Mostrando postagens com marcador Gianni Infantino. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gianni Infantino. Mostrar todas as postagens

Lula pede à Fifa para sediar a Copa do Mundo de Clubes de 2029 em reunião com Infantino e Ancelotti

Foto: Ricardo Stuckert / @ricardostuckert

Ancelotti, Lula e Gianni Infantino

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta segunda-feira (26/1), no Palácio do Planalto, o ministro do Esporte, André Fufuca, o presidente da Federação Internacional de Futebol (FIFA), Gianni Infantino, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, e o técnico da Seleção Brasileira de Futebol, Carlo Ancelotti. No encontro, as autoridades debateram a realização da Copa do Mundo Feminina de Futebol de 2027, que será disputada no Brasil entre 24 de junho e 25 de julho, por 32 seleções, em oito cidades brasileiras.

Após a reunião com o presidente Lula e o ministro do Esporte, André Fufuca, Gianni Infantino, Samir Xaud e Carlo Ancelotti demonstraram confiança de que o Brasil realizará, em 2027, a melhor edição de todos os tempos da Copa do Mundo Feminina de Futebol. O evento, cuja marca oficial foi apresentada neste domingo (25/1), no Rio de Janeiro, será disputado em oito cidades brasileiras, entre 24 de junho e 25 de julho do ano que vem.

“Eu sempre olho para o futuro e, para mim, o que é importante nos eventos de futebol, como a Copa do Mundo dos homens ou a Copa do Mundo das mulheres aqui no Brasil, é que eles unem as pessoas, unem os países, unem as pessoas de todo o mundo. Nós precisamos de ocasiões para unir as pessoas. Especialmente no nosso mundo hoje”, afirmou Gianni Infantino.

“Falamos de futebol, do Mundial Feminino Brasil 2027. Concordamos que vai ser o melhor Mundial da história do futebol. Vamos ter entre três e quatro milhões de torcedores do mundo inteiro, que vão encher os oito maravilhosos estádios nas oito cidades-sedes. Vamos ter três bilhões de pessoas, no mínimo, que vão ver este Mundial Feminino, que vai ser um sucesso total. Trabalhamos juntos, CBF, FIFA, governo, para que seja um sucesso. Tudo está pronto no Brasil. Há estádios, há hotéis, há aeroportos. Não precisamos de nada além da alegria da gente”, afirmou Gianni Infantino.

Contra a violência às mulheres - O presidente da FIFA apresentou os números esperados para o Mundial de 2027 e declarou, além de promover o futebol feminino, que a Copa do Mundo do ano que vem ajudará na divulgação de um tema muito importante para o país: o combate à violência contra as mulheres. “Que todos estejam com a FIFA, com a CBF, com o Governo do Brasil para apoiar as mulheres e o futebol feminino. E todas as causas, se posso dizer, das mulheres: a violência contra as mulheres e contra o feminicídio. Estamos juntos e vamos trabalhar na educação desse tema”, disse.


Divisor de águas – Para o presidente da CBF, o Mundial de 2027 será um marco para o futebol feminino brasileiro e da América do Sul. “A gente está vivendo um momento ímpar com esse grande evento que vai ter no Brasil. Vai ser um divisor de águas para o nosso futebol feminino e para o futebol sul-americano. E a gente está aqui, com o presidente Infantino, que apoia 100% o evento. A parceria está muito boa. Queremos realizar o melhor e maior mundial de clubes femininos da história. Estamos todos juntos: FIFA, CBF, Governo do Brasil, para a gente trazer e fazer a melhor Copa do Mundo. E deixar a Copa do Mundo aqui no Brasil”, destacou Samir Xaud.

Mundial de Clubes 2029 – Apesar de ressaltar que este tema não foi debatido no encontro com o presidente Lula, Samir Xaud confirmou que o Brasil irá trabalhar para tentar trazer ao país a Copa do Mundo de Clubes, em 2029. “Ainda não se lançou a campanha, mas a gente já fala sobre isso. Vamos trabalhar para isso. A gente acredita que o Brasil está apto a receber esse evento grandioso. O tema requer muitas conversas, muitos ajustes. Mas o Brasil vai sim colocar sua candidatura para 2029”, definiu.

Sindicato de Atletas SP reencontra FIFA e sela acordo de proteção aos atletas

Foto: divulgação

Em nova reunião com Gianni Infantino, instituição dá continuidade nas negociações com a FIFA visando a proteção dos atletas profissionais

Representados pelo presidente Rinaldo Martorelli e o Coordenar Jurídico Guilherme Martorelli, o Sindicato de Atletas SP teve um novo encontro com o presidente da FIFA, Gianni Infantino, no QG da entidade máxima do futebol, em Nova Iorque. 

A reunião também contou com a participação do Secretário Geral, Mattias Grafström, segunda autoridade na hierarquia da instituição mundial. O encontro abordou questões-chave relacionadas à saúde dos jogadores (homens e mulheres), parte do quadro de prevenção de riscos ocupacionais estabelecido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

“Como já havia sido combinado, voltamos aos Estados Unidos para darmos continuidade à reunião que começou a pôr em prática a intenção de estabelecer normas que possam proteger o futebol e equilibrar a relação de trabalho e a saúde do jogador”, explicou Rinaldo Martorelli, único sindicalista da América do Sul presente no encontro.

Infantino anunciou, com a participação de representantes de jogadores da Espanha, México, Brasil e Suíça, a criação de um grupo de trabalho exclusivo para que tais medidas sejam concretizadas e admitidas como uma diretiva a ser observada e respeitada no mundo do futebol.

Temas como o descanso de 72 horas entre os jogos, férias a cada final de temporada, pagamento pontual aos jogadores são algumas das pautas que já entraram na agenda oficial que será desenvolvida. Outras questões prioritárias para a busca do objetivo dizem respeito à representação desses sindicatos de jogadores nos comitês permanentes da FIFA e no Tribunal de Futebol da FIFA.

Infantino cogitou também a participação nas reuniões do Conselho da FIFA quando questões relacionadas aos jogadores forem abordadas:

– Criação de um painel consultivo de representantes dos jogadores;
– Reforma adicional do sistema de transferências de jogadores;
– Desenvolvimento e o crescimento do futebol feminino, principalmente para o Brasil já que o próximo mundial será realizado no país em 2027;
– Cooperação no estabelecimento de acordos coletivos para melhorar as condições dos jogadores.


“Esse é um passo importante na busca por melhorias nas relações humanas no esporte e do futebol de modo geral. É resultado da persistência do Sindicato de Atletas SP, que não se conforma com a derrota, da capacitação na expansão de visão de sua equipe, do comprometimento diário com o dever de servir, questões que há muito são inerentes na conduta da nossa entidade”, concluiu Martorelli.

São passos importantes que levam a cultura de trabalho do Sindicato de Atletas SP para o mundo afora quando o assunto é proteger atletas profissionais.

Após caso de racismo, presidente da Fifa lamenta e defende "derrota automática"

Com informações da Gazeta Esportiva
Foto: reprodução

Gianni Infantino é o presidente da FIFA

Neste sábado, o goleiro francês Mike Maignan, do Milan, sofreu com ofensas racistas durante a partida contra a Udinese, pelo Campeonato Italiano. Diante do ocorrido, Gianni Infantino, presidente da Fifa, emitiu uma nota defendendo a "derrota automática" nestes casos.

O episódio aconteceu aos 33 minutos do primeiro tempo, quando Maignan relatou ao árbitro que havia sido atacado. Seguindo o protocolo da Fifa, a partida foi paralisada, mas voltou a ocorrer aproximadamente cinco minutos depois. No restante do jogo, o goleiro foi vaiado sempre que participava.

Atualmente, o protocolo da Fifa instrui aos árbitros que a partida seja interrompida em casos de racismo. Se os atos continuarem, o jogo deve ser interrompido novamente e, se as ofensas persistirem, encerrado. Através de suas redes sociais, o presidente Gianni Infantino defendeu a implementação de uma derrota automática para os times cujos torcedores cometerem atos racistas.

"Além do processo de três etapas (partida interrompida, partida interrompida novamente e partida abandonada), temos que implementar uma derrota automática para o time que os torcedores cometeram racismo e causaram abandono da partida, bem como proibições mundiais de estádios, e acusações criminais para racistas", escreveu.

Na última quinta-feira, o brasileiro Vinicius Junior foi alvo de ataques racistas antes da partida entre Real Madrid e Atlético de Madrid. Torcedores do time rival o chamaram de "macaco" enquanto entravam no estádio. O atacante da Seleção Brasileira é alvo constante de ataques do tipo.


Veja a nota de Gianni Infantino, presidente da Fifa, na íntegra:
"Os acontecimentos que ocorreram em Udine e Sheffield no sábado são totalmente abomináveis e completamente inaceitáveis. Não há lugar para racismo ou qualquer forma de discriminação - tanto no futebol quanto na sociedade. Os jogadores afetados pelos acontecimentos de sábado têm meu total apoio.

Precisamos que todas as partes relevantes tomem alguma atitude, começando pela educação nas escolas, para que as gerações futuras entendam que isso não faz parte do futebol ou da sociedade.

Além do processo de três etapas (partida interrompida, partida interrompida novamente e partida abandonada), temos que implementar uma derrota automática para o time que os torcedores cometeram racismo e causaram abandono da partida, bem como proibições mundiais de estádios, e acusações criminais para racistas.

A Fifa e o futebol mostram total solidariedade às vítimas do racismo e de qualquer forma de discriminação. De uma vez por todas: não ao racismo! Não a qualquer forma de discriminação!"

Infantino chega ao velório e pede estádios com nome de Pelé a todos os países

Com informações do GE.com
Foto: Bruno Giufrida / GE.com

Gianni Infantino chegando na Vila Belmiro

O presidente da Fifa Gianni Infantino chegou à Vila Belmiro para o velório do Rei Pelé, que começa nesta segunda-feira às 10h. Além de destacar a importância do ídolo para o esporte, o dirigente afirmou que vai pedir a todos os países membros da Fifa para nomear ao menos um estádio em homenagem ao ex-jogador.

"Com muita emoção, tristeza, mas também com sorriso porque ele nos deu muitos sorrisos. Como Fifa, vamos homenagear o "Rei" e pedimos para que o mundo inteiro respeite um minuto de silêncio. Vamos pedir para que todos os países do mundo tenham pelo menos um estádio com o nome do Pelé para que as crianças saibam a importância dele", afirmou Infantino.

Além de Infantino, o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, e da Conmebol, Alejandro Domínguez, também já estão no estádio do Santos Futebol Clube para se despedir do maior jogador da história do futebol mundial. O chefe da principal entidade do futebol brasileiro lembrou da vez que viu Pelé em campo.

"Inesquecível, eu tinha 13 anos, mas desde os 9 já ouvia os feitos do Pelé. Era muito difícil ter televisão naquele período, mas a gente ouvia no rádio. O Santos foi jogar em Ilhéus conta a seleção de ilhéus e eu pedi ao meu pai que me levasse para o jogo. É um momento que eu jamais vou esquecer. O Santos venceu por 3 a 1 e ele fez o terceiro gol. A torcida ia a loucura sempre que o Pelé pegava na bola. Acho que todo mundo era Santos, mesmo sendo ilheense", contou Ednaldo.


O velório do Rei Pelé acontece nesta segunda-feira a partir das 10h e durará 24h até que o sepultamento aconteça na próxima terça-feira. A cerimônia será aberta a todos os fãs dentro do gramado da Vila Belmiro, estádio santista em que o ídolo jogou.

Sem oposição, Infantino garante novo mandato de quatro anos na presidência da Fifa

Com informações da Agência Estado
Foto: Fifa.com

Gianni Infantino é candidato único

Gianni Infantino continuará sendo presidente da Fifa pelos próximos quatro anos. O advogado suíço, de 52 anos, confirmou novo mandato à frente da entidade nesta quinta-feira, quando foi encerrado o prazo para apresentar candidaturas. Como não surgiu nenhuma chapa de oposição, Infantino já assegurou a permanência no cargo até 2026.

O prazo foi esgotado na virada de quarta para quinta, exatamente quatro meses antes do dia da eleição. O pleito está agendado para 16 de março, na cidade de Kigali, em Ruanda. Será o segundo mandato seguido de Infantino, que chegou ao poder em 2015, quando era vice de Joseph Blatter. Ele assumiu como presidente interino assim que o compatriota anunciou sua renúncia.

Em 2016, ele disputou sua primeira eleição contra quatro rivais e levou a melhor. Em 2019, foi reeleito sem enfrentar qualquer oposição, exatamente como agora. Pelas regras da Fifa, ele poderá tentar um novo mandato no futuro, encerrando sua passagem pela presidência da entidade somente em 2031. O salário de Infantino é estimado em US$ 3 milhões por ano (cerca de R$ 16 milhões).

A única barreira para o suíço estender sua permanência na Fifa após a Copa do Mundo de 2026, a ser disputada nos Estados Unidos, Canadá e México, é uma investigação liderada por dois procuradores na Suíça. Eles analisam uma série de três reuniões, não registradas oficialmente, entre Infantino e Michael Lauber, procurador-geral da Suíça e responsável pelas investigações dos casos de corrupção na Fifa. Os encontros aconteceram entre 2016 e 2017.

As investigações contam com sigilo e não há informações disponíveis sobre o estágio da apuração no momento. Mas é possível que o eventual resultado da investigação atrapalhe os planos de longevidade de Infantino na Fifa. O suíço nega qualquer irregularidade nas reuniões com Lauber.


Copa a cada dois anos? - Mas os últimos quatro anos não foram só de vitórias para o suíço. Seu maior revés foi a ideia de reduzir o ciclo da Copa do Mundo, de quatro para dois anos. Mas o plano de realizar um maior número de edições do Mundial foi bombardeado pela Conmebol e pela Uefa, que ameaçaram um boicote. Infantino acabou recuando da ideia, ao menos temporariamente.

O suíço ainda enfrenta uma relação tensa com as duas entidades, responsáveis pelo futebol sul-americano e europeu, onde estão as maiores potências do futebol mundial, tanto em termos de clubes quanto de seleções.

"Fifa nunca propôs uma Copa bienal", diz Gianni Infantino

Com informações da Agência Estado
Foto: divulgação FIFA

Gianni Infantino é o presidente da FIFA

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou nesta quinta-feira que a entidade nunca propôs a realização de uma Copa do Mundo a cada dois anos. A declaração foi feita durante um discurso na tribuna do congresso anual da federação, em Doha, no Catar. Segundo ele, apenas um estudo de “viabilidade” foi feito.

“Deixe-me ser muito claro: a Fifa nunca propôs uma Copa do Mundo bienal”, disse Infantino. “O último Congresso da Fifa (em 2021) encarregou a administração de estudar a viabilidade de uma Copa do Mundo por meio de uma votação em que 88% dos eleitores votaram a favor”, lembrou.

A ideia de diminuir o período entre os Mundiais começou a ser ventilada em março de 2021. O projeto é encabeçado pelo ex-treinador francês Arsène Wenger, atual diretor de desenvolvimento da entidade. A proposta tem o apoio de Gianni Infantino, mas esbarra na grande rejeição das federações, sendo deixada fora da pauta do congresso nesta quinta.

“A Fifa não propôs absolutamente nada. Chegou à conclusão de que é viável e que teria repercussões, um impacto. A fase posterior é de consulta, discussão, acordo e compromissos”, declarou.


Um dos motivos citados por membros da Fifa para a mudança seria um aumento significativo nas receitas de cada uma das federações. Anteriormente, a entidade havia garantido o apoio de África e da Ásia, mas tem como principal empecilho a oposição da Conmebol e da Uefa.

Presidente da Fifa afirma que quem participar da Superliga terá consequências

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação FIFA

Presidente da Fifa, Gianni Infantino

Gianni Infantino, presidente da Fifa, órgão que rege o futebol mundial, foi nas redes sociais da entidade na manha desta terça-feira (20) para demonstrar repúdio contra a criação da Superliga Europeia, anunciada no começo desta semana por 12 gigantes europeus, que causou protestos em toda a Europa.

Infantino não detalhou na publicação se as punições divulgadas pela Uefa seriam as mesmas, porém, afirmou que os clubes que optarem por participar da nova competição terão de "viver com as consequências".

"Se alguns escolherem seguir seu próprio caminho, eles devem viver com as consequências. Mas não quero pensar nisso, porque a Fifa é uma organização democrática e aberta. Todos podem trazer propostas, mas sempre com respeito às instituições", afirmou o presidente da Fifa.

Torcida - O dirigente ainda criticou os dirigentes da nova liga, que, segundo eles, não pensaram nos torcedores, que ajudaram o futebol europeu a se erguer. Após o anúncio da Superliga, torcedores dos 12 clubes participantes protestaram contra.


"As pessoas precisam pensar com muito cuidado. Precisam de pensar não só nos seus acionistas, mas também nos torcedores e em todos aqueles que contribuíram para criar o que é hoje o futebol europeu. Estou aqui hoje como presidente para dar todo o apoio ao futebol europeu, à Uefa, às 55 federações membros, às ligas, clubes, jogadores e torcedores", finalizou Infantino.

Infantino só reconhece os Mundiais de Clubes dos tempos das maracutaias

Por Lula Terras

Pelé, Zico, Renato Gaúcho e Raí: eles não foram campeões mundiais de clubes?

O novo presidente da Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa), o ítalo-suíço Gianne Infantino, declarou à imprensa, na manhã desta sexta-feira, dia 27, que a entidade só reconhece os títulos mundiais conquistados a partir do famoso Mundial do ano 2000 e os outros organizados pela Fifa desde 2005. Agora, eu pergunto o que motivou uma declaração tão absurda, que beira a infantilidade? Talvez tenha relação com o nome do cidadão, ou então, ele quis movimentar a imprensa para se manter em evidência. Só pode!

Com que moral este dirigente se dá o direito de tomar essa decisão, tomando por base, justamente o período em que começaram a surgir os maiores escândalos no futebol? Foram tantas as maracutaias que muitos dos dirigentes envolvidos estão presos e outros respondendo processos que, certamente, os levarão para o mesmo caminho. Aliás, é sempre bom lembrar, o próprio Gianne Infantino virou presidente da entidade por causa destes escândalos.

Lembro ainda, que o período ignorado por este “dirigente”, foi justamente quando surgiram as grandes equipes e os maiores ídolos, que brilharam na modalidade reconhecida por futebol arte, que arrebatou o mundo. Foram eles que tornaram o futebol no esporte mais querido, até os dias hoje, apesar da queda brutal na qualidade de seus atletas e esquemas que priorizam o futebol de resultado. Enfim, o futebol caminha a passos largos para se tornar numa grande opção de grandes negócios, nada mais que isso. Lamentável e absolutamente infeliz essa declaração que, certamente irá afastar ainda mais os que realmente gostam do futebol.

E para finalizar, pense: Pelé, Zico, Renato Gaúcho e Raí não foram campeões mundiais por seus clubes? E imaginar os grandes Peñarol e Nacional do Uruguai, o super vencedor Boca Juniors e outros argentinos, o Olímpia do Paraguai, em uma das maiores façanhas do futebol mundial, também não? E os holandeses Ajax e Feyernood, entre outros times, também nunca venceram? É, fãs de futebol, esta decisão é, no mínimo, para se pensar!

Gianni Infantino - 'habemus' novo presidente da Fifa

Infantino assume a Fifa em momento complicado

Um novo capítulo da Fifa começa a ser escrito nesta sexta-feira, dia 26 de fevereiro. O suíço Gianni Infantino foi eleito presidente da entidade em eleição realizada em Zurique, país natal de Infantino. Secretário-geral da Uefa desde 2009, Infantino teve disputa acirrada nas urnas contra o xeque bahrenita Salman Al Khalifa, que preside a Confederação Asiática de Futebol.

A definição do novo presidente ocorreu no 2º turno. Infantino conseguiu 115 votos dos 104 votos que eram necessários para vencer a eleição no segundo turno (caso contrário haveria um terceiro sufrágio, ainda hoje). O dirigente suíço exercerá o mandato até 2019 e poderá tentar a reeleição em até duas oportunidades.

Infantino havia levado a melhor sobre Salman no 1º turno por uma margem pequena de votos (88 a 85). O regulamento da Fifa estabelecia que só haveria um único turno se um candidato tivesse dois terços dos votos válidos, o que não ocorreu.

Após um equilibrado 1º turno, Infantino conseguiu disparar na segunda sessão graças aos votos que haviam sido destinados no turno inicial a outro candidato da Uefa: o príncipe jordaniano Ali Bin Al-Hussein. O bloco europeu votante em Al-Hussein no primeiro turno (27 votos) migrou para Infantino no segundo turno. O xeque Salman foi o segundo mais votado, com 88 votos.

Os outros concorrentes foram o príncipe jordaniano Ali Bin Al-Hussein (vice-presidente da Fifa), com 4 votos no segundo turno, e o francês Jérôme Champagne (ex-secretário-geral adjunto da Fifa), com nenhum voto na segunda sessão. A CBF foi representada nas urnas pelo Coronel Nunes, presidente em exercício da CBF. O sul-africano Tokyo Sexwale retirou sua candidatura minutos antes da primeira votação.

Representantes no momento da votação

Candidato de Michel Platini, que foi afastado da corrida eleitoral por denúncias de corrupção, Infantino entrou para a UEFA em 2000, para trabalhar no gabinete jurídico e legal. Quatro anos depois tornou-se diretor para os assuntos legais e para o licenciamento dos clubes, até que em 2009 tornou-se Secretário-Geral. Na qualidade de Diretor da Governação e dos Assuntos Jurídicos promoveu o estabelecimento de contactos estreitos com a União Europeia, o Conselho da Europa, com outras organizações desportivas e entidades governamentais e organizações não governamentais.

O novo presidente terá um árduo trabalho, já que a entidade passa por uma crise, com um grande escândalo de corrupção que foi 'estourado' no ano passado e que levou a prisão de diversos cartolas, além da renúncia do ex-mandatário Joseph Blatter. Na campanha para a eleição na Fifa, Infantino prometeu aumentar de 32 para 40 o número de times participantes da Copa do Mundo e também reajustar os valores repassados da Fifa para as federações dos países.

O Curioso do Futebol

O Curioso do Futebol
Site do jornalista Victor de Andrade e colaboradores com curiosidades, histórias e outras informações do mundo do futebol. Entre em contato conosco: victorcuriosofutebol@gmail.com

Aceisp