Agência LB

Clayton é um dos principais nomes do torneio na lateral direita da Série D

Classificados para as oitavas de final, o Nacional amazonense tem uma das melhores campanhas do torneio. Ao fim da primeira fase, o time obteve 71% de aproveitamento, com 30 pontos conquistados. Foram nove vitórias, três empates e duas derrotas, a segunda melhor campanha geral do torneio, atrás somente do Ferroviário. O lateral direito da equipe, Clayton, destaca o desempenho.

O bom desempenho na fase de grupos garantiu ao time amazonense o direito de decidir o mata-mata em casa, o que foi ponto importante para classificação sobre o Parnahyba. No primeiro jogo, a equipe perdeu por 2 a 0, entretanto, na partida decisiva, o time aplicou um 3 a 0 em casa, e garantiu a classificação nos 90 minutos.

“A força da nossa torcida nos empurrando durante todo o jogo fez diferença. Sabíamos que seria um mata-mata difícil, e após a derrota fora de casa, o apoio dos torcedores seria fundamental para reverter o resultado. Abrimos o placar cedo, e seguimos sendo empurrados, deu tudo certo graças ao apoio que veio das arquibancadas”, afirmou o lateral.

Clayton inclusive foi decisivo para o resultado final do jogo, dando a assistência para o segundo gol da partida, e atuando na construção do terceiro, cobrando o lateral que deu início a jogada, que em três passes balançou as redes, e garantiu a classificação para as oitavas.

Em 16 jogos disputados pelo Clube da Estrela Azul, o lateral foi titular em todos, estando em campo por 1340 minutos, ou seja, atuando em 93% dos minutos da equipe. Durante o torneio, o defensor já soma quatro assistências e um gol, mostrando boa chegada a frente, na construção de jogadas do time.


Apesar do bom desempenho individual, Clayton destaca que o segredo da equipe é justamente o oposto, focando no jogo coletivo e empenho mútuo em busca dos bons resultados: “Aqui no Nacional todos entendemos que o maior objetivo é a classificação fase a fase. Isso vem acima dos objetivos pessoais de todos nós. Nosso elenco está unido, e queremos seguir avançando, mas sempre pensando juntos, no próximo adversário. Todos aqui se ajudam, somos uma família”, destacou.

Wendel Nery projeta virada do Nacional na volta do mata-mata do Brasileirão Série D

Foto: João Normando

Wendel Nery atua pelo Nacional

Pela segunda partida do mata-mata da segunda fase da Série D, o Nacional receberá o Parnahyba neste domingo, dia 6, no estádio Colina, em Manaus, a partir das 16 horas. A equipe amazonense precisará reverter o placar, já que na primeira partida foi derrotado por 2 a 0 contra o time do Piauí.

O lateral Wendel Nery, que está desde o início da competição no Nacional, fala sobre reverter a desvantagem na segunda partida do mata-mata: “Desde o início da competição sabíamos que não ia ser fácil", explicou.

E completou o pensamento. "Só que chegamos até aqui e vamos lutar até o final para seguir em busca do acesso. Acreditamos na qualidade da nossa equipe e com fé em Deus vamos reverter o cenário", afirma o jogador.

Na partida de volta, o Leão precisará vencer por dois gols de diferença para levar para a disputa de pênaltis ou mais de três gols para classificação direta para a próxima fase. Wendel fala sobre a importância do jogo ser em casa.


"Estamos em uma situação delicada, mas nessa segunda partida vamos contar com o apoio da nossa torcida e isso fará muita diferença em campo. Vamos em busca da nossa vitória e classificação", finalizou o lateral de 25 anos.

Conhecido na Região Norte, zagueiro Cristóvam morre aos 34 anos de câncer

Com informações da Agência Futebol Interior e O Liberal
Foto: divulgação Nacional-AM

Cristóvam estava internado há nove dias e tinha 34 anos

O zagueiro paraense Cristóvam faleceu nesta madrugada de sexta-feira, aos 34 anos. O jogador foi vítima das complicações de um câncer. O experiente zagueiro teve passagens por vários clubes da Região Norte e chegou a atuar pelo Paysandu, Tuna Luso e Nacional de Manaus.

O jogador estava internado há nove dias no hospital Barros Barreto em Belém, tratando de um câncer no rim direito. A informação foi confirmada pela irmã do jogador, Isa Darc.

“Ele estava com tuberculose, estava tratando em casa, mas não obteve melhora. Ele realizou novos exames e ele estava com o rim direito bastante comprometido pelo câncer, que se espalhou rapidamente e faleceu por volta das 00h30 de hoje. Meu irmão era uma ótima pessoa, iniciou a carreira no Time Negra Carajás, projeto do Paysandu e também chegou a jogar pelo clube, defendeu a Tuna, jogou em Manaus (AM)”, disse.

O zagueiro começou sua carreira nas categorias de base do Paysandu e fez parte do Time Negra Carajás, projeto do Papão que tinha o objetivo de dar rodagem a jovens atletas do clube. Depois, chegou a defender a Tuna Luso Brasileira.


Ainda no futebol paraense, teve destaque pelo Paragominas, onde atuou por cinco temporadas e foi um dos principais nome da equipe no período. Também defendeu no Pará os times do Independente de Tucuruí, Vênus, e Parauapebas.

Passou também por equipes do Amapá, como Independente, Ypiranga e Macapá, além de ter conquistado o bicampeonato amazonense pelo Penarol. Ainda no Amazonas, defenseu o Nacional. Cristóvam deixa uma filha de 13 anos.

A passagem de Dadá Maravilha pelo Nacional amazonense

Foto: arquivo

Dadá segurando a taça de campeão amazonense

Um dos maiores fazedor de gols do futebol brasileiro, apesar de não ter uma técnica tão apurada, Dario, o Dadá Maravilha, está completando 75 anos neste 4 de março de 2021. Ídolos de várias torcidas, em 1984 ele teve uma boa passagem pelo Nacional, com direito à conquista do Amazonense e artilharia.

Nascido no Rio de Janeiro, Dario José dos Santos começou no Campo Grande, onde foi profissionalizado em 1966. Dois anos depois, foi para o Atlético Mineiro, onde chegou à Seleção Brasileira e esteve no elenco tricampeão do mundo em 1970. Depois, rodou o Brasil, passando por Flamengo, Sport, Internacional, Ponte Preta, Paysandu, Náutico, Santa Cruz, Bahia, Goiás e Coritiba.

Em 1984, após mais uma passagem pelo Atlético Mineiro, Dadá Maravilha desembarcou em Manaus, para defender o Nacional. "Quando me trouxeram para cá, eu tinha 38 anos e ninguém acreditava mais no meu futebol. O Nacional acreditou e eu fiz vários gols", disse o artilheiro na festa dos 100 anos do clube.

Naquela temporada, aconteceu um fato diferente. Convidado para ser o representante brasileiro na Copa do Rei Hassan, em Marrocos, o Nacional decidiu mandar o time principal para o país africano e jogar o Amazonense com os reservas. Na fase final, o time principal voltou. Em resumo: a Águia acabou conquistando os dois torneios.

E mesmo não tendo jogado todas as partidas do Campeonato Amazonense, por ter feito parte do time da Copa do Rei Hassan, Dadá Maravilha, provando mais uma vez o seu faro de artilheiro, mesmo já veterano, marcou 14 gols no Estadual, sendo o artilheiro do certame.


Apesar do sucesso, nem tudo foram flores para o Nacional naquela temporada. No Brasileirão, a equipe foi mal e acabou tendo prejuízos financeiros. A decisão da diretoria já no início de 1985 foi vender as principais estrelas, inclusive Dadá, que acabou indo para o XV de Piracicaba.

Depois de passar pelo Nhô Quim, Dario ainda defendeu o Douradense, do Mato Grosso do Sul, e encerrou a carreira em 1986, com 40 anos, no Comercial de Registro, no Vale do Ribeira, em São Paulo. Depois, foi treinador, chegando a ser campeão amapaense em 1994, pelo Ypiranga, e atualmente é comentarista.

O Curioso do Futebol

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