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Nos pênaltis, diante do Palmeiras, Romero é heroi e classifica o Boca para a final da Libertadores

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/CONMEBOL

Mais uma disputa entre Boca e Palmeiras

O Boca Juniors está na decisão da Libertadores contra o Fluminense. O time argentino venceu o Palmeiras nos pênaltis por 4 a 2, depois de um empate por 1 a 1 no tempo normal, em jogo disputado na noite desta quinta, dia 5, no Allianz Parque e com isso conquistou a classificação para a decisão. Os Xeneizes voltam a decisão depois de 5 anos de ausência, desde a derrota para o arquirrival River Plate em 2018 e tenta se tornar o maior campeão com sete conquistas.

Na primeira partida, o placar de 0 a 0 em La Bombonera deixou tudo aberto, com o time alviverde segurando a pressão Xeneize. No final de semana, o Palmeiras acabou derrotado pelo Red Bull Bragantino fora de casa por 2 a 1, resultado que tirou o time da vice-liderança do Brasileirão. O Boca foi derrotado no Superclássico para o River dentro da Bombonera por 2 a 0 no final de semana. 

O jogo começou mais estudado entre as duas equipes, com o Palmeiras aos poucos tentando tomar mais a iniciativa, inclusive finalizando com perigo aos 14', num chute de Gabriel Menino que Romero pegou em dois tempos. O Boca, porém, segurava bem as pontas em São Paulo. Fora isso, o jogo era de pouquíssimas chances no Allianz Parque. Na primeira vez em que acertou um ataque, o time Xeneize saiu na frente aos 22', numa ótima jogada do ex-palmeirense Merentiel, que rolou para Cavani abrir o placar em São Paulo. 

O Palmeiras sentiu o golpe e passou a ter mais dificuldades ainda em conseguir criar lances de gol no Allianz Parque. O lance mais perigoso depois do gol foi do Boca, num chutaço de Barco que Weverton pegou. O Boca chegou a marcar o segundo aos 46', mas o lance foi bem anulado por impedimento já no campo. O primeiro tempo terminou com vantagem azul e amarela. 

Na etapa final, o Verdão tentou voltar pressionando e ocupava o campo de ataque do time argentino, que se defendia muito bem, como fez em toda a Libertadores. Aos 12 minutos, o time palmeirense teve suas duas chances mais perigosas no jogo, em uma linda enfiada de Endrick para Mayke parar em Romero e na sequência num torpedo de Veiga que o goleiro argentino pegou. Aos 26', Romero slavou o Boca mais uma vez numa cabeçada violenta de Rony. Na sequência, o Palmeiras empatou num míssil de Piquerez, que contou com a colaboração do até então herói Romero para empatar.

Depois do gol, apesar da pressão palmeirense, o Boca fez o que lhe é peculiar: não deixar o jogo rolar durante a maior parte do tempo. O árbitro, porém, deu apenas cinco minutos de acréscimo em São Paulo. Já nos acréscimos, Romero salvou um gol certo de Rony de bicicleta. Na sequência, Cavani teve ótima chance, mas entregou na mão de Weverton. O jogo terminou em empate que levou a decisão aos pênaltis. 

Nos pênaltis, o Boca abriu batendo com Cavani, que parou em Weverton, mas Romero devolveu o favor pegando o pênalti de Raphael Veiga. Valdez bateu a segunda do Boca e fez e Gomez parou em Romero. Valentini ampliou a vantagem do time argentino, que foi diminuída por Kevin, Figal marcou para o Boca, dando o "matchpoint" ao time argentino, mas Piquerez acertou um torpedo no gol. Fernandez teve a chance de definir e classificou o Boca. 


Agora, o Boca Juniors vai enfrentar o Fluminense na final da Libertadores, no Maracanã, no dia 4 de novembro, em horário que ainda vai ser definido oficialmente pela Conmebol. Muito antes disso, no final de semana, o Palmeiras recebe o Santos, em jogo que ocorrerá na Arena Barueri devido a shows que ocorrerão no Allianz Parque, no domingo, dia 8, às 16 horas, enquanto o Boca volta a campo na terça, dia 10, quando visita o Belgrano pelo Campeonato Argentino. 

Santos vence o Boca e segue vivo na Libertadores

Por Lucas Paes
Foto: Ivan Storti/SFC

Felipe Jonathan marcou o gol

O Santos está vivíssimo na Libertadores. O Peixe bateu o Boca, por 1 a 0, na noite desta terça, dia 11, na Vila Belmiro e assumiu o segundo lugar do seu grupo na competição. O Peixe superou uma arbitragem ruim e teve uma grande atuação em Santos, fazendo por merecer os três pontos que o mantém vivo e agora com maiores chances de classificação.

Em situação complicada na Libertadores, o Santos, terceiro colocado do grupo, vinha de vitória por 2 a 0 sobre o São Bento no Paulistão, que garantiu a permanência do clube na primeira divisão da competição. Enquanto isso, o Boca, já poupando jogadores devido a classificação no Campeonato Argentino, vem de derrota pelo placar mínimo para o Patronato, fora de casa.


O primeiro tempo foi muito agitado desde seu início. O Peixe partiu para cima e criou logo cedo com Ângelo, interceptado na hora do chute e com uma bola lançada para Felipe Jonathan onde o lateral não conseguiu finalizar. O Boca chegou aos 6', com Tevez cabeceando por cima do gol num lindo cruzamento de Buffarini.


Pouco depois, Pavón obrigou João Paulo a trabalhar em um bom chute de longe. Na sequência, aos 12', Kaio Jorge fez boa jogada individual e chutou para defesa tranquila de Rossi. Aos poucos, os Xeneizes foram tomando as ações, mas pouco conseguiam chegar com perigo, enquanto o Peixe também tinha dificuldade. Aos 38', Kaiky salvou o Santos num lançamento em que Villa sairia na cara de João Paulo. 

Quando parecia que o primeiro tempo terminaria sem gols, aos 40 minutos, o Santos fez linda jogada, rodou a redonda até ela chegar em Felipe Jonathan, que cortou o marcador e jogou no cantinho, abrindo o placar na Vila. O Boca respondeu com Tevez, que tentou um chute da entrada da área, mas pegou mal. Na sequência, Lopez travou um chute de Pirani, evitando que o Santos saísse do primeiro tempo com uma vantagem maior.


O Peixe voltou pressionando e teve um pênalti claríssimo ignorado a seu favor em um toque de mão de Isquierdoz. Aos 5', os argentinos ofereceram perigo e Tevez tentou encobrir o goleiro e errou. O Peixe era melhor e Buffarini era particularmente infernizado por Lucas Braga.  Aos 23 minutos, o juiz perdeu completamente o controle do jogo, inclusive expulsando os dois treinadores, após dar um amarelo para Lucas Braga numa falta cometida por Kaio Jorge. As chances eram raras para os dois lados. Aos 34', Tevez tentou de longe e João Paulo defendeu com tranquilidade. Aos 37', Pavon chutou por cima do gol. Aos 45', Pavon arriscou de longe e ela foi desviada para escanteio. Apesar das tentativas Xeneizes, a vitória foi santista.

Agora, os santistas, fora do Paulistão, só voltam a campo pela própria Libertadores na próxima terça, as 19h15, na Bolívia, contra o The Strongest, o que dá um tempo de trabalho para Fernando Diniz. O Boca, por sua vez, pega o River, na Bombonera, no domingo, em jogo válido pela semifinal do Campeonato Argentino e que ainda não tem horário definido para ocorrer.

Santos luta, mas perde para o Boca e se complica na Libertadores

Por Lucas Paes
Foto: Ivan Storti/SFC

Não deu para o Santos na Bombonera

O Santos se complicou de vez na Libertadores. Mesmo lutando, o Alvinegro Praiano acabou derrotado pelo Boca Juniors por 2 a 0, na noite desta terça, dia 27, na La Bombonera e se encontra numa situação quase irreversível na competição. É o quarto jogo seguido com derrota para os santistas no ano de 2021, sendo também o quarto consecutivo sem conseguir marcar gols. 

Em crise, o Santos havia perdido seu treinador, Ariel Holán, após a pressão aumentar depois da derrota para o Corinthians por 2 a 0, no final de semana, em plena Vila Belmiro. O Boca, por sua vez, vinha de uma vitória por 2 a 0 sobre o Huracán, fora de casa.

O Santos começou ocupando mais o campo de ataque, mas só foi oferecer mais perigo numa falta de Gabriel Pirani aos 9 minutos, que obrigou Rossi à trabalhar. O Boca não pressionava e com isso o Santos estava mais a vontade em campo. Aos 14', o Boca deu o primeiro ataque, numa bola confusa que sobrou para conclusão de Villa para defesa de João Paulo.


Aos poucos, o Boca equilibrou as ações, mas não conseguia atacar com grande perigo, como aliás nem o Peixe conseguia. Aos 25', Tevez, de muito longe, chutou por cima do gol.  Aos 42', na melhor chance do primeiro tempo, Pavón parou em uma defesaça de João Paulo. A primeira etapa terminou mesmo sem gols.

A etapa final começou com o Boca abrindo o placar, numa cobrança de escanteio, Marcos Leonardo falhou, deu condição para Tevez receber sozinho, embaixo do gol e marcar. Depois do gol, o Peixe sentiu, mas seguiu tendo até mais a posse da bola, porém sem conseguir oferecer grande perigo ao Boca, que parecia satisfeito com o placar mínimo.


O contra-ataque sobrava para o time argentino e os 14 minutos, num ótimo contra ataque, Tevez fintou Luan Peres e lançou para Villa marcar o segundo gol. A partir daí, desesperado, o Alvinegro Praiano pouco conseguiu fazer para evitar a derrota, mesmo com os Xeneizes dando a bola ao time brasileiro. Mais uma derrota para o Santos, que segue navegando em águas super turbulentas.

Agora, os Xeneizes pegam o Lánus, no domingo, às 10 horas da manhã, na Bombonera. O Santos tem um perigoso jogo contra o Bragantino, em Bragança Paulista, no sábado, em horário que, por incrível que pareça, ainda está á definir. Uma derrota pode inclusive complicar a situação do Peixe com relação à um inimaginável, porém possível, rebaixamento para a Série A2 do Paulistão.

Há 40 anos, Maradona fazia seu primeiro jogo oficial pelo Boca

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Maradona estreou pelo Boca em 1981

Recentemente, no terrível ano de 2020, o futebol perdeu o mais humano de seus deuses, o argentino Diego Armando Maradona. O Pibe De Oro teve uma carreira marcada pelos gols, boas jogadas, por uma Copa do Mundo onde praticamente carregou a argentina nas costas e demoliu os rivais ingleses rumo ao título e, é claro, pela sua enorme ligação com o Boca, apesar do pouco tempo jogando por lá. Em 22 de fevereiro de 1981, Don Diego vestiu pela primeira vez a camisa Xeneize em um jogo oficial.

Maradona chegou ao Boca numa operação de uma quase malandragem do próprio Pibe. O River Plate, clube mais rico da Argentina à época, já tinha muita coisa adiantada para contar com o craque do Argentinos Juniors, até que o próprio Diego declarou que iria ao Boca. As notícias foram saindo e restou então a ação da diretoria Xeneize, que fechou a contratação e trouxe Don Diego para La Bomboenera, inicialmente por empréstimo que depois virou compra.

A estreia oficial, diante do Talleres, tinha uma La Bombonera completamente abarrotada. O Pibe não demorou muito a marcar o primeiro do jogo, de pênalti. Inspirado, o segundo gol partiu de um lançamento incrível do camisa 10 para Brindisi só tocar e sair para o abraço. O terceiro, ainda no primeiro tempo, veio em outra jogada de Diego com Brindisi, que recebeu passe e cortou o zagueiro do Talleres para marcar. O primeiro tempo terminou 3 a 0.

Na etapa final, o Talleres finalmente conseguiu respirar e marcar um gol, num chutaço de Rinaldi após bela jogada individual. Mas, sem deixar os visitantes terem esperança, Maradona marcou mais um, cobrando outro pênalti e fechou o marcador em 4 a 1 para o Boca, saindo aplaudido de campo pelos torcedores na etapa final.


O Boca seria campeão daquele Metropolitano, com um dos maiores símbolos da conquista sendo uma vitória espetacular diante do River Plate por 3 a 0, num dia onde Maradona e Brindisi deram show. Maradona sairia de La Bombonera em 1982, seduzido pelo dinheiro e o prestígio do Barcelona. Aquele jogo com Talleres foi apenas o início de uma bonita história.

Santos faz uma partidaça, vence Boca na Vila e está na final da Libertadores

Por Lucas Paes
Foto: Ivan Storti/SFC

O Santos está na final da Libertadores

Não teve nem como ter dúvidas, pois o Santos simplesmente destroçou o Boca Juniors na Vila Belmiro. Na noite desta quarta, dia 15, o Peixe bateu os Xenezies por 3 a 0 e se classificou para a decisão da Libertadores. Agora, o Alvinegro Praiano fará o clássico com o Palmeiras na decisão, num jogo que promete muito. É a primeira vez que os dois maiores vencedores de títulos nacionais do Brasil se enfrentarão numa Libertadores.

O Santos vinha de uma surpreendente vitória no clássico diante do São Paulo no fim de semana, em pleno Morumbi, com um time "misto", por 1 a 0. O Boca empatou no final de semana contra o Argentinos Juniors, fora de casa, por 2 a 2 e se classificou para a final do Campeonato Argentino, ou melhor, da Copa Diego Maradona. Na primeira partida dessas semifinais, na Bombonera, o jogo terminou num empate sem gols. 

O Santos começou com tudo, Marinho roubou uma bola na pressão e mandou um tiro na trave. Pituca mandou o rebote para fora. Depois, o duelo ficou travado. Aos 11', num escanteio de Soteldo, Kaio Jorge desviou e a redonda passou por todo mundo. Pouco depois, Pituca teve boa chance, mas bateu por cima do gol.


O Peixe pulou na frente aos  15', com Pituca, que pegou o rebote de um toque de mão do zagueiro dos Xeneizes para marcar. A partir daí, o confronto voltou a ficar travado. Aos 31', o Boca chegou com perigo num chute de Villa, num possível rebote de uma falta em Tevez. A partir daí, os argentinos tiveram a bola, mas quem veio com perigo foi o Peixe, primeiro com um míssil de falta de Marinho que Andrada sofreu para defender e depois num chute perigoso de Kaio Jorge.

Na etapa final, o Peixe buscou o segundo rapidamente, numa roubada de bola, Soteldo cortou e fez um golaço, aos 4 minutos. Não demorou nem cinco minutos e veio o terceiro, quando em outra bola roubada, Marinho entrou na área, rolou e Lucas Braga fez. Aos 8', Tevez quase marcou um golaço, mas ela passou. Um lance bizarro aconteceu aos 14', com o Boca insistindo em tentativas de chutes seguidas na área com João Paulo fazendo uma defesaça.


Com os Xeneizes perdendo o foco, o quarto quase veio aos 23', mas o chute de Marinho passou ao lado do gol. Logo depois, João Paulo fez uma defesaça para evitar um possível gol argentino, numa cabeçada na pequena área. Destroçado anímicamente, o Boca mais assistiu o Santos jogar dali à frente do que qualquer coisa. Aos 41', Madson perdeu uma chance clara para transformar o resultado em goleada na cara de Andrada. Nos acréscimos, Andrada ainda fez uma defesa espetacular numa chance de Kaio Jorge. Não havia mais nada que o Boca pudesse fazer, a vaga na final era do Santos.

Agora, o Alvinegro Praiano volta a jogar no domingo, as 16 horas, contra o Botafogo, na Vila Belmiro, pelo Brasileirão. Já o Boca decidirá o Campeonato Argentino no domingo, as 22h10, pelo horário de Brasília, em San Juan. A decisão da Libertadores, entre santistas e palmeirenses ocorrerá no dia 30 de janeiro, no Maracanã, as 17 horas, mais uma vez em jogo único.
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