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Coritiba chega a 16 jogos sem vencer

Foto: divulgação / Coritiba

Coxa Branca está em jejum de vitória

No sábado, dia 10, o Coritiba empatou com o Santos, no Estádio Couto Pereira, na capital paranaense. O resultado foi ruim para o Coxa Branca, pois além de permanecer na lanterna do Brasileirão Série A, chegou à incômoda marca de 16 jogos sem vencer.

Com o jogo de sábado, o Coritiba chegou a 16 jogos sem vitórias, entre Brasileirão, Estadual e Copa do Brasil. O último triunfo havia sido em 23 de fevereiro, sobre o Humaitá (3 a 0), do Acre, pela Copa do Brasil deste ano.

Dentro do Couto Pereira, o jejum é ainda mais longo: desde 15 de fevereiro, quando bateu o Londrina por 1 a 0, pelo Campeonato Paranaense. Pelo Brasileirão, eram três empates e seis derrotas. Ao todo, são 107 dias sem vitórias.

O Santos, que foi o adversário do Coxa na última rodada, por sua vez, chegou a oito seguidos sem vitória. Pelo Brasileirão, são seis jogos seguidos sem vencer, com quatro empates e duas derrotas no período. No ano, a equipe havia perdido quatro dos últimos cinco jogos, somando Brasileirão e Sul-Americana, além dos empates com o Bahia, que também está a oito jogos sem vencer, na Copa do Brasil.

Entre Coritiba e Santos, há uma outra equipe da Série A que também vem em uma incômoda série de jogos sem vencer: o Vasco. O Cruzmaltino está a nove jogos sem vencer, sendo que sua última vitória foi justamente na abertura do Brasileirão, contra o Atlético Mineiro, por 2 a 1, em Belo Horizonte.


Série D - Contando as outras séries do futebol nacional, apenas na D é que há times em longos jejuns de vitórias. O maior deles é do Nova Iguaçu, que não faz três pontos em uma única partida há 11 embates. Depois, Real Ariquemes, com nove, e Novo Hamburgo, com oito, completam a lista.

São Bento tenta encerrar seca de dois meses sem vitória

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação EC São Bento

São Bento perdeu para a Lusa, no Canindé

Sem ganhar há dois meses, sendo que só teve um triunfo em todo 2021, o São Bento espera encerrar o jejum neste sábado, dia 11, quando recebe o Madureira, às 16 horas, no Estádio Walter Ribeiro, em Sorocaba, pela sexta rodada do Grupo A7 do Campeonato Brasileiro da Série D.

A última vitória do Bentão foi no dia 6 de maio, quando bateu a Internacional de Limeira, por 2 a 1, pela penúltima rodada do Paulistão. O time de Sorocaba acabou sendo rebaixado para a Série A2. Esse foi o único triunfo da equipe no estadual.

O técnico Paulo Roberto Santos, que assumiu o comando depois do Estadual, tem dito que o time está em construção, mas o jejum vem incomodando os torcedores. Na Série D do Brasileiro, por exemplo, são quatro empates e uma derrota.

“Um jogo difícil. Vamos enfrentar mais uma equipe que está na nossa frente em nível de planejamento, preparação e isso reflete nos resultados e posição da tabela. O Madureira vem com uma base muito boa do estadual, no qual tiveram uma boa performance. Quando se vai para jogos assim, você tem que aproveitar as oportunidades e não dar ao adversário a chance de jogar em cima do seu erro”, disse Paulo Roberto.


Em relação ao time, o treinador faz mistério, mas poderá manter a base que vem atuando. O goleiro Cleber Alves, recém contratado, pode ser uma das novidades na meta azul e branca.

A provável escalação do São Bento é: Cleber Alves (Airon); Makelele, Dogão, Fellipe Ferreira e Alysson (Marcelo Sedenski); Fábio Bahia (Léo Costa), Fraga, Kayan e Ayrton (Judson); Papa Faye e Johny.

12 de junho de 1993 - Um dia Alviverde!

Com informações da FPF
Foto: arquivo

Evair cobrando o pênalti que confirmou o título palmeirense

O dia 12 de junho de 1993 é um dos mais importantes da história do Palmeiras. Com uma verdadeira seleção em campo, o Alviverde vencia o Corinthians por 4 a 0 (3 a 0 no tempo normal e 1 a 0 na prorrogação) e fez com que a torcida palmeirense voltasse a comemorar uma conquista importante depois de 16 anos de imenso jejum.

Ainda em três fases e dividido por módulos como nos últimos anos, o Paulistão de 1993 tinha agora 30 equipes. 16 delas alocadas no Grupo A, o mais forte, e as outras 14 no Grupo B. Da primeira chave se classificariam seis times, enquanto outros dois sairiam do segundo grupo para a disputa do quadrangular semifinal, que garantia aos dois vencedores fazer a decisão do título.

Mazinho e Zinho estiveram na decisão do título com a camisa palmeirense e, um ano depois, seriam titulares da Seleção Brasileira tetracampeã do Mundo. César Sampaio e Edmundo, também titulares do Palmeiras na decisão, fariam parte do time vice-campeão do Mundo na Copa de 1998, sendo o primeiro titular absoluto. Roberto Carlos foi titular nas Copas de 1998, 2002 e 2006, sendo pentacampeão mundial ao lado de Edilson. Além deles, Antônio Carlos e Evair vestiram a camisa amarela em diversas oportunidades e tiveram seus nomes solicitados em mais de uma Copa do Mundo ao longo de suas carreiras.

Oito nomes que conduziram o Palmeiras ao 19º da história, encerrando um jejum de conquistas que perdurou por 16 anos. Alguns promissores e outros já consagrados, a chegada destes jogadores só foi possível pela cogestão com a Parmalat no futebol palmeirense. A empresa de laticínios italiana se especializou em comprar o passe de jogadores jovens que poderiam se valorizar e render enorme lucro no futuro. Para dar suporte a estes jogadores, outros com mais tarimba foram incorporados ao elenco.

Sob o comando do também promissor, mas já vitorioso Vanderlei Luxemburgo, o time do Palestra Itália liderou o Grupo 1 com folga, se classificando com cinco pontos de vantagem para São Paulo, Corinthians e Santos, em segundo, terceiro e quarto lugares, respectivamente. Guarani e Rio Branco se somavam a Novorizontino e Ferroviária, oriundos do Grupo 2.

No quadrangular semifinal o Palmeiras sobrou diante do Guarani, Ferroviária e Rio Branco, vencendo todos os seis jogos, somando 13 pontos com o de bônus que tinha pela melhor campanha na fase anterior. Na outra chave, Santos, São Paulo e Corinthians fizeram uma disputa acirrada pela vaga na decisão.

Vitorioso, o time do Parque São Jorge ganhou a dura missão de frear o ímpeto palmeirense que ansiava pelo título. Porém, o alvinegro também tinha suas armas, especialmente no ataque. Ronaldo e Neto tiveram passagens discretas pela seleção, mas Paulo Sérgio e Viola estiveram no grupo tetracampeão do mundo na temporada seguinte e fariam de tudo para endurecer a disputa com o arquirrival.


Viola, principalmente. O irreverente atacante corintiano roubou a cena quando em 6 de junho saltou aos 14 minutos do primeiro tempo para alcançar uma bola que parecia impossível. Sem ângulo, conseguiu tocá-la e marcar o gol da vitória alvinegra na primeira decisão. Na comemoração, a imitação de um porco irritou os palmeirenses. Festa preta e branca no Morumbi.

Mas aquele ano era verde. Passada a metade do primeiro tempo, em 12 de junho, o Palmeiras iniciou a contagem com Zinho, marcando aos 36. O resultado era suficiente para levar a decisão à prorrogação, mas Evair e Edilson ainda marcaram aos 29 e 38 minutos da segunda etapa. Embalado pelo ótimo placar obtido no tempo normal, Evair sacramentou a conquista alviverde com gol aos 10 minutos do primeiro tempo da prorrogação.

Era só o início da festa alviverde que, em agosto, comemorou também diante do rival o título do Torneio Rio-SP, que voltava ao calendário. Mais tarde, em dezembro, seria a vez de levantar o troféu do Campeonato Brasileiro depois de quase 20 anos.

No Alvalade, Sporting vence Boavista e quebra jejum no Campeonato Português

Por Lucas Paes
Foto: divulgação Sporting

Comemoração do gol que deu o título português, que não vinha desde 2002

Um dos maiores jejuns ainda restantes no futebol europeu, depois da quebra da fila do Liverpool no Campeonato Inglês, caiu nesta terça, dia 11 de maio de 2021, um já histórico dia para o futebol de Portugal. Jogando no José Alvalade, infelizmente ainda vazio devido as restrições causadas pela pandemia do coronavírus, o Sporting garantiu a conquista do Campeonato Português, com uma vitória por 1 a 0 sobre o Boavista. É o 19º título do clube da capital do país. 

Os Leões dependiam apenas de si para garantirem o título. A vantagem para o Porto era de 5 pontos e poderia chegar à inalcançáveis 8 pontos, restando apenas duas rodadas para o fim do campeonato. Quem poderia impedir tal feito era justamente o outro time da cidade dos Dragões, mas eles não foram páreo para o campeão, até o momento inclusive invicto, do campeonato.

A campanha dos alviverdes no campeonato foi simplesmente irretocável. O Sporting vem batendo quase todos seus adversários, incluindo uma vitória no clássico sobre o arquirrival Benfica. Já contra o Porto, se não vieram triunfos, os dois empates foram essenciais para manter os Dragões à uma distância segura. Assim, o time garantiu a permanência na liderança e a chance da conquista, consumada nesta terça.

A fila do Sporting já durava 19 anos, já que o último título tinha ocorrido em 2002. A equipe deste ano é comandada por Rúben Amorim, que tem apenas 35 anos e faz seu primeiro grande trabalho na casamata. O destaque do time é o meia Pote, apelido dado à Pedro Gonçalves, dono de 18 gols na campanha vitoriosa da equipe rumo ao título. Até aqui, ele divide a artilharia do campeonato com Seferovic, do Benfica.

Apesar de ausente nas arquibancadas, a torcida do Sporting fez uma festa absurda na chegada do time ao Alvalade, em uma cena que, desesperadora ou não em meio a pandemia, infelizmente é quase inevitável quando se envolve futebol. Restará agora ver se a festa tomará as ruas de Lisboa, torcendo ao mesmo tempo para que tal celebração não danifique o excelente controle feito por Portugal até aqui na pandemia do coronavírus, mesmo com seus percalços.

O Curioso do Futebol

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