Mostrando postagens com marcador Lesões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lesões. Mostrar todas as postagens

Estudo aponta: futebol é sinônimo de gol, mas também de lesões na coxa


Ser jogador de futebol profissional está longe de significar apenas o poder de desfrutar uma vida repleta de regalias e de fama. A realidade costuma ser bem mais dura: concentrações, viagens desgastantes, treinos forçados, jogos constantes, cansaço, dores e, em diversos casos, lesões graves. O resultado disso é que muitos atletas acabam sofrendo com cirurgias sérias, principalmente nas pernas, que são naturalmente mais exigidos no futebol, devido ao uso da força e das explosões físicas durante os 90 minutos.

Essa realidade é global e acentuada, inclusive entre os grandes clubes europeus. Um amplo estudo produzido pela Uefa, a federação europeia de futebol, mostra um aumento crescente de lesões nos isquiotibiais entre as temporadas de 2001/2002 e 2021/2022. “Os isquiotibiais são um grupo de músculos localizados na região posterior da coxa, formado pelo semitendíneo, semimembranoso e também o bíceps femoral, e que, juntos, têm papel preponderante no movimento das pernas e do quadril, e também na flexão dos joelhos”, explica Dr. Daniel Baumfeld, médico ortopedista do Hospital Felício Roch e especialista em avaliação de lesões esportivas.

Na pesquisa desenvolvida pela Uefa, constatou-se que essa região do corpo responde por 19% de todas as lesões sofridas por jogadores de 54 times de 20 países europeus nos últimos 21 anos. Os problemas nos isquiotibiais também cresceram em proporção, de modo que a relação entre o número de lesões e o total de dias em que o atleta ficou parado aumentou de 12% em 2001 para 24% em 2022.

“O fato de serem músculos com funções primárias para a prática do futebol faz elevar o impacto nessa região específica dos membros inferiores. Isso porque ela concentra o peso do atleta e também os movimentos rápidos de impulso e frenagem. Acrescente as funções de articulação e ainda o contato brusco com o adversário. É um grupo muscular que se expõe excessivamente nas partidas de futebol”, explica o médico do Hospital Felício Rocho.

Lesões no Brasil - Além da Uefa, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) também tem desenvolvido estudos em torno das lesões de jogadores. Um deles, publicado em 2018, buscou mapear as contusões ocorridas nos jogadores da Série A do Campeonato Brasileiro do ano anterior. Naquele ano, de um total de 380 jogos realizados na competição, houve 327 lesões – uma média de 0,86 lesão por partida. Isto também significou que em 51% dos jogos houve pelo menos uma lesão.


As lesões na coxa – onde, diga-se, estão os isquiotibiais – responderam por 35% de todas as contusões. Em segundo lugar a região mais afetada foi joelho, com 15%, seguida do tornozelo, com 11%. “A medicina esportiva avançou bastante nos últimos 20 anos, e fez o tempo de recuperação dessas lesões diminuírem bastante. Paralelamente, há um trabalho mais eficaz de fortalecimento dos músculos anteriores e posteriores. Mas há algumas condicionantes, como a própria estrutura corporal do atleta e a força das pancadas, que também acabam entrando em campo. O jogador é significativamente mais forte, mas não é uma máquina. Isso torna as lesões ainda inevitáveis”, sentencia.

Lesões tiram Gabriel Jesus e Alex Telles da Copa do Mundo

Com informações do UOL Esporte
Foto: Fifa.com

Alex Telles saiu de campo chorando na partida contra Camarões

Gabriel Jesus e Alex Telles estão cortados da Copa do Mundo. Os dois tiveram lesões detectadas nos exames de imagem feitos hoje (3) e não vão se recuperar a tempo de voltar a jogar no Mundial, que termina em 15 dias. O regulamento não permite que substitutos sejam convocados, então a seleção brasileira segue em busca do hexacampeonato com 24 jogadores à disposição de Tite.

O atacante deixou o gramado ontem (2), na derrota por 1 a 0 para Camarões, reclamando de dores no joelho direito. Ele foi substituído por Pedro e comunicou o problema ao departamento médico da seleção, que na hora fez um exame clínico e se preocupou com a situação.

Apesar do corte, Gabriel Jesus tem a intenção de continuar com a delegação da seleção em Doha, no Qatar, para acompanhar o restante do Mundial.

Alex Telles, por sua vez, deixou o gramado chorando. Ele tomou uma pancada em uma bola dividida pelo alto e, apesar de não ter o pé no chão, caiu na hora com dores. Ele ainda tentou voltar a jogar, mas não aguentou e foi substituído por Marquinhos. Ele pode precisar de cirurgia no joelho.

A CBF ainda não se manifestou sobre os cortes, mas a notícia foi dada pelo GE e confirmada pelo UOL com o estafe dos atletas.

Os dois são considerados reservas, mas a situação do lateral-esquerdo preocupa a comissão técnica. Alex Sandro, o titular da posição, está com lesão muscular no quadril e tem data de retorno ao gramado incerta, enquanto Danilo, lateral-direito, se recupera bem de uma lesão de ligamentos no tornozelo esquerdo.

Assim, Tite vai precisar improvisar pela esquerda. Ontem, a opção foi por colocar o zagueiro Marquinhos jogando por ali. Se Danilo voltar a tempo de jogar na segunda-feira, contra a Coreia do Sul, ele pode ser deslocado para a função, com Militão aberto na direita.


Além deles, ainda há o retorno incerto de Neymar. O jogador vai passar por um teste no gramado hoje para saber se vai ter condições de jogar novamente já nas oitavas de final ou se precisará continuar em recuperação. Certo é que ele está longe de ficar em 100% das condições, mas pode ir para o sacrifício.

Brasil e Coreia do Sul se enfrentam nas oitavas de final nesta segunda-feira (5), às 16h (de Brasília), no estádio 974.

Covid-19 e lesões desmantelam a Premier League, levantando questões em torcedores e treinadores

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/Liverpool FC

Alisson é um dos desfalques na Premier League por coronavirus

A variante Ômicron, unida a Delta, outra vez causam um verdadeiro caos no campeonato de futebol mais conhecido do mundo atualmente, a Premier League. Em meio a fase mais cheia de jogos da competição, entre os tradicionais jogos do Boxing day e do ano novo, diversos jogos foram adiados devido a mais uma onda de coronavírus. Um dos perseguidores do Manchester City, o Liverpool perdeu Alisson, Matip e Firmino, além de Klopp, para a Covid. Outros times também enfrentam desfalques também devido a lesões. O formato começa finalmente a ser questionado.

O futebol inglês sempre teve em sua história os meses de dezembro e janeiro cheios de jogos. A rodada do Boxing Day, dia seguinte ao natal, é uma tradição mais do que centenária, que se soma as várias rodadas de janeiro que costumam decidir rumos do campeonato, o que inclusive não é diferente em 2022, já que o City disparou e deve ser campeão. Porém, recentemente, com as mudanças que o futebol causou, esse calendário apertado começou a ser questionado. 

Hoje o futebol inglês tem o campeonato mais intenso do mundo. Os jogos ocorrem em velocidade insana e os placares costumam acompanhar essa loucura futebolística. O empate entre Liverpool e Chelsea por 2 a 2 seguiu isso, mas ambos os times tinham desfalques devido ao coronavírus e a lesões. Do lado vermelho, como já citado, Alisson, Matip, Firmino e Klopp. Do lado azul, Reece James, Werner e, é claro, Lukaku, envolvido em uma imensa confusão com Tuchel após se expressar muito mal em uma entrevista não autorizada.

A situação da Covid é algo previsível e infelizmente evitável. A Inglaterra tem a menor porcentagem de vacinação entre os jogadores de seus clubes e isso tem feito diferença na transmissão da nova variante, que se espalha muito mais facilmente e ainda concorre com a já perigosa delta. Apesar de poucos casos até aqui evoluírem para consequências piores, os desfalques ainda afetam os times. Aos poucos, alguns vão tendo que forçar através de medidas que seus jogadores se vacinem. Mesmo a situação no país faz com que a população já se prepare para um novo lockdown, desta vez devido a lotação nas enfermarias e não mais nas UTIs.

Já a circunstância das lesões, apesar de ter a ver com os ajustes de calendário, mas também já é uma ocorrência frequente muito antes da pandemia. Relatado ao aumento da intensidade dos jogos, cada vez mais os times tem lidado com desfalques durante os meses de dezembro e janeiro. Neste ano, finalmente, foi prevista uma paralisação, depois de anos e anos de reclamações de todos os lados. O campeonato agora será parado por duas semanas, mas neste meio tempo ocorrerão jogos de outras competições. 


A qualquer custo, porém, a Football Association e a Premier League tentam manter a tradição do calendário cheio de jogos, porém, a pressão é cada vez maior dos clubes, de quem treina os clubes e de quem é dono dessas instituições. A longo prazo, talvez, para se manter a qualidade da liga mais badalada do futebol, o calendário seja repensado, porque tradições estão ai para ser mudadas e os jogos do Boxing Day podem ser mais uma que não sobreviverá aos novos tempo. 

Estudos revelam aumento de incidência de lesões no futebol profissional das duas últimas décadas

Foto: divulgação

Lesões vêm aumentando no mundo do futebol

Estudos revelam um aumento de lesões no futebol profissional das últimas duas décadas. Desde 2001, as lesões nos isquiotibiais (três músculos localizados na região posterior da coxa) as mais frequentes, tem aumentado 4% por ano. Calcula-se que o jogador de futebol atual tende a sofrer lesões a cada 125 horas que trabalha com a bola.

Como todos os esportes de nível competitivo, a relação com a saúde pode ser comprometida. Fatores como treinos de alta intensidade, imprevisibilidade de passes, contato com a bola, gramado, contribuem para a incidência de lesões. Este mal não acomete somente o futebol, no surfe, por exemplo, a imprevisibilidade em manobras, contato com a prancha, fundo do mar e o envolvimento com a onda também são fatores que contribuem para incidentes.


Para driblar os desafios da medicina esportiva, diante do aumento das lesões, tratamentos alternativos surgem como protagonistas e comprovam sua eficiência. Entre eles, destacam-se a LEDterapia para acelerar a recuperação muscular, bem como promover o alívio da dor sem medicação. Através do procedimento de fotobiomodulação, a técnica emite ondas de luz de baixa frequência (vermelha e infravermelha), penetrando diretamente no tecido muscular e estimulando a micro-circulação da área exposta.

Allan Menache, Head Coach de atletas de alto rendimento como o surfista Gabriel Medina e os skatistas Roni Gomes e Pedro Quintas é adepto da técnica e atesta sua eficácia. “Sem dúvidas, é um dos tratamentos mais inovadores que existe no mercado. A LEDterapia possui função curativa e melhora a qualidade do tecido muscular que está em sofrimento, ajudando a se regenerar, além de promover ação analgésica e anti-inflamatória. Têm ajudado muito meus clientes e os resultados têm sido satisfatórios”.


Conhecido como Sportllux, o dispositivo de LEDterapia da Cosmedical que tem auxiliado Menache, funciona portanto, como um coadjuvante importante no processo de recuperação funcional e reequilíbrio muscular e articular. Suas respostas clínicas abrangem ainda a redução da dor, diminuição de edemas, cicatrização acelerada, além de prevenir danos que podem ser causados nos nervos e tecidos.

Confira mais informações no site: https://www.sportllux.com.br/.

O Curioso do Futebol

O Curioso do Futebol
Site do jornalista Victor de Andrade e colaboradores com curiosidades, histórias e outras informações do mundo do futebol. Entre em contato conosco: victorcuriosofutebol@gmail.com

Aceisp