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Com 42 anos, Leandro marca o primeiro gol da Segundona Paulista 2025

Foto: reprodução

Leandro Oliveira quando foi apresentado pelo Assisense

O Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 2025 começou nesta sexta-feira, dia 18, com o Assisense vencendo o Olímpia por 3 a 1, no Tonicão, em Assis. O autor do primeiro gol da competição foi o experiente meia Leandro, de 42 anos, que resolveu retornar ao futebol profissional após seis anos de aposentadoria.

O lance aconteceu aos 4 minutos do primeiro tempo. Após cruzamento pela direita, Leandro Oliveira chegou sozinho na área e, de cabeça, perto da marca do pênalti, mandou a bola para o fundo das redes do Tonicão, abrindo o marcador para o Assisense.

O camisa 10 do Assisente ainda marcaria mais um, o terceiro do seu time, aos 14' da segunda etapa (Fernando Júnior havia feito o segundo aos 30' do primeiro tempo), também depois de um cruzamento pela direita, só que desta vez ele finalizou com a coxa. Já o Olímpia fez o gol de honra aos 40' da etapa complementar, com Vinícius Lopes.

Carreira - Leandro de Oliveira da Luz, que originalmente era lateral-esquerdo, nasceu em Cândido Mota, em 1º de março de 1983, e iniciou a carreira na base do Santos, onde se profissionalizou em 2002, tendo feito parte do elenco campeão brasileiro daquele ano, apesar de não ter entrado em campo na competição.


Em 2023, defendeu a Seleção Brasileira nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo, na República Dominicana, quando ganhou a medalha de prata, perdendo a final para a Argentina. Ainda defendeu Brasiliense, Botafogo de Ribeirão Preto e em 2004 teve sua primeira experiência internacional, no russo Saturn.

Ainda no Brasil defendeu Bragantino, Paysandu, Ponte Preta, e Matsubara. Em 2007 foi para o Vietnã, onde defendeu o Hai Phong e o Becamex Binh Duong. Depois de um breve retorno ao Matsubara, foi para a Tailândia, onde jogou por Port FC, Bangkok Glass, Osotspa FC e PTT Rayong, onde teve uma primeira parada na carreira em 2017.

Leandro voltou a atuar profissionalmente em 2019, defendendo o mato-grossense União Rondonópolis, parando mais uma vez de jogar após deixar a equipe. O jogador resolveu voltar aos gramados nesta temporada jogando pelo Assisense.

Confira abaixo o primeiro gol da Segunda Paulista de 2025, de Leandro:

Imagens: Paulistão / Youtube

Vereador Adriano Piemonte exibe na Câmara de Santos camisa do primeiro gol de Pelé

Foto: Comunicação Adriano Piemonte

Piemonte (dir) ao lado de Aarão Alves, filho de Manoel Maria e afilhado do Rei do Futebol, com as camisas usadas por Pelé e Zaluar no dia 7 de setembro de 1956 

7 de setembro é uma data importante para todo brasileiro, que comemora a independência do Brasil. Mas para os amantes do futebol ela é ainda mais especial. Foi neste dia que, em 1956, Pelé marcou o primeiro dos 1091 gols que assinalou pelo Santos FC, na vitória por 7 a 1 sobre o Corinthians de Santo André.

Para celebrar a ocasião, o vereador Adriano Piemonte (União Brasil) exibiu no plenário da Câmara Municipal de Santos, durante sessão ordinária realizada na última terça-feira, dia 5, a camisa usada pelo Rei do Futebol no amistoso disputado na cidade do ABC Paulista, quando o craque falecido em dezembro passado tinha apenas 15 anos de idade.

“Na quinta-feira, comemoramos os 67 anos do primeiro gol de Pelé e foi uma honra exibir a camisa usada por ele e também a do Zaluar, goleiro do Corinthians de Santo André que ao longo da vida sempre se orgulhou de ter sofrido o primeiro gol do Rei do Futebol. Quero agradecer ao Senhor Pérsio Nicoletti, dono de um extraordinário acervo que inclui essas duas peças, por nos ter dado o privilégio de apreciar essas valiosas camisas”, declarou Piemonte, que em 2022 e 2023 foi o treinador do Jabaquara no Campeonato Paulista da Segunda Divisão.

Exposição no Museu Pelé - Antes da sessão da Câmara, os uniformes ficaram expostas no gabinete de Adriano Piemonte. Durante todo o dia, o espaço recebeu inúmeras visitas dos demais vereadores, seus assessores e funcionários da casa, que aproveitaram a ocasião para posar para fotos ao lado dos trajes.


Treinador de futebol e filho de Manoel Maria, companheiro de elenco e um dos grandes amigos de Pelé, Aarão Alves não perdeu a oportunidade para fazer um registro das camisas durante sua presença na sede do legislativo santista. Ele é afilhado do Rei.

De acordo com o informado por Pérsio Nicoletti, todo seu acervo poderá ser visto futuramente no Museu Pelé. A data da exposição ainda será definida pela direção do equipamento localizado no bairro do Valongo, no Centro Histórico de Santos.

A estreia de Pelé pela Seleção Brasileira

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Pelé marcando o seu primeiro gol pelo Brasil

Neste dia 7 de julho de 1957, se completam 66 da estreia de Pelé na Seleção Brasileira. Na ocasião, a Amarelinha jogou diante da Argentina, pela Copa Roca, atualmente conhecido como Superclássico das Américas. O duelo foi realizado no Maracanã para cerca de 80 mil pessoas.

Mesmo com o revés por 2 a 1 para os rivais, esta data ficou marcada na história do futebol brasileiro. Isso porque, o eterno Rei fez o seu primeiro gol pela equipe Canarinho neste debute.

Com 30 minutos da etapa inicial, Labruna inaugurou o marcador. No segundo tempo, o jovem Pelé na época empatou, mas pouco tempo depois, Juárez recolocou os argentinos na frente de o triunfo para a Albiceleste. 


Naquela época, a Copa Roca precisava de dois jogos para definir o supercampeão. Na partida de volta segundo, o Brasil acabou ficando com o título com uma vitória por 2 a 0, num duelo disputado no Pacaembu. Pelé e Mazzola marcaram os gols brasileiros.

Ricardo Oliveira faz primeiro gol pelo Brasília

Com informações do UOL Esporte
Foto: @nyx.marketing

Ricardo Oliveira marcou o primeiro gol com a camisa do Brasília no sábado

Reforço do Brasília para a disputa do Campeonato Brasiliense de 2023, o veterano Ricardo Oliveira marcou seu primeiro gol pelo clube neste sábado, dia 4. Porém, o tento, de pênalti, não foi suficiente para  evitar a derrota para o Paranoá pelo placar de 2 a 1, no Defelê.

O Brasília saiu na frente da partida com o gol marcado pelo experiente Ricardo Oliveira, de pênalti, aos 45 minutos do primeiro tempo. Depois, o Paranoá virou o jogo e venceu, pela segunda rodada do Candangão 2023, por 2 a 1.

Este foi o segundo jogo de Ricardo Oliveira com a camisa do Brasília. Ele estreou pela equipe na rodada de abertura do Campeonato Candango de 2023, quando seu time venceu o Real Brasília pelo placar de 2 a 1, na Boca do Jacaré, no último domingo, dia 29. O centroavante não marcou no dia.


O jogador tem 42 anos e tem uma carreira longa no futebol: 793 partidas e 388 gols na carreira. Na última temporada, Ricardo Oliveira foi anunciado pelo São Caetano, mas o acerto foi cancelado. Então, ele jogou Campeonato Mineiro pelo Athletic e só marcou um gol na competição. O atacante defendeu clubes como São Paulo, Santos, Atlético-MG, Milan (ITA) e Valencia (ESP) e Betis (ESP).

O primeiro gol de Roberto Dinamite pelo Vasco

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

O primeiro gol de Dinamite completa 51 anos hoje

Nesta quinta-feira, dia 25 de novembro de 2022, completam-se 51 anos do primeiro gol de Roberto Dinamite como atleta profissional do Vasco da Gama. Tal feito aconteceu em um jogo diante do Internacional, no tradicionalíssimo estádio do Maracanã, válido pelo Campeonato Brasileiro de 1971. Naquela ocasião, o Gigante da Colina bateu o Colorado pelo placar de 2 a 0.

Nascido no dia 13 de abril de 1954, na capital carioca, Carlos Roberto de Oliveira, conhecido popularmente como Roberto Dinamite, nasceu no dia 13 de abril, em 1954, chegou a se sagrar como o maior artilheiro da história do clube ao longo de sua passagem para lá de vitoriosa pelo Vascão. No São Bento, sua última equipe antes de chegar ao time do Rio de Janeiro, o jovem era chamado de Calu.

O primeiro tento daquele que brilharia com a camisa do Gigante nos anos seguintes tardou a acontecer. Estreou profissionalmente pelo clube no dia 14 de novembro de 1971, quando o Vasco perdeu para o Bahia por 1 a 0, jogo em que Dinamite iniciou no banco e foi introduzido na partida durante o segundo tempo. Apesar do resultado negativo, o escrete vascaíno conseguiu a classificação à fase do campeonato nacional. Desta vez, duelando com o Atlético-MG, o carioca não conseguiu jogar bem e acabou substituído.

O dia do fatídico primeiro gol pelo Vasco - Foi apenas em 25 de novembro de 71, que o jovem futebolista começou a surgir como o maior ídolo da história do clube. Naquele jogo contra o Internacional pelo campeonato nacional, em pleno Maracanã, o Vasco já estava vencendo a equipe gaúcha por 1 a 0, antes mesmo de Dinamite entrar na partida. 

Em ação, Roberto precisou de poucas chances para causar um verdadeiro salseiro no time Colorado e marcar um verdadeiro golaço. Consequentemente, estampou a capa de vários jornais do dia seguinte ao ocorrido. dizendo que o “Garoto Dinamite explodiu!” nas manchetes. Confira:

Jornal dos Sports

Roberto Dinamite no Vasco - Somando as suas duas passagens pelo clube (1971 até 1979 e 1980 até 1992), Dinamite marcou um total de 708 gols com a camisa do Cruzmaltino, em 1110 jogos disputados. É até hoje, o maior artilheiro da história dos pontos corridos, com 190 tentos registrados.


Em 2011, a Vasco TV fez um documentário que recebeu o nome de "Dinamite 40 anos - A história de um ídolo", como modo de celebrar este feito histórico. O longa também aborda a carreira do jogador símbolo do clube e do Brasileirão.

O primeiro gol do Rei Pelé

Com informações de Guilherme Guarche, do Centro de Memória do Santos FC
Foto: arquivo

As duas equipes perfiladas para a partida

Na tarde daquela sexta-feira, 7 de setembro de 1956, feriado nacional em comemoração aos 134 anos da Independência do Brasil, o prefeito de Santo André, Pedro Dell’Antonia, convidou o time do Santos para uma partida amistosa diante da equipe do Corinthians FC.

A partida foi disputada no Estádio Américo Guazzelli (hoje demolido), valendo o Troféu Independência, e o time santista venceu a equipe da cidade do ABC pelo estonteante placar de 7 a 1.

O técnico Luiz Alonso Perez, o Lula, mandou a campo naquela distante e festiva sexta-feira, a seguinte formação: Manga, Hélvio e Ivan (depois Cássio); Ramiro (Fioti), Urubatão e Zito (Feijó); Alfredinho (Dorval), Álvaro (Raimundinho), Del Vecchio (Pelé), Jair Rosa Pinto e Tite.

O Corinthians, que tem o apelido de Galo Preto da Vila Alzira, também chamado carinhosamente pelos seus adeptos de Corintinha jogou com Antoninho (depois Zaluar), Bugre e Chicão (Itamar); Mendes, Zico e Chanca; Vilmar, Cica, Teleco (Baiano), Rubens e Dore. O árbitro foi Emilio Ramos.

O time santista, que tinha desde 1927 o título de Campeão da Técnica e da Disciplina, estava disputando o Torneio de Classificação da Federação Paulista de Futebol e ocupava a dianteira do certame.

Essa estranha fase de classificação do torneio que daria acesso aos times participantes à disputa da fase final do Campeonato Paulista foi vencida de forma invicta pelo Santos que jogou 17 partidas, ganhando 13 e empatando 4, levando para a Baixada Santista o troféu Jorge dos Santos Caldeira.

No início do ano de 1957, o Alvinegro Praiano se sagraria Bicampeão Paulista vencendo o disputado torneio regional pela terceira vez desde que o mesmo teve início em 1902.

A marcha “Leão do Mar” composta por Maugeri Neto e Maugeri Sobrinho foi feita para homenagear a conquista desses dois memoráveis feitos do time sensação do desporto nacional.

O primeiro dos 1282 gols marcados pelo Rei do Futebol - Essa era a oitava vez em que as duas tradicionais equipes do estado de São Paulo se enfrentaram e também não foi desta feita que o popular Corintinha do grande ABC conseguiu sua primeira vitória nos confrontos disputados desde a primeira partida jogada no dia 21 de outubro de 1923 quando então foi derrotado por 3 a 0.

A partida disputada com portões abertos, debaixo de uma temperatura elevada, foi dominada o tempo todo pelo time santista que impôs seu ritmo de jogo não deixando o “Galo da Vila Alzira” participar do jogo, sendo um mero espectador.

Coube ao ponta-direita Alfredo Sampaio Filho, o Alfredinho lambreta, que ingressou no time do Alvinegro no ano anterior, veloz atacante nascido na cidade de Cascável, no Ceará, marcar o primeiro gol da goleada aos 33 minutos da etapa inicial.

O mineiro de Belo Horizonte, Emmanuelle Del Vecchio, artilheiro do paulista de 1955 com 22 gols, anotou o segundo tento ampliando o placar para 2 a 0. O craque nascido no Guarujá Álvaro José Rodrigues Valente fez o terceiro gol aos 36’ e novamente Alfredinho marcou o quarto aos 44 minutos, fechando o placar na primeira etapa, antevendo uma possível goleada na etapa complementar.

Já na fase derradeira, o artilheiro Del Vecchio voltaria a assinalar aos 16 minutos o quinto tento praiano. Foi quando o técnico Lula decidiu dar uma chance ao garoto que veio de Bauru indicado por Waldemar de Brito e que vinha se destacando nos treinamentos com os profissionais na Vila Belmiro.

O garoto apelidado de “Gasolina” fez sua estreia jogando com desenvoltura não se intimidando com os zagueiros adversários que pouca atenção deram ao jovem atacante franzino do Santos.

E, aos 34 minutos, o novato jogador do Peixe dominou a bola e a mandou para o fundo das redes, marcando aquele que seria o primeiro dos seus 1091 marcados somente com a camisa do Alvinegro.

O arqueiro do Corinthinha, Zaluar Torres Rodrigues, muito orgulhoso por ter sido o primeiro goleiro a levar um gol do Rei Pelé, mandou confeccionar um cartão de visitas com a inscrição: Zaluar – Gol do Rei Pelé – 001. Zaluar faleceu aos 69 anos, em outubro de 1995.

Antônio Schank, que na súmula tem seu nome anotado como Chanca, descreveu anos depois de maneira diferente do goleiro Zaluar como foi a jogada do gol santista: “No lance do gol, o Hélvio do Santos tirou de cabeça, a bola sobrou no meio-campo, dei o combate no Pelé, mas tomei o drible. Ele passou pelo Zico, pelo Dati, nosso defensor, e tocou na saída do Zaluar”.

O gol de honra do time da casa foi marcado por Vilmar aos 39 e, aos 44 minutos, o experiente Jair Rosa Pinto, o veterano craque nascido em Quatis, no Rio de Janeiro, definiu o placar de 7 a 1 para o seu time.


Dico, Gasolina e por último Pelé - Mudaria alguma coisa se ao invés de Pelé o seu apelido tivesse vingado como Telé, maneira errônea pela qual o conservador jornal paulistano “O Estado de São Paulo” grafou o nome do futuro Rei do Futebol?

Quando fez sua primeira apresentação com a camisa branca com o nº 15 às costas, Pelé era um garoto com 15 anos, 10 meses e 15 dias de vida, os jogadores experientes do time o chamavam de gasolina, pois ele era um jovem dotado de uma rapidez impressionante.

Pelé havia chegado ao Santos vindo de Bauru, no dia 23 de julho de 1956, um dia de domingo. E debutou na equipe principal na partida de nº 1449 do time para no futuro não muito distante escreveria com letras douradas nas páginas de todos os jornais mundo afora.

Há 25 anos Rogério Ceni começava sua vida de goleiro artilheiro

Foto: GazetaPress

Rogério Ceni no jogo em que marcou o seu primeiro gol

Neste mesmo dia, há 25 anos, Rogério Ceni começava sua grande história como goleiro artilheiro. No dia 15 de fevereiro de 1997, pela segunda rodada do Paulistão, o maior goleiro da história do São Paulo pediu para bater uma falta no finalzinho do primeiro tempo contra o União São João e a partir daquele momento a história começou a ser feita.

A partida estava valendo pela segunda rodada do Paulistão e Ceni assumiu a titularidade do gol tricolor fazia pouquíssimo tempo, mas Muricy Ramalho sempre deixou bem claro que o batedor de falta da equipe era o goleiro, desde quando assumiu o posto de camisa 1.

A confiança do treinador no goleiro foi fundamental para Rogério começar sua linda história. Antes daquele grande dia, o goleiro já havia tentado marcar seu primeiro gol em quatro partidas. A primeira tentativa foi contra o Fluminense, depois o Flamengo no jogo de ida e contra o Flamengo no jogo de volta, e quarta batida foi contra a Portuguesa Santista.

Depois das quatros tentativas, chegou o grande momento, após Adriano sofrer uma falta na entrada da grande área. Rogério Ceni se deslocou praticamente o campo inteiro para a cobrança da falta e mesmo com a desconfiança de seus companheiros e torcida, o goleiro não se intimidou e acertou um belo chute no canto do goleiro, abrindo o placar para o tricolor naquela partida.

Após aquele grande jogo em Araras, no interior de São Paulo, tudo mudou para Rogério, a confiança só aumentou e ele nunca mais saiu do posto de batedor de falta do tricolor Paulista. Ceni se tornou um dos grandes ídolos da história da São Paulo, conquistando títulos importantíssimos e fazendo gols históricos para ele e pro clube.


Rogério Ceni encerrou sua carreira em 2015, como o goleiro mais artilheiro do mundo, com 131 gols marcados com a camisa do Tricolor. O goleiro terminou sua carreira com mais gols que alguns atacantes e meia, isso mostra a qualidade do camisa 1 São Paulino.

Há 73 anos Luizinho estreava e fazia seu primeiro gol pelo Corinthians

Com informações do Corinthians
Foto: arquivo

Luizinho estreava no Corinthians em 28 de novembro de 1948

Há exatos 73 anos atrás, o meia-direita Luiz Trochillo entrou em campo pelo Corinthians e marcou o seu primeiro gol pelo Timão. Luizinho, como era conhecido, entrou em campo em 607 jogos marcando 175 gols. É, até hoje, o segundo jogador com mais partidas pelo Alvinegro.

Luizinho chegou ao Corinthians em 1948 e entrou em campo no dia 28 de novembro na vitória por 5 a 1 do Corinthians sobre o Hepacaré de Lorena. O jogo foi válido um amistoso estadual e aconteceu no Estádio General Affonseca, em Lorena, no interior de São Paulo.

Naquela ocasião, o técnico Joreca escalou o time corintiano com um onze inicial formado por Bino; Palmer, Rubens, Belacosa e Newton; Hélio, Severo e Ruy; Cláudio, Noronha e Baltazar. Luizinho fez o último gol alvinegro.

Em sua primeira passagem pelo Corinthians, Luizinho foi bicampeão Paulista em 1951 e 1952 e campeão do Rio-São Paulo em 1950, 1953 e 1954. Também foi autor do gol de cabeça contra o Palmeiras que valeu o título Paulista do IV Centenário, também em 1954.


Em 1960, Luizinho deixou o Timão para ir para o Juventus e voltou ao Alvinegro em 1964, por onde permaneceu por mais três anos e encerrou a sua carreira. Em 1996, aos 65 anos, voltou a entrar em campo por cinco minutos para ser homenageado no amistoso entre Corinthians e Coritiba, jogo que marcava a estreia de Edmundo pelo Timão.

Riquelme e seu primeiro gol como profissional em 1996

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo E Grafico

Lance do primeiro gol de Riquelme

Em 24 de novembro de 1996, o hoje ex-jogador Juan Román Riquelme marcava pela primeira vez como jogador profissional, com apenas 18 anos. O meia, que teve passagens por grandes clubes e é um dos maiores ídolos da história do Bocas Juniors, iniciou sua linda carreira pelo clube Xeneize em 1996.

13 dias antes o atleta tinha estreado no profissional contra o Unión Santa Fé, em La Bombonera, e já mostrou suas cartas de visitas, dando assistência, criando grandes jogadas e foi importante na vitória por 2 a 0. E após duas semanas conseguiu marcar pela primeira vez em sua carreira.

Em um ótimo jogo do Boca Juniors, Riquelme conseguiu atuar muito bem e marcou o último gol da goleada contra o Huracán, a partida também foi na Bombonera e novamente o meia mostrou que ia se tornar um dos grandes jogadores do país, e não foi diferente, acabou de tornando um dos maiores ídolos do clube.

Já na primeira temporada, Román atuou em 22 partidas e marcou quatro vezes. O meia ficou no clube nessa passagem por seis temporadas e ganhou muitos títulos. No ano de 1997 foi escolhido a revelação do Campeonato Argentino e também a Revelação Ouro.

Nessas seis temporadas pelo clube Argentino, Riquelme atuou 194 partidas e marcou 44 gols, sendo importante em diversos títulos da equipe. O meia foi campeão Argentino em 1998, 1999, 200 e 2001, também foi campeão da Libertadores em 2000 e 2001, e campeão da Copa Continental de 2000.

O meia, além de jogar pelo Boca, também atuou pela seleção de base argentina com três títulos neste período. Foi campeão Sul-Americano Sub-20 de 1997, Mundial Sub-20 de 1997 e o Torneio Internacional de Toulon de 1998.


Após seis temporadas no Boca Juniors, o Barcelona foi atrás e contratou o grande meia do futebol na América do Sul. Mas o atleta não rendeu muito e ficou apenas uma temporada com 30 jogos e 3 gols, e logo na próxima temporada se transferiu para o Villarreal, onde permaneceu por quatro temporadas. E depois dessa passagem na Europa o atleta retornou ao Xeneize para a sua última passagem pelo clube, e ficou novamente seis temporada, e em 2014 se transferiu para o Argentinos Juniors (clube onde fez a base) para jogar sua última temporada como jogador

Há 43 anos, Biro-Biro marcava seu primeiro gol pelo Corinthians

Com informações do Corinthians
Foto: arquivo

Biro-Biro é um grande ídolo da história do Timão

Nesta terça-feira, dia 21, há exatos 43 anos, um dos maiores ídolos da história do Corinthians marcou seu primeiro gol. Em 21 de setembro de 1978, Biro-Biro entrou em campo diante do América de Rio Preto, em jogo válido pelo 1º turno do Campeonato Paulista, disputado no Pacaembu. O volante marcou o único gol da partida e seu primeiro pelo Corinthians, dando a vitória para o Alvinegro.

Formado na base do Sport, Biro-Biro foi para o Corinthians em 1978 e permaneceu no Alvinegro por dez anos. Dos mais longevos atletas que jogaram no Coringão, Biro-Biro atuou 590 vezes e fez 76 gols pelo Alvinegro, números que o colocam como o volante com mais gols pelo clube e quinto jogador a mais vezes ter atuado com a camisa corinthiana.

Dentro de campo, Biro-Biro não brincou em serviço e jogando um futebol muito sério conquistou os torcedores do Timão, que o elegeram como símbolo da equipe. Se Sócrates, Palhinha, Zenon, eram os talentos da equipe, Biro-Biro figurava como um jogador importante na marcação e muito disciplinado taticamente.


Irreverente fora de campo, Biro-Biro deixou de ser folclórico para ser decisivo dentro de campo. Em 1979, fez, de canela, o gol que garantiu o triunfo sobre o Palmeiras na semifinal do Paulistão. Em 1982, marcou duas vezes na vitória por 3 a 1 sobre o São Paulo, também no Estadual. Também conquistou o título estadual em 1983 e 1988, deixando o clube com quatro títulos conquistados.

O primeiro gol de Pelé pelo Santos FC

Por Guilherme Guarche – Coordenador do Centro de Memória e Estatística do Santos FC
Foto: arquivo

Equipes do Corinthians de Santo André e do Santos perfiladas

E foi num ensolarado e abençoado dia 07 de setembro de 1956 que a maravilhosa trajetória do eterno Rei Pelé teve início no Santos FC. Foi nessa inesquecível data que, jogando amistosamente na cidade de Santo André, o Peixe venceu a equipe do Corinthians FC pelo placar de 7 a 1, no estádio Américo Guazzelli, na disputa do troféu Independência ofertado pela Prefeitura local. Pelé marcou o seu primeiro gol pelo Santos FC aos 36 minutos da etapa complementar, quando já estava em campo o goleiro reserva de nome Zaluar.

Os demais gols foram marcados por Alfredinho (2), Del Vecchio (2), Álvaro e Jair Rosa Pinto. O time santista formou nesse encontro histórico com Manga; Hélvio e Ivã (Cássio); Ramiro (Fioti), Urubatão e Zito (Feijó); Alfredinho (Dorval), Álvaro (Raimundinho), Del Vecchio (Pelé), Jair e Tite. Técnico Luis Alonso Perez, o Lula.O Rei jogou com a camisa do Peixe 1116 partidas e marcou 1091 gols.


Curiosidade - O Rei Pelé também vestiu no início de sua monumental carreira a camisa do Vasco da Gama, por ocasião de um torneio no ano de 1957 programado para que o público carioca pudesse ver o garoto prodígio que estava iniciando no Peixe e o Rei disputou 4 partidas com os seguintes resultados:

Dia 19/06/1957 – Combinado SFC/Vasco 6 X Belenenses 1 (Pelé marcou 3 gols).
Dia 22/06/1957 – Combinado SFC/Vasco 1 X Dínamo 1 (Pelé marcou 1 gol).
Dia 26/06/1957 – Combinado SFC/Vasco 1 X Flamengo 1 (Pelé marcou 1 gol).
Dia 29/06/1957 – Combinado SFC/Vasco 1 X São Paulo 1 (Pelé marcou 1 gol).


Essas partidas bem como os gols marcados pelo Rei do Futebol não entram nas estatísticas do Santos FC apenas são computadas como gols de Pelé nas estatísticas dos gols por ele marcados em sua trajetória no Alvinegro mais famoso do mundo, time especializado na rotina de revelar craques fora de série para o futebol brasileiro e mundial.

Há 43 anos, Sócrates marcava primeiro gol pelo Corinthians

Com informações do Corinthians
Foto: arquivo

Sócrates foi um dos maiores ídolos da história do Corinthians

Na tarde do dia 26 de agosto de 1978, no Estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, um dos maiores meio-campistas da história do futebol corinthiano, em sua segunda partida oficial pelo Corinthians, fez o primeiro de seus 172 gols pelo Timão.

Diante de 45.733 pagantes, contra a Ferroviária-SP, em partida válida pelo Campeonato Paulista de 1978, o jovem Sócrates de 24 anos balançou as redes no Pacaembu aos 36 minutos do primeiro tempo.

O zagueiro Zé Eduardo bateu uma falta forte e a bola foi rasteira em direção a Sócrates que, de costas pro gol, deslocou o zagueiro da Ferroviária para chutar forte e alto, no meio do gol, abrindo o placar para o clube do Parque São Jorge.

Comandado pelo treinador José Teixeira, o Coringão jogava com Jairo; Luiz Cláudio, Ademir, Zé Eduardo e Wladimir; Wagner, Sócrates e Palhinha; Rui Rei, Romero e Vaguinho, autor do segundo gol da partida, já aos 39 minutos da segunda etapa.


Ícone da história do clube do Parque São Jorge, referência da Democracia Corinthiana, Sócrates ficou conhecido por apelidos como Doutor, Magrão e Calcanhar de Ouro. Entrou em campo 298 vezes pelo Timão e conquistou três vezes o Campeonato Paulista, em 1979, 1982 e 1983.

Vaguinho marcava seu primeiro gol pelo Corinthians há 50 anos

Com informações do Corinthians
Foto: Arquivo Placar

Vaguinho, junto com Basílio: um importante ponta da história do Timão

No dia 7 de agosto de 1971, um dos grandes nomes da história do Corinthians, o ex-ponta direita Vaguinho, marcava o primeiro de seus 110 gols pelo Timão. Em sua segunda partida pelo Corinthians, o Alvinegro visitou o Santa Cruz, na Ilha do Retiro, pela primeira fase do Brasileirão, e venceu pelo placar de 4 a 1. Os gols corinthianos foram marcados por Rivellino, Tião, Vaguinho e Mirandinha.

Na ocasião, o técnico Baltazar escalou um onze inicial formado por Ado; Miranda, Baldochi, Luís Carlos e Pedrinho; Tião, Rivellino e Adãozinho; Vaguinho, Aladim e Mirandinha.

Vaguinho chegou ao Corinthians em 1971 vindo do Atlético-MG. Com pouco tempo de clube, assumiu a camisa 7 e a titularidade, se tornando peça importante em um dos maiores títulos da história do Corinthians: o Campeonato Paulista de 1977, que acabou com 23 anos de jejum do Timão. O ex-ponta era titular da equipe, mas no segundo jogo da final, foi colocado no banco de reservas pelo técnico Oswaldo Brandão. Isso se tornou motivação para o ex-jogador, que quase entrou para história como o autor do gol da quebra do tabu.

“O Brandão optou por me tirar do time por uma questão tática. Meu estilo de jogo era de um futebol para frente, e ele optou por aderir uma postura mais defensiva. Quando veio me avisar que iniciaria a partida no banco, eu não aceitei e disse que não ficaria fora da foto do título. Ele me disse que eu entraria no segundo tempo e faria o gol do título", relembrou Vaguinho anteriormente. 

"A raiva que eu senti dele naquele momento me motivou tanto que acabei fazendo o gol quando entrei no lugar do Palhinha. A minha ideia era fazer o gol, desabafar com o Brandão e ir embora do jogo, mas pensei muito na minha mulher e na minha filha, que era recém-nascida, e mudei de ideia”, revelou o ex-jogador.

O gol a qual Vaguinho se refere foi o único que o Corinthians fez no segundo jogo da final, abrindo o placar. Porém, a Ponte Preta virou e venceu por 2 a 1, forçando a terceira partida da decisão, no inesquecível dia 13 de outubro de 1977.



No duelo decisivo, Vaguinho também teve participação importante, chutando a bola que bateu na trave no histórico lance do gol do título marcado por Basílio.

Vaguinho ainda conquistou mais um título paulista pelo Corinthians dois anos depois, e novamente contra a Ponte Preta – em final ocorrida apenas em fevereiro de 1980. Ele completaria dez anos no Timão em 1981, quando deixou o time rumo ao Atlético-MG.

Pelo Timão, Vaguinho atuou por dez anos (1971-1981), somou 551 jogos, sendo o sexto jogador que mais vezes vestiu a camisa corinthiana na história, e marcou 110 gols, ao lado de Rafael, outro ídolo do clube.

De bicicleta! Brener marca primero gol como profissional em vitória do Nacional

Foto: Tsphotosport

Breno fez o primeiro tento como profissional. E foi um golaço!

O volante Brener viveu uma noite especial nessa terça-feira, dia 4. O jogador do Nacional fez o seu primeiro gol como profissional na equipe, ajudando o time a vencer o Comercial, por 3 a 2, pela sétima rodada da Série A3 do Campeonato Paulista. E foi em grande estilo: de bicicleta!

Jogando no estádio Palma Travessos, as equipes fizeram uma partida bem disputada. “Foram momentos especiais e de muita felicidade. Sempre que entro em campo, dou o meu máximo. Espero que venham mais gols para ajudar o time. O mais importante foi termos conseguido a vitória. Lutamos até o fim, pois sabíamos da importância de conseguir os três pontos”, explica Brener, de 21 anos.

Apesar do resultado a vitória não veio fácil para o Nacional. Depois de Brener, Ederson chegou a fazer 2 a 0 para o time ferroviário da capital. Porém, o Comercial reagiu e chegou a igualar o marcador, mas Leandro Montera fez o gol da vitória no Naça, que ainda não tinha triunfado após a volta do Paulistão A3, que chegou a estar paralisado por conta da Covid-19.


Com o resultado, o Nacional chegou aos 10 pontos e está na sexta colocação do Campeonato Paulista da Série A3 de 2021, na zona de classficação da competição. O próximo desafio da equipe de Ricardo Silva é contra o Barretos, na sexta-feira, dia 7, às 22 horas, no Estádio José Liberatti, em Osasco.

Zequinha, do Coritiba, e o primeiro gol da história do Pacaembu

Com informações da Banda B
Foto: arquivo

Palmeiras e Coritiba foi o primeiro jogo da história do Pacaembu

Há exatamente 81 anos. Em um dia 28 de abril como hoje, em 1940, o Estádio Municipal do Pacaembu recebia sua primeira partida da história. O local, que posteriormente ganharia o nome de Paulo Machado de Carvalho, era inaugurado como ‘maior e mais moderno’ estádio da América Latina. E o Coritiba faz parte desta história. Foi de Zequinha, jogador do Coxa, o primeiro gol marcado no local.

Com capacidade para 70 mil pessoas, o Pacaembu foi inaugurado um dia antes, com algumas festividades incluindo um desfile e uma banda marcial. No dia seguinte, rolou a bola pela primeira vez para uma partida entre o Palestra Itália (Palmeiras) e o Coritiba. Quem abriu o placar e balançou pela primeira vez as redes do então mais novo estádio brasileiro foi Zequinha. Ele entrou para a história como autor do primeiro gol do Pacaembu. O gol, no entanto, não evitou a virada do Palestra e a vitória por 6 a 2 do time paulista.

No jogo fundo, o Corinthians enfrentou o Atlético Mineiro, pois o Timão era a atração do momento, devido ao tricampeonato de 37, 38 e 39, o Timão venceu o Atlético Mineiro por 4 a 2. Neste dia tivemos um público pagante de 50 mil pessoas.

Apesar da derrota, o Verdão paranaense e Zequinha entraram para sempre na história do Estádio Pacaembu, que comemorou 76 ano. O Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho seria palco de inúmeras conquistas dos grandes times de São Paulo, além de receber partidas dos Jogos Panamericanos de 1963 e da Copa do Mundo de 1950.


O estádio possui atualmente capacidade para quase 40 mil pessoas e é considerado a “segunda casa” dos times paulistas. O próprio Palmeiras, que inaugurou o local, assim como São Paulo e até o Santos mandam partidas no local. O Corinthians foi quem fez do Pacaembu sua “primeira casa” por muitos anos, antes da construção da Arena Corinthians.

Em empate com o Brasil de Pelotas, Kalil marca o seu primeiro gol pelo Oeste

Foto: reprodução SporTV

Kalil fez o primeiro gol pelo Oeste

O Oeste ainda não venceu no Campeonato Brasileiro da Série B de 2020, mas no jogo deste sábado, dia 15, no empate em 1 a 1 contra o Brasil de Pelotas, fora de casa, o centroavante Kalil teve motivos para comemorar. Ele marcou o gol da equipe na partida, o primeiro dele pelo clube e também do time na competição.

Na partida, o Oeste perdia por 1 a 0, gol de Gabriel Proveda, aos 12 minutos da segunda etapa. Porém, aos 47', Rael sofreu a carga de Rodrigo Ferreira e o árbitro marcou o pênalti na hora do cruzamento de Tite. Kalil, mesmo depois de ter tido um corte na cabeça e ter feito boa parte do jogo com uma touca, foi para a cobrança e fez com que sua equipe conquistasse um empate fora de casa.

Após o jogo, em entrevista ao SporTV, o centroavante comentou o tento marcado. "Feliz pela oportunidade. Treinamos forte para fazer o gol de pênalti. Infelizmente num momento de desatenção tomamos o gol. É um ponto que fará diferença na frente. Infelizmente a vitória não veio. Homenagem para minha esposa, Bruna. Amor, te amo! Obrigado!".

Kalil vinha numa carreira de altos e baixos até chegar à Portuguesa Santista, no início do ano. Na Briosa, ele desencantou: marcou seis gols em nove jogos pelo Paulista da Série A2 e foi um dos alicerces da equipe que ocupa a terceira colocação na competição, que estava parada por conta do coronavírus e volta na próxima quarta-feira, dia 19.

Foram as atuações de Kalil pela Portuguesa Santista que chamaram a atenção do Oeste. A equipe que manda as suas partidas em Barueri negociou com o jogador, que no meio da quarentena ficou sem contrato com a Briosa, e o contratou.

Série B - O Oeste ocupa a 16ª colocação do Brasileirão Série B, com dois pontos, vindos dos empates com Chapecoense (0 a 0, em casa) e Brasil de Pelotas (1 a 1, fora). O time de Barueri ainda foi derrotado pelo CRB, em Maceió, pela segunda rodada, pelo placar de 1 a 0.

O primeiro gol de Dener como profissional

Com informações da FPF
Foto: Gazeta Press

Dener no inicio de sua carreira

Em 17 de junho de 1990, em um amistoso com o Ituano no estádio Dr Novelli Júnior, em Itu, onde a Portuguesa venceu o Ituano por 2 a 1, o meia Dener marcava seu primeiro gol como profissional com a camisa da Portuguesa. Um dos grandes talentos do futebol brasileiro, o paulistano fez história no time do Canindé, mas deixou órfãos os amantes do futebol ao falecer em um acidente quatro anos após este primeiro gol.

Nascido em 1971, em São Paulo, Dener deu seus primeiros passos em campo aos 11 anos, já na Portuguesa, onde alguns anos depois surgiria para o futebol profissional. Neste meio tempo, por questões pessoais, se afastou do clube e deixou o sonho de seguir como jogador em segundo plano. Retornou em 1988 e foi promovido à equipe principal estreando no profissional, em uma derrota para o Grêmio por 2 a 1.

Em 1990, devido a Copa do Mundo, o Campeonato Paulista teve que ser paralisado. Para não perder o ritmo de jogo, a Portuguesa marcou um amistoso e, no dia 17 de junho, contra o Ituano, veio o primeiro gol de Dener, que entrou no decorrer da partida. A equipe acabou vencendo o jogo por 2 a 1, com Dener marcando o segundo gol.

Mesmo com a experiência no profissional, Dener jogou a Copa São Paulo de 1991, em que a Portuguesa se sagrou campeã vencendo o Grêmio-RS por 4 a 0 na decisão. Dener foi eleito o melhor jogador daquela edição. Ainda em 1991, foi convocado para a Seleção Sub-23, em preparação para as Olimpíadas. Ficou na equipe paulista até 1993, quando foi contratado por empréstimo ao Grêmio.

A equipe gaúcha estava de olho no jogador desde a final da Copinha e, em 1993, ele chegou a Porto Alegre, onde ajudou o time tricolor a ganhar o Campeonato Gaúcho daquele ano, sendo sua primeira conquista como profissional. No fim do empréstimo, retornou a São Paulo para vestir novamente a camisa da Portuguesa. Nas duas passagens, ele entrou em campo em 141 oportunidades, marcando 25 gols.


Em 1994, ele foi novamente emprestado, dessa vez para o Vasco, onde repetiu as boas atuações e foi novamente campeão, levantando a taça Guanabara. Ele ainda participou de uma excursão com a equipe vascaína pela Argentina e, mais uma vez, mostrou aquilo que mais sabia: jogar em alto nível, recebendo elogios até mesmo de Maradona. 

No dia 17 de abril de 1994, ele entrou em campo pela última vez, no clássico entre Fluminense e Vasco, que terminou 1 a 1. Dener foi expulso naquela partida e, como estaria fora do próximo jogo, resolveu voltar para São Paulo. Dois dias depois, o meia sofreu um acidente de carro e veio a falecer.

Em 1944, pelo Jabaquara, o primeiro gol da carreira de Baltazar

Mateus Bezerra / FPF
Foto: reprodução


Osvaldo da Silva, o Baltazar, também conhecido como o "Cabecinha de Ouro", nasceu em Santos, no dia 14 de janeiro de 1926. Conhecido pela excelência quesito gols de cabeça, o atleta marcava seu primeiro tento como profissional, há exatos 76 anos, quando atuava pelo Jabaquara, em um jogo contra o Ypiranga.

Depois de chamar atenção pelos campos de várzea da Baixada Santista, Baltazar chegou ao Jabaquara em 1944, com apenas 18 anos, para iniciar sua carreira como profissional. Foi no clube santista que recebeu o apelido de “Baltazar”, nome de seu irmão mais velho que, por conta de um acidente de carro teve que deixar os gramados. Assim, Oswaldo aceitou ser chamado pelo nome de seu irmão, como uma forma de homenageá-lo.


Jabaquara - O Jabaquara Atlético Clube é uma das mais tradicionais agremiações esportivas de São Paulo. Localizado na cidade de Santos, foi fundado no dia 15 de novembro de 1914, por imigrantes europeus. O clube, inclusive, foi um dos membros fundadores da Federação Paulista de Futebol. Na época, o nome da agremiação era Hespanha.

No ano em que Baltazar integrou o elenco principal, foi justamente o maior da história do Jabaquara. Formou-se um elenco muito forte jogando ao lado de Leonaldo, Tom Mix, Armandinho e Bahia. Neste mesmo ano, o time fez uma excursão pelo interior paulista, disputando três partidas, vencendo todas. Os confrontos foram contra Internacional de Promissão, vencendo por 7 a 1, Bandeirantes de Birigui, 2 a 1, e Glória, de Cafelândia por 3 a 2. Em todas, Baltazar marcou gol.


O primeiro dos 331 - Atuando como meia-direita do Jabaquara, Baltazar fez sua primeira partida contra a Portuguesa, em Santos, no dia 1º de maio de 1944, em rodada válida pelo Campeonato Paulista. Os donos da casa venceram o duelo com placar mínimo, porém, o gol não foi marcado pelo futuro artilheiro.

Na partida seguinte, o jovem atleta deixaria sua marca registrada. No dia 28 de maio de 1944, em um domingo, também em jogo válido pelo Campeonato Paulista, o Ypiranga recebeu o Jabaquara. O time mandante venceu por 3 a 1, no entanto, neste dia, o 'Cabecinha de Ouro' marcou o seu primeiro gol como profissional. O goleiro do time adversário era ninguém menos que Barbosa, considerado o melhor goleiro de sua época, que também defendeu a Seleção Brasileira.


Ao todo, foram 331 gols na carreira de Baltazar. Inclusive, mesmo jogando apenas dois terços da competição estadual do ano de sua estreia no profissional, foi eleito a revelação do campeonato, fazendo sete gols, cinco deles de cabeça.

Cabecinha de Ouro - Conhecido como um dos melhores cabeceadores da história do futebol brasileiro, Baltazar se destacava por seus saltos para alcançar a bola no ar. Ele mesmo reconhecia não ser tão bom tecnicamente, porém se intitulava melhor do que Pelé, quando o assunto era cabeceio. Por conta de sua eficiência com a cabeça, surgiu o codinome “Cabecinha de Ouro”.

Baltazar atuou em apenas três clubes em toda sua carreira. Surgiu no Jabaquara, para depois chegar ao Corinthians, em 1946, onde atuou por 12 anos. No clube do Parque São Jorge, fez parte do esquadrão imortal formado ao lado de Cláudio, maior artilheiro do clube, Luizinho “Pequeno Polegar”, Carbone e Mário. Juntos, são lembrados até hoje pelo ataque que marcou 103 gols em 30 partidas, em 1951. Depois do sucesso no Alvinegro, ainda defendeu Juventus, lugar em que encerrou sua carreira, em 59.


Pelo Corinthians, Baltazar alcançou o ápice de sua trajetória. Com a camisa alvinegra levantou o tricampeonato paulista de 1951, 1952 e 1954, além do tricampeonato do Torneio Rio-São Paulo em 1950, 1953 e 1954. Com 266 gols, é o segundo maior artilheiro do clube, atrás do ex-companheiro Claudio, que anotou 305 tentos.

O 'Cabecinha de Ouro' também defendeu a Seleção Brasileira. Sua primeira competição oficial com a Amarelinha, foi a disputa da Copa do Mundo de 1950, a primeira disputada em terras tupiniquins. Na ocasião, o Brasil ficou com o vice, perdendo para o Uruguai na final, no fatídico 'Maracanaço'. Depois disso, foi convocado para as edições da Copa América de 53 e 56, e para a Copa do Mundo na Suíça, em 1954.

O primeiro gol de Friaça pelo Guarani

Por Natanael Oliveira / FPF
Foto: arquivo Guarani

Friaça defendeu o Guarani entre 1957 e 1958

Um ponta-direita rápido, forte chute e com passadas que deixavam os marcadores para trás. Assim poderia ser descrito o histórico jogador Albino Friaça Cardoso -mais conhecido apenas como Friaça- um dos grandes nomes do futebol brasileiro nas décadas de 40 e 50, sendo ídolo em clubes como o Vasco-RJ e com passagens por São Paulo e pela dupla campineira Guarani e Ponte Preta. Inclusive, o seu primeiro gol pelo clube bugrino completa 63 anos neste 19 de maio, justamente diante do maior rival.

Além de já demonstrar qualidade desde cedo, Friaça se notabilizou por ter feito o único gol brasileiro na derrota diante do Uruguai na primeira Copa do Mundo que o Brasil sediou, em 1950. Na ocasião, a seleção foi surpreendida pelos uruguaios diante de um Maracanã lotado, sendo derrotada por 2 a 1, de virada, em episódio que ficou conhecido como 'Maracanaço'. Além disso, Friaça ainda conquistou uma medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos de 1952, sediado pelo Chile.

Carreira - Nascido na cidade de Porciúncula, interior do estado do Rio de Janeiro, o atacante começou a sua carreira pelo Vasco. Notabilizando-se pela qualidade com a bola e um faro de artilheiro, venceu os campeonatos cariocas de 1945 e 1947. Pelo cruzmaltino, foi autor de mais de 100 gols.

Após o sucesso no Rio de Janeiro, Friaça chegou ao futebol paulista para defender o São Paulo. Pelo Tricolor, brilhou na conquista do Campeonato Paulista de 1949, sendo um dos líderes do elenco que foi campeão com folgas do estadual, sendo parceiro de ataque do ídolo são-paulino Leônidas da Silva. Além disso, foi o artilheiro da competição com 24 bolas na rede.


Terminando sua passagem pelo Tricolor com 45 gols em 64 partidas, Friaça voltou a atuar por um pequeno período no Vasco. Após passagem pela sua terra natal, retornou ao futebol paulista em 1953, para iniciar a sua trajetória pelos rivais Guarani e Ponte Preta.

Primeiro gol pelo Guarani - Após boa passagem pela Ponte Preta, Friaça rumou ao Guarani. O destino quis que o jogador marcasse seus primeiros gols pelo novo clube em cima do maior rival, em jogo disputado há exatos 63 anos, no dia 19 de maio de 1957. Na ocasião, o amistoso entre as duas equipes terminou com vitória por 3 a 0 do Guarani, com dois gols do atacante.

Friaça veio a falecer aos 84 anos, no dia 12 de janeiro de 2009. Sendo um dos principais jogadores das décadas de 40 e 50, deixou sua marca na história do futebol brasileiro.

Pelo Germânia, Friedenreich marcava o seu primeiro gol há 109 anos

Por Luiz Minici / FPF
Foto: Reprodução

Arthur Friedenreich no início de carreira

13 de maio de 1911: guarde essa data na memória, pois foi neste dia, que Friedenreich marcou o primeiro gol de sua gloriosa trajetória no mundo da bola. Há 109 anos, o primeiro ídolo nacional futebolístico iniciava a sua sina de artilharia, títulos e momentos marcantes na história do futebol mundial.

Sucesso paulista - Nascido no dia 18 de julho de 1892, em São Paulo, Arthur Friedenreich foi a primeira grande referência do futebol brasileiro -em sua época amadora- até a profissionalização em 1933. Filho de brasileiros e de descendência alemã por parte de pai, a lenda iniciou a sua trajetória no futebol pelo Germânia -atual Pinheiros.

Foi justamente pelo Germânia que Friedenreich marcou o seu primeiro gol, no confronto diante do Ypiranga, pelo Campeonato Paulista de 1911. Na época, o jogador ainda nem tinha completado 19 anos, mas já mostrava o seu potencial com gols, dribles e visão de jogo. No futebol paulista, além do Germânia, Friedenreich atuou por várias equipes como Mackenzie, Ypiranga e Santos -em cinco aparições- Paulistano e São Paulo.

Ao longo de sua longínqua carreira, Friedenreich colecionou seis títulos paulistas com a camisa do Paulistano -1918, 1919, 1921, 1926, 1927 e 1929- e outro representando o São Paulo, em 1931, na primeira conquista estadual do Tricolor. Além das taças coletivas, o ídolo também foi artilheiro estadual em nove oportunidades – 1912, 1914, 1917, 1918, 1919, 1921, 1927, 1928 e 1929.

Momentos históricos - Fried ostenta inúmeros feitos durante a sua vitoriosa carreira. O ex-jogador fez parte do primeiro jogo de um time brasileiro no exterior, quando em 1913, participou como convidado de dois amistosos em Buenos Aires e mais dois em Montevidéu pelo Americano, campeão estadual no ano anterior.

Em 1914, o jogador também participou do primeiro jogo da história da Seleção Brasileira, na vitória por 2 a 0 diante do time britânico Exeter City F.C. Fried também ajudou a conquistar a primeira vitória do Brasil no exterior -1 a 0 contra a Argentina- em setembro de 1914.

Ainda com o escrete nacional conquistou o Campeonato Sul-Americano de 1919, o primeiro título da história da seleção canarinho, sendo um dos protagonistas ao lado de expoentes do futebol paulista. No certame, foi o autor do gol da conquista diante do Uruguai, bicampeão sul-americano na época e recebeu o apelido de “El Tigre” pela imprensa uruguaia. Com quatro gols, foi o principal goleador ao lado de Neco, do Corinthians.


Além dos feitos históricos com a Seleção Brasileira, participou dos primeiros jogos de um time brasileiro em solo europeu. Em 1925, com as cores de Paulistano, disputou 10 jogos na Europa, alcançando nove vitórias e apenas um revés, com direito a goleada sobre Seleção Francesa por 7 a 3. Durante a excursão, os brasileiros foram apelidados pelos jornalistas franceses de Le Rois du Fotball, Os Reis do Futebol.

Fried ainda participou do primeiro jogo profissional do futebol brasileiro: no dia 12 de março de 1933, na Vila Belmiro, Santos e São Paulo se enfrentaram e o ídolo brasileiro marcou, aos oito minutos de jogo, o primeiro gol da era profissional.

Política - Em 1932, Friedenreich liderou o Batalhão Esportivo durante a Revolução Constitucionalista. Eles foram deslocados até a região de Itapira, onde permaneceram por 25 dias até sofrerem um ataque aéreo.
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