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Baltazar, o 'Cabecinha de Ouro' - Um grande ídolo do Timão

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Baltazar se tornou um ídolo na história do Timão

Oswaldo Silva, ex-atacante popularmente conhecido somente como Baltazar, o 'Cabecinha de Ouro', estaria celebrando 98 anos de vida neste domingo, dia 14 de janeiro de 2024, caso ainda estivesse vivo. Ao longo de sua carreira como atleta profissional, o avançado teve uma trajetória marcante pelo Corinthians entre metade da década de 40 e o fim dos Anos 50, sendo um dos maiores ídolos história do clube.

A estreia do atacante pelo clube alvinegro do Parque São Jorge aconteceu no dia 15 de novembro de 45, quando o Timão empatou em 5 a 5 coma equipe do Jabaquara, num amistoso disputado no Estádio Ulrico Mursa, em Santos. Naquela ocasião, o jovem de 19 anos iniciou a partida no banco de reservas.

Lembrado por ser um exímio cabeceador, o atacante fez cerca de 71 dentre os 269 gols que marcou pelo Timão deste mesmo jeito e por isso, ganhou o apelido de Cabecinha de Ouro. Se sagrou artilheiro do Torneio Rio-São Paulo de 50, tendo marcado nove gols e do Campeonato Paulista de 52, anotando 27 tentos. 

Estes excelentes números pelo Coringão o levaram a ser convocado para a Seleção Brasileira. Inclusive, teve a oportunidade de defender a Amarelinha na Copa do Mundo de 50, além das Eliminatórias e o próprio Mundial que viria a acontecer quatro anos depois.

No seu último jogo com a camisa do Time do Povo, o Alvinegro sofreu uma goleada de 5 a 2 para a Portuguesa, pelo Torneio Rio-São Paulo de 57, no Pacaembu. Desta vez, o já veterano Baltazar, com seus 31 anos de idade, iniciou a partida entre os titulares.


O avançado disputou 404 jogos pelo clube e marcou 270 gols com a camisa corintiana de acordo com o site MeuTimão.com. No decorrer de sua trajetória pelo clube, ainda se tornou o 20º jogador que mais defendeu o clube, o terceiro atacante com mais jogos, o 15º atleta que mais jogou pelo time durante o Século XX, o segundo maior goleador do Coringão, o segundo avançado que mais fez gols pelo Timão e o 26º jogador que mais levantou troféus no Timão.

Baltazar, o "Cabecinha de Ouro", no Juventus em 1957

Foto: arquivo

Baltazar passou pouco tempo no Juventus

Em 14 de janeiro de 1926 nascia um dos grandes centroavantes do futebol brasileiro. Baltazar, o "Cabecinha de Ouro", foi ídolo do Corinthians e Seleção. Porém quando saiu do Timão, foi defender o Juventus, no ano de 1957.

Nascido em Santos, Oswaldo da Silva começou no Jabaquara, de sua cidade natal. Chamou tanto a atenção de todos que logo o Corinthians o buscou, quando ainda tinha 19 anos, em 1945. Seus gols de cabeça logo lhe deram o apelido de "Cabecinha de Ouro".

Permanecendo no clube de Parque São Jorge entre 1945 e 1957, e ele mesmo reconhecia não ter muita habilidade com os pés, mas os mais antigos torcedores alvinegros não se esquecem da excelência nas jogadas aéreas.

Após sair do Corinthians, foi jogar no Juventus. Na Moóca, foi recebido com estatus de grande jogador. Mas ele já não era o mesmo centroavante dos tempos de Timão. Fez poucas partidas no Moleque Travesso e deixou o clube ainda em 1957.


Ainda passou novamente por Jabaquara, clube que o revelou, e encerrou sua carreira pelo União Paulista em 1959, aos 33 anos. Baltazar veio a falecer em 25 de março de 1997, com 71 anos, em São Paulo, em decorrência de seus múltiplos problemas físicos.

O gol de Baltazar que deu o título brasileiro ao Grêmio em 1981

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Baltazar marcou o gol do título brasileiro do Grêmio em 1981

Neste dia 3 de maio de 2022, se completam 41 anos atrás que, Baltazar Maria de Morais Júnior, marcava o gol do primeiro título brasileiro da história do Grêmio em pelo Estádio do Morumbi. Na ocasião, o Imortal Tricolor enfrentava a equipe do São Paulo na decisão do campeonato nacional do ano de 1981.

Após fazer grande campanha durante as fases iniciais, o clube de Porto Alegre despachou equipes como o Vitória da Bahia nas oitavas de final, o Operário do Mato Grosso do Sul nas quartas e a Ponte Preta nas semifinais. Já o time da capital paulista conseguiu passar das primeiras fases e trilhou a seu caminho à grande final eliminando Santos, Internacional e Botafogo.

No jogo de ida da decisão, o Grêmio havia recebido o São Paulo no Estádio Olímpico no dia 30 de abril e conseguiu uma excelente vitória pelo placar de 2 a 1. Naquela oportunidade, Paulo Isidoro marcou os os dois gols gremistas, enquanto o único tento da equipe do Morumbi foi feito por Serginho Chulapa. O atacante Baltazar, que seria o ator do gol no segundo confronto, perdeu um pênalti. Por ter superado tal fato, ganhou o apelido de "Artilheiro de Deus".

A partida de volta, marcada para o dia 3 de maio, ficou marcado de forma especial para o torcedor do Imortal Tricolor. Até porque, viram o time gaúcho conquistar o seu primeiro título do Campeonato Brasileiro. Além disso deste episódio ter acontecido longe de casa, a vitória veio através de um golaço marcado pelo atacante Baltazar.

Eram 20 minutos jogados no segundo tempo e o placar estava empatado em 0 a 0 no Morumbi. Até que, Baltazar, o "Artilheiro de Deus", recebeu passe, dominou a bola no peito e, sem deixar a bola quicar no solo, pegou um sem pulo na entrada da área para acertar o ângulo do goleiro Waldir Peres. Era o gol do título do Grêmio!


Baltazar, que antes do Grêmio tinha defendido o Atlético Goianiense, saiu do Imortyal Tricolor no ano seguinte. Ele passaria por Palmeiras, Flamengo, Botafogo, Celta de Vigo, Atlético de Madrid, onde foi artilheiro do Espanhol, Porto, Rennes, Goiás e Kyoto Sanga, onde encerrou a carreira em 1996.

Ídolo do Timão, Baltazar completaria 96 anos nesta sexta

Foto: arquivo

Baltazar, o Cabecinha de Ouro

Nesta sexta-feira (14), um dos grandes nomes da história do Sport Club Corinthians Paulista, Oswaldo Silva, o Baltazar, completaria 96 anos de idade. O Cabecinha de Ouro, apelido dado pela sua habilidade em fazer gols de cabeça, entrou para história do Timão.

Nas suas primeiras competições oficiais pelo Timão, Baltazar não teve sorte. Foi vice-campeão de 1946 e 1947, conquistando sua primeira competição em 1950, quando ajudou sua equipe a ganhar o Torneio Rio-São Paulo, sendo inclusive o artilheiro daquela competição, com 9 gols.

Nessa época, já se encontrava entrosado com Cláudio. Apesar de os dois atacantes possuírem uma jogada característica (cruzamento de Cláudio pela direita e cabeçada de Baltazar), nenhuma zaga conseguia pará-los. Daquele ataque matador, surgiram as maiores glórias do Corinthians na década de 50. Em 1951 o Corinthians tinha um ataque arrasador, pois em 28 jogos marcou 103 gols e que era assim formado; Cláudio, Luizinho, Baltazar, Carbone e Mário.

A fama de suas testadas, era tanta que virou até música. A marchinha “Gol de Baltazar”, composta por Alfredo Borba, em 1952, foi feita em homenagem ao craque. O refrão refletia algo corriqueiro no cotidiano dos torcedores corintianos, que dizia assim; “Gol de Baltazar, gol de Baltazar, gol de cabecinha, 1 a 0 no placar”.

Seu apelido surgiu após comparações com seu irmão, que se chamava Baltazar e também era jogador de futebol. Entretanto, diferentemente do irmão, o verdadeiro Baltazar não obteve sucesso no esporte. Em maio de 1957, foi vendido para o Juventus da Moóca, onde encerrou sua carreira no ano seguinte.


Baltazar acabou sendo o segundo jogador que mais vezes balançou a rede com a camisa corinthiana: foram 269 gols, sendo 71 de cabeça. “Nunca fui muito bom com os pés. Mas com a cabeça, nem o Pelé foi melhor do que eu”, explicou o atacante.

Baltazar foi jogador do Corinthians de 1945 a 1957 e esteve presente em 404 jogos. Além disso, conquistou títulos importantes como Rio-São Paulo (1950 e 1953) e Campeonato Paulista (1951/52 e 1954). Baltazar também jogou no Jabaquara, onde começou a carreira, e no Juventus.

Na reta final, Baltazar acredita na permanência do Sion na elite da Suíça

Foto: divulgação

Baltazar crê que Sion se mantenha na elite do futebol suíço

A briga pela permanência na Super Liga Suíça nunca esteve tão disputada nesta temporada. Com apenas três rodadas pela frente, quatro equipes lutam contra o rebaixamento, sendo elas o Sion, Vaduz, St. Gallen e Zurich. Titular e um dos destaques do Sion, o meia Baltazar projetou a reta final da competição.

"Sabemos da importância dessa reta final, já que estamos bem como nos últimos jogos, o St. Gallen nem tanto e também o Vaduz que acabou de perder. Temos que aproveitar essas oportunidades e, se queremos permanecer na primeira divisão, temos que fazer um excelente jogo contra o Luzern e conseguir os três pontos para seguirmos brigando", projetou Baltazar.

Na 10ª colocação com 34 pontos, o Sion entra em campo nesta quarta-feira (12) diante do Luzern, atual quarto colocado, com chances de subir uma posição diante de uma vitória para respirar na tabela de classificação. Com 36 pontos, em nono, o Vaduz perdeu o seu compromisso na rodada, na terça-feira (11), para o campeão Young Boys.


Revelado na base do Vila Nova, Baltazar soma 65 jogos pelo Sion, sendo 45 destes pela equipe principal e 37 na primeira divisão do país europeu. Além disso, são seis gols marcados e quatro assistências neste período pelo jogador de 21 anos.

Em 1944, pelo Jabaquara, o primeiro gol da carreira de Baltazar

Mateus Bezerra / FPF
Foto: reprodução


Osvaldo da Silva, o Baltazar, também conhecido como o "Cabecinha de Ouro", nasceu em Santos, no dia 14 de janeiro de 1926. Conhecido pela excelência quesito gols de cabeça, o atleta marcava seu primeiro tento como profissional, há exatos 76 anos, quando atuava pelo Jabaquara, em um jogo contra o Ypiranga.

Depois de chamar atenção pelos campos de várzea da Baixada Santista, Baltazar chegou ao Jabaquara em 1944, com apenas 18 anos, para iniciar sua carreira como profissional. Foi no clube santista que recebeu o apelido de “Baltazar”, nome de seu irmão mais velho que, por conta de um acidente de carro teve que deixar os gramados. Assim, Oswaldo aceitou ser chamado pelo nome de seu irmão, como uma forma de homenageá-lo.


Jabaquara - O Jabaquara Atlético Clube é uma das mais tradicionais agremiações esportivas de São Paulo. Localizado na cidade de Santos, foi fundado no dia 15 de novembro de 1914, por imigrantes europeus. O clube, inclusive, foi um dos membros fundadores da Federação Paulista de Futebol. Na época, o nome da agremiação era Hespanha.

No ano em que Baltazar integrou o elenco principal, foi justamente o maior da história do Jabaquara. Formou-se um elenco muito forte jogando ao lado de Leonaldo, Tom Mix, Armandinho e Bahia. Neste mesmo ano, o time fez uma excursão pelo interior paulista, disputando três partidas, vencendo todas. Os confrontos foram contra Internacional de Promissão, vencendo por 7 a 1, Bandeirantes de Birigui, 2 a 1, e Glória, de Cafelândia por 3 a 2. Em todas, Baltazar marcou gol.


O primeiro dos 331 - Atuando como meia-direita do Jabaquara, Baltazar fez sua primeira partida contra a Portuguesa, em Santos, no dia 1º de maio de 1944, em rodada válida pelo Campeonato Paulista. Os donos da casa venceram o duelo com placar mínimo, porém, o gol não foi marcado pelo futuro artilheiro.

Na partida seguinte, o jovem atleta deixaria sua marca registrada. No dia 28 de maio de 1944, em um domingo, também em jogo válido pelo Campeonato Paulista, o Ypiranga recebeu o Jabaquara. O time mandante venceu por 3 a 1, no entanto, neste dia, o 'Cabecinha de Ouro' marcou o seu primeiro gol como profissional. O goleiro do time adversário era ninguém menos que Barbosa, considerado o melhor goleiro de sua época, que também defendeu a Seleção Brasileira.


Ao todo, foram 331 gols na carreira de Baltazar. Inclusive, mesmo jogando apenas dois terços da competição estadual do ano de sua estreia no profissional, foi eleito a revelação do campeonato, fazendo sete gols, cinco deles de cabeça.

Cabecinha de Ouro - Conhecido como um dos melhores cabeceadores da história do futebol brasileiro, Baltazar se destacava por seus saltos para alcançar a bola no ar. Ele mesmo reconhecia não ser tão bom tecnicamente, porém se intitulava melhor do que Pelé, quando o assunto era cabeceio. Por conta de sua eficiência com a cabeça, surgiu o codinome “Cabecinha de Ouro”.

Baltazar atuou em apenas três clubes em toda sua carreira. Surgiu no Jabaquara, para depois chegar ao Corinthians, em 1946, onde atuou por 12 anos. No clube do Parque São Jorge, fez parte do esquadrão imortal formado ao lado de Cláudio, maior artilheiro do clube, Luizinho “Pequeno Polegar”, Carbone e Mário. Juntos, são lembrados até hoje pelo ataque que marcou 103 gols em 30 partidas, em 1951. Depois do sucesso no Alvinegro, ainda defendeu Juventus, lugar em que encerrou sua carreira, em 59.


Pelo Corinthians, Baltazar alcançou o ápice de sua trajetória. Com a camisa alvinegra levantou o tricampeonato paulista de 1951, 1952 e 1954, além do tricampeonato do Torneio Rio-São Paulo em 1950, 1953 e 1954. Com 266 gols, é o segundo maior artilheiro do clube, atrás do ex-companheiro Claudio, que anotou 305 tentos.

O 'Cabecinha de Ouro' também defendeu a Seleção Brasileira. Sua primeira competição oficial com a Amarelinha, foi a disputa da Copa do Mundo de 1950, a primeira disputada em terras tupiniquins. Na ocasião, o Brasil ficou com o vice, perdendo para o Uruguai na final, no fatídico 'Maracanaço'. Depois disso, foi convocado para as edições da Copa América de 53 e 56, e para a Copa do Mundo na Suíça, em 1954.

Baltazar - O 'Artilheiro de Deus' no Atlético de Madrid

Por Lucas Paes

Baltazar marcou muitos gols com a camisa do Atlético de Madrid, onde foi artilheiro de La Liga

Completando 60 anos neste dia 17 de Julho, Baltazar foi um dos principais atacantes do futebol brasileiro nos anos 1980. O "Artilheiro de Deus" fez parte de um dos melhores times da história do Grêmio e teve passagens boas por Flamengo, Palmeiras e até no Atlético Goianiense. Jogou também na Espanha, onde em 1988 chegou ao Atlético de Madrid, depois de boa passagem pelo Celta de Vigo.

Baltazar tinha o apelido pois fez parte de uma geração de jogadores que se auto-denominava "atletas de Cristo". O atacante nunca escondeu de ninguém sua fé cristã, sendo frequentador da igreja presbiteriana. Ele costumava afirmar que tudo em sua carreira ocorreu devido à Deus, inclusive dizendo que quando marcava gols era pois Deus quis e quando não marcava gols era pois Deus não quis. Após a aposentadoria, seguiu sendo um dos maiores divulgadores dos "Atletas de Cristo".

Chegou aos Colchoneros na temporada 1988/1989. Antes, havia sido artilheiro da La Liga com 34 gols pelo Celta. Repetiria o feito em Vicente Calderón, onde logo na primeira temporada foi de novo artilheiro do Camepeonato Espanhol, marcando 35 gols no total. Era a segunda vez que ganhava o "Troféu Pichichi". Foi também um dos maiores artilheiros da Europa naquele ano. Até hoje, tem posição alta entre os maiores artilheiros da La Liga por clubes. Sua excelente temporada o levou para a Copa América, onde foi campeão pelo Brasil.

Belo gol de Baltazar diante do Real Madrid

Mesmo os números altíssimos não foram suficientes para garantir uma posição como titular Colchonero na temporada 1989/1990. Acabou preterindo e perdendo a vaga de titular naquele biênio, ainda assim marcando 18 gols ao longo da temporada. Foi uma opção de Javier Clemente quando chegou ao Atlético de Madrid. Seus gols o garantiram como terceiro maior goleador de La Liga, apesar de ser reserva.

Começou a temporada 1990/1991 no Atleti, mas acabou deixando o clube pela porta dos fundos. Com a chegada de Schuster aos Colchoneros, acabou preterido e deixado de lado, indo parar no Porto na metade da temporada. Ainda assim, terminou sua passagem pelo Atleti com 61 gols em 93 jogos. Chegava já na parte final de sua carreira futebolística. Após jogar pelos Dragões, ainda teve passagens por Rennes e Goiás, antes de encerrar a carreira jogando no Kyoto Sanga, do Japão, em 1996. 

Baltazar, o 'Cabecinha de Ouro', no Jabaquara


O Jabaquara Atlético Clube, o Leão da Caneleira, está completando 103 anos de fundação neste 15 de novembro de 2017. Tradicionalíssimo clube da cidade de Santos e um dos membros fundadores da Federação Paulista de Futebol, o Jabuca tem uma linda história. Além disso, o clube já revelou vários grandes jogadores, sendo que dois deles foram grandes ídolos do Corinthians: o goleiro Gylmar e o então meio-campista, que no Timão virou centroavante, Baltazar, o 'Cabecinha de Ouro'.

Baltazar, batizado como Oswaldo Silva, nasceu em Santos, no dia 14 de janeiro de 1926. O menino, desde pequeno, não saía dos campinhos do Macuco, até que um dia ele foi levado para o Flor do Norte FC, time da várzea da cidade, por seu pai. Lá, ele começou a se destacar, mas como meia direita. Em 1943, por obra do destino, ele foi parar na cidade de Piracicaba, onde atuou no amador União Monte Alegre FC.

Em 1944, Oswaldo Silva voltou para Santos e foi jogar no Jabaquara, que na época tinha sede em seu bairro, o Macuco. Foi no Leão onde Oswaldo passou a ser chamado de Baltazar. O motivo foi que seu irmão mais velho, jogador do Santos FC, se chamava Baltazar. Ele sofreu um acidente, que o tirou dos gramados, e, por isso, Oswaldo aceitou ser chamado pelo nome do 'mano', como uma homenagem.

Baltazar, o terceiro em pé, pelo Jabaquara

Baltazar estreou na equipe principal do então Leão do Macuco em maio de 1944, como meia direita, e logo chamou a atenção de todos, virando o centro das atenções em seu bairro. Dois meses depois, o Jabuca enfrentou o São Paulo FC, vencendo pro 3 a 2. Baltazar marcou o gol da vitória.

Mesmo jogando apenas dois terços do Campeonato Paulista daquele ano, o atleta já era considerado a revelação da competição, tendo feito sete gols, sendo cinco de cabeça. Com isto, ele chamou a atenção dos times grandes da capital e acabou contratado pelo Corinthians.

No Timão, teve um começo tímido, mas como cabeceava com facilidade, foi deslocado para centroavante, onde virou ídolo da torcida e passou a até defender a Seleção Brasileira. Baltazar saiu do Corinthians em 1957, para defender o Juventus. Depois, ainda voltou ao Jabaquara e encerrou a carreira no União Paulista,  em 1959. O 'Cabecinha de Ouro' faleceu em 25 de março de 1997, quando morava em Praia Grande.
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