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Em nota, FBTF repudia declarações de Oswaldo de Oliveira e pede desculpas à CBF e a Carlo Ancelotti

Foto: reprodução

Oswaldo de Oliveira durante o Fórum Brasileiro de Treinadores de Futebol

A Federação Brasileira de Treinadores de Futebol (FBTF) divulgou, nesta terça-feira (4), uma nota de desagravo repudiando as declarações do ex-treinador Oswaldo de Oliveira durante o 2º Fórum Brasileiro de Treinadores de Futebol, realizado na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro.

De acordo com o texto, Oswaldo teria se manifestado de forma “desrespeitosa e desnecessária”, proferindo palavras que atingiram a CBF — entidade que, segundo a FBTF, recebeu o evento com espírito de colaboração e respeito aos profissionais brasileiros.

A federação classificou a postura do ex-técnico como “inaceitável” e afirmou que o futebol “não tem fronteiras”, destacando que Carlo Ancelotti, atual comandante da Seleção Brasileira, é um profissional de alta competência, com enormes conquistas e digno do respeito da categoria.

“A FBTF considera inadmissível que um profissional utilize sua fala de maneira desequilibrada e ofensiva para desqualificar colegas de profissão e propagar discursos que desrespeitam o esforço coletivo de uma categoria”, diz o trecho da nota.


A entidade lamentou o ocorrido, destacando que o episódio manchou o espírito de união e diálogo que marcou o fórum — idealizado, segundo a FBTF, justamente para fortalecer a classe dos treinadores e promover o respeito entre os agentes do futebol.

Ao final, a federação pediu desculpas formais ao presidente da CBF, Samir Xaud, à diretoria da entidade e ao técnico Carlo Ancelotti, reafirmando admiração e respeito ao trabalho dos treinadores brasileiros e estrangeiros que contribuem para o crescimento do futebol.

Confira a nota completa abaixo:

Leão e Oswaldo de Oliveira criticam presença de técnicos estrangeiros no Brasil durante evento com Ancelotti

Foto: reprodução

Emerson Leão com Carlo Ancelotti

O 2º Fórum Brasileiro dos Treinadores de Futebol, realizado nesta terça-feira na sede da CBF, reuniu grandes nomes da história do futebol nacional e marcou também uma homenagem ao técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti. O italiano recebeu uma placa de reconhecimento da Federação Brasileira de Treinadores (FBTF), mas o evento acabou ganhando tom de desabafo de alguns dos presentes — entre eles Emerson Leão e Oswaldo de Oliveira.

Durante seu discurso, Leão, campeão mundial como jogador em 1970, afirmou ter mudado parcialmente de opinião sobre a presença de estrangeiros na Seleção, mas aproveitou o momento para criticar a “invasão” de técnicos de fora no futebol brasileiro. Segundo ele, a responsabilidade por esse cenário é dos próprios profissionais do país.

“Eu sempre disse que não gosto de treinadores estrangeiros no meu país. [...] Mas tenho que ser inteligente o suficiente para dizer que isso tudo tem um culpado: nós. Nós, treinadores, somos culpados da invasão de outros treinadores”, declarou Leão, que também desejou sorte ao atual técnico da Seleção, olhando diretamente para Ancelotti.

Oswaldo de Oliveira, outro homenageado no evento, fez coro a Leão, ressaltando que também é contrário à contratação de técnicos estrangeiros, mas admitiu ter torcido para que, caso fosse inevitável, o nome escolhido fosse o de Ancelotti.


“Eu não queria treinador estrangeiro, mas não tinha jeito. Se tivesse que ser, que fosse esse senhor. Torci para ser esse senhor. Depois que ele for embora, campeão do mundo, que venha um brasileiro”, afirmou o treinador.

O presidente da Federação Brasileira de Treinadores e técnico do Red Bull Bragantino, Vagner Mancini, também esteve presente. Ao final, Leão destacou a importância da união entre as gerações de técnicos e reforçou o desejo de que o Brasil volte a ser comandado por um treinador nacional no futuro.

Organização - Organizadora do evento, a Federação Brasileira dos Treinadores de Futebol divulgou nota sobre o ocorrido. Confira abaixo:

O início vitorioso de Oswaldo de Oliveira como treinador no Corinthians

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Oswaldo de Oliveira teve um belo começo como treinador do Timão

Oswaldo de Oliveira Filho, ex-treinador conhecido apenas como Oswaldo de Oliveira, celebra o seu 73º aniversário nesta terça-feira, dia 5 de dezembro de 2023. No começo de sua carreira como técnico, ele fez sucesso no comando do Corinthians entre o fim da década de 90 e o início dos Anos 2000.

Essa sua passagem de mais destaque como comandante do Timão começou em 1999, logo depois de Vanderlei Luxemburgo deixar o clube Alvinegro do Parque São Jorge para assumir a Seleção Brasileira. No começo, a diretoria corintiana acabou não dando muita confiança para Oswaldo por sua falta de experiência para disputar a Libertadores e contratam o Evaristo de Macedo. Porém, tiveram que colocá-lo a frente da equipe novamente, já que o outro que tomou o seu lugar não deu certo. 

Logo depois de reassumir o cargo técnico, levou o Coringão a ser campeão paulista e brasileiro em 1999. Permaneceu no comando e conduziu o time paulistano ao título mundial de 2000. 

Sua primeira, das três trajetórias como treinador do Time do Povo, acabaria após eliminação na libertadores em 2000. Do Corinthians, Oswaldo de Oliveira foi para o Vasco e treinou o Cruzmaltino na maior parte das campanhas da Copa João Havelange e da Mercosul, mas por conta de um desentendimento com Eurico, deixou o clube carioca e dá lugar a Joel Santana, que se sagrou campeão nas duas competições.


Até encerrar a sua carreira como treinador em 2019, Oswaldo de Oliveira ainda teve outras duas passagens pelo Timão em 2004 (quando dirigiu o time no quase rebaixamento no Paulistão) e 2016, mas nenhuma delas teve tanto brilho. Segundo o site Meu Timão, o comandante esteve à frente do Timão em 124 oportunidades.

2º turno do Brasileirão tem início com verdadeira "dança das cadeiras"

Por Lula Terras

Oswaldo de Oliveira, Zé Ricardo, Cuca e Rogério Ceni saíram de seus clubes no meio da semana

A troca de treinadores, mesmo durante as principais competições, é uma prática comum no futebol brasileiro, geralmente sob o pretexto de almejar maiores ambições no restante da temporada. No início da semana passada, que coincidiu com o início do 2º Turno da Série A, as trocas aconteceram, só que de uma forma bem peculiar envolvendo quatro grandes equipes, que promoveram uma verdadeira dança das cadeiras, no curto período de 24 horas. 

Sem seguir uma ordem cronológica, por questões óbvias, ocorreram as seguintes mudanças. 

No São Paulo, Cuca se demitiu, depois de cinco meses, no comando do time, e foi substituído por Fernando Diniz, demitido pelo Fluminense, que por sua vez, fez uma proposta ao treinador Cuca, mas, sem um acerto, por enquanto. O Tricolor demitiu Oswaldo de Oliveira, que no empate contra o Santos, no Maracanã, bateu boca com Paulo Henrique Ganso.

No Fortaleza, Zé Ricardo que havia sido contratado para substituir Rogério, não aguentou mais do que oito jogos à frente da equipe, com uma campanha sofrível, com uma vitória, quatro derrotas e dois empates. Para seu lugar, Rogério Ceni está de volta, para retomar o bom trabalho que vinha fazendo, na agremiação cearense, onde foi campeão da Série B, em 2018, campeão cearense e da Copa do Nordeste, em 2019. 

E, por fim o Cruzeiro, onde a movimentação foi maior, com a demissão de Mano Menezes, em agosto passado, depois de três anos comandando o time e conquistou duas Copas do Brasil e o Bicampeonato Mineiro, em 2018 e 2019. Essas conquistas não foram levadas em conta, depois da derrota, por 1 a 0, em casa, para o Internacional Gaúcho, pela Semifinal da Copa do Brasil 2019. Ele acabou contratado pelo Palmeiras, para substituir Felipão, que ainda não fechou com nenhum clube. Mano foi trocado, no Cruzeiro, por Rogério Ceni que ficou no comando, apenas oito jogos, quando foi demitido, dando lugar a Abel Braga, que foi contratado no dia seguinte, pelo clube mineiro. 

Pronto, depois da tentativa de explicar esse emaranhado de informações, promovidas pelas equipes brasileiras só nos resta torcer, que outras não venham a acontecer, ao menos até o final da atual temporada, prevista para o mês de dezembro, quando todos entram em férias e começam os preparativos para a próxima temporada. Também fica uma grande torcida para que nossos dirigentes passem a trabalhar com mais profissionalismo e ética, e parem com essa triste tradição de jogar nas costas dos treinadores a responsabilidade dos fracassos de seus times.

O Curioso do Futebol

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