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Petkovic pede demissão da Globo um dia após saída de Casagrande

Foto: GE.com

Dejan Petkovic trabalhou no Grupo Globo por quatro anos

O ex-jogador Dejan Petkovic não é mais comentarista do Grupo Globo. O ex-meia sérvio, com passagens por Flamengo, Atlético e outros clubes brasileiros, pediu demissão nessa quarta-feira, dia 6. Pet seguirá na emissora até o início de agosto.

"Em comum acordo, Globo e Petkovic decidiram encerrar a parceria e, a partir de 1º de agosto, o ex-jogador deixa de fazer parte do time de comentaristas esportivos da empresa. Embaixador da Sérvia no Brasil, o craque dos gramados, que conquistou os brasileiros por sua habilidade e carisma, vai se dedicar a projetos pessoais", informou o Grupo Globo em comunicado oficial.

O sérvio chegou à Globo em 2018, pouco antes da Copa do Mundo da Rússia. Na empresa, comentou jogos e participou de programas. Este ano, ele manifestou seu desejo de ter mais tempo para se dedicar a projetos pessoais.

A saída de Petkovic da Globo ocorre na sequência do desligamento de Walter Casagrande da mesma função na emissora. Segundo Casão, a demissão "foi um alívio para os dois lados".


Petkovic, de 49 anos, chegou ao Brasil em 1997, para atuar pelo Vitória. Também vestiu as camisas de Flamengo, Vasco, Fluminense, Goiás, Santos e Atlético-MG. Chegou a tentar ser treinador entre 2014 e 2017, período em que comandou Athletico-PR (sub-23), Criciúma, Sampaio Corrêa e Vitória.

A passagem de Petkovic pelo Vitória

Por Ricardo Pilotto
Foto: arquivo

Petkovic, pelo Vitória, enfrentando o Flamengo

Neste dia 10 de setembro de 2021, Dejan Petkovic, popularmente conhecido apenas como Petkovic, está completando 49 anos de idade. O sérvio teve passagem marcante no Brasil e a história do ex-meia por aqui começa no baiano Vitória, onde ele atuou entre 1997 e 1999.

Revelado no Majdanpek da Sérvia, Petkovic ainda jogou por clubes como Estrela Vermelha, Real Madrid, Sevilla e Racing Santander entre os anos de 1988 até um pouco mais da metade de 1997, quando jogadores da Iugoslávia não conseguiam conquistar seus respectivos espaços no nosso futebol.

Foi então que em uma tarde de outubro, Pet chegou a salvador para assinar contrato com o Vitória. Mesmo novo no elenco, que tinha nomes como os de Bebeto e Túlio Maravilha, o sérvio teve cerca de uma semana para se preparar, já que estrearia no domingo da semana seguinte. Seu primeiro jogo com a camisa do Leão da Barra foi diante do União São João, no Campeonato Brasileiro daquele ano. O meia mostrou seu 'cartão de visita' e conseguiu marcar um dos gols da equipe no empate de 2 a 2.

Com o passar do tempo, Petkovic foi se adaptando ao futebol Brasileiro. Ao final do ano, o time rubro-negro terminou na nona posição do campeonato nacional, mas não se classificou para a fase seguinte, já que o time baiano ficou um ponto atrás do oitavo colocado Juventude. Ao final da temporada, sérvio ainda conseguiu mais um gol dentro dos oito jogos que disputou.

Em 1998, mais familiarizado com o estilo de jogo do Brasil, Pet foi o grande destaque do Rubro-Negro Baiano. O meia começou a edição do Brasileirão daquela temporada sendo artilheiro nos primeiros jogos do time na competição. Mostrava ter muita habilidade quando tinha a bola e também bastante precisão em cobranças de falta. Viveu seu melhor ano no time da Bahia ao marcar 26 gols em 33 jogos disputados em toda a temporada;

Apesar do clube novamente não conseguir se classificar para o mata-mata do Brasileirão, o ano de 1998 foi muito especial para o sérvio. Pet conseguiu anotar 14 tentos no campeonato, igualando os números de jogadores que costumavam ser os grandes artilheiros como era o caso de Oséias e Romário. Porém, o jogador do clube baiano foi superado. Acabou o torneio apenas como o quinto jogador que mais balançou as redes adversárias e o prêmio de maior goleador daquela edição ficou com Viola, atacante do Santos que marcou 21 gols.

Por conta de sua coleção de excelentes atuações pelo Vitória, clubes como Vasco, Fluminense, Cruzeiro e Atlético de Madrid despertaram interesse no jogador. O sérvio chegou a ter acerto com Santos e São Paulo, mas por conta de um acordo junto a Federação Paulista de Futebol, as negociações acabaram não inda para frente e com isso, Petkovic seguiu no time da Bahia.

No ano de 1999, mesmo com a eliminação do Vitória diante do Palmeiras na fase de oitavas de final da Copa do Brasil, Petkovic dividiu a artilharia ao lado de Romário, que atuava no Flamengo. Na decisão do Campeonato Baiano houve polêmica envolvendo o Tricolor Baiano, que afirmou falta de segurança para jogar no Barradão e entrou com uma liminar na Justiça solicitando uma transferência do jogo para a Fonte Nova. O time Rubro-Negro se pronunciou publicamente falando que não havia sido comunicado e foi para o seu estádio no dia do jogo. Enquanto isso, a torcida do Bahia comemorava o título por W.O., em sua casa. Entretanto, até o Poções, que foi terceiro colocado, também entrou com uma liminar na Justiça. O time alegou que o Tricolor escalou dois jogadores que haviam sido suspensos por doping. No final da história, a dupla Ba-Vi dividiram o título estadual daquele ano. Pelo Rubro-Negro Baiano, ganhou a Copa do Nordeste também


Foi então que ainda neste ano, Petkovic saiu do Vitória e rumou para o Venezia da Itália no mês de maio pelo valor de U$ 5 milhões. Em toda a sua passagem pelo Leão da Barra, Pet defendeu as cores do time baiano em 90 partidas e 59 gols anotados. Mesmo passando por outros clubes brasileiros, como Flamengo (em duas oportunidades), Vasco, Fluminense, Goiás, Santos e Atlético Mineiro, além de defender clubes do exterior com Shanghai Shenhua e Al-Ittihad, o meia sérvio devolveu todo o amor recebido ao clube e a torcida dizendo que o seu único time no Brasil é o Rubro-Negro Baiano. Quando encerrou sua carreira como jogador de futebol profissional, se tornou treinador e chegou a comandar o Leão em 2017, quando o clube estava na Série A do Brasileirão.

A ótima passagem de Petkovic pelo Estrela Vermelha

Por Lucas Paes
Foto: MN Press

Petkovic em ação pelo Estrela Vermelha

O sérvio Dejan Petkovic, também apelidado de Rambo, é um jogador que ficou muito mais conhecido pelas suas passagens de sucesso no futebol brasileiro. Fluente no português, o "Pet", que completa 48 anos neste dia 10, foi ídolo de Vitória e Flamengo e contou com passagens boas por Fluminense e Vasco. Antes, muito antes de desembarcar na Bahia para jogar pelo Vitória, seu primeiro clube no Brasil, o sérvio teve grande passagem pelo Estrela Vermelha, maior clube da Sérvia, na época ainda Iugoslávia.

Tendo um começo incrível no Radnicki Nis, onde estreou com apenas 16 anos, Petkovic já fez muito jovem fama como um ótimo armador e acabou chamando atenção do Estrela Vermelha, que o adquiriu em 1992. Chegou com a pressão de substituir a "geração de ouro" do clube, que levou o Zvezda ao título europeu em 1991 e fez grandes jogos pela Europa. Aquela equipe tinha nomes do naipe de Pancev, Savicevic, Mihajlovic, entre outros. Já na sua primeira temporada, foi titular e marcou 8 gols em 30 jogos.

Seguiu fazendo boas temporadas pelo clube. Apesar de seu bom desempenho, não conseguiu ajudar a equipe a vencer o campeonato iugoslavo na temporada 1992/1993, mas fez parte do time que venceu a Copa da Iugoslávia naquele ano. Já muito jovem, Petkovic era uma das referências da fanática torcida do Estrela Vermelha, rapidamente se tornando um ídolo do clube.

O título iugoslavo finalmente veio na temporada 1994/1995, que seria a última completa de Pet a serviço do Estrela Vermelha. Neste mesmo biênio, a equipe venceu novamente a Copa da Iugoslávia, o terceiro título de Petkovic pelos Crveno-Beli. Com um futebol cada vez melhor, mostrando-se um grande camisa 10, o "Rambo" despertou interesse do Real Madrid, com quem acabou negociado ao final da temporada 1994/1995.


Teoricamente, ele permaneceria nos alvirrubros de Belgrado por mais um ano, para a disputa da Recopa Européia, mas a eliminação rápida dos sérvios acabou selando sua ida a capital espanhola. Totalizou 132 jogos vestindo o vermelho e branco do Zvezda, marcando um total de 38 gols a serviço do campeão europeu de 1991. Do Real Madrid, onde não conseguiu se firmar, viveu toda a turbulência na carreira que o derrubaria nos braços do Vitória. O resto é história.

A passagem de Dejan Petkovic no Venezia

Com informações da Calciopedia
Foto: arquivo Venezia

Petkovic atuando pelo Venezia: começou bem, mas caiu de produção junto com a equipe

Um dos jogadores estrangeiros que mais fizeram sucesso no futebol brasileiro, o sérvio Dejan Petkovic está completando 47 anos neste 10 de setembro de 2019. Depois de começar sua carreira no futebol da antiga Iugoslávia, ter passagens por Espanha e Vitória, o meia fez uma tentativa no futebol italiano, mais precisamente no Venezia, onde não teve muito sucesso.

Nascido em 10 de setembro de 1972, Petkovic começou no Radnički Niš, onde fez muito sucesso e chegou à Seleção de seu país, convocado para a Euro de 1992. Porém, por sanções internacionais, a Iugoslávia foi tirada da competição e substituída pela Dinamarca, que acabou sendo campeã. Depois, o meia foi para o Real Madrid.

Nos merengues, ele amargou a reserva, chegou a ser emprestado para Sevilla e Racing Santander até parar no Vitória em 1997, após um amistoso do time baiano contra o Real Madrid. Em sua primeira passagem pelo Brasil, Pet fez muito sucesso e chamou a atenção novamente do mercado europeu e o Venezia acabou o contratando.

De acordo com Paulo Carneiro, presidente do Vitória na época, os rubro-negros ganharam 4,5 milhões de dólares pela transferência, concretizada em maio de 1999, embora Petkovic só embarcasse para a Bota em julho do mesmo ano. O Venezia já havia negociado com o rubro-negro baiano no ano anterior e levado o meia Tácio e o zagueiro Fábio Bilica para a Itália.

O então dono do Venezia, Maurizio Zamparini (que depois chegou a ser mandatário do Palermo), sempre foi de apostar em talentos não muito conhecidos. Além de Pet, chegavam ao clube para a temporada 1999/2000 o japonês Hiroshi Nanami, o norueguês Runar Berg e o austríaco Michael Konsel. O treinador da equipe seria Luciano Spalletti.

Pet chegava ao Venezia para substituir o uruguaio Álvaro Recoba, que jogou apenas seis meses no clube, emprestado pela Internazionale, foi muito bem e acabou voltando para o clube que era dono de seu passe. O meia, que era chamado de Rambo em sua terra natal, disse que não sentia o peso de estar substituindo um jogador que foi bem.

O início de Petkovic no Venezia foi muito bom, fazendo partidas elogiosas contra Udinese, Torino e Roma, neste último marcando um belo gol. Porém, a equipe não foi bem e fez apenas um ponto em três jogos. Após isto, o desempenho de Pet pelo clube também foi caindo e ele só foi marcar novamente contra a Udinese, nas oitavas da Copa da Itália.

Ao todo, Rambo disputou apenas 13 partidas pelos arancioneroverdi na Serie A, sendo substituído em sete delas e começando uma no banco, chegando ao total de 872 minutos em campo. Seu retrospecto foi de oito derrotas, três empates e apenas dois triunfos. No final da temporada, é claro, o Venezia acabaria rebaixado. Mas Pet teria um destino diferente.

Ainda valorizado no Brasil, por causa de sua passagem pelo Vitória, o meia acabou sendo contratado pelo Flamengo, com aporte da ISL, que pagou US$ 6 milhões pelo jogador. No Rubro Negro, voltou a atuar bem e seguiu carreira no Brasil, intercalando com passagens por China e Arábia Saudita.

O golaço de falta de Petkovic na final do Carioca de 2001

Por Victor de Andrade

Petkovic marcou um golaço de falta, aos 43' do segundo tempo, e deu o título ao Flamengo
(foto: Marcelo Regua/Agência O Dia)

Dejan Petkovic, o sérvio mais brasileiro da história, está completando 46 anos neste 10 de setembro. O meia fez a alegria de torcedores de vários times desta terra. Porém, o gol mais importante que ele marcou no Brasil provavelmente foi feito com a camisa do Flamengo, no dia 27 de maio de 2001, na decisão do Campeonato Carioca, contra o Vasco. O tento foi uma cobrança de falta praticamente perfeita e deu ao Rubro Negro o tricampeonato estadual.

O Maracanã estava lotado para acompanhar aquela decisão. A torcida do Vasco estava empolgada, já que havia vencido o primeiro jogo da final e, como tinha melhor campanha, podia perder até por um gol de diferença que seria o campeão. Porém, a Nação Rubro Negra, que não desiste, também foi em peso, esperando que o time revertesse a vantagem vascaína.

Precisando vencer por dois gols de diferença, o Flamengo foi para cima, tentando abrir o marcador. E isto aconteceu aos 23 minutos, com o baixinho Edilson. Porém, aos 40', Juninho Pernambucano deixou tudo igual no marcador e o primeiro tempo terminou com o placar de 1 a 1.

O gol em vários ângulos

Na segunda etapa, Petkovic resolveu aparecer. Logo aos 8 minutos, o sérvio colocou a bola na cabeça de Edilson e o baixinho, com faro de gol, colocou o Flamengo novamente em vantagem. Porém, o 2 a 1 não era o suficiente para dar o título ao Rubro Negro.

Aos 43 minutos, aconteceu o lance que explodiria de alegria a torcida do Flamengo. Os vascaínos já começavam a comemorar o título, quando em uma cobrança de falta, Petkovic mandou a bola no ângulo esquerdo do goleiro Helton, que se esticou todo, mas não conseguiu evitar o gol Rubro Negro. Era o 3 a 1 necessário para o título flamenguista! Era o tricampeonato do Rubro Negro.

Dejan Petkovic no Real Madrid

Por Lucas Paes 

Petkovic no Real Madrid: poucos jogos, muitos empréstimos e veio parar no Brasil

Dejan Petkovic é um dos maiores nomes da história do futebol sérvio e, porque não, da história do futebol brasileiro. Ídolo absoluto da torcida do Flamengo, respeitado no Fluminense e no Vasco e também ídolo no Vitória, Pet fez carreira de sucesso no Brasil. Porém, a sua primeira passagem por aqui aconteceu apenas devido a uma passagem mal sucedida pelo Real Madrid. 

Revelado pelo pequeno Radnicki Nis, se destacou no clube e foi contratado pelo gigante Estrela Vermelha, de Belgrado. Demorou a engrenar no time, devido a concorrência do fortíssimo elenco do time à época, que possuía nomes do naipe de Pancev e Mihajlovic. Depois de alguns anos, conseguiu jogar e acabou sendo destaque do título da Liga Iugoslava na temporada 1994/1995. Atraiu a atenção do Real Madrid, que o contratou como uma das grandes promessas da época. 

Infelizmente para o “Rambo”, porém, seu estouro no Real Madrid jamais ocorreu. Sem conseguir ir bem, Pet até estreou com gol diante do Atlético de Madrid, na temporada 1995/1996, mas a soma de diversos fatores complicou sua passagem pelo time madridista. Pet teve problemas com Valdano, treinador que tinha problemas com Lorenzo Sanz, presidente do Real Madrid à época. Assim, acabou emprestado ao Sevilla. 

No clube Andaluz, até era titular, mas era muito substituído devido a necessidade do time de achar um esquema sem ele. Acabou tendo uma fratura séria em momento próximo a saída de Valdano do Real Madrid. Retornou ao Bernabéu depois de oito jogos e um gol pelo Sevilla.

Petkovic conta a história de como veio parar no Brasil

Na volta aos Galácticos, pouco jogou novamente, foi emprestando ao Racing Santander, onde mais uma vez fez péssima passagem. Na volta ao Real, de novo pouco jogou. Após jogar contra o Vitória num amistoso de pré-temporada por um time misto do Real Madrid, onde foi bem, Pet acabaria emprestado ao clube brasileiro, iniciando sua trajetória espetacular em terras brasucas. 

Pelo Real Madrid, pouco fez, foram apenas oito jogos e um gol com a camisa do gigante espanhol, considerado por muitos o maior clube do Mundo. Em jogos oficiais, descontando amistosos, apenas 5 partidas e nenhum gol com a camisa Blanca, uma passagem para ser esquecida na longa e vitoriosa carreira de Petkovic.

O Curioso do Futebol

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