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Portuguesa Santista anuncia o lateral-esquerdo Caio Ribeiro

Foto: Agência Briosa

Caio Ribeiro estava na Caldense

A Portuguesa Santista segue trabalhando na montagem do seu elenco para a disputa do Campeonato Paulista da Série A2 de 2023. O treinador Sérgio Guedes vai poder contar com o lateral-esquerdo Caio Ribeiro, que foi anunciado nesta quarta-feira, dia 21.

Aos 26 anos, Caio Ribeiro foi revelado pelo Paysandu e já passou por clubes como Remo, Tuna Luso, Grêmio Osasco e Flamengo de Pernambuco. Em 2022, disputou o Campeonato Mineiro pelo Patrocinense e a Série D pela Caldense.

Elenco - Além do lateral-esquerdo Caio Ribeiro, a Portuguesa Santista acertou as contratações do goleiro Cleyton; dos zagueiros Itambé e Lucas Cunha; dos laterais Evandro e Kellyton; dos volantes Nonato, Lucas Silva e Judá; os meias Danilo Pereira, Diogo Carlos e Carlos Alberto; e os atacantes Pedro Felipe, Erik e Caio Mancha.


O goleiro Leandro e os zagueiros Brumati e Maurício Ramos foram mantidos no clube para seguir na temporada. A Portuguesa Santista estreia na competição contra o Novorizontino no Estádio Ulrico Mursa, em Santos, provavelmente no dia 15 de janeiro, domingo, às 10 horas

A passagem de Caio no Flamengo

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Caio teve duas passagens pelo Flamengo

Hoje comentarista na Rede Globo de Televisão, Caio Ribeiro Decoussau, mais conhecido apenas como Caio Ribeiro, está celebrando o seu 47º aniversário nesta terça-feira, dia 16 de agosto de 2022. Enquanto jogador, teve duas passagens pelo Mengão, sendo uma no fim da década de 90 e a outra no início dos anos 2000.

Nascido na capital paulista, o ex-atacante foi revelado nas categorias de base do São Paulo, mesmo clube onde também se profissionalizou. Depois de atuar no Tricolor do Morumbi, rumou para o futebol italiano. No país do velho continente, defendeu equipes como a Internazionale de Milão e o Napoli entre 1995 e 1997. Quando retornou ao Brasil, ainda jogou no Santos de 97 a 98, ano em que foi emprestado para o Flamengo.

Chegou ao time rubro-negro carioca com a intenção de jogar ao lado de Romário, mas acabou não conseguindo ser muito regular e se tornou um apenas uma opção para entrar no decorrer das partidas. Foi justamente por entrar durante o segundo tempo e incendiar os jogos que Caio começou a ganhar a simpatia da Nação, já que o fato de não render o que se esperava quando começava entre os titulares fazia com que a imprensa esportiva questionasse o seu talento.

Nesta sua primeira temporada vestindo a camisa do Mengão, o avançado balançou as redes adversárias em apenas três oportunidades. Em 1999, seu segundo ano jogando pelo Fla, que sua história dentro do clube começou a ser contada de uma outra maneira. Com a saída de Romário, Caio conquistou o seu lugar em definitivo no ataque rubro-negro e ainda foi decisivo na conquista da Copa Mercosul. Isso porque, marcou três gols nos dois jogos da grande final, sendo dois na ida e um na volta.

Nesta mesma temporada, o atacante ficou marcado a história do time flamenguista por ter sido o primeiro jogador de linha a ter de atuar como goleiro no decorrer de um jogo pelo clube. Este episódio aconteceu no dia 11 de setembro, quando o Flamengo enfrentava o Gama, em uma partida válida pelo Brasileirão.

Isso só aconteceu porque o goleiro Clemer acabou sendo expulso por fazer uma defesa fora da área para evitar o gol do time de Brasília. Para substituir o arqueiro, Caio, havia entrado no decorrer do confronto, foi para debaixo das três traves, onde ficou por 10 minutos e não foi vazado. Este momento fez o atleta conquistar o carinho da torcida rubro-negra de maneira definitiva.


Após o final do empréstimo, o atacante retornou ao Santos, onde jogou entre 2000 e 2001. Posteriormente, ainda jogou no Fluminense até metade de 2002, período em que voltou para o Flamengo, mas por um período mais curto em relação a sua primeira passagem.

Na época de sua chegada, Caio foi a primeira grande contratação do clube rubro-negro que disputaria Copa dos Campeões daquele ano. Essa sua vinda só aconteceu porque o jogador aceitou uma redução do seu salário. Nesta segunda passagem, jogou oito partida, mas não fez nenhum gol.

Depois de ter seu vínculo encerrado com o Mengão, ainda defendeu clubes como o Grêmio, Rot-Weiss Oberhausen e encerrou a sua carreira como jogador de futebol profissional no Botafogo em 2005.

A fraca passagem de Caio Ribeiro pela Internazionale

Foto: arquivo Internazionale

Caio sendo apresentado na Internazionale: oito jogos e nenhum gol

Atualmente comentarista da Rede Globo de Televisão, Caio Ribeiro Decoussau está completando 45 anos neste 16 de agosto de 2020. Atacante com altos e baixos na carreira, ele chegou a ser uma aposta da Internazionale de Milão, que levou a então jovem promessa do São Paulo em 1995. Porém, o retrospecto dele no time azul e preto não foi nada bom.

Tudo começa na Copa do Mundo Sub-20 de 1995, realizada no Qatar. Apesar de o Brasil ter perdido o título na final contra a Argentina, Caio acabou sendo escolhido o melhor jogador da competição, ganhando a Bola de Ouro. Como ele já jogava constantemente no São Paulo, apesar de não ser titular absoluto, além do destaque no Mundial de Juniores, acabou chamando a atenção de vários times europeus.

Houve uma grande disputa pela então "nova joia do futebol brasileiro". E quem ganhou o "leilão" foi a Internazionale, na época recém adquirida pelo empresário Massimo Moratti, que pagou US$ 5 milhões e levou Caio para a Itália. Mas o que parecia sucesso certo, acabou sendo um grande fracasso.

Ele chegou na mesma época de outro brasileiro, que depois teria muito mais fama no futebol mundial: Roberto Carlos. A expectativa era grande e esperava-se que Caio fizesse muitos gols pela Inter. Mas a realidade não foi esta.

Caio não conseguiu lidar com a pressão sobrenatural para um jovem de apenas 20 anos, além de ter sido preterido logo de cara pelo então técnico Roy Hogdson, adepto de um jogo mais pesado e duro, que fugia totalmente às características do veloz atacante. A estreia do atacante ocorreu apenas no dia 29 de novembro de 1995, contra a Lazio, pela Copa Itália, algum tempo depois de sua chegada.

Longe da família e dos amigos e na reserva de Branca e Ganz, o jovem não rendia nos treinamentos e passou a despertar a desconfiança dos jornalistas que acompanhavam a equipe. A imprensa, então, passou a exercer ainda mais pressão sobre o jogador, que passava a lidar cada vez pior com a situação insustentável em Milão.


O problema só se agravava quando Caio era relacionado para as partidas da Inter. Nos únicos oitojogos que realizou com a camisa nerazzurra, o atacante não chegou nem próximo do jogador que havia explodido no Brasil. Depois de um total de oito jogos e nenhum gol marcado, ele saiu do time azul e preto.

Em decorrência das dificuldades de adaptação enfrentadas por Caio, o clube milanês decidiu emprestá-lo ao Napoli, em 1996, para que pegasse ritmo de jogo. Por lá, novamente, ele chegou na mesma época de outro brasileiro, o meia Beto, mas também não teve sucesso, disputando 20 jogos e passando em branco novamente.

Ao fim da temporada, em 1997, o Napoli o devolveu à Internazionale, que tentou negociá-lo. O Santos se interessou pelo atacante, que o contratou e ele desembarcou na Vila Belmiro no segundo semestre daquele ano, para a disputa do Brasileiro daquele ano.

No Peixe, viveu altos e baixos, foi emprestado algumas vezes, para Flamengo e Fluminense. Ainda defenderia Grêmio, Rot-Weiss Oberhausen, da Alemanha, e Botafogo, onde encerrou a carreira em 2005, com apenas 30 anos. Em seguida, tornou-se comentarista, função que ocupa até hoje.

A passagem de Caio pelo Napoli

Por Lucas Paes

Caio não foi bem em suas andanças pela Itália

Surgido como um raio, mas na base são-paulina, o comentarista Caio Ribeiro, que completa 44 anos neste dia 16 de Agosto, quando jogador, fugia do "berço" tradicional dos boleiros, vindo de família rica, tendo estudado em colégio particular e sendo fluente e inglês e espanhol. "Caioba" decidiu ser jogador ao invés de seguir o curso de administração na FAAP. Rapidamente, ascendeu sob o comando de Telê Santana no "expressinho" do Tricolor Paulista e depois de explodir em competições com a Seleção Brasileira sub-20, foi contratado como estrela pela Internazionale. Sem conseguir se firmar em Milão, sofrendo com a pressão, acabou emprestado ao Napoli.

Chegou aos Partenopeo no ano de 1996, com 21 para 22 anos. Mas, também não conseguiu se firmar com a camisa do ex-clube de Maradona. Quando titular, pouco conseguia fazer, parecia não conseguir se dar bem com os holofotes. Seu único gol com a camisa napolitana foi diante da Lazio, em jogo válido pela Copa Itália. Copa Itália aliás onde o Napoli foi vice-campeão. Caio também marcou em seu pênalti na disputa da marca fatal contra a Internazionale, na semifinal. 

Acabou deixando os napolitanos ao final da temporada, vestindo a camisa do clube por 25 vezes e marcando um gol apenas. Apesar da passagem ruim, Caio acabou criando carinho pelo clube, tendo imagens inclusive comemorando efusivamente a vitória da equipe diante do Manchester City, em 2011, que valeu a vaga no mata-mata da Liga dos Campeões. Aliás, ele nunca conseguiu se firmar na Europa, voltando ao Brasil e tendo passagens interessantes, principalmente em Santos, Flamengo e Botafogo.

Talvez por ter saído muito jovem, talvez por realmente não ter feito uma boa escolha ao ser jogador, mas Caio Ribeiro nunca acabou conseguindo atingir seu potencial no futebol. Num caso relativamente parecido, Kaká acabou conseguindo estourar e virou ídolo no Milan, onde é guardando com carinho até hoje pelos torcedores. 

O Curioso do Futebol

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