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Marcos Wilder destaca realização do sonho de jogar no Confiança e avalia desempenho pela equipe

Foto: divulgação / AD Confiança

Marcos Wilder em ação pelo Confiança

O Confiança montou um elenco alternativo para a disputa da Copa do Governo do Estado de Sergipe, e um dos reforços foi o atacante Marcos Wilder, que já havia passado pelas categorias de base do clube em 2018. Em seis jogos na competição, o jogador marcou três gols e terminou como vice-artilheiro da primeira fase.

“Acredito que pude fazer o meu melhor com aquilo que me foi confiado. É uma responsabilidade grande vestir essa camisa, mas sempre que entro em campo busco dar o meu máximo. Não foi da forma que gostaríamos, mas continuaremos nos dedicando sempre”, afirmou o atacante.

O Confiança é o time de infância de Wilder, que também acumula passagens pelo futebol da Tailândia e da Índia. Pelo Dragão, ele registrou uma média de 0,5 gol por partida e balançou as redes a cada 63 minutos em campo, se tornando peça essencial no elenco.


“Poder vestir essa camisa é um sonho realizado. Jogar no Dragão me faz viver esse sonho a cada dia e me traz uma sensação incrível dentro de campo. Marcar gols com essa camisa, estar próximo da minha família e atuar na cidade em que nasci e amo é muito gratificante. Continuarei dando o meu melhor sempre, em busca de conquistas ainda maiores”, completou.

Luto! Morre ex-goleiro França, que fez sucesso no futebol baiano

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: arquivo

França quando atuava pelo Vitória

Luto no futebol baiano! O ex-goleiro França, que fez muito sucesso na Boa Terra nas décadas de 1960 e 1970, morreu na sexta-feira, dia 24, aos 80 anos. Ele, que teve seu melhor momento no Vitória, foi sepultado neste sábado, dia 25.

Nascido em Propriá, no interior de Sergipe, em 18 de setembro de 1942, Eduardo Pereira França começou a jogar nos campos de sua cidade natal e logo foi para o América local, onde começou a se destacar no futebol sergipano.

Porém, em seguida, fez sucesso no futebol baiano jogando no Leônico, Ypiranga, Galícia, Botafogo, e no extinto AABB. Seu melhor momento foi no Vitória, onde jogou por várias temporadas nos anos 1970, disputando inclusive certames nacionais.


Depois de encerrar a carreira, chegou a ter algumas passagens como treinador de pequenas equipes da Bahia, mas aposentou-se como funcionário do Vitória, que fez homenagens a seu ex-goleiro em suas mídias sociais.

A fundação do Sport Club Santa Cruz, o "Azulão do Piauitinga"

Por José Augusto dos Santos
Colaboração de José Felix dos Santos, desportista e ex-supervisor do clube
Foto: arquivo

O esquadrão azul: pentacampeão sergipano: 1956, 1957, 1958, 1959 e 1960

A nossa redação procurou o Sr. José Felix dos Santos, ex-supervisor da equipe, memorialista e desportista. Ele conta que em 1930, os funcionários (da engomadeira) da extinta Fábrica Santa Cruz localizada no muncípio de Estância-SE, a 68 km da capital Aracaju, por iniciativa do senhor José Vieira, apelidado de Zeca Vieira procurou com os colegas de trabalho os diretores e fundadores da fábrica, o então empresário João Joaquim de Souza Sobrinho com o sonho de fazer um campo para praticarem o futebol, a resposta foi lacônica: “não”! Mas fizeram uma proposta que autorizaram eles fazerem o campo e forneciam toda ferramenta necessária: enxadecas, pás, picaretas, enxadas, foices, machados e galinhotas, para surpresa dos diretores o pessoal aceitou.

Sonho do Sr. Zeca Vieira floresceu, foram seis anos construindo o campo, o primeiro jogo foi em 1936, a Fábrica Santa Cruz que neste período estava entrando em decadência, indo à falência. Em 1937 foi vendida ao Coronel Gonçalo Prado, que presenteou o seu querido genro, o ex-senador Dr. Júlio Cesar Leite.

Em 1937 o Dr. Júlio convocou o senhor Manoel Soares, encarregado geral da motriz e outras pessoas, para organizarem o time, desta reunião surgiu a data de fundação 1º de maio, data para homenagear os funcionários que em 1930 iniciaram a construção do campo.

Sob o comando de Dr. Júlio foi cercado o campo todo com tela igual ao da quadra de basquete, criou a diretoria e formou o primeiro time de futebol, denominado Sport Clube Santa Cruz. Entre o final da década de trinta e o início da década de quarenta, o Dr. Júlio e Constâncio Vieira, associaram as duas empresas, a Fábrica Santa Cruz e a Fábrica Bomfim era Leite Vieira e Companhia. Os times passaram a ser A.C Bomfim União Têxtil e E.C Santa Cruz União Têxtil havia pacto para não jogarem pra evitar intriga.

Desfeita a associação os times voltaram aos seus nomes Bonfim e Santa Cruz. Entre os anos de 1942 ao ano de 1945, o período intenso da Guerra, o time deu uma parada. Mas houve muitas construções na fábrica, com compras de máquinas, construções de garagens, do refeitório, da creche, as sete casas e o pontilhão para chegar no Posto Vitória vindo pela fábrica. José Felix conta também que devido a guerra mundial foi batizada de Monte Castelo, uma homenagem aos nossos pracinhas pela tomada do Monte Castelo na Itália.

Em 1945, o azulão retorna com o Sr. Manoel Soares e Dantinhas organizando o time. Em 1946 aproximando 1947, o senhor Edgar Barreto é convidado para comandar e criar o basquete no Santa Cruz, ele formou boas equipes, mas foi no futebol que marcou época.

Durante este período dois jogadores chegaram de Maruim, um lateral esquerdo de nome Cecílio e José de Gemí, um grande goleiro e todos os simpatizantes do Santa Cruz, ao final de uns cinco meses o primeiro jogo, com o América, depois foi o Guarani, atual Estanciano. O local foi o campo do Estanciano teve uma lotação nunca vista, resumindo, final do jogo Santa Cruz 4X1, tínhamos um trio de atacante muito bom, Terêncio, Humberto e Naná.

Feito o batismo do Santa Cruz e do treinador, logo começou a chegar jogadores, ABC, João Cego, Aluísio Maria da Cachorra (demorou pouco), Serraria, Zé Dinêz, Vermelho, Rocha, Zé dos Santos, Valdomiro e outros. Os prata da casa: Zezé Oião, o grande Tarati, Everaldo, Zito Aguiar, Pingo de Ouro, Zelito e tantos outros.

Em 1947 Dr. Júlio iniciou a reforma da Vila Operária e iniciado a construção das arquibancadas, todavia aconteceu um imprevisto grande, no dia 30 de novembro do referido ano, aconteceu uma das grandes cheias dos rios Piauitinga e principalmente do Piaui. A chuva começou em um domingo à tarde, o Santa Cruz jogou com o Atlântico de Aracaju (não existe mais), venceu por 6X3, o jogo foi campo do Estanciano, tendo em vista que o campo do Santa Cruz já estava em reforma. Por volta das 10 horas a parede da ponte ao lado da maré caiu, estrondo foi muito forte quem estava na feira ouviu, foi uma procissão de gente em direção a fábrica.

No dia seguinte no horário de sempre todos estavam na fábrica, centenas de operários choraram em vê as ruínas, o memorilista José Felix conta ao chegar em cima da ponte e olhar a destruição e disse: “nosso sonho das arquibancadas vai demorar, Dr. Júlio vai cuidar primeiro da reforma da fábrica, comprar máquinas e construir a parede”. Para surpresa de todos, conta Felix o Dr. Júlio tocou as duas obras, a reforma da fábrica e a construção das arquibancadas.

No dia 1º de maio reinaugurou tudo. Na fábrica aconteceu a visitação pública às 10h horas da manhã e à tarde foi a inauguração das arquibancadas, realizando o sonho de todos os desportistas estancianos com o jogo Santa Cruz x Ypiranga de Salvador, vitória do Ypiranga 4x1.

O Santa Cruz jogou com Nivaldo e Lulu, Aloísio Abreu, Zé Dinez e Cecílio, Brasil, Zelito, depois Terêncio, Humberto e Naná o melhor jogador da partida foi Wilson, depois Manuca. O maior público que a Vila Operária já recebeu, este jogo foi transmitido pela antiga Rádio Difusora na voz de Alfredo Gomes, ex-funcionário do escritório da Fábrica Santa Cruz.

A equipe não era filiada à Federação Sergipana de Futebol, a luta para filiar demorou quatro anos, entretanto, só conquistou a filiação após uma ação judicial impetrada por Dr. Jorge. Em 1955 já filiado o time disputou o primeiro campeonato.


A partir de 1956 até 1960, só deu Santa Cruz, sendo o primeiro campeão profissional em 1960 quando começou o profissionalismo em Sergipe, sagrando-se Pentacampeão. Convém ressaltar que naquela época o campeonato começava em agosto e terminava no ano seguinte, por isso que a final do último título foi realizada em 21 de maio de 1961. O Azulão do Piauitinga disputou o campeonato sergipano somente até 1990, último jogo foi realizado no Estádio Augusto Francão (Francão) em Estância, vitória do Santa Cruz 3x1 contra a Desportiva Confiança.

Passaram pela presidência do Santa Cruz vários desportistas, inicialmente Manuel Soares, Clementes Freitas, Rubens Prado Leite e Washington Vidal Santana. Destacamos também os grandes patronos da equipe Dr.Júlio César Leite, Dr. Jorge Prado Leite e Ivan Santos Leite.

Morre presidente do Boca Júnior sergipano Gilson Behar

Foto: arquivo

Gilson Beah tinha 52 anos

O presidente da Sociedade Boca Júnior de Futebol, da cidade de Cristinápolis, em Sergipe, Gilson Miguel dos Santos, o Gilson Beah, morreu neste sábado, dia 8, aos 52 anos após sofrer um infarto. A morte do presidente foi confirmada por amigos e pela federação Sergipana de Futebol. De acordo com informações preliminares, Behar estava tomando banho de piscina quando sofreu o infarto e morreu.

O Boca Júnior foi fundado em 25 de outubro de 1993. Possui, desde sua formação, uma potencial rivalidade com o River Plate da cidade de Carmópolis. Assim, na edição do Sergipão 2013 realizou-se o mais famoso clássico argentino em solo sergipano.

Em 2004, Gilson Beah liderou a profissionalização do time de futebol de Cristinápolis, sendo campeão sergipano da Série A-2 pela 1ª vez naquele ano. O patrono do genérico argentino também conquistou o título estadual da Segunda Divisão em 2007 e 2014, estando na elite sergipana desde 2015.

Em 2016, O presidente do Boca entrou com seu novo time na Série A2 estadual, o Botafogo de Cristinápolis, que também pertence ao patrono Gilson Behar conseguiu o tão sonhado acesso à elite do Futebol Sergipano em 2017 .

Com 52 anos, o dirigente vinha solucionado algumas pendências da equipe que fundou a quase duas décadas e atualmente se dedicava na preparação do grupo para a estreia de mais uma temporada do Sergipano da Divisão de Elite, quando enfrentaria no próximo dia 16, o América de Propriá, em Porto Real do Colégio-AL.

A Federação Sergipana de Futebol (FSF) e a Associação dos Cronistas Desportivos de Sergipe (ACDS), emitiram Nota de Pesar aos familiares e amigos do desportista, que deixa essa lacuna de dirigente que sabia o que queria para o Boca Júnior e que recentemente, havia levados alguns atletas para a base do Bahia e Vitória.


No final do ano passado, ele perdeu o seu irmão e vice-presidente do clube pelo mesmo motivo, infarto. Gilson Beah também foi assessor parlamentar do deputado federal Valdevan Noventa (PL-SE). Em seu instagram o deputado também lamentou a morte de seu assessor.

Luto! Covid-19 mata em Sergipe ex-treinador campeão e comentarista Ribeiro Neto

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação

Ribeiro Neto foi campeão sergipano por Sergipe, Confiança e América de Propriá

A pandemia da COVID 19 fez mais uma vítima no futebol. Morreu Ribeiro Neto, de 70 anos e que foi treinador de futebol de prestígio em Sergipe, campeão por várias equipes, e que atualmente vinha atuando na crônica esportiva.

Na juventude, Ribeiro Neto tentou ser jogador e passou pelas categorias de base do Flamengo, mas não decolou na carreira. Depois foi comentarista esportivo e atuou em grandes emissoras de rádio e televisão de Aracaju, intercalando com suas incursões como treinador de várias equipes, principalmente no Estado de Sergipe.

Campeão em três décadas diferentes - Curiosamente, Ribeiro Neto foi campeão sergipano em três décadas diferentes. Em 1983, pelo Confiança; em 1991, pelo Sergipe e, em 2007 surpreendeu ao levar o modesto América de Propriá ao título estadual. Seu último clube foi o River Plate de Carmópolis.

Federação Sergipana decreta luto oficial - A morte de Ribeiro Neto fez a Federação Sergipana de Futebol decretar luto oficial por três dias, com o presidente Milton Dantas lamentando a morte do profissional da imprensa e que foi treinador de sucesso em Sergipe.


ACDS também lamenta morte - A Associação dos Cronistas Desportivos de Sergipe (ACDS) representando os cronistas esportivos de Sergipe, também emitiu nota lamentando a morte de Ribeiro Neto, que será sepultado no final desta quarta-feira no Cemitério Santa Isabel, em Aracaju.

O Curioso do Futebol

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