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Olímpico! Atual campeão, São Paulo estreia na Copinha 2026 com golaço de Tetê

Foto: Miguel Schincariol

Tetê comemorando o gol

Sem grandes dificuldades, o São Paulo derrotou o Maruinense por 2 a 0, neste domingo, no estádio Walter Ribeiro, e estreou com resultado positivo na Copinha 2026. E o primeiro gol do jogo foi belíssimo, de Tetê, olímpico!

Neste domingo, o atual campeão da Copinha teve o domínio total do primeiro tempo e quase abriu o placar aos 21, quando Igor Felisberto bateu falta com categoria e acertou a trave. Aos 28, Djhordney ajeitou e Paulinho chutou forte por cima do gol.

Até que aos 33 minutos, veio a pintura do jogo! Em cobrança de escanteio pelo lado esquerdo, Tetê, com o pé direito, bateu com muita curva, enganando o goleiro Luan, que nada pôde fazer: 1 a 0 para o Tricolor Paulista em Sorocaba.


O jogo se manteve parecido na etapa final. Mesmo com a alta temperatura de Sorocaba, o Tricolor não parava de atacar e dominar a partida. Logo aos 4 minutos, Paulinho tentou de cabeça e o goleiro defendeu. Mas, aos 39, o atacante tricolor levou a melhor. Pedro Ferreira cobrou escanteio na cabeça de Paulinho, que cabeceou sem chances para o adversário e confirmou a vitória são-paulina.

Com o resultado, a equipe de Allan Barcellos lidera o Grupo 19 com três pontos. No outro jogo do grupo, Real Soccer-SP e Independente-AP empataram sem gols. O segundo jogo do Tricolor na Copinha será na próxima quarta-feira, contra o Independente-AP, às 15h, também no estádio Walter Ribeiro, em Sorocaba. Depois, às 17h15, o Maruinense encara o time da casa, o Real Soccer.

Confira o belíssimo gol olímpico:

Imagens: FPF

Com direito a gol olímpico, sub-15 do Jabaquara vence o Ska Brasil e segue na 'briga' no Paulista

Foto: divulgação / D. Aquino Sports

Lucca e Arthur Nogueira fizeram os gols do Leão da Caneleira

O Jabaquara conquistou um importante resultado na sequência do Campeonato Paulista Sub-15. Jogando na manhã deste sábado no Estádio Espanha, o Leão da Caneleira derrotou o Ska Brasil por 2 a 1.

Todos os gols foram marcados no segundo tempo. Lucca abriu o placar aos 4' em cobrança de escanteio, fazendo um golaço olímpico. Arthur Nogueira ampliou aos 32', mas o adversário ainda teve tempo de diminuir aos 35 minutos. 

Com o resultado, o time comandado pelo técnico Matheus Dellamonica passou a somar três pontos ganhos, mantendo-se na luta pela classificação para a terceira fase. 


No próximo sábado, o Jabuca volta a campo para enfrentar o Sfera, novamente em casa. As categorias de base do Leão são geridas pelas empresas D.Aquino Sports, BZ13 e Mundek Sports.

Confira abaixo o belo gol olímpico de Lucca:

Imagens: Tempo Extra Sport / Youtube

Raphael Toledo marca gol olímpico em estreia com vitória do Tupi no Módulo II Mineiro

Com informações do ge.globo
Foto: Marcelo Costa / Tupi FC

Raphael Toledo comemorando o gol olímpico

O Tupi venceu o Betim por 2 a 0, na tarde deste sábado, no estádio Municipal Radialista Mário Helênio, em Juiz de Fora, na estreia das duas equipes no Módulo 2 do Campeonato Mineiro. O segundo gol foi olímpico, de Raphael Toledo.

O Galo fez um gol em cada tempo. Clevinho abriu o placar do jogo aos 21' do primeiro tempo. A pintura da partida veio aos 23 minutos da segunda etapa. Raphael Toledo ajeitou a bola para cobrar o escanteio pelo lado direito e com a perna esquerda mandou direto para o gol. O goleiro do Betim até tentou fazer a defesa, mas não evitou o gol.

Confira o gol

Com o resultado, o Tupi-MG soma os primeiros três pontos e lidera o Grupo A. Betim não somou pontos na rodada. O Tupi volta a campo na sexta-feira, quando visita o Democrata SL, às 19h30, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. No domingo, às 11h, o Betim recebe o Aymorés na Arena Vera Cruz.

Raphael Toledo - Nascido em Juiz de Fora, o meia Raphael Toledo é filho do ex-zagueiro Júlio Maravilha e neto do ex-meio-campista Moarcyr Toledo, dois ídolos da história do Carijó. Rafael defendeu o alvinegro em outras duas oportunidades. A primeira passagem do jogador pela equipe foi em 2007 e 2008, quando ainda tinha apenas 18 anos. Depois, voltou a jogar pelo Carijó em 2013 e 2014.


O meia já atuou por várias equipes do futebol paulista, como Batatais, São Caetano, Água Santa, Bragantino, Santo André e Portuguesa Santista. Ele também jogou em Portugal, pelo Estoril e defendeu equipes de outras regiões do Brasil, incluindo Treze-PB, o Novo Hamburgo-RS e o América-RN.

A história do gol olímpico

Foto: arquivo

O gol de escanteio marcado pela Argentina sobre o Uruguai em 1924

O Gol Olímpico é uma raridade no futebol e, como tal, sempre que é marcado, ocupa um lugar especial no coração dos torcedores que o testemunharam. Embora marcar um gol através de uma cobrança de escanteio seja uma ocorrência muito comum, marcar um diretamente da cobrança do tiro de canto é raro.

Em junho de 1924, a International Board modificou o artigo 11 das regras do futebol, autorizando pela primeira vez que um gol fosse marcado em cobrança de escanteio. Logo que a modificação aconteceu, um jogador do Everton tentou ser mais esperto. Ao invés de cobrar o escanteio de forma direta, o ponta Sam Chedzgoy saiu com a bola da lateral do campo e foi driblando até o gol, já que na regra não indicava que era proibido fazer isso. O incidente gerou uma mudança no artigo e, em agosto, foi imposta uma nova definição, afirmando que o jogador não poderia tocar na bola duas vezes consecutivas ao cobrar um escanteio.

Como você provavelmente pode adivinhar pelo nome, o termo “Olímpico” tem uma relação direta com os Jogos. Para conhecer as suas origens, é preciso voltar a Paris 1924, última vez em que os Jogos foram realizados na capital francesa. O torneio Olímpico masculino de futebol era a principal competição da modalidade, uma espécie de Copa do Mundo. Naquela ocasião, o Uruguai faturou o título.

Apenas um mês após a vitória, eles se enfrentaram contra a Argentina em dois amistosos, um em cada lado do rio da Prata. A segunda partida, que aconteceu em Buenos Aires, no campo do Sportivo Barracas, em 2 de outubro de 1924, foi a que mudou a história do futebol.

Aos 15 minutos, o argentino Cesáreo Onzari, ponta direita do Huracán, cobrou escanteio que foi direto para a rede uruguaia sem que mais ninguém a tocasse. Foi o primeiro gol desse tipo a ser registrado na história.

Na época, o gol foi chamado pelos jornais de 'o gol de Onzari contra os Olímpicos', mas, eventualmente, esse nome foi encurtado para apenas 'gol Olímpico'.


“Por homenagem ou ironia, aquela raridade foi chamada de gol Olímpico. E até hoje é chamado assim, nas poucas vezes em que acontece. Onzari passou o resto de sua vida jurando que não tinha sido casualidade. E embora tenham transcorrido muitos anos, a desconfiança continua: cada vez que um chute de escanteio sacode a rede sem intermediários, o público celebra o gol com uma ovação, mas não acredita nele”, escreveu o famoso autor uruguaio Eduardo Galeano em seu livro 'Futebol ao Sol e à Sombra', em 1995.

Porém, Em 21 de agosto de 1924, o escocês Billy Alston supostamente teria sido o autor do primeiro gol olímpico, conforme afirmam algumas fontes. Porém, a bola foi cabeceada por outro jogador antes de entrar no gol.

Quantos gols Olímpicos foram marcados em grandes competições? Gols Olímpicos em Copas - Devido à natureza complexa do gol Olímpico, eles não aparecem com frequência em Copas. O único gol Olímpico registrado em uma Copa do Mundo masculina foi marcado pelo colombiano Marcos Coll na edição de 1962, no Chile.

O gol de Coll ajudou a Colômbia a empatar em 4 a 4 na primeira rodada contra a União Soviética. Ainda mais impressionante é o fato de que o goleiro em quem ele marcou foi ninguém menos que Lev Yashin, o “Aranha Negra”, ouro em Melbourne 1956, que ainda é considerado um dos maiores em sua posição na história do futebol.

Autor de gol olímpico na última rodada, Romário vê Usac forte na Segundona Paulista

Por Victor de Andrade
Foto: Gero Rodrigues / União Suzano AC

Romário foi autor de um belo gol olímpico no sábado

O União Suzano AC entrou no gramado da sua casa no último sábado, dia 18, líder do Grupo 5 e já garantido na próxima fase do Paulistão da Segunda Divisão de 2021 e, mesmo assim, bateu o Mauá, segundo colocado, pelo placar de 1 a 0. O gol do triunfo veio de forma especial: olímpico, marcado pelo meia Romário, que veio do banco de reservas para garantir mais três pontos para o Javali.

O autor do golaço do último sábado conta como chegou no Usac. "Eu estava jogando pelo Vera Cruz, no Pernambucano, e após o término da competição o meu empresário entrou em contato comigo e disse que tinha um time de São Paulo, que disputa a Segundona, interessado em meu trabalho. Aceitei o desafio e estou aqui", explica.

O Usac já está garantido na próxima fase da competição. Porém, para Romário, os jogos não foram fáceis. "Nossa classificação não foi fácil. Tivemos jogos difícieis, porém, não foi nada por acaso. Estamos treinando forte, trabalhando a cada dia para melhorar e eu costumo dizer que se a gente planta trabalho, lá na frente a gente colhe resultado e eles, graças à Deus, vêm sendo bons. Nós almejamos melhorar a cada jogo", fala o jogador.

O golaço olímpico de Romário (imagens: Elevensports)

E no sábado, Romário provou que trabalhar pode dar resultado com o golaço olímpico que marcou. E ele conta como foi o lance. "Eu lembro que quando eu fui para a bola e a peguei em minhas mãos, eu disse assim: 'Deus, essa é a bola!'. Não tinha total intenção de bater direto, a intenção era cobrar o mais fechado possível, para caso houvesse um desvio, a bola entrasse. Mas, Papai do Céu me abençoou e sou grato por isso", afirma.

Apesar da vitória, o meia garante que o jogo não foi fácil. "Nós já sabíamos que iria ser um jogo muito difícil. Foi uma partida de dois times muito bons e qualificados, mas, é como eu disse, não acredito em sorte, acredito en trabalho duro e oportunidade que Deus nos dá e a bola ter entrado não foi sorte e sim propósito", comenta.

Romário comenta que, apesar de ser uma competição difícil, o União Suzano AC pode sim chegar ao acesso. "Nós temos um time muito qualificado, um grupo muito bom de trabalho. Nos cobramos muito durante os treinos e extra-campo também! Acredito que com essa nossa união e trabalho duro, chegaremos aí tão sonhado acesso", confirma.

E o atleta tem pensamentos futuros. "Eu busco estar sempre indo bem nos jogos, mas eu não penso só em mim e acredito que seja assim também com os outros atletas. Quando a gente se junta, somos fortes! Quando a gente joga no coletivo, um ajudando o outro, naturalmente o individual aparece. Então, não só eu como os demais têm o objetivo de chegar ao acesso, ser campeão e, se Deus quiser, ir para um clube de série A ou B", finaliza o jogador.


Próximo jogo - Primeiro colocado do Grupo 5 da Segunda Divisão Paulista, com 20 pontos em oito jogos, e já garantido na próxima fase da competição, o União Suzano AC volta a campo neste quarta-feira, dia 22, pela nona e penúltima rodada do certame, enfrentando o Atlético Mogi, lanterna da chave, zerado em pontos, às 15 horas, no Nogueirão, em Mogi das Cruzes.

Pelé fazendo gol olímpico e virando mais uma vez goleiro nos EUA em 1973

Com informações de Guilherme Guarche, do Centro de Memória
Foto: US Mail

Pelé fez um gol olímpico e depois foi goleiro em jogo contra o Baltimore Bays, em 1973

Eram passados 13 minutos de jogo quando Pelé, inesperadamente, foi cobrar um escanteio contra o Baltimore Bays, em Baltimore, Estados Unidos. O resultado da cobrança foi mais surpreendente ainda, pois a bola, com efeito, enganou o goleiro Phillips e entrou no gol, o primeiro e único gol olímpico marcado pelo Rei do Futebol em toda a sua carreira. Era o dia 19 de junho de 1973, uma terça-feira.

A primeira etapa terminou com a vantagem mínima, mas no segundo tempo o centroavante Euzébio marcou duas vezes e Pelé fez mais um gol, de pênalti, fechando o marcador em 4 a 0 diante das 12.582 pessoas que foram ao Memorial Stadium.

O curioso é que naquela excursão o Santos já tinha vencido o mesmo Baltimore Bays duas vezes: a primeira, no mesmo estádio, em 30 de maio, por 6 a 4, e a segunda no Kennedy Stadium, em Nova York, por 7 a 1. Ou seja, em pouco mais de duas semanas o Alvinegro Praiano infringiu 17 gols ao mesmo adversário, em uma média de 5,66 gols por partida.

No jogo do gol olímpico de Pelé, o Santos, dirigido pelo técnico José Macia, o imortal Pepe, formou com Cláudio (depois Pelé), Vicente, Marinho, Marçal (Turcão), Zé Carlos; Léo Oliveira e Pitico; Jair da Costa (Adílson), Euzébio, Pelé (Nelsi) e Ferreira.

Pelé, goleiro pela quarta vez - Nessa partida em Baltimore, após fazer os dois gols, Pelé foi para o arco, atuar como goleiro no lugar de Cláudio, que se machucou. Além dessa partida, o Rei vestiu a camisa de goleiro do Santos em outras três oportunidades: em 1959, na vitória sobre o Comercial da capital por 4 a 2; em 1964, na virada sobre o Grêmio por 4 a 3, pela Copa do Brasil, no Pacaembu; e em 1969, na vitória diante do Botafogo da Paraíba, em João Pessoa, por 3 a 0.

Nessa terceira partida, Pelé, que já tinha feito um gol de pênalti no jogo, o de número 999 de sua carreira, foi para a meta em substituição ao goleiro Jair Estevão. Dizem que agiu assim para evitar fazer o tão esperado Milésimo longe dos grandes centros, e estaria programando marcá-lo contra o Vasco, no Maracanã, cinco dias depois. O Rei, entretanto, desmente essa versão.

Lene comemora boa fase no Duque de Caxias e o quarto gol olímpico na carreira

Com informações do site oficial da FFERJ
Foto: Thierry Silva/DCFC Feminino/Agência TFFA

Lene ajudou o Duque de Caxias a se classificar antecipadamente no Carioca Feminino

Liderança do Grupo B garantida e vaga para as quartas de final cada vez mais próxima. Assim está o Duque de Caxias no Campeonato Estadual Feminino deste ano. Na última quarta-feira (24/10), o Tricolor da Baixada conquistou uma importante vitória sobre o Brasileirinho/Corte 8 por 3 a 2 e chegou a 12 pontos na chave. Melhor em campo, com três gols marcados, um deles um golaço olímpico, a meia Lene comemorou o feito e revelou que marcar este tipo de gol não é inédito em sua carreira:

"Certa vez no campeonato estudantil, eu fiz dois gols olímpicos: um de perna direita e outro de perna esquerda. No total, eu tenho quatro na carreira. Poderia até ser mais, só que sempre tem uma amiga que colocava a cabeça na bola e acabava fazendo o gol", brincou.

A camisa 10 do Tricolor da Baixada também vibrou com o desempenho da equipe na competição e destacou a tradição do Duque de Caxias, que é uma das potências no futebol feminino. "Estou muito feliz pelo momento da nossa equipe no campeonato. Por mais que seja um grupo novo, nós temos uma certa obrigação de estar nessa posição na tabela, muito pela tradição do Duque no futebol feminino", afirmou.

Com o hat-trick, Lene chegou a cinco gols e agora divide a artilharia do Estadual com Rhaizza, do Brasileirinho, e Mylena, do Vasco. No entanto, a jogadora revela que não esperava e agradeceu às companheiras pelo feito. "Primeiramente agradeço a Deus por me proporcionar esse momento, porém confesso que não esperava. Estou muito feliz em poder ajudar a minha equipe e agradeço também às minhas companheiras, pois sem elas nada disso estaria acontecendo", disse.

Com a classificação quase assegurada para a próxima fase, Lene disse que o Duque de Caxias, como em todas as temporadas anteriores, entra para ser campeão. Mesmo com o favoritismo do Flamengo, a camisa 10 sonha em mudar a história em 2018. "Nós estamos trabalhando para sermos campeãs! No ano passado, ficamos com o vice e esse ano queremos levar o título. Sei que, para muitas pessoas, o campeão já é o Flamengo, entretanto vamos fazer de tudo pra mudar essa história", finalizou.

Com dez dias para se preparar para a última rodada, o Duque de Caxias encerra a participação na primeira fase diante do Vasco da Gama, no sábado, dia 3 de novembro, às 15h. O Tricolor da Baixada pode se classificar já neste final de semana, dependendo de uma combinação de resultados.

O gol de escanteio que se tornou Olímpico

Por Victor de Andrade

Imagem do lance do gol de escanteio, que deu o nome de "Olímpico"

Em 1924, o Uruguai acabara de ter sido o primeiro campeão olímpico de futebol da América do Sul. Ao voltar de Paris, a Celeste acertou dois amistosos contra a sua maior rival, a Seleção Argentina, sendo um jogo em Montevidéu, no dia 21 de setembro, que terminou com o placar de 1 a 1, e outro uma semana depois.

Porém, em 28 de setembro, o campo do Sportivo Barracas, que cabia cerca de 40 mil pessoas, estava superlotado, houve torcedores feridos por causa de um grande tumulto, o árbitro uruguaio Ricardo Villarino suspendeu o embate e a partida foi jogada por apenas alguns minutos e remarcada para quatro dias depois, no mesmo local.

Cesáreo Onzari na marca do escanteio

Então, em 2 de outubro de 1924, Albiceleste e Celeste entravam em campo, com 37 mil torcedores, para a partida que entraria para a história do futebol. Com 15 minutos de partida, aconteceria o grande fato. Cesáreo Onzari, pela esquerda, cobrou o escanteio com força e efeito. A bola não parecia ter direção certa, não tocou em nenhum jogador e enganou o goleiro uruguaio Antonio Mazalli, balançando as redes do campo do Sportivo Barracas.

Como o gol em jogada de escanteio foi liberado pela International Board meses antes da partida (mais precisamente em agosto, após a sugestão ter sido aceita em junho) e era raro acontecer, aquele lance chamou a atenção de todos, ainda mais feito em cima do recém medalhista de ouro nas Olimpíadas. Os uruguaios chegaram a até reclamar que o gol era ilegal, mas o árbitro Ricardo Villarino, ciente da mudança na regra, validou o lance. Por isto, o tento marcado por Cesário Onzari ficou conhecido como "Gol Olímpico" e todas as jogadas deste tipo passaram a ser chamadas assim.

Reportagem, em espanhol, sobre o lance

Aquela partida terminou com vitória dos argentinos por 2 a 1. Sendo que Pedro Cea empatou para os uruguaios e Domingo Tarascone deu a vitória à Albiceleste. Mas, o que ficou marcado foi o lance de Cesáreo Onzari, aos 15 minutos de partida. Uma observação interessante. Este não foi o primeiro gol de escanteio da história. Ele aconteceu, na verdade, na Escócia, em 21 de agosto de 1924, e marcado por Billy Alston.

O Curioso do Futebol

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