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Brasil joga mal e perde amistoso para Senegal em Lisboa

Foto: Reprodução

O Brasil perdeu mais uma

O pós Copa do Mundo do Brasil segue sendo uma tragédia de erros e jogos abaixo do que se espera. Em uma partida onde foi genuinamente pior que o adversário, a Seleção Canarinho foi derrotada por 4 a 2 pelo bom time do Senegal, em partida disputada na tarde desta terça, dia 20, no Estádio José Alvalade, em Lisboa, capital portuguesa. A Seleção deixa uma imagem preocupante antes do início das eliminatórias. 

O Brasil vinha de vitória contra a Guiné por 4 a 1 em sua última partida, em amistoso disputado em Barcelona. O Senegal, por sua vez, vinha de um empate por 1 a 1 com Benin, pelas eliminatórias da Copa das Nações da África.

Com uma escalação ligeiramente diferente, o Brasil começou em cima, já chutando a primeira ao gol aos quatro minutos, numa pancada de Bruno Guimarães para fora. Aos 10', Vini fez boa jogada e cruzou na cabeça de Lucas Paquetá, que tocou de cobertura por cima do goleirão Diaw e abriu o placar. Logo depois, Richarlison teve ótima chance na área, mas bateu mal. Dois minutos depois, o juiz chegou a marcar pênalti em Vinícius Júnior, mas o lance foi revisado e anulado devido a um impedimento na jogada. Aos poucos, Senegal foi gostando do jogo e aos 21, Diallo aproveitou sobra e acertou um torpedo nas redes de Ederson, empatando o jogo. 

Aos poucos, o time africano veio para cima e Sarr só não fez o segundo aos 32' pois Ederson fez linda defesa. Depois disso, o jogo esfriou um pouco e o primeiro tempo terminou mesmo em 1 a 1, um pouco mais quieto. 

Se o primeiro tempo terminou quieto, o início da etapa final foi de pura loucura e caos. Logo aos seis minutos, Mané aprontou um salseiro no meio da defensiva brasuca, lançou, Sarr jogou para a área e Marquinhos desviou contra o próprio patrimônio. Três minutos depois, Gueye só não fez o terceiro devido a uma defesaça de Ederson, mas no rebote, a jogada chegou em Mané, que dominou e chutou de maneira maravilhosa no ângulo de Ederson para fazer 3 a 1. Pouco depois, porém, o Brasil diminuiu, numa bola de escanteio que sobrou para Marquinhos se redimir e marcar o segundo brasuca.


O jogo seguiu aberto e agitado depois disso. As melhores chances eram do time africano, que era melhor no jogo. Aos 26', Koulibaly chegou inclusive a marcar o quarto, mas o jogo estava parado por falta. O time senegalês seguiu muito melhor que o time brasileiro na parte final do jogo. Aos 48', PEdro assustou num chute perigoso bem defendido pelo bom goleiro Diaw. Pouco depois, num rápido contra-ataque, Jackson saiu na cara do gol e foi derrubado por Ederson: pênalti, que Mané bateu e fechou o placar.

Agora, os dois times voltam em campo apenas em Setembro, em datas oficialmente a serem ainda decididas. O Brasil recebe a Bolívia pelas Eliminatórias da Copa, enquanto Senegal pega a Ruanda em casa, pela classificatória para a Copa das Nações Africanas. 

Há 18 anos, Grécia calava o Estádio da Luz e era campeã da Eurocopa em cima de Portugal

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

A Grécia campeã europeia em 2004

Poucos anos no futebol tiveram tantas zebras como o já distante 2004. Nele, tivemos o Porto campeão europeu, o Once Caldas campeão da Libertadores, o Santo André calando o Maracanã lotado na Copa do Brasil, entre outros feitos. O dia 4 de julho, que marca a independência dos Estados Unidos também está na história do país que originou a civilização. Neste dia, a Grécia cancelou uma festa pronta no Estádio da Luz, em Lisboa, venceu Portugal e conquistou o título da Eurocopa, numa das maiores zebras da história do futebol. 

A campanha dos dois times para chegar a decisão haviam sido completos opostos. Dona da casa, já que era sede do torneio, Portugal liderou o grupo que tinha justamente a Grécia, além de Espanha e Rússia, curiosamente perdendo apenas para os Helênicos, bateu a Inglaterra nos pênaltis nas quartas após um belo 2 a 2 e venceu a Holanda nas semifinais para chegar a decisão. Já os gregos ficaram em segundo no grupo de Portugal, surpreenderam França e República Checa com magras vitórias por 1 a 0 para chegar a decisão.

Jogando em casa, Portugal, que na época era comandada por Felipão, foi para cima e quase marcou logo aos 13 minutos com Miguel, mas Nikopolidis pegou. Mas, na verdade, apesar dessa chance mais perigosa, o resto do primeiro tempo mostrava nervosismo no time luso, que não conseguia conectar bem suas jogadas. Aos poucos, a festa portuguesa ganhava contornos de drama com um placar que teimava em ficar no zero. A torcida grega fazia barulho, como era de se esperar de um dos grupos mais fanáticos no que se refere a acompanhar futebol.

Na etapa final, logo aos 11', no primeiro lance mais perigoso, Charisteas aproveitou escanteio e cabeceou firme para o fundo do gol português, fazendo um gol que poderia definitivamente o colocar nos Campos Elíseos ao lado de Odisseu, Hércules e tantos outros. Os donos da casa responderam rápido e Cristiano Ronaldo só não empatou logo depois pois Nikopolidis fez boa defesa em chute de longe do na época jovem do United. Figo, aos 17', também parou em Nikopolidis. Aos 29', o jovem CR7 perdeu a melhor chance lusa até então, quando recebeu frente a frente com o goleiro grego e mandou por cima do gol. Aos 35', o goleirão fez outra defesaça em chute de Ricardo Carvalho. Já nos acréscimos, a bola de Figo que passou ao lado do gol foi o último fio de esperança português e o último sofrimento da odisseia grega, que terminaria com a taça.


O momento histórico acabou não mudando muito para o futebol grego dali para frente. Campeã europeia, a Grécia sequer se classificou para a Copa do Mundo de 2006, mas foi à África Sul em 2010 e em 2014 no Brasil, onde inclusive fez história e foi ao mata-mata, caindo para a Costa Rica. Portugal demorou algum tempo, mas causou uma outra "zebra" em 2016, ao bater a França em plena Paris e vencer a Eurocopa daquele ano, conquistando poucos anos depois a Liga das Nações e figurando atualmente entre os melhores planteis de seleções do mundo. 

O dia em que o Santos conquistou o Mundo pela primeira vez dando show em Lisboa

Por Gabriel Pierin, do Centro de Memória do Santos FC
Foto: arquivo

Show em Lisboa no dia 11 de outubro de 1962

Na noite de 11 de outubro de 1962, uma quinta-feira, diante de 70 mil pessoas presentes no Estádio da Luz, o Santos goleou o Benfica por 5 a 2 e se tornou campeão mundial pela primeira vez. O Peixe já havia vencido a partida de ida, por 3 a 2, em um Maracanã com mais de 90 mil espectadores. Por sua vez, o Benfica acreditava na vitória em casa e na realização da terceira e última partida.

O clube português tinha motivos para isso. Afinal era o bicampeão europeu, título que conseguiu ao vencer o poderoso Real Madrid de Puskas e Di Stéfano por 5 a 3, em Amsterdam, em maio daquele ano. O técnico Lula foi decisivo na armação da equipe. Com a ausência de Mengálvio, machucado, Lula lançou Lima no meio-campo ao lado de Zito. Na lateral direita, o técnico contou com o experiente Olavo.

O jogo foi muito disputado até a abertura do placar. Gylmar fez algumas defesas empolgantes nas investidas dos atacantes portugueses, enquanto o time santista procurava armar suas jogadas e encontrar os espaços no campo.

Aos 17 minutos veio o primeiro gol. Coutinho deu um passe para Pepe que correu e chutou forte. Na passagem da bola, Pelé deu um carrinho para alcançar o cruzamento e vencer o goleiro Costa Pereira pela primeira vez.


Dez minutos depois, o gol de placa. Pelé recebeu a bola de Zito, driblou três jogadores e finalizou com um chute cruzado, superando mais uma vez o goleiro português. O primeiro tempo terminou com a vantagem de 2 a 0.

O Santos ampliou logo no início da segunda etapa. Aos 3 minutos, Pelé recebeu um passe de Lima, passou por dois e deixou Coutinho em condições de empurrar a bola para o gol.

Aos 19, o time de Vila Belmiro voltava a marcar. Pelé passou a bola entre as pernas de Coluna, correu entre os adversários e chutou forte para o gol. O goleiro rebateu e Pelé na corrida estufou as redes. Pepe marcou seu gol aos 31 minutos. Depois de trocar passes com Pelé, o ponta-esquerda aproveitou a falha do goleiro após o chute e completou para o gol.

Com 5 a 0 no marcador, o Alvinegro relaxou. O Benfica aproveitou a oportunidade para marcar aos 41 e 44 minutos, com Eusébio e Santana, colocando números finais à partida: 5 a 2. Os heróis dessa conquista inesquecível foram Gylmar, Olavo, Mauro, Calvet e Dalmo; Zito e Lima; Dorval, Coutinho, Pelé e Pepe. O Benfica jogou com Costa Pereira, Humberto, Raul e Cruz; Cavem e Jacinto; José Augusto, Santana, Eusébio, Coluna e Simões. O árbitro foi Pierre Schwinté, da França.


Santos melhor que o Benfica - Era a quarta vez que os times de enfrentavam e pela quarta vez o Alvinegro vencia o adversário europeu. O primeiro confronto ocorreu em 1957 na Vila Belmiro e o Santos venceu o amistoso por 3 a 2. Em 1961, as equipes se enfrentaram pelo Torneio de Paris e o Peixe aplicou uma goleada de 6 a 3.

Nos dois triunfos pelo Mundial Interclubes de 1962, duas vitórias: 3 a 2 no Maracanã e 5 a 2 no Estádio da Luz. O Santos marcou oito gols e sofreu quatro. Com dois gols no Rio e três em Lisboa, Pelé se tornou o maior artilheiro de uma decisão Interclubes, primazia que se mantém até hoje.

Um ano inesquecível - O futebol brasileiro alcançou dois grandes êxitos no ano de 1962. Primeiro foi a conquista da Jules Rimet pela segunda vez consecutiva com a Seleção Brasileira na Copa do Mundo do Chile. Com o Santos, ao confirmar a vitória sobre o Benfica, firmou a supremacia brasileira ao levar o título mundial interclubes inédito para o País

Outros times brasileiros foram campeões do mundo depois disso. O próprio Santos se tornou o primeiro bicampeão mundial em 1963, mas nenhum outro conseguiu o título ao golear o campeão europeu na Europa.

Um dia de magia e realeza no Estádio da Luz

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo/Santos FC

Pelé prestes a marcar contra o Benfica

Os sonhos são capazes do impossível, de transportar para lugares improváveis, para coisas que você não viveu. Há quem acredite que os sonhos são capazes de te transportar para realidades paralelas. Um sonho de muito é ver Pelé jogar. O Rei do Futebol, eterno monarca deste tão nobre jogo, completa neste dia 23 seus 80 anos. Esse relato pode ser real, fictício, imaginado, o que você decidir, mas permita-se se inserir na história. A narração será em primeira pessoa.

Em uma dessas noites qualquer, de repente me vejo em um antigo estádio imenso e vermelho como o inferno. Uma vermelhidão infinita, bonita até da tribuna de honra. O cheiro da grama verde se soma ao ar claramente lusitano de Lisboa e percebo que o sonho me trouxe ao Estádio da Luz, mas não o atual, o antigo, um caldeirão infernal com capacidade para quase 100 mil benfiquistas. Aos poucos, as pessoas vão ocupando os lugares e eu percebo que é dia de jogo. Em alguns instantes, chega ao meu lado um senhor bigodudo que penso ser um português e quando pergunto sobre o evento entendo que o sonho me trouxe há 1962. Saudoso e grandioso Athiê Jorge Coury me pergunta o que espero do nosso Santos na final e eu não tenho coragem de contar que já sei o que aconteceria porque sinceramente, estava abismado que viveria aquela mágica.

Diante de uma multidão de portugueses, entram em campo dois esquadrões, o líder José Águas e Eusébio comandam os encarnados, que entram com seu conhecido uniforme em vermelho e branco, enquanto do outro lado, o ataque poesia não contava com Mengálvio, mas ainda tinha Dorval, Coutinho, Pelé e Pepe. Um time que trazia uma fúria dentro de um uniforme branco e em sua camisa 10 um homem negro que constratava com a branquidão da camisa e que, de muito longe, lá de cima, passava uma aura de realeza, de império, de domínio. Ali tive certeza que o show seria do time de branco.


E o Alvinegro Praiano era realmente impressionante, a multidão e eu me incluo nisso assistia estupefata a um espetáculo extraterreno. Assistia estupefata ao monarca do esporte bretão. O primeiro gol santista vem num torpedo cruzado de Pepe que Pelé completa para as redes. O espétaculo, o recital havia começado. O Benfica, coitado, parece não entender o que está acontecendo. Perdido, atônito, vê o Rei, artista nobre que é, fazer mais uma de suas obras primas, fintando os atônitos defensores lusos e soltando uma pancada de esquerda para ampliar a vantagem santista rumo ao título. O espetáculo continua, mas os benfiquistas conseguem evitar o terceiro gol santista, numa vantagem já quilométrica do Peixe, que já havia vencido no Rio de Janeiro.

O segundo tempo mal começa, as pessoas mal tem temo de se acomodar nas tomadas arquibancadas, e o Peixe já buscou o terceiro. Aos cinco minutos, Pelé simplesmente desmontou todo o time do Benfica, desmoralizou a equipe portuguesa, passou por todo mundo e apenas rolou para Coutinho marcar o terceiro. Aquela altura, atordoados, os portugueses só pediam pelo fim do massacre. Pelé estava em um dia infernal. No terceiro gol, aos 19 minutos, o Rei simplesmente passa novamente por toda a defesa benfiquista e até para em Costa Pereira, porém, a redonda, parecendo ser ordenada sobrenaturalmente para atender os desejos do Atleta do Século, volta no pé do camisa 10, que coloca ela nas redes. 4 a 0. O último gol santista no jogo viria aos 32' do segundo tempo, quando Costa Pereira falhou feio ao impedir uma arrancada de Pepe e viu o camisa 11 ir as redes. O título estava consumado, que espetáculo.


Desesperado, o Benfica ainda buscou dois gols, pouco notados por mim, por Athiê e pela comitiva santista em meio a uma enorme festa. Ah Rei do Futebol, tua coroação definitiva, para quem ainda duvidava, veio naquele dia, de um verdadeiro espetáculo do melhor time do mundo diante do melhor time europeu. Que sonho poder ver aquilo ao vivo, é uma pena que acordamos de todos os sonhos. A mágica do futebol é essa, transformar simples seres-humanos em super-heróis.

O esporte bretão, de tantos craques, tantas lendas, tantos absurdos jogadores, de Garrincha, Di Stéfano, Puskas, Cruyff, Messi, Cristiano Ronaldo, Fenômeno, Ronaldinho Gaúcho, Diego Maradona, Eusébio... São tantos, de tantas nacionalidades. Mas, o fato é que majestade, só existe um. Vida longa a Pelé, o Rei do Futebol.

Benfica 2 x 5 Santos FC - Em 1962, uma aula de Futebol

O time que dominu o mundo e foi campeão mundial em 1962

Gylmar; Olavo, Mauro, Calvet e Dalmo; Zito e Lima; Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe, com Lula como treinador. Essa é a escalação do time que fez uma das maiores apresentações da história do futebol mundial uma verdadeira aula! E não foi contra um time qualquer. Do outro lado tinha apenas o Benfica de Eusébio.

Era 11 de outubro de 1962. Benfica e Santos entravam no gramado do Estádio da Luz, em Lisboa, capital de Portugal, para o segundo jogo da decisão da Copa Intercontinental, conhecido na época como Mundial de Clubes. Na primeira partida, realizada em 19 de setembro daquele ano, no Maracanã, o Peixe havia vencido os portugueses por 3 a 2.

Apesar da derrota no jogo de ida, os benfiquistas estavam confiantes. Diziam que o time de Eusébio e companhia era invencível no Estádio da Luz e já estavam até vendendo ingressos para o possível terceiro jogo desempate, que seria realizado em Lisboa, caso o Benfica vencesse a segunda partida. Isto irritou os jogadores do Santos e a resposta, como vocês poderão perceber logo abaixo, veio dentro de campo.


Quem assistiu afirma: foi uma verdadeira aula de como se joga futebol. O Santos iniciou o jogo com suas feras trabalhando a bola e já colocando o Benfica 'na roda'. Aí começou o verdadeiro rolo compressor: Pelé, aos 15 minutos, abre o marcador para o Peixe. Aos 25', o Rei do Futebol, fazendo jus à alcunha, marca o segundo e o Santos vai para o intervalo vencendo por 'apenas' 2 a 0.

Na segunda etapa, aquele time vestindo um uniforme todo branco não diminuiu o ritmo. Coutinho, aos 3 minutos, faz o terceiro. Pelé, novamente, marca o quarto aos 19'. Para completar, Pepe, aos 32', faz o quinto. O Estádio da Luz inteiro fica em silêncio, admirando as jogadas daquele time que assombrava o mundo. Era o grande Santos Futebol Clube.

No final, o time brasileiro tirou o pé, literalmente, e o Benfica pôde diminuir a contagem com Eusébio, aos 40', e Santana, aos 44'. Final de jogo no Estádio da Luz, em Lisboa: Benfica 2, Santos FC 5 e o Peixe conquistava o seu primeiro mundial.

Mais importante do que a taça foi o que ficou para a história. Todos os jogadores daquele dia, em Lisboa, são unânimes em dizer que aquela foi a maior apresentação daquele time que marcou época no futebol mundial. Aquela equipe que tinha o Rei e grandes súditos. Aquele time que muitos consideram o melhor de toda a história.

Uma aula de Futebol

Ficha Técnica
BENFICA 2 x 5 SANTOS FC

Data: 11 de Outubro de 1962
Local: Estádio da Luz (Lisboa)
Público: 73.000
Árbitro: Pierre Schwinte (França)

Gols
Santos FC: Pelé aos 15’e aos 25’ do primeiro tempo e aos 19' do segundo. Coutinho, aos 3’, e Pepe, aos 32' do segundo tempo.
Benfica: Eusébio, aos 40’, e Santana, aos 44 do segunto tempo’.

Benfica: Costa Pereira; Jacinto, Humberto, Raul e Cruz; Cavem e José Augusto; Eusébio, Coluna e Simões - Técnico: Fernando Riera.

Santos FC: Gilmar; Mauro, Dalmo, Olavo e Calvet; Zito, Dorval e Lima; Coutinho, Pelé e Pepe -  Técnico: Lula.

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