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CBF pede exclusão do Cerro Porteño da Libertadores Sub-20

Com informações da CBF
Foto: Fabio Menotti / Agência Palmeiras

Luighi foi alvo de ofensas racistas durante a partida entre Palmeiras e Cerro Porteño, pela Libertadores Sub-20

A CBF enviou nesta sexta-feira (7) denúncia à Conmebol pedindo a punição dos torcedores e a exclusão do Cerro Porteño, do Paraguai, da Libertadores Sub-20.

O documento de 29 páginas elaborado pelas Diretorias Jurídica e de Governança e Conformidade da CBF cobra tolerância zero contra atos discriminatórios e exige severa punição esportiva aos torcedores e ao clube paraguaio. A entidade ainda alega que o protocolo global da FIFA contra racismo não foi cumprido pela arbitragem. Para a CBF, o racismo é um crime que fere a dignidade, a integridade e os princípios fundamentais do esporte e deve ser punido com penas que impactem fortemente os responsáveis.

“O que a gente espera da Conmebol é rigor. Basta de racismo e de multas que não levam a nada. Queremos punições esportivas”, declarou o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues.

Na noite de quinta-feira (6), Luighi e Figueiredo foram alvos de ofensas racistas por parte de torcedores do clube paraguaio durante jogo válido pela Conmebol Libertadores sub-20. O time brasileiro venceu o confronto por 3 a 0. Torcedores do Cerro Porteño imitaram um macaco e cuspiram na direção dos atletas brasileiros, que protestaram. Luighi deixou o campo chorando e desabafou em entrevista depois da partida."

O futebol deve ser espaço de igualdade e respeito. Por isso, a punição do Cerro Porteño e dos envolvidos não é apenas uma necessidade jurídica, mas uma obrigação moral e institucional, para que o combate ao racismo deixe de ser um discurso vazio e passe a ser uma realidade concreta", escreveram os diretores da CBF no documento.

Na denúncia, a CBF argumenta, ainda, que o futebol sul-americano carrega um histórico de impunidade em relação a atos racistas e que as sanções aplicadas são, na maioria das vezes, insignificantes para coibir novas ocorrências. "Frise-se que a esmagadora maioria das vítimas advém do solo brasileiro", reforça a denúncia.

Cópias dos documentos foram enviadas para os presidentes da FIFA, Gianni Infantino, e da Conmebol, Alejandro Domínguez.


O combate ao racismo é uma das prioridades da CBF, a primeira confederação a implementar punição desportiva em seu Regulamento Geral de Competições para casos de racismo.

Na quinta-feira (6), o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, já havia manifestado sua solidariedade com os jogadores e reforçado que cobraria punições aos racistas pelos inaceitáveis atos cometidos contra os atletas do Palmeiras.

"É chocante assistir cenas como essas. Racismo é crime e deve ser combatido por todos. Sei do tamanho da dor sofrida pelo Luighi. Basta de racistas no futebol. A CBF vai representar na Conmebol pedindo punições enérgicas", afirmou Rodrigues, após a partida entre Palmeiras e Cerro Porteño. Ele é o primeiro presidente negro e nordestino a comandar a entidade.

TJD-AP decide excluir os quatro semifinalistas do Amapaense por irregularidades

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação

Semifinais estavam marcadas para o Zerão

Depois de muitas polêmicas em torno do questionado Campeonato Amapaense de 2024, o Tribunal de Justiça Desportiva do Amapá (TJD-AP) anunciou a exclusão dos quatro clubes semifinalistas que tiveram comprovadas irregularidades na disputa da competição em primeira instância.

Embora a primeira decisão seja por uma punição que retira Trem, Santos, Oratório e Independente da atual edição, a Federação Amapaense de Futebol esclareceu que aguardará todas as instâncias para tomar a decisão de como prosseguir com o campeonato.

Em uma das semifinais, o Santos havia denunciado que o atleta Neto Oliveira e o técnico Sandro Macapá, ambos do Trem, estariam suspensos para o jogo do returno da semifinal, e que não poderiam ter entrado em campo. O Trem respondeu que os jogadores Felipe Oliveira e Dock, do Santos, também atuaram de forma irregular.

Do outro lado, o Independente divulgou que o atleta David Filipe, do Oratório, deveria ter cumprido suspensão na estreia da edição de 2024 porque foi expulso no último jogo do ano passado, enquanto o próprio Oratório acusou o Independente de utilizar Fabinho de forma irregular, já que deveria ter cumprido suspensão no segundo embate da semifinal.

Além disso, todos os clubes sofreram punições em dinheiro, sendo R$ 8 mil aplicados ao Santos e R$ 4 mil para os demais clubes. Após a divulgação do resultado por parte do TJD, a Federação emitiu nota esclarecendo que irá aguardar as instâncias jurídicas para definir a sequência.

"Durante a audiência, houve manifestações dos clubes, e é importante ressaltar que todos têm o direito de recorrer ao pleno do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD). Portanto, a FAF aguardará o esgotamento das instâncias jurídicas para assegurar a integridade do processo e a correta marcação das datas finais do campeonato. Somente após a conclusão de todas as etapas legais e com a publicação dos resultados finais, poderemos determinar, de acordo com a legislação vigente, os finalistas do Amapazão ou quaisquer outras medidas que se façam necessárias".


As punições:

INDEPENDENTE
infração do art. 214 do REC/2024 e art. 64 RGC/2024. Multa de R$ 4 mil e exclusão.

ORATÓRIO
infração do art. 214 do REC/2024 e art. 64 RGC/2024. Multa de R$ 4 mil e exclusão.

SANTOS
infração do art. 214 do REC/2024 e art. 64 RGC/2024. Multa de R$ 8 mil e exclusão.

TREM
infração do art. 214 do REC/2024 e art. 64 RGC/2024. Multa de R$ 4 mil e exclusão.

Suspensão de eleição pode deixar Central de Caruaru fora do Pernambucano A2

Com informações do GE.com
Foto: Lafaete Vaz / GE.com

O Lacerdão, casa do central

O presidente da Federação Pernambucana de Futebol (FPF), Evandro Carvalho, confirmou que as eleições para a escolha do novo presidente do Central estão suspensas. O pleito estava marcado para esta terça-feira. Para piorar, a Patativa também pode ficar de fora da Série A2 do Pernambucano.

Evandro afirmou que a FPF foi notificada sobre a "tutela de urgência" pedida pela chapa "Central de Caruaru, Responsabilidade e Transparência", que solicitava o adiamento do processo. Nesta terça, também é o prazo final para o administrador temporário Clênio Lima permanecer no clube.

Sendo assim, o clube fica sem presidente e sem representante na FPF e na Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Com isso, Evandro Carvalho não vê a possibilidade da equipe disputar a Série A2 do Campeonato Pernambucano.

Junta governativa - A Federação Pernambucana de Futebol (FPF) emitiu um comunicado nesta quarta-feira informando que o Central será comandado por uma Junta Governativa, definida pelos sócios beneméritos. O Alvinegro está sem presidente depois que as eleições, marcadas para esta terça-feira, foram adiadas pela Justiça Comum.

Segundo a FPF, a medida quer evitar o fechamento do clube até que a Justiça determine uma nova data para as eleições. Desde a renúncia do ex-presidente Alexandre César, o Central estava sendo administrado pelo vice-presidente do Conselho Deliberativo, Clênio Lima, que teve mandato estendido até esta terça.


Sem representante na FPF e na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o Alvinegro está impossibilitado de disputar a Série A2 do Campeonato Pernambucano. O pedido de adiamento das eleições da Patativa partiu da chapa "Central de Caruaru, Responsabilidade e Transparência", encabeçada por Airton Júnior.

O Curioso do Futebol

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