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Morre Tatinha, ícone do rádio esportivo londrinense, aos 85 anos

Foto: repodução

Tatinha estava com 85 anos

Morreu nesta terça-feira, dia 23, aos 85 anos, o radialista londrinense Jair de Antônio Prata, conhecido popularmente como Tatinha. Ícone do jornalismo esportivo do Paraná, ele ficou marcado por acompanhar de perto a história do Londrina Esporte Clube desde a fundação do clube, em 1956, até sua aposentadoria, em 2017.

Tatinha esteve presente, ainda aos 16 anos, no primeiro jogo oficial da história do Londrina, disputado em 24 de junho de 1956, no amistoso contra o Corinthians de Presidente Prudente. A partir dali, construiu uma trajetória inseparável do Tubarão, tornando-se uma das vozes mais emblemáticas do clube ao longo de mais de seis décadas.

Durante a carreira, trabalhou na Rádio Londrina e na Rádio Clube, até ingressar, em 1967, na Rádio Paiquerê, onde se consolidou como repórter oficial do Londrina Esporte Clube. Na emissora, Tatinha atuou tanto à beira do campo quanto em programas esportivos, mantendo presença constante na cobertura do futebol regional e nacional até o fim da carreira profissional.

Além do acompanhamento diário do Londrina, o radialista também teve experiências marcantes fora do cenário local, cobrindo as Copas do Mundo de 1990, na Itália, e de 1994, nos Estados Unidos, ampliando ainda mais seu reconhecimento no meio esportivo.


O Londrina Esporte Clube lamentou a morte do comunicador e publicou uma nota de pesar, prestando solidariedade aos familiares, amigos e ouvintes. “Que Deus possa confortar o coração de todos nós neste momento triste para todos”, destacou o clube, em homenagem ao eterno Tatinha, personagem fundamental da história do LEC e do rádio esportivo brasileiro.

Morre Washington Rodrigues, o Apolinho, jornalista e ex-técnico do Flamengo

Com informações do ge.globo
Foto: arquivo

Apolinho com Sávio, Edmundo e Romário no Flamengo de 1995

Washington Rodrigues, o Apolinho, morreu nesta quarta-feira, aos 87 anos. Além de consagrado jornalista que marcou gerações com seus comentários nas rádios Globo e Tupi, Washington era um apaixonado pelo Flamengo. Em 1995, a convite do então presidente Kleber Leite, assumiu a tarefa de treinar o Rubro-Negro.

Criador de diversos bordões com uma linguagem popular que conquistou ouvintes no rádio carioca ao longo de décadas, o comentarista Washington Rodrigues fez dupla marcante com o narrador José Carlos Araújo, o Garotinho, na Rádio Globo.

Ele também ficou marcado por uma "previsão" feita durante a transmissão da Super Rádio Tupi da final do Campeonato Carioca de 2001, em 27 de maio daquele ano. Antes de Petkovic cobrar a falta e marcar o golaço que garantiu o tricampeonato do Flamengo sobre o Vasco, Apolinho afirmou: "E acaba de chegar São Judas Tadeu".

A aventura no comando do Flamengo é a passagem mais marcante de Washington Rodrigues longe do jornalismo. Ele contou ao UOL em 2015 como virou treinador:

"Estava jantando com o Vanderlei Luxemburgo, e o Kleber Leite me convidou para encontrá-lo em um restaurante. Imaginei que queria conselhos sobre o momento do time e fui preparado para sugerir a contratação do Telê Santana. Ninguém queria pegar o Flamengo. O papo varou a madrugada. Até que por volta das 3h30 havia um prato virado na mesa e sem uso".

"O Kleber me disse que tinha um nome e pediu para que virasse o prato. Quando vi que era o meu tomei um susto e perguntei se ele estava brincando. Pensei rápido e aceitei, já que o Flamengo é uma convocação. Foi uma correria. Tinha que me desligar da rádio, TV, jornal. Tudo para evitar conflito".


Foram 26 partidas, 11 vitórias, oito empates e sete derrotas. O time do Ataque dos Sonhos de Sávio, Romário e Edmundo não reagiu no Campeonato Brasileiro e terminou no 21º lugar. Na Supercopa dos Campeões da Libertadores, entretanto, a campanha foi boa. O Flamengo venceu sete dos oito jogos disputados, mas acabou derrotado na decisão em duas partidas com o Independiente.

Além da aventura à frente do Flamengo em 1995, Washington, novamente "convocado" por Kleber Leite, voltou ao clube três anos depois para assumir o cargo de diretor de futebol.

Morre o radialista Mauro Nóbrega

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: arquivo

Mauro Nóbrega tinha 78 anos

A imprensa esportiva está de luto. Morreu neste sábado um dos melhores comentaristas do rádio paulista: Mauro Nóbrega, que marcou época em São Paulo e Campinas, além de ter feito sucesso em outras cidades do interior. Mauro Nóbrega tinha 78 anos e vinha trabalhando em emissoras de Sorocaba e Porto Feliz.

Nascido no dia 21 de abril de 1943, Mauro Nóbrega sofreu um AVC no último domingo em Porto Feliz e estava hospitalizado em Sorocaba, onde acabou falecendo neste sábado. Mauro Nóbrega será sepultado neste domingo em Porto Feliz.

Nesta época, trabalhou com profissionais como Orlando Duarte, Nilson César, Flávio Prado, Wanderlei Nogueira, Milton Neves, José Roberto Ercolim, entre outros, consagrando o seu nome na história da rádio onde ficou até 2002.

Na Jovem Pan, os destinos do comentarista e do amigo conterrâneo Ercolim, falecido no ano passado, voltaram a se cruzar e imprimiram suas marcas com o esporte como tema de suas locuções. Os radialistas começaram juntos na Rádio Emissora Portofelicense (REP). Em 1994, o comentarista ganhou o troféu Bola de Ouro, prêmio máximo do rádio brasileiro e em 1997 foi eleito, por alguns dos maiores técnicos de futebol do país, como o melhor comentarista do Brasil.

Em Itu, junto de José Roberto Ercolim, ainda trabalhou na Rádio e TV Convenção, onde comentou diversas temporadas do Ituano Futebol Clube. Mauro era apaixonada pelo Galo Rubro-Negro, tendo inclusive uma coleção de camisas do Ituano. O comentarista ainda trabalhou na Rádio Cruzeiro FM, de Sorocaba.

Chamado de “O Correto”, pelo jornalista Milton Neves, e mesmo fazendo sucesso em São Paulo, em 2002 Mauro Nóbrega optou em voltar para Porto Feliz. Na Rádio Emissora Portofelicense, fez de tudo, atuando como narrador, repórter, comentarista, apresentador de programas e até mesmo ocupando cargos diretivos.


Aceisp lamenta - A Associação dos Cronistas Esportivos do Interior de São Paulo (ACEISP) lamentou a morte de Mauro Nóbrega através de pronunciamento de seu presidente. “Fomos pegos de surpresa com o falecimento do Mauro Nóbrega. Era um profissional fantástico e, como cidadão, não tinha rejeição.

Ele optou em fixar-se no interior, mas se tivesse continuado atuando na Capital hoje seria, talvez, o principal comentarista esportivo do Brasil”, lamentou Artur Eugênio Mathias, falando em nome da imprensa esportiva do Estado de São Paulo.

Jornalista e ex-presidente da AD Guarulhos, Osvaldo Tassi morre aos 80 anos

Com informações do GRU Diário
Foto: arquivo

Osvaldo Tassi tinha 80 anos e fazia parte da equipe do Câmera Esportiva

O jornalismo guarulhense amanheceu triste neste domingo, dia 18 devido ao falecimento do radialista Osvaldo Tassi, de 80 anos, uma lenda do jornalismo na cidade. Ele também foi presidente da Associação Desportiva Guarulhos e nos últimos tempos fazia parte da equipe do Câmera Esportiva.

Tassi era natural de Santa Ernestina, uma cidade próxima a Taquaritinga, mas começou sua carreira em São Carlos. Na rádio, Tassi começou a trabalhar na rádio São Carlo e passou depois para a rádio Progresso, na mesma cidade, sempre atuando na área do Esporte, como repórter de campo.

Chegou à capital em 1960, quando veio morar na Rua Tupi, transferido da viação Cometa, onde trabalhava no setor da Promoção, onde ficou no Jardim Perdizes. Em seguida, começou a trabalhar na Rádio Nacional, onde trabalhou com nomes como Milton Galdão, Carlos Aymar e Hélio Prioli.

Sua história em Guarulhos começou por volta de 1962, quando veio à cidade com um amigo que queria comprar uma casa. Os dois, então, pararam para tomar um café na antiga padaria Ponto Chic, na região central. Tassi criou um programa de estúdio para cobrir o futebol amador. Logo depois começou a transmitir as partidas no Fioravante Iervolino, então o principal estádio da cidade.

Na cidade, lutou pela concessão de um rádio FM para Guarulhos, a Universitária FM. Tassi também participou da Tupi AM, criou o programa Câmara Esportiva, narrou e reproduziu jogos e construiu uma longa história com o Esporte da cidade. Também foi presidente na AD Guarulhos e assessor de imprensa na Prefeitura de Guarulhos.

O Índio Guaru deixou sua mensagem nas mídias sociais. "Nossos profundos sentimentos a família de nosso ex-presidente o jornalista Osvaldo Tassi, que Deus possa confortar vossos corações. Tassi assumiu o clube em um período de muita dificuldade, ajudou a manter viva nossa bandeira na cidade, sempre foi um entusiasta do esporte, nos somos gratos pelo nobre serviço prestado ao esporte da cidade".


Rival da AD Guarulhos, o Flamengo também publicou nota. "A Associação Atlética Flamengo Guarulhos lamenta profundamente o falecimento do radialista e jornalista Osvaldo Tassi, que nos deixou na manhã deste domingo (15), aos 80 anos. Nossas condolências a família, amigos e fãs de Osvaldo Tassi. Que a família encontre força e que Deus conforte o coração neste momento.

Casado com dona Isabel, Tassi teve três filhos e quatro netos. Ele está sendo sepultado no cemitério da Vila Rio de Janeiro até o final da tarde deste domingo.

O Curioso do Futebol

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Aceisp