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Jogador do APOEL, Marquinhos fala sobre briga por título no Cipriota

Foto: divulgação / APOEL

Brasileiro está à disposição no APOEL

O APOEL segue se preparando para o desafio diante Paphos, domingo (03 de março), pela 28ª rodada do Campeonato Cipriota.  O brasileiro Marquinhos está à disposição e fala sobre o desafio que será no Neo GPS Stadium.

“Estamos na fase dos playoffs, onde classificaram seis times e faremos dez jogos decisivos, sendo o primeiro diante do Paphos. Estamos em uma semana muito boa de preparação. Todos sabem da importância de pontuar e seguir na briga pelo título”, conta Marquinhos, que está com oito gols marcados e é artilheiro do time na competição. 

Nessa fase do Cipriota, os seis times que disputam o título mantêm a pontuação da primeira etapa e seguem somando pontos ao longo das dez partidas. O maior pontuador é o campeão. Também há os que brigam para escapar do rebaixamento e quem pontuar mais fica na Primeira Divisão. 


Na temporada de 2022/2023 o Aris ficou com o título. Na atual compeitção, o APOEL é o líder, com 60 pontos somados, seguido por Aris (56); AEL Lamarca (55); Omonia (52); Paphos (50) e Anorthosis (48). Uma bela disputa no Chipre.

A bizarra temporada do Doxa Katocopias no Chipre

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/Ethnikos Achrnas

O Doxa Catocopias diante do Ethinikos

O Chipre não é exatamente o primeiro país do mundo que vem na mente quando se pensa em histórias diferentes no futebol, a exceção daquele histórico time do APOEL da Liga dos Campeões de 2012. Porém, o país sedia nesta temporada 2023/2024 aquele que é o início de temporada mais bizarro (e ruim também) deste ano. O Doxa Katocopias, que não é uma força do futebol local, mas bate todos os recordes negativos imagináveis possíveis no começo de temporada na liga cipriota, sem vencer nenhum jogo no primeiro turno inteiro até agora.

O Doxa não é, na mais justa franqueza, uma força do futebol local, sendo um time que é quase um iôiô de divisões durante a sua história mas que havia se estabilizado com alguma tranquilidade na primeira divisão nos tempos recentes. A equipe quase sempre disputa a rodada contra o descenso na fase final do campeonato, é verdade, mas sem passar muitos sustos a exceção da temporada 2019/2020, anulada pela pandemia. 

Porém, a atual temporada é um recorde negativo bizarro do time, que tem um nome que significa Glória, em grego. O Doxa não vence um jogo desde maio, quando ainda na temporada passada bateu o Olympiakos Nicosia fora de casa. Na atual temporada, perdeu todos os 11 jogos que já fez, tendo, com quase um turno inteiro de derrotas, com 3 gols marcados e assustadores 27 sofridos. Uma campanha que faz o time caminhar rumo ao descenso.


A equipe não possuí nenhum nome de grande fama em seu elenco, que possuí apenas sete jogadores cipriotas, incluíndo o experiente Antoniades, que defende a seleção local desde 2012 e chegou ao clube neste ano, sem conseguir ajudar em muita coisa. Costas Sakkas tem uma dificil tarefa na mão, se aguentar terminar a temporada no cargo, o que é cada vez mais difícil de imaginar com o péssimo início do Doxa no campeonato.

O candidato a pior time do planeta neste ano perdeu sua última partida recente por 2 a 0 para o Nea Salami Famagusta, fora de casa. O alviverde tentará, nessa pausa para a Data FIFA recuperar o time e recolher os cacos, para quem sabe poder afastar o péssimo momento, que combina com tudo, menos o nome de "Glória" que possuí. Se não conseguir, o fim do período na primeira divisão chegará este ano, sem dúvidas.

Akritas do lateral Cauan Caruso estreia nesta quarta-feira na Copa do Chipre

Foto: Akritas FC

Cauan é um dos destaques do clube cipriota na temporada

A estreia do Akritas é o destaque da quarta-feira na edição 2023/2024 da Copa do Chipre. O adversário será o AEZ, em confronto marcado para as 19 horas locais (14 horas em Brasília) no Tsirio Stadium, na cidade de Limassol.

Um dos brasileiros do Akritas, o lateral Cauan Caruso mostra respeito pelo rival, mas elogiou a preparação do elenco e confia na conquista da classificação.

“O AEZ é um clube da divisão de elite e conta com um bom time. Sabemos das dificuldades, mas a Copa é uma prioridade do clube na temporada e vamos lutar o tempo todo para buscar a vaga na etapa seguinte”, declarou o atleta brasileiro que conta com gestão de carreira da First Life Athletic.

Ex-Juventus e Inter de Limeira - Paulistano de nascimento, Cauan Caruso tem 19 anos de idade e iniciou sua trajetória nas categorias de base do São Paulo, em que atuou nos times sub-11, 12 e 13. Em seguida vestiu as camisas do Oeste de Barueri (sub-15) e Juventus.


Em 2021, o atleta transferiu-se para a Chapecoense, pela qual disputou os campeonatos brasileiro e catarinense sub-17, retornando em seguida ao Moleque Travesso. No início de 2023, Cauan assinou com a Inter de Limeira, sendo um dos destaques da equipe no Paulista Sub-20 até ser contratado pelo Akritas, no meio do ano.

Destaque da Inter de Limeira no Paulista Sub-20, Cauan Caruso é contratado pelo Akritas do Chipre

Foto: Akritas FC

Cauan já trabalha com seus novos companheiros para a temporada 2023/2024

Um dos principais nomes da grande campanha da Inter de Limeira no Campeonato Paulista Sub-20 dará sequência à sua carreira no futebol europeu. O lateral direito Cauan Caruso assinou contrato profissional válido por uma temporada com o Akritas, do Chipre, e já está treinando com seus novos companheiros.

“Como tenho a nacionalidade italiana, o planejamento da minha família e do meu empresário era o de buscar a entrada na Europa, mesmo que em um primeiro momento não fosse em uma das ligas mais tradicionais. O Chipre é um país de excelente qualidade de vida e que tem boa visibilidade no futebol continental. Estou bastante motivado com esse novo desafio”, declarou o atleta de 19 anos de idade.

O contato inicial do Akritas para a contratação de Cauan foi realizado com Marcos Alexandre Berdague, o Thie, diretor da Fisrt Life Athletic, empresa que gerencia a carreira do lateral.

Trajetória - Cauan Caruso nasceu na capital paulista no dia 1º de janeiro de 2004. Sua trajetória no futebol teve início nas categorias de base do São Paulo, em que atuou nos times sub-11, 12 e 13. Em seguida vestiu as camisas do Oeste de Barueri (sub-15) e Juventus.


Em 2021, o atleta, que tem entre suas principais características o passe preciso, a visão de jogo, vigor físico e ainda as jogadas de bola parada, transferiu-se para a Chapecoense, pela qual disputou os campeonatos brasileiro e catarinense sub-17, retornando ao Moleque Travesso no início do ano passado. Em março de 2023, Cauan assinou com a Inter de Limeira.

Emprestado pelo Ska Brasil, Fabrício Berloffa conquista acesso para primeira divisão do Chipre

Foto: divulgação

Fabrício Berloffa defende o Akritas Chlorakas emprestado pelo Ska Brasil

No último domingo (15), encerrou-se o campeonato da Segunda Divisão do Chipre, com o Akritas Chlorakas terminando em terceiro lugar e conquistando o acesso para a Primeira Divisão do país europeu. Presente em 23 dos 30 jogos da temporada, o lateral-esquerdo Fabrício Berloffa ajudou o time na campanha vitoriosa que colocou a equipe na série A pela primeira vez em 51 anos. Durante a competição, o brasileiro marcou um gol e deu três assistências, e festejou a conquista inédita.

“Para mim foi uma temporada incrível, muito acima do que eu esperava. Até por ser minha primeira temporada fora do Brasil, em um clube europeu. E fiquei mais feliz ainda por poder entrar na história do Akritas, mesmo em tão pouco tempo. Foi muito bom estar junto e ter ajudado neste primeiro acesso, que leva o time para a primeira divisão pela primeira vez na história, nesses 51 anos de vida”, disse Fabrício, que foi para o Chipre por empréstimo.

O atleta se profissionalizou com a camisa do Ska Brasil em 2020, quando participou da primeira equipe profissional do time de Santana de Parnaíba, disputando a Segunda Divisão do Paulista. Em 2021, quando foi para o Chipre, o lateralesquerdo se tornou a primeira transação internacional do Ska, e no Akritas, o atleta fez história mais uma vez.

“Foi uma experiência muito marcante, tanto dentro como fora de campo. Criamos um grupo que se uniu desde o começo, nos considerando família, correndo um pelo outro, e acho que o que fez dar certo foi nosso trabalho duro do dia a dia. O que a gente trabalhou aqui desde o começo foi recompensado no fim da temporada, e acho que o mais importante, o que mais me marcou, foi poder trazer o sentimento de alegria de volta para o torcedor, de querer torcer, acreditar no time, e pela primeira vez dar à eles esta sensação de estar na primeira divisão. Acho que isso não tem preço. O reconhecimento da torcida por todos nós, já valeu toda a experiência”, completou.


Criado na zona norte de São Paulo, o atleta de 21 anos começou na base do Corinthians e jogou na Portuguesa antes de chegar ao Ska em 2020. No ano seguinte, foi emprestado para jogar a Série A2 pelo Audax, e, no segundo semestre, foi para o Chipre. Agora, Fabrício já está de volta ao Brasil para aproveitar um período de férias e decidir seu futuro.

Fabricio Berloffa fala sobre adaptação no Chipre e a diferença para o futebol brasileiro

Foto: arquivo pessoal

Fabricio Berloffa defense o Akritas Chlorakas

Revelado pela Portuguesa e com passagem pela base do Corinthians, o lateral-esquerdo Fabricio Berloffa vem se destacando no futebol cipriota. Recém-chegado ao Akritas Chlorakas por empréstimo do Ska Brasil, o jogador de 20 anos falou sobre a rápida adaptação ao país europeu.

"Estou me adaptando rápido, mas no começo as dificuldades foram principalmente pela diferença de horário. Aqui são seis horas a mais, o clima quando cheguei estava no verão, o calor era absurdo e não ventava. E também um pouco da língua, já que a idioma oficial é o grego e não é todo mundo que entende e fala bem o inglês aqui", relatou Fabricio Berloffa.

Fabricio Berloffa atuou nos elencos sub-13 e sub-15 do Corinthians e, na sequência, defendeu os times de base da Portuguesa nas disputas da Copa São Paulo e Campeonato Paulista. Em 2020, o defensor jogou pelo Osasco FC e Ska Brasil. No início deste ano, defendeu o Osasco Audax no Paulista A2.


Com oito jogos somados na atual temporada e brigando pelo acesso à primeira divisão do Chipre, Fabricio Berloffa relatou as diferenças entre o estilo de jogo local para o futebol brasileiro. "Aqui exige muito mais força física, isso é o que mais senti de diferença. Tem muito contato físico e acabando tendo um pouco menos de qualidade", falou.

Isolado no Chipre, Geandro valoriza desempenho positivo na Europa

Foto: Divulgação/Alki Oroklini

Geandro em ação pelo Alki Oroklini

Contratado em julho de 2019 pelo Alki Oroklini, do Chipre, o volante Geandro vive a sua primeira experiência no futebol europeu. Adaptado ao novo país, ele viu a temporada de estreia no Velho Continente ser interrompida. É que o campeonato nacional está suspenso desde março devido à pandemia do novo coronavírus.

Antes da pausa na liga nacional, Geandro atravessava bom momento pelo Alki Oroklini. A equipe do brasileiro vinha de quatro vitórias nos últimos cinco jogos e liderava o seu grupo na Segunda Divisão Cipriota. "Realmente vivíamos um momento muito positivo na liga. O nosso time vinha mantendo um bom nível de atuação e as vitórias estavam aparecendo. Lamentamos essa paralisação, mas sabemos que foi necessária. A saúde vem em primeiro lugar e espero que todos fiquem bem. Tenho certeza que, se cada um fizer a sua parte, logo venceremos essa luta", destacou o jogador, de 32 anos, que atuou em 14 dos 21 jogos do Alki Oroklini na liga nacional.

Sem saber se a bola voltará a rolar pela atual temporada, Geandro segue mantendo a forma física. O jogador detalha a situação do Chipre em meio à pandemia. "Pelo que nos foi passado, os clubes e a liga querem encerrar a temporada, mas estão aguardando respostas da UEFA e da FIFA. Enquanto isso não acontece, eu sigo realizando alguns trabalhos físicos em casa. A partir desta semana, também vou conseguir fazer atividades na praia. Os atletas de alto rendimento poderão entrar em contato com o governo local e solicitar uma permissão para praticar atividades nesses locais uma vez por dia. Isso vai nos ajudar bastante. Se você for pego na rua sem uma autorização desse tipo, será multado em 300 euros", relatou o volante, que no Brasil atuou por clubes como Bragantino, Joinville, CRB e Remo.

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Enquanto aguarda uma melhora na situação da pandemia da Covid-19 no Chipre, Geandro começa a planejar a sequência do ano. O seu contrato com o Alki Oroklini se encerra ao final da temporada europeia e o jogador não esconde o desejo de retornar ao Brasil.

"Este período na Europa tem sido muito importante para a minha evolução como atleta, mas sinto que está na hora de buscar novos desafios. O meu contrato com o Alki Oroklini se encerra ao final da temporada e já estou analisando algumas situações. Eu e minha família achamos que este é o momento de voltarmos para o Brasil. Estou 100% fisicamente e pronto para retornar ao futebol brasileiro assim que as coisas melhorarem", concluiu o jogador, campeão paraense pelo Remo em 2018.

Geandro fala sobre seus dois primeiros jogos no futebol do Chipre

Foto: divulgação Alki Oroklini

Geandro atuando pelo Alki Oroklini

O volante Geandro, que esse ano disputou a Série A2 do Paulistão pelo São Bernardo, fechou com o Alki Oroklini, da segunda divisão do Chipre. O campeonato nacional já teve duas rodadas, sendo que na primeira, o time do brasileiro perdeu fora de casa e na segunda, ganhou em casa.

“Aqui é um jogo muito pegado, de muita correria e força física. As vezes uns jogos são de mais qualidade e as vezes uns são mais de força. Nos dois primeiros jogos da competição pegamos uma mistura dos dois”, comentou o volante.

Geandro está tendo sua primeira passagem pelo futebol europeu. Apesar disso, não teve problemas e conseguiu logo sua titularidade. No Brasil, antes de atuar no São Bernardo, passou por CRB, Bragantino, Joinville, Londrina, Portuguesa, Boa Esporte e Remo.

“A adaptação está sendo boa, cheguei na época do verão e por causa do valor tive mais facilidade pra me adaptar. Só tive um problema no começo por causa do fuso horário, mas em questão de duas a três semanas, já estava tranquilo”, finalizou.

Há 5 anos, o APOEL Nicósia fazia história na Liga dos Campeões

Por Lucas Paes

Jogadores do APOEL comemoram gol de Manduca contra o Porto (Getty Images/UEFA)

Atualmente, a Liga dos Campeões da UEFA não é uma competição muito acostumada a protagonizar zebras. Aqui na América do Sul, em anos recentes, tivemos Nacional do Paraguai (2014) e Independiente Dell Vale (2016) chegando à final do torneio continental. Na Europa, seria o equivalente a times como Catania ou Leicester City chegarem à final da competição. 

Mas há cinco edições, no ano em que o Chelsea terminaria fazendo história, uma equipe do Chipre, pequeno país situado em uma ilha no meio do Mar Mediterrâneo, levantou voos altos pela Europa e chegou até as quartas de final, sendo eliminada pelo Real Madrid de Kaká e Cristiano Ronaldo.

No que se refere ao futebol cipriota, os Thrylos (Lendários) são a principal e maior equipe do país. Maior campeão do nacional (25 conquistas), da Copa (19 conquistas) e da Supercopa (10 títulos). Mas, até aquela temporada, o time nunca havia alçado um voo tão alto em competições europeias.

Manduca era o principal jogador da equipe (reprodução: ESPN Brasil)

A temporada 2011/2012 foi o ápice da equipe. O APOEL eliminou Skenderbeu Korce (Albânia), Slovan Bratislava (Eslováquia), e Wisla Krakow (Polônia) e chegou até a fase de grupos, onde foi sorteado ao lado de Shakhtar Donetsk (Ucrânia), Porto e Zenit (Rússia). Aqui, abro espaço para uma recordação pessoal: ninguém esperava qualquer coisa dos cipriotas, seja em comunidades do finado Orkut, seja em discussões no também finado MSN, ou em programas dos canais ESPN, os favoritos à vaga eram Porto e Zenit. 

Só que o APOEL estreou com o pé direito, batendo o Zenit por 2 a 1 no Chipre. Depois conseguiu um empate por 1 a 1 com o Shakhtar na Ucrânia e outro empate por 1 a 1 com o Porto em Portugal. No returno, vitória histórica contra o Porto em casa (2 a 1), empate com o Zenit na Rússia (1 a 1) e, na última rodada, mesmo a derrota por 2 a 0 para o Shakhtar em casa não impediu a classificação dos cipriotas, terminando inclusive na primeira posição do grupo.

Nas oitavas de final, duelo contra o Lyon: Primeiro, em Gerland, vitória francesa por 1 a 0. Na volta, em Nicósia, vitória do APOEL pelo mesmo placar. Nos pênaltis, tudo ocorria bem para que nada de estranho acontecesse, até que Chiotis virou herói. O goleiro grego pegou os pênaltis de Lisandro Lopes e Michel Bastos. Entre as duas defesas, o meia macedônio Trickovski acertou sua penalidade, colocando assim o APOEL nas quartas.

Estreia com vitória contra o Zenit

No sorteio, o time do Chipre foi encarregado de pegar um titã do futebol europeu, o Real Madrid, um adversário quase imparável. Jogando a primeira em casa, os cipriotas conseguiram segurar o Real Madrid até os 29 do segundo tempo, quando Benzema fez 1 a 0, depois disso, outro gol do francês e um de Kaká complicaram demais a situação. Por fim, na volta, o APOEL até conseguiu dois gols em cima dos galácticos, mas levou outros cinco e foi eliminado. Mesmo com a derrota de goleada no placar agregado para os espanhóis, a campanha ficou marcada na memória do torcedor. 

Os destaques da equipe eram o atacante argentino Esteban Solari e os meio campistas brasileiros Manduca e Airton, desconhecidos no Brasil. Manduca, porém, é um dos ídolos da história do APOEL, tendo ficado cinco anos no clube cipriota. 

Posteriormente, o time chegou até outra fase de grupos da Liga dos Campeões na temporada 2014/2015, e em outras duas fases de grupos da Liga Europa (2013/2014 e 2015/2016). Este ano, depois de cinco anos da histórica campanha na Liga dos Campeões, o APOEL chegou ao mata-mata da outra competição continental.

Gol, pênaltis e comemoração do jogo contra o Lyon

Curiosidades do time de 2012

-Além da campanha histórica na Liga dos Campeões, o time ganhou apenas a Supercopa do Chipre, ficando na terceira colocação no campeonato cipriota e caindo na segunda rodada da Copa do Chipre.

-Time base: Chiotis/Pardo, Poursaitides, Oliveira, Paulo Jorge, Alexandrou; Pinto, Morais, Charalambidis, Manduca, Ailton; Solari. 

-O artilheiro da equipe naquela temporada foi Solari com 13 gols, seguido por Manduca e Ailton, que foi o artilheiro do time na Liga dos Campeões, com 7 gols marcados.

-O treinador da equipe era o sérvio Ivan Jovanovic, que, como jogador, foi um dos maiores ídolos (se não o maior) da história do Iraklis Tessalônica, da Grécia.

O Curioso do Futebol

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