Mostrando postagens com marcador Ponta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ponta. Mostrar todas as postagens

Luto! Morre ex-ponta Valdir Birigui, que fez sucesso no São Paulo e no Botafogo

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: arquivo

Valdir Birigui tinha 80 anos

O ex-ponta esquerda Valdir Birigui, que fez sucesso no São Paulo e no Botafogo-RJ nos anos 1960, morreu na última sexta-feira, tendo a informação de seu falecimento somente acontecido nesta terça-feira pelo jornalista Milton Neves.

Valdir tinha 80 anos e morreu em São Paulo, onde foi sepultado no Cemitério da Paz, no bairro do Morumbi, na capital paulista.

Batizado Valdir Gadioli da Silva e nascido na capital paulista no dia 26 de novembro de 1943, o ex-jogador começou justamente no Bandeirante de Birigui, no interior paulista, e chegou ao São Paulo em 1964.


Depois jogou no Botafogo-RJ, Portuguesa e Paysandu-PA, encerrando sua carreira no extinto Saad de São Caetano em 1977. No Botafogo, jogou ao lado de grandes craques e foi campeão carioca em 1967.

Ao encerrar a carreira, Valdir fixou-se na capital paulista onde tinha uma vida tranquila e segura.

Telê Santana e sua passagem pelo Guarani

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Telê Santana com a camisa do Bugre

Um dos maiores técnicos do futebol brasileiro, que fez suas equipes encantarem, completaria 92 anos. Telê Santana da Silva nasceu em Itabirito, no dia 26 de julho de 1931, e faleceu em Belo Horizonte, no dia 21 de abril de 2006. Além de ter um currículo impressionante como treinador, Telê, também, teve uma carreira como jogador, conhecido como "Fio de Esperança", tendo muito destaque no Rio de Janeiro, mas atuou em um clube do futebol paulista, no Guarani, no início da década de 60.

A sua carreira começou antes de 1950, quando teve passagens por alguns clubes na categoria de base, como: Itabirense, clube de sua cidade, América de São João del-Rei, Fluminense, Botafogo e depois retornou ao Fluminense. No tricolor carioca permaneceu até subir para o profissional. 

Em 1951 estreou como profissional do Fluminense. O ponta-direita, era muito veloz e habilidoso, sempre dando trabalho a defesa adversária. Rapidamente, o atacante ganhou a posição, se tornando titular da equipe, mesmo sendo muito jovem, mas não sentiu o peso da responsabilidade. 

Pela equipe conquistou alguns títulos importantes, como a Copa Rio, que o Fluminense briga para ser reconhecido como Mundial. Além de dois Campeonatos Cariocas e mais dois Torneio Rio-São Paulo, sendo muito importante e ganhando a idolatria da torcida. 

Telê ficou nove anos na equipe, sendo considerado ídolo, mas já no final da década de 50, o atacante já não era mais o mesmo, não tinha mais a mesma velocidade. Por causa da perda de espaço no Fluminense, Telê preferiu deixar o clube, foi quando foi atuar no futebol paulista. 

O jogador acabou recebendo uma proposta do Guarani, por causa do presidente Jaime Silva. O carioca que dirigia o clube era torcedor do Fluminense e, consecutivamente, fã do atacante mineiro. Com todo o conhecimento da habilidade do jogador, Jaime convenceu os dirigentes a contratá-lo. 


Em 1960 chegou ao Guarani, mas já não tinha mais o mesmo rendimento, mas, mesmo assim, foi titular da equipe. O atacante não conseguia encantar tanto, mas impressionava com a sua habilidade, e gerava muitas chances de perigo para a sua equipe. 

Telê chegou a ter uma temporada muito boa, tendo bons momentos com a camisa do Guarani, mas sofria com a parte física, que já não era mais a mesma. O jogador foi importante no período que esteve no clube, mas acabou deixando a equipe após dois anos. Foi uma passagem boa, mas sem muito brilho do atacante, pois já estava caminhando para a fase final de sua carreira. Em 1962 retornou ao Rio de Janeiro, mas, dessa vez, seria para atuar no Madureira.

A passagem de Luís Cubilla no River Plate

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Luis Cubilla teve uma passagem de quatro anos pelos Milionários

Nascido em Paysandú, cidade localizada perto da divisa do Uruguai com a Argentina, Luis Alberto Cubilla Almeida, mais conhecido apenas como Luis Cubilla, estaria completando 82 anos de idade nesta segunda-feira, dia 28. Por isso, hoje iremos relembrar a passagem do ponta pela equipe do River Plate, que aconteceu entre 1964 e 1968.

Após ser revelado pelo Peñarol e jogar no time auri-negro de Montevidéu de 57 a 62, o atacante embarcou rumo a Europa, onde teve uma boa passagem pela equipe do Barcelona. Na segunda metade de 1964, o uruguaio voltou à América do Sul com destino a Buenos Aires, para assinar com o Club Atlético River Plate. Na época, o time da capital argentina vivia um jejum desde 1957, e também vinha de um bi vice campeonato seguido. No edição anterior a falta de regularidade e constância acabaram deixando o clube distante de conquistar o título que acabou ficando com o Boca Juniors.

O início da trajetória de Cubilla no clube de Nuñes não foi tão bom. Anotou um único tento numa vitória sobre o Racing pelo placar de 4 a 3. Somente no primeiro turno de 1965, Cubilla finalmente desencantou ao marcar sete gols nas primeiras quinze rodadas, ajudando os Millionarios a terminar líder da metade inicial do campeonato nacional. Porém, isso também não foi o suficiente, já que em um Superclássico com o time Xeneize na penúltima temporada, a Banda perdeu a primeira colocação e perdeu o título com apenas um ponto à menos que o maior rival.

Em 1966, Luis anotou quinze gols na liga argentina, incluindo o último no triunfo de 2 a 0 sobre o Racing, que encerrou a série invicta de 39 jogos do clube de Avellaneda,. Apesar da vitória, aquela excelente sequência fez a diferença, já que o time azul e branco tinha uma gordura e acabou se sagrando campeão sem grandes dificuldades. Ali, o River seria mais uma vez vice campeão nacional.

A edição admitiu que os vice-campeões nacionais participassem do certame pela primeira vez. Isso fez com que acontecessem os primeiros Superclássicos continentais, fossem eles na fase de grupos ou no quadrangular-semifinal. Ainda no ano de 1966, Cubilla foi o responsável pelo gol que pois fim ao tabu de onze anos que o River Plate não batia o seu maior rival fora de seus domínios. Neste jogo, o ponta foi marcado por ninguém mais ninguém menos do que Silvio Marzolini, eleito melhor lateral da Copa do Mundo daquele ano.

Na maior competição de clubes do continente sul-americano, Luis foi o responsável pelo gol deu a vaga ao River na grande final, em um jogo-extra diante do Independiente, que era o atual bi campeão da Libertadores. Esta partida aconteceu porque ambas as ficaram empatadas em pontos no quadrangular-semifinal. Outro momento que o clube de Buenos Aires precisou de um embate extra foi na decisão, quando River e Peñarol venceram em seus respectivos territórios.

Reencontrando seus ex-companheiros de equipe em Santiago, o ponta viu seu time abrindo do 2 a 0 de vantagem, mas também teve de acompanhar a virada uruguaia. Ainda no tempo normal, o time auri-negro empatou, venceu com outros dois gols na prorrogação e o jogo terminou 4 a 2 para os adversários. Depois deste episódio, nasceu assim o apelido de gallinas.

Após a dolorosa derrota na final da Libertadores, Cubilla ficou em Núñez por mais dois anos. Mesmo com Luis marcando apenas quatro gols na competições domésticas e o clube fazendo campanhas bastante discretas no cenário nacional, os Millionarios ainda chegaram novamente nas semifinais da Libertadores de 67. Já em 1968, o clube foi semifinalista do Metropolitano e poderia até ter se sagrado como o grande campeão nacional se o lateral adversário Luis Gallo não usasse a mão para impedir um tento que seria marcado por Jorge Recio, na marca dos 37' do segundo tempo no jogo final diante do Vélez, e curiosamente, a irregularidade não punida pelo árbitro.

Tal lance surgiu depois de levantamento de Cubilla, que ainda acertaria o travessão adversário no fim da partida. Este jogo terminou empatado, e alguns dias mais tarde, o Vélez se sagrou campeão pela primeira vez após superar o Racing no triangular final.


No ano seguinte, o River Plate aceitou um proposta de 30 milhões de pesos vinda do Nacional do Uruguai. Apesar de se declarar torcedor do clube amarelo e preto de Montevidéu, Luis deixou o clube argentino e voltou ao seu país, mas para jogar no time rival do que o revelou. Ainda em 75 defendeu o Santiago Morning e encerrou a sua carreira como jogador de futebol profissional no ano de 1976, após atuar no Defensor. Em 1984, o ponta retornou aos Millionarios, mas para exercer o cargo de treinador.

Com 72 anos anos de idade, Luiz Cobilla veio a falecer no dia 4 de março de 2013. O ex-atleta perdeu a vida em decorrência de um câncer no estômago em Assunção, capital do Paraguai.

Morre Mingo, ex-ponta de Botafogo de Ribeirão, Portuguesa Santista e Guarani

Foto: arquivo Guarani FC

Mingo em sua passagem pelo Guarani

Ponta-esquerda que teve muito destaque com as camisas do Guarani, Paulista de Jundiaí, da Portuguesa Santista e do Botafogo de Ribeirão Preto, Mingo, aos 74 anos, morreu nesta quinta-feira, dia 24, em Guarujá, após sofrer um ataque epilético.

Ele vivia em em Vicente de Carvalho, distrito de Guarujá, litoral sul de São Paulo, e dedicou os últimos anos de sua vida a revelar jogadores na Baixada Santista. Mingo, que tinha um chute tão forte que chegou a ser comparado com Nelinho (ex-Cruzeiro). Tanto que em sua passagem pela Briosa, ele era conhecido como "O Torpedo de Ulrico Mursa".

Revelado no final da década de 1960 nas categorias de base do Guarani, ponta esquerda de chute potente, foi profissionalizado no Bugre, em 1967. No ano seguinte, foi para a Portuguesa Santista, onde ficou até 1971. Voltou para o time do Brinco de Ouro foi autor do gol da vitória bugrina no dérbi de 20 de fevereiro de 1972, aos 06 minutos do primeiro tempo da partida.

Ficou no Guarani até 1975, quando foi a Ribeirão Preto e defendeu a camisa do Botafogo. Em 1976 vestiu a única camisa fora do estado de São Paulo, do antigo Grêmio Maringá. Em 1977 foi para Francana. No fim da carreira vestiu os uniformes do Paulista de Jundiaí e do antigo Sãocarlense.


O Guarani publicou nota em seu site oficial. "Com profundo pesar, o Guarani FC comunica o falecimento do ex-jogador bugrino na década de 1970, Domingos da Silva, conhecido como Mingo. Aos familiares e amigos, nossos mais sinceros sentimentos. Descanse em paz, Mingo".

O Curioso do Futebol

O Curioso do Futebol
Site do jornalista Victor de Andrade e colaboradores com curiosidades, histórias e outras informações do mundo do futebol. Entre em contato conosco: victorcuriosofutebol@gmail.com

Aceisp