Foto: Divulgação/UEFA

O maior fantasma dos tempos recentes do Manchester City está definitivamente exorcizado. Com muito sofrimento, sem De Bruyne que saiu cedo, com direito a Inter perdendo três chances absurdas, o Manchester City finalmente é campeão da Liga dos Campeões da Europa. Os Citizens venceram a Internazionale por 1 a 0, em jogo disputado na tarde deste sábado, dia 10, no Estádio Olímpico Ataturk, em Istambul. É o primeiro título da história do time azul de Manchester na competição.
A Inter, que vinha para a final considerada como uma azarã, se classificou eliminando o arquirrival Milan nas semifinais, batendo os Rossoneri nas duas partidas em San Siro, vencendo o primeiro jogo por 2 a 0 e o segundo pelo placar mínimo. O Manchester City chegou a decisão exorcizando o fantasma do Real Madrid, empatando por 1 a 1 em Madrid e vencendo a volta por 4 a 0 em Manchester.
O começo do jogo, apesar de uma escapada solitária de Bernardo Silva, era muito nervoso pelos dois lados, com poucas oportunidades de algo mais efetivo nos primeiros 15 minutos. A primeira finalização efetiva foi da Inter, inclusive, num pivô de Lautaro para Brozovic jogar para longe. A Inter dava sangue e coração em campo, sem deixar o time inglês escapar. Aos 27', o City finalmente chegou com efetividade, numa bola lançada de De Bruyne para Haaland, mas ele parou em Onana.
Depois disso, o City chegou a ter um pouco mais de posse de bola e domínio das ações, mas pouco conseguiu de efetivo contra uma Inter que dava aula de atuação defensiva. Para piorar a situação, De Bruyne sentiu e foi substituído. A partir daí, pouco aconteceu de emocionante num jogo que, na honestidade da palavra, era chato. Akanji tentou quebrar o ritmo no final do primeiro tempo num chute de longe que seria um Field Goal, mas não estamos num jogo da NFL. Placar zerado no fim do primeiro tempo.

Festa inglesa, de novo, em Istambul
A Inter, que vinha para a final considerada como uma azarã, se classificou eliminando o arquirrival Milan nas semifinais, batendo os Rossoneri nas duas partidas em San Siro, vencendo o primeiro jogo por 2 a 0 e o segundo pelo placar mínimo. O Manchester City chegou a decisão exorcizando o fantasma do Real Madrid, empatando por 1 a 1 em Madrid e vencendo a volta por 4 a 0 em Manchester.
O começo do jogo, apesar de uma escapada solitária de Bernardo Silva, era muito nervoso pelos dois lados, com poucas oportunidades de algo mais efetivo nos primeiros 15 minutos. A primeira finalização efetiva foi da Inter, inclusive, num pivô de Lautaro para Brozovic jogar para longe. A Inter dava sangue e coração em campo, sem deixar o time inglês escapar. Aos 27', o City finalmente chegou com efetividade, numa bola lançada de De Bruyne para Haaland, mas ele parou em Onana.
Depois disso, o City chegou a ter um pouco mais de posse de bola e domínio das ações, mas pouco conseguiu de efetivo contra uma Inter que dava aula de atuação defensiva. Para piorar a situação, De Bruyne sentiu e foi substituído. A partir daí, pouco aconteceu de emocionante num jogo que, na honestidade da palavra, era chato. Akanji tentou quebrar o ritmo no final do primeiro tempo num chute de longe que seria um Field Goal, mas não estamos num jogo da NFL. Placar zerado no fim do primeiro tempo.
O roteiro do segundo tempo era parecido, com o City tendo mais a bola. Quem chamava a atenção era o juiz, que no instinto de deixar o jogo seguir, ignorou sequencialmente uma falta clara em Lautaro Martinez no campo de ataque e outra em Stones para o lado azul caro. Aos 12', Lautaro perdeu a chance do título: numa bobeira inacreditável, o atacante saiu sozinho, com direito a Lukaku e Brozovic no meio da área, porém ele chutou em cima de Ederson.
O City tinha muito mais a bola, porém pouco conseguia fazer de efetivamente perigoso contra uma Inter que travava o jogo. Até os 23 minutos: Akanji meteu passe para Bernardo Silva, que rolou para trás, a bola desviou e sobrou para Rodri marcar o primeiro. A Inter quase empatou na sequência, numa bola em que a bola foi cabeceada de maneira estranha por Dimarco, mas ela sobrou para ele mesmo, que cabeceou em cima de Lukaku.
O City tinha muito mais a bola, porém pouco conseguia fazer de efetivamente perigoso contra uma Inter que travava o jogo. Até os 23 minutos: Akanji meteu passe para Bernardo Silva, que rolou para trás, a bola desviou e sobrou para Rodri marcar o primeiro. A Inter quase empatou na sequência, numa bola em que a bola foi cabeceada de maneira estranha por Dimarco, mas ela sobrou para ele mesmo, que cabeceou em cima de Lukaku.
Aos 32', Foden fez linda jogada e teve a chance de definir a decisão, mas chutou em cima de Onana. Aos 43', Lukaku teve a chance mais clara do jogo para a Inter e Ederson fez uma defesa espetacular. No fim das contas, de nada adiantou. Ño último lance, Ederson salvou o último respiro da Inter. O Manchester City finalmente é campeão Europeu.
Com o resultado, o Manchester City fecha o ano perfeito, sendo campeão de três dos quartos torneios possíveis. Só não levou a Copa da Liga, que aliás ficou com o arquirrival Manchester United. O fim de uma temporada perfeita para o time de Guardiola.







