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O início de Fabián Vargas no América de Cali

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Fabián Vargas no América

O futebol colombiano foi, é e seguirá provavelmente sendo por muito tempo um formador ímpar de talentos para os mais diversos níveis do esporte bretão. Hoje, se destacam em times grandes jogadores como Luís Diaz e Lerma, na Premier League e outros como Mojica e Mosquera em La Liga, além de diversos que militam em times grandes da América do Sul. Completa 44 anos neste dia 17 um dos grandes talentos formado no país: o ótimo meia Fabián Vargas, que começou sua trajetória no América de Cali.

Vargas surgiu para o futebol profissional no final da década de 1990, após passar alguns anos nas categorias de formação dos Diablos Rojos. Natural de Bogotá, chegou ao América jovem e foi avançando nas categorias de formação do clube. Acabou subindo como um volante que tinha muita qualidade no passe e até na finalização, começando a transitar pelo time principal em meados de 1998.

Chamou a atenção pela sua qualidade técnica desde muito cedo e aos poucos foi assumido um grande protagonismo no time, se tornando uma das principais peças do América de Cali ainda muito jovem. Já em 1999 consegue ajudar os Diablos Rojos na conquista da Copa Merconorte, o primeiro título de sua carreira. Marcou inclusive um de seus raros gols nesta competição. 

Em 2000, foi um dos destaques na conquista do Campeonato Colombiano pelos Rojos. Caia nas graças do torcedor como um dos principais jogadores do time no período, numa época onde o América também fazia campanhas na Libertadores, apesar de distar das históricas trajetórias dos anos 1980 e 1990, quando foi vice-campeão da competição em quatro oportunidades. Seria campeão nacional de novo em 2001.


Em julho do ano de seu segundo título colombiano, recebe a primeira convocação para a seleção. Estreia num jogo diante do Chile, pela Copa América. Em 2002, conquista mais um título colombiano com o América. Seu bom futebol começa a chamar a atenção de outras equipes sul-americanas. Ainda permanece até a metade de 2003 no América de Cali, quando acaba sendo contratado pelo Boca, se despedindo do time de Cali.

No total, somando todos os anos em que esteve no América, atuou em 187 partidas com a camisa roja, marcando um total de nove gols. Vargas esteve em atividade até 2018, quando pendurou as chuteiras jogando pelo La Equidad. 

A passagem de Pedro Rocha pelo Bangu

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Pedro Rocha teve uma passagem pelo Bangu no fim da carreira

Nascido no Uruguai, mas naturalizado brasileiro, o ex-meio campista Pedro Virgilio Rocha Franchetti, popularmente conhecido apenas como Pedro Rocha, estaria completando 80 anos de idade neste sábado caso estivesse vivo. Já no final de sua carreira, ele chegou a ter uma rápida passagem pelo Bangu em 1980, época em que o clube de Moça Bonita tinha o bicheiro Castor de Andrade como seu patrono.

Antes de chegar ao Alvirrubro, o atleta já havia sido ídolo no São Paulo nos anos 70, após ser revelado pelo Peñarol. Veio para o Banguzão já com 37 anos e já na reta final de sua carreira. Porém, Castor de Andrade resolveu investir alto ao pagar um quarto de hotel em Copacabana. Além disso, pagou um salário de cerca de um milhão de cruzeiros para o craque.

Pedro Rocha correspondeu as expectativas em campo ao ajudar o Bangu a ganhar o Torneio Comitê de Imprensa, participando apenas do 1º Turno do Campeonato Carioca. Neste curto período em que jogou pela equipe alvirrubra carioca, disputou um total de 13 partidas e balançou as redes adversárias em cinco oportunidades.

A passagem de Pedro Rocha pelo Bangu não foi mais extensa porque o jogador uruguaio entrou em atrito com o patrono do clube. Ele reclamou que Castor de Andrade não sabia comandar o time, algo que foi rebatido logo pelo cartola//bicheiro. A solução acabou sendo a saída do atleta do time Alvirrubro.


Depois disso, ainda rumou para o futebol da Arábia Saudita para aproveitar o restante de sua trajetória como jogador de futebol profissional. No oriente médio, recebeu em petrodólares. Pedro Rocha veio a falecer em 2 de dezembro de 2013, aos 70 anos, um dia antes de fazer o seu 73º aniversário. Neste período, residia na capital paulista

Camoranesi e seu início pelo Aldosivi

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Camoranesi defendendo o Aldosivi

Mauro Camoranesi, ex-meio-campista argentino e naturalizado italiano, que está completando 45 anos neste 4 de outubro, estreou como profissional pelo Aldosivi. O atleta atuou por dois anos no clube (1994-1995) e disputou dois torneios nacionais pelo clube argentino. O jogador ficou marcado por ser protagonista em confrontos pelo interior da Argentina, tanto positivamente quanto negativamente, na época seu maior rival era o Alvarado.

O episódio negativo ocorreu em 1994, seu primeiro ano como atleta profissional, ele foi responsável por tirar Javier Pizzo dos gramados, durante uma partida do Campeonato Argentino, em uma forte dividida. Pizzo teve várias lesões graves e consequentemente pendurou as chuteiras. Mauro, ficou marcado por causa desse acontecimento, era um jogador de boa qualidade e muita raça. Depois do ocorrido, o jogador foi suspenso por seis jogos na época.

Uma das partes positivas de Camoranesi foi a goleada que ficou marcada na história em cima do seu rival por 13 a 0. Foi um jogo totalmente inusitado onde a equipe do Aldosivi goleou o Alvarado. Ele marcou um dos gols dessa grande vitória. Esse foi praticamente um jogo de "despedida" dele, pois o Aldosivi não disputou o torneio local de 1995, e no primeiro semestre só atuou pelo Torneio do Interior.

Outro momento marcante de Camoranesi foi contra os San Martín, como visitante, o atleta foi expulso de campo no primeiro tempo e, ao se encaminhar ao vestiário em meios de xingamentos da torcida adversária, Germán baixou as calças na frente da torcida.

Camoranesi atuou 34 partidas pelo Aldosivi, com 31 de titulares, marcou cinco gols e foi expulso quatro vezes. Após isso Mauro passou por alguns clubes pela América, principalmente Uruguai e México, chegou a defender o Banfield e depois foi para a Itália, onde defendeu primeiro o Hellas Verona e depois a Juventus.


Ficou oito anos na Vecchia Signora, naturalizou-se italiano e foi campeão do mundo com a Azurra em 2006. Depois, defendeu o Stuttgart e voltou para a Argentina, onde jogou por Lanús e Racing. Quando encerrou a carreira, Mauro se aventurou como treinador de futebol e assumiu o Coras de Tepic. O técnico treinou apenas três times, e nesse momento está desempregado.

O Curioso do Futebol

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