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O ponta Abel no Atlas do México

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Abel com a camisa do Atlas

Abel Verônico da Silva Filho foi um ponta-esquerda muito bom, atuando por grandes times, principalmente pelo Santos na época do Rei Pelé. O jogador teve passagens por alguns clubes no Brasil, mas na parte final da sua carreira foi jogar em clubes do exterior, entre eles o mexicano Atlas, entre 1972 e 1976.

O jogador nasceu no Rio de Janeiro, no dia 2 de outubro de 1941, e começou sua carreira alguns anos depois, aos 20 anos de idade. Abel deu início na sua carreira em 1961, quando estreou pelo profissional do America-RJ, ficando na equipe algumas temporadas.

Pelo clube carioca conseguiu desenvolver-se profissionalmente e ganhou mais experiência, até ser contratado pelo Santos, em 1965. O jogador iria disputar posição com outros grandes jogadores, em um dos melhores e maiores times do futebol mundial.

Na época, a equipe santista era reverenciada por todo o mundo, fazendo amistosos em todos os continentes por causa do Rei do futebol. Abel foi contratado pelo clube, e disputava posição com Pepe e Edu, e os três dividiram a posição por algumas temporadas.

Abel conseguiu conquistar vários títulos pelo clube, entrando para a história do Santos. Depois de algumas temporadas no Peixe, o jogador acabou sendo emprestado para o Coritiba em 1971, mas acabou tendo uma passagem muito curta pelo Coxa.

No mesmo ano, foi para o Londrina, e também teve uma passagem curta, ficando na equipe até o final de 1971. No ano seguinte, o jogador acabou sendo negociado com o Atlas, do México, onde teria sua primeira experiência atuando fora do futebol brasileiro.


Abel ficou alguns anos na equipe, acabou não conquistando nenhum título relevante, mas teve uma boa passagem, conseguindo ser titular e se destacar pelo clube. O ponta ganhou o carinho e admiração dos torcedores, mesmo sem ter conquistas.

Pelo clube, Abel ficou quatro temporadas, e já se encaminhava para a reta final de sua carreira. O jogador decidiu deixar o clube no final de 1976, após conquistar o coração dos torcedores do Atlas, e foi contratado pelo Las Vegas Quicksilver, onde encerrou a sua carreira no ano seguinte.

Como curiosidade, Abel Verônico é pai do jornalista Abel Neto, que passou por Globo, Fox Sports e atualmente está na ESPN.

A Barbárie no jogo entre Querétaro e Atlas pela Liga MX

Com informações do GE.com
Foto: Getty Images.com

Cenas de brutalidade e selvageria

Uma pancadaria generalizada entre torcedores do Querétaro e do Atlas, neste sábado, dia 5, no estádio La Corregidora de Querétaro, no México, pela 9ª rodada da Liga MX, o Campeonato Mexicano, teria deixado pelo menos mais de 20 mortos, segundo informaram alguns veículos do país no início da madrugada deste domingo. No entanto, órgãos governamentais ainda não confirmam os óbitos, informando que 22 pessoas foram levadas para hospitais, sendo apenas duas em estado grave.

Há imagens que circulam nas redes sociais que mostram homens desacordados, sangrando, sem roupa e tendo seus pertences roubados. O gol havia sido marcado por Julio Furch. A Liga Mexicana anunciou a suspensão do restante da rodada.

O jogo transcorria normalmente com vitória por 1 a 0 do Atlas, fora de casa, quando, aos 17 minutos do segundo tempo, torcedores invadiram o gramado, iniciando a batalha que teria deixado - porque ainda não há confirmação oficial - muitas vítimas. Famílias correndo assustadas com crianças sem camisa, para não denunciar os times, também chamaram atenção.

"Inadmissível e lamentável a violência. Serão castigados exemplarmente os responsáveis pela ausência de segurança no estádio. A segurança dos jogadores e torcedores é nossa prioridade", disse o presidente da Liga MX. Os dois clubes correram rapidamente para repudiar os atos dos torcedores.

O governador de Querétaro, Mauricio Kuri, disse que os donos do clube "e as instituições devem responder pelos fatos": "Dei instruções para que a lei seja aplicada com todas as suas consequências", publicou.


"O Atlas lamenta e reprova os acontecimentos. O futebol deve ser um aliado para promover valores e diversão para a família. Solicitamos às autoridades investigar a fundo e chegar às últimas consequências. Que se aplique toda a força da lei", disse o cominunicado do Atlas. "Como instituição, condenamos a violência", disse o Querétaro, em parte de um comunicado.

Invasão - As cenas absurdas de violência e barbárie no jogo entre Querétaro e Atlas pelo Campeonato Mexicano no último sábado podem ter uma explicação. Segundo a imprensa mexicana, seguranças do Querétaro teriam aberto um dos portões do estádio La Corregidora para organizadas do time da casa. Desse modo, eles puderam ingressar no setor destinado aos torcedores visitantes do Atlas para brigar. Autoridades afirmaram que vão investigar a situação.

70 anos! Atlas é campeão mexicano e quebra fila gigante

Com informações TUDN
Foto: divulgação

70 anos depois, o Atlas volta a ser campeão mexicano

O Atlas, depois de 70 anos, é campeão do futebol mexicano! No Jalisco, na frente de seu torcedor. Com o melhor ambiente do mundo. O Atlas conquistou o título depois de vencer o León, nos pênaltis, por 4 a 3, em um jogo que triunfou por 1 a 0 aos 90 minutos, forçando o 3 a 3, neste domingo.

O gol foi de Aldo Rocha. A penalidade final foi feita por Julio Furch. E a estrela foi o colombiano Camilo Vargas. A atmosfera era requintada. Extraordinário. E festejou com muito mérito o título do Atlas porque hoje em Jalisco foram muito melhores que o Leão.

Atlas foi o dono da bola no primeiro tempo. Como era de se esperar, os Rojinegros pressionaram desde o primeiro minuto movidos pelo amor de seu povo. Julián Quiñones foi o protagonista nos primeiros 45 minutos, quando as três jogadas mais perigosas surgiram a seu favor. O colombiano passou da esperança ao desespero das pessoas que não acreditavam nos fracassos.

O primeiro, um grande estouro de Luis Reyes que Quiñones não conseguiu desviar; o segundo e mais claro, um passe extraordinário de Camilo Vargas que, da sua área, fez um passe enorme para o seu compatriota deixando-o sozinho contra o Cota; infelizmente, o atacante falhou ao acertar o chute na trave.

E o terceiro, o próprio Julián Quiñones enfrentou Rodolfo Cota, mas não conseguiu finalizar a tempo, parecendo completamente lento contra o goleiro León. Paralelamente, o segundo tempo começou, novamente, com uma falha de Quiñones. O colombiano recebeu excelente passe de Julio Furch e na saída de Rodolfo Cota não conseguiu definir bem.

Só neste caso, o quinto foi o charme. É assim que o objetivo vermelho-preto viria. Atlas tinha Leon completamente encurralado para trás e com base no push, ele conseguiu um escanteio que levaria a 1 a 0; depois de um rebote, Aldo Rocha, o capitão, cabeceou para finalmente vencer o Cota.

O gol teve polêmica porque na hora em que Rocha desviou, ele estava aparentemente impedido. Com o placar, o Atlas igualou o placar agregado por 3-3. Não conquistou o campeonato, mas isso o aproximou e obrigou, pelo menos, a prorrogação.

Quando o jogo estava morrendo no tempo regulamentar veio, possivelmente um dos piores fracassos da história das finais. Edgar Zaldivar , sem goleiro, a centímetros da linha do gol e com um chocolate na altura média, marcou o cabeceamento mais fraco do ano. A falha foi tremenda.


Assim, o jogo foi para a prorrogação onde absolutamente nada aconteceu. A tensão era brutal e apesar do León jogar com 10 anos devido à expulsão de Emmanuel Gigliotti , o marcador não se mexeu até chegar aos pênaltis.

Já nos pênaltis. Jesus Angulo, Edgar Zaldivar, Cristopher Trejo e Julio Furch marcaram para o Atlas. Aldo Rocha errou o chute. Elías Hernández, Ángel Mena e William Tesillo marcaram pelo León. Fernando Navarro e Luis Montes fracassaram.

O Curioso do Futebol

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