Depois de muitas polêmicas em torno do questionado Campeonato Amapaense de 2024, o Tribunal de Justiça Desportiva do Amapá (TJD-AP) anunciou a exclusão dos quatro clubes semifinalistas que tiveram comprovadas irregularidades na disputa da competição em primeira instância.
Embora a primeira decisão seja por uma punição que retira Trem, Santos, Oratório e Independente da atual edição, a Federação Amapaense de Futebol esclareceu que aguardará todas as instâncias para tomar a decisão de como prosseguir com o campeonato.
Em uma das semifinais, o Santos havia denunciado que o atleta Neto Oliveira e o técnico Sandro Macapá, ambos do Trem, estariam suspensos para o jogo do returno da semifinal, e que não poderiam ter entrado em campo. O Trem respondeu que os jogadores Felipe Oliveira e Dock, do Santos, também atuaram de forma irregular.
Do outro lado, o Independente divulgou que o atleta David Filipe, do Oratório, deveria ter cumprido suspensão na estreia da edição de 2024 porque foi expulso no último jogo do ano passado, enquanto o próprio Oratório acusou o Independente de utilizar Fabinho de forma irregular, já que deveria ter cumprido suspensão no segundo embate da semifinal.
Além disso, todos os clubes sofreram punições em dinheiro, sendo R$ 8 mil aplicados ao Santos e R$ 4 mil para os demais clubes. Após a divulgação do resultado por parte do TJD, a Federação emitiu nota esclarecendo que irá aguardar as instâncias jurídicas para definir a sequência.
"Durante a audiência, houve manifestações dos clubes, e é importante ressaltar que todos têm o direito de recorrer ao pleno do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD). Portanto, a FAF aguardará o esgotamento das instâncias jurídicas para assegurar a integridade do processo e a correta marcação das datas finais do campeonato. Somente após a conclusão de todas as etapas legais e com a publicação dos resultados finais, poderemos determinar, de acordo com a legislação vigente, os finalistas do Amapazão ou quaisquer outras medidas que se façam necessárias".
As punições:
INDEPENDENTE
infração do art. 214 do REC/2024 e art. 64 RGC/2024. Multa de R$ 4 mil e exclusão.
ORATÓRIO
infração do art. 214 do REC/2024 e art. 64 RGC/2024. Multa de R$ 4 mil e exclusão.
SANTOS
infração do art. 214 do REC/2024 e art. 64 RGC/2024. Multa de R$ 8 mil e exclusão.
TREM
infração do art. 214 do REC/2024 e art. 64 RGC/2024. Multa de R$ 4 mil e exclusão.
O ex-BBB Hadson Nery, conhecido como Hadballa, será o novo técnico do Santos do Amapá para a temporada 2022. Ex-jogador e técnico de futebol formado em curso da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), ele vai assumir o Peixe da Amazônia que disputa neste ano apenas o campeonato estadual, previsto para iniciar em abril.
A informação sobre a contratação foi confirmada por Luciano Marba, presidente do conselho deliberativo do clube. Aos 40 anos, ele busca se firmar como treinador, carreira que tentava antes mesmo de entrar no Big Brother Brasil em 2020.
Antes do Santos do Amapá, Hadson foi anunciado em maio de 2021 pelo Grêmio Barueri, de São Paulo, mas deixou o clube antes mesmo de estrear alegando falta de "trabalho, elenco e competição". O clube, no final de tudo, nem chegou a entrar no Campeonato Paulista da Segunda Divisão da temporada e segue licenciado.
Luciano Marba detalha que a contratação busca além do comando técnico, atrair parceiros e visibilidade para o Peixe da Amazônia, que têm sete títulos no futebol do Amapá, sendo cinco deles consecutivos, entre 2013 e 2017.
"A expectativa é grande, o Hadson é um ex-jogador de grandes clubes, como Corinthians, Brasil de Pelotas, entre outros. Hoje é uma pessoa de destaque na mídia, que vai trazer retorno de mídia pro clube. Se especializou na CBF e está pronto para assumir o comando", completou o presidente de honra.
Nascido em Belém, no Pará, distante 300 quilômetros da capital do Amapá, Hadson tem histórico no futebol amapaense como dirigente. Em 2015, atuou como gerente do Ypiranga-AP. Dono da empresa que gerenciava o clube na época, ele anunciou o rompimento da parceria após suposta quebra de contrato, desentendimentos e descumprimento de compromissos com o Conselho Deliberativo.
Carreira - Revelado no Clube do Remo, tem passagens pelo maior rival, Paysandu, além das divisões de base do Corinthians. O lateral-esquerdo, que também atuava como meia, ainda vestiu as camisas de Paraná, Pinheirense-PA, Brasil de Pelotas, Tuna Luso, Boa Vista-RJ, América-SP e encerrou a carreira no Bragantino-PA, em 2014.
Como jogador, Hadson Nery rodou por outros países. Em Portugal, atuou por Alcains, Gondomar e o Leiria, na temporada 2005/06. Na época, foi comandado por Jorge Jesus, atual técnico do Flamengo. Ainda passou por clubes da Ucrânia e Uruguai.
Fabinho Paulista defendeu o Santos do Amapá na Série D
Mato Grosso, Goiás, Paraíba, Sergipe, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Amapá. Um jogador que já passou pelo futebol de todos estes estados citados é, realmente, uma pessoa que não tem medo de encarar desafios no mundo da bola. Estamos falando do meia-atacante Fabinho Paulista, de 30 anos, que atualmente defende o Santos do Amapá, mas que já rodou todo o Brasil praticando a modalidade.
Só neste ano, para vocês terem uma ideia, ele foi peça importante no Comercial de Campo Grande na primeira fase do Sul-Matogrossense, ajudou o Olímpia a escapar do rebaixamento no Paulista da A3, defendeu o Peixe da Amazônia na Série D do Brasileiro e ainda terá pela frente a Copa Verde e o Amapaense.
Confira o bate-papo que tivemos com ele:
O Curioso do Futebol - Para começar a entrevista, vamos falar de sua experiência. Você é um jogador que não “escolhe lugar para atuar”, um verdadeiro 'andarilho' da bola. Já jogou em times de Mato Grosso, Goiás, Paraíba, Sergipe, Paraná, Mato Grosso do Sul, Amapá, além, é claro, São Paulo. Por que preferiu que sua carreira fosse assim e o que isso ajuda nela?
Fabinho Paulista – Graças a Deus! Tive a oportunidade de passar por esses estados e em todos os clubes que joguei pude fazer um bom trabalho e sou muito feliz por isto. Costumo dizer que sou movido a desafios e, na verdade, não escolhi que minha carreira fosse assim, de rodar o Brasil em busca do futebol. Os desafios foram aparecendo, fui aceitando e consegui ser feliz em boa parte deles.
O Curioso do Futebol - Há muita diferença no futebol praticado entre estes estados? Há um lugar onde se joga mais ofensivamente e outro de forma mais defensiva?
Fabinho Paulista – Claro que tem! O futebol brasileiro se diferencia um pouco de estado para estado. Tem lugar que é mais pegado, outros muito mais técnicos. Este ano pude sentir alguma diferença nesta questão, pois comecei o ano no Comercial de Campo Grande e o Mato Grosso do Sul tem um futebol mais corrido, não tanto pegado, mas dinâmico. Quando fui para o Olímpia, me deparei com um futebol mais técnico, de muita qualidade, que procura ficar mais com a bola no pé, cadenciando o jogo. Já aqui no Norte do país o futebol é mais pegado, mais corrido, de muita força e transpiranção, na verdade.
O Curioso do Futebol - O Santos do Amapá é o terceiro clube que defende no ano. Como foi a passagem pelo Comercial de Campo Grande, equipe que fez boa campanha na primeira fase, mas acabou caindo no mata-mata?
Fabinho Paulista – No Comercial tive a oportunidade de iniciar a competição, onde fiz seis jogos. Costumo dizer que fiquei muito feliz, já que joguei no maior clube do estado, no meu ponto de vista. Estávamos bem na competição, o time estava vencendo, e eu vinha fazendo boas partidas. Vencemos o Sete de Dourados, fora de casa, por 2 a 0, onde fiz grande partida, e na sequência recebi a proposta do Olímpia.
No Cascavel, no ano passado
O Curioso do Futebol - Depois, você foi para o Olímpia, equipe que corria sério risco de rebaixamento na A3 Paulista, mas conseguiu uma boa sequência no fim, no momento quando você chegou, e conseguiu escapar da “degola” antes mesmo da última rodada. Como foi esta 'virada' no fim, com grande ajuda sua?
Fabinho Paulista – Quando eu aceitei a proposta do Olímpia, me chamaram de louco. Saí de um time que brigava pela ponta do estadual e fui para outro que brigava contra o rebaixamento. Mas como eu disse, sou movido a desafios e aceitei, já que, naquele momento, estava querendo voltar a atuar no futebol paulista e ficar mais perto de minha casa. Apesar da situação da equipe na A3, eu tinha certeza que ia dar certo e graças a Deus foi o que aconteceu. Mantive minhas atuações, como estava sendo no Comercial, pude fazer grandes partidas e ajudei a equipe sair da zona de rebaixamento. Foi uma sensação única, como se conseguisse um título, ou até mais, já que a situação era complicada, mas conseguimos livrar o Olímpia da queda.
O Curioso do Futebol - Como foi que você chegou ao Santos do Amapá, um clube que domina o cenário estadual?
Fabinho Paulista – Cheguei no Santos através do meu procurador, Cláudio Jatobá. Ele fez contato com o pessoal aqui do clube, entre eles o treinador Edson Porto, houve interesse de ambas as parte para que eu viesse para cá. Fui um novo desafio para mim, já que eu não esperava jogar a Série D por um time do Amapá, estava pensando que iria ficar em São Paulo, para atuar na Copa Paulista. Porém, o Olímpia decidiu não disputar a competição. Foi quando recebi o convite e, mais uma vez, aceitei um novo desafio.
O Curioso do Futebol - Muitos têm preconceito com o futebol do Norte do país, principalmente fora do Pará. Como é a estrutura do clube? Difere muito das outras regiões?
Fabinho Paulista – Confesso que não esperava encontrar uma boa estrutura tão boa quando a do Santos, fui surpreendido positivamente! Não fica devendo nada para times de Série C do Brasileiro, por exemplo, até alguns da Série B. O clube tem diversos campos, tem um CT muito bom, com piscina, estrutura de fisioterapia, com tudo para que possamos render o máximo. O preconceito é que não são todos os clubes aqui da região que têm uma estrutura como a do Santos, por isto que alguns acabam não aceitando propostas daqui. Porém, o Santos dá todas as condições para que o atleta possa render o seu melhor.
Pelo Comercial de Campo Grande
O Curioso do Futebol - Qual a pretensão para o seu futuro? Pretende continuar no Santos do Amapá ou já tem alguma proposta para atuar em outro lugar, ainda nesta temporada?
Fabinho Paulista – O futuro a Deus pertence! Porém, tenho contrato com o Santos até o final de outubro deste ano e pretendo cumprí-lo até o fim. A temporada para o time continua no segundo semestre e estou feliz aqui e a equipe vai se encaixar para a disputa do Estadual, que já começa no próximo mês, e da Copa Verde. Espero fazer uma grande campanha nas duas competições. O meu futuro sempre coloco nas mãos de Deus e deixo sob os cuidados do meu procurador Cláudio Jatobá e sempre quero jogar futebol.
O Curioso do Futebol - Agora, deixamos o espaço livre para você mandar sua mensagem. Muito obrigado pela entrevista.
Fabinho Paulista – Quero agradecer a oportunidade que vocês estão dando para falar sobre minha carreira e meu desempenho nesta temporada. Estou muito feliz com o que vem acontecendo, que Deus vem entregando nas minhas mãos e sou muito grato por tudo isto. Pretendo que continue assim e que eu termine o ano entragando título do Campeonato Amapaense para o Santos e, porque não, da Copa Verde. Um forte abraço e obrigado!
Partida histórica na Vila Belmiro: pela primeira vez, dois Santos se enfrentavam
Na noite fria de quinta-feira, dia 28 de abril, o Santos FC venceu por 3 a 0 um adversário, no mínimo, inusitado: um xará amapaense. A partida, realizada na Vila Belmiro, foi válida pela primeira fase da Copa do Brasil. Agora, o Peixe vai enfrentar o Galvez, do Acre, pela segunda etapa da competição.
A partida era histórica. Apesar de o Santos ter feitos seus dois primeiros jogos de sua bela trajetória contra o xará Santos Athletic, conhecido como o Clube dos Ingleses na cidade, em 1912 (partidas realizadas no antigo campo da Avenida Ana Costa. A Vila Belmiro foi inaugurada quatro anos depois), ter sido convidado para inaugurar o estádio do Santos Laguna, do México, e ter enfrentado o mesmo time amapaense na semana passada, era a primeira vez que o Peixe enfrentaria um time homônimo no praticamente centenário Estádio Urbano Caldeira, a Vila Belmiro. Além disso, seria a primeira vez que estaria assistindo ao Santos do Amapá, atual tricampeão estadual, in loco.
Com todos estes predicados, nem mesmo a frente fria que atingiu a Baixada Santista desde a última quarta-feira, dia 27, nem o horário do jogo, 21h30, tiraram a animação de ir até ao histórico campo e assistir a esta peleja interessante. Era uma partida imperdível para O Curioso do Futebol.
Entrada do Santos do Amapá no campo
Como disse acima, os dois Peixes (sim, o Santos do Amapá é conhecido como o Peixe da Amazônia) se enfrentaram na semana passada, no estádio Zerão, em Macapá, e empataram em 1 a 1. Portanto, o Santos famoso classificaria com um 0 a 0 ou uma vitória e o xará do Norte com um placar igual de dois ou mais gols ou se vencesse. O empate em 1 a 1 levaria a decisão para os pênaltis.
O Alvinegro Praiano foi a campo com praticamente todo o time reserva, pois no domingo fará a primeira partida da final do Campeonato Paulista. Apenas o goleiro Vanderlei foi para o jogo. Já os amapaenses estavam sem desfalques e entraram no gramado da Vila Belmiro pensando em fazer história.
No início, o Santos do Amapá não ficou acuado e tentava fazer algumas jogadas, mas que não chegaram a assustar a defesa do xará famoso, sem preocupar Vanderlei. Aos nove minutos, a equipe paulista chegou com perigo pela primeira vez. Ronaldo Mendes fez bela jogada e achou Igor sozinho pela direita. O lateral invadiu a área e cruzou rasteiro, mas a zaga amapaense afastou o perigo.
Defesa amapaense afasta o perigo
Nos dez minutos seguintes, a partida entrou em um grande marasmo. O Santos famoso não conseguia passar pela defesa do rival, que tomava a bola, mas abusava do chutão. A equipe do Norte deu uma acordada e assustou aos 20 minutos. Armando fez grande jogada pela esquerda, passou por Lucas Veríssimo com facilidade e rolou para Renatinho, que sozinho finalizou por cima do gol de Vanderlei.
Em seguida, o time da Vila Belmiro teve chance com Paulinho. Depois de bela triangulação, o atacante da camisa 26 da equipe litorânea chegou a 'chapelar' o marcador, mas furou na hora da finalização. Aos 29, os donos da casa deram outro susto nos amapaenses com Ronaldo Mendes, que arriscou um chute forte de fora da área, que passou raspando na trave defendida por Zé Maria.
Apesar do maior volume de jogo, o Santos da casa não conseguia transformar a posse de bola em vantagem no placar e isto começou a irritar os pouco mais de 5 mil presentes na Vila Belmiro. Aos 38 minutos, depois de outra bela triangulação do Alvinegro Praiano, Igor recebeu a bola na entrada da área e finalizou rasteiro para a firme defesa de Zé Maria.
Cavalo e Caju disputam lance
O Santos abriu o marcador quando o árbitro Willian Machado Steffens já olhava para o relógio para terminar a primeira etapa. O experiente Elano, que vinha mal na partida, alçou a bola na área pela direita e o zagueiro Luís Felipe subiu mais do que todo mundo para cabecear a bola para o fundo das redes. Ao final do tempo inicial, Santos 1, Santos do Amapá 0.
O segundo tempo iniciou morno. Em 20 minutos, o Santos famoso só teve apenas uma chance: logo aos 4, Caju fez bela jogada pela esquerda e rolou para Rafael Longuine, que isolou a bola em chute de canhota. Já o Santos do Amapá apenas se defendia e quando tinha a bola, não conseguia armar jogadas interessantes.
O Alvinegro Praiano acordou aos 21 minutos, fazendo o segundo gol da partida. Ronaldo Mendes, que vinha sendo o melhor em campo, recebeu a bola na entrada da área, viu o goleiro Zé Maria mal posicionado e, de canhota, bateu colocado, com categoria. No placar, 2 a 0 para a equipe da casa.
Tentativa de jogada do Santos do Amapá
Aos 26 minutos, houve uma confusão entre atletas de ambas as equipes. O árbitro Willian Machado Steffens não teve dúvidas e mandou os volantes Alisson, do Santos da Vila Belmiro, e Lessandro, do time amapaense, para chuveiro mais cedo. Com os dois times com fez em campo, a partida ficou mais aberta, tendo mais movimentação.
O Santos do Amapá quase fez o seu golzinho na Vila Belmiro aos 32 minutos. Fabinho cobrou bem falta, obrigando Vanderlei a fazer uma grande defesa, espalmando a bola para escanteio. O lance acordou os jogadores do time da casa, que ampliaram o marcador aos 37. Joel, que estava um pouco sumido na partida, ficou sozinho na cara do gol, após recuo mal feito pela equipe amapaense. O camaronês ainda teve tempo para driblar o goleiro Zé Maria e tocar a bola para o fundo das redes, dando números finais ao histórico jogo: Santos SP 3, Santos do Amapá 0.
Com o resultado, o Santos FC passou para a segunda fase da Copa do Brasil. Agora, o Peixe 'da Praia' vai encarar o Galvez, do Acre, que eliminou o rival do estado Rio Branco. As datas dos jogos ainda serão definidas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), mas já se sabe que a primeira será mando do time acriano. Caso o Santos não vença por dois ou mais gols de diferença, será realizada uma partida de volta.
Fiquei muito feliz ao ver esta curiosa partida Santos contra Santos, apesar do futebol dentro de campo não ter sido dos mais emocionantes. Ainda tive uma surpresa muito legal, já que fui presenteado pelo jogador Magrão, reserva da equipe amapaense, com uma camisa do clube. Ela terá um lugar exclusivo em minha coleção.
Ficha Técnica:
SANTOS FC 3 X 0 SANTOS-AP
Data: 28 de abril de 2016.
Local: Estádio da Vila Belmiro - Santos (SP).
Público: 5.140 pagantes.
Renda: R$ 58.095,00.
Árbitro: Willian Machado Steffens.
Auxiliares: Gabriel Conti Viana e Diogo Carvalho Silva.
Gols: Luiz Felipe, aos 46 do 1º tempo; Ronaldo Mendes, aos 21 e Joel, aos 37 do 2º tempo.
Santos FC: Vanderlei; Igor, Luiz Felipe, Lucas Veríssimo e Caju; Alison, Elano (Lucas Crispim), Ronaldo Mendes e Rafael Longuine (Fernando Medeiros); Paulinho (Maxi) e Joel - Técnico: Dorival Júnior.
Santos-AP: Zé Maria; Cavalo, Dedé, Jari e Batata (Jean Marabaixo); Otávio Pretão (Michel), Lessandro, Renatinho e Rafinha; Fabinho e Armando (Esquerdinha) - Técnico: Romeu Figueira.
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