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Seleção Sub-15 goleia Galícia e estreia com vitória na Copa 2 de Julho

Com informações da CBF
Foto: Jhony Pinho / Staff Images / CBF

Atletas comemoraram gol contra o Galícia

A Seleção Sub-15 estreou com uma grande vitória na Copa 2 de Julho. Com gols de José Henrique, Bernardo Germano, João Lucas, Alexsander, Jean Carlos, Rodrigo e Thaylon, o Brasil goleou o Galícia por 7 a 0, no Estádio de Pituaçu, em Salvador.

O primeiro tempo teve domínio total da Amarelinha, que passou a maior parte do jogo no campo adversário. Por volta dos 18 minutos, José Henrique abriu o placar e, a partir deste gol, a Seleção Brasileira se impôs ainda mais na partida. Bernardo Germano e João Lucas marcaram na primeira etapa.


O Brasil também se sobressaiu no segundo tempo. Aos 10 minutos, Alexsander fez o quarto o gol da Amarelinha, que não tirou o pé do acelerador. Jean Carlos, Rodrigo e Thaylon balançaram a rede e ampliaram a vantagem da equipe comandada pelo técnico Guilherme Dalla Déa, que venceu por 7 a 0.

A Seleção Brasileira volta a campo na quinta-feira (3), às 10h30, para enfrentar o Jacobina-BA, no Estádio de Pituaçu, em Salvador.

Luto! Morre ex-goleiro França, que fez sucesso no futebol baiano

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: arquivo

França quando atuava pelo Vitória

Luto no futebol baiano! O ex-goleiro França, que fez muito sucesso na Boa Terra nas décadas de 1960 e 1970, morreu na sexta-feira, dia 24, aos 80 anos. Ele, que teve seu melhor momento no Vitória, foi sepultado neste sábado, dia 25.

Nascido em Propriá, no interior de Sergipe, em 18 de setembro de 1942, Eduardo Pereira França começou a jogar nos campos de sua cidade natal e logo foi para o América local, onde começou a se destacar no futebol sergipano.

Porém, em seguida, fez sucesso no futebol baiano jogando no Leônico, Ypiranga, Galícia, Botafogo, e no extinto AABB. Seu melhor momento foi no Vitória, onde jogou por várias temporadas nos anos 1970, disputando inclusive certames nacionais.


Depois de encerrar a carreira, chegou a ter algumas passagens como treinador de pequenas equipes da Bahia, mas aposentou-se como funcionário do Vitória, que fez homenagens a seu ex-goleiro em suas mídias sociais.

Luto! Morre Esquerdinha, ídolo do Galícia e com passagem pelo Grêmio

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: reprodução Revista Placar

Esquerdinha teve grande destaque no Galícia, com três passagens

O ex-ponta Esquerdinha, que fez sucesso na Bahia nos anos 1970, principalmente pelo Galícia, foi sepultado nesta sexta-feira em Salvador. O ex-jogador morreu na quinta-feira, aos 70 anos, vítima de uma mal sucedida cirurgia de hérnia, realizada em hospital da capital baiana.

Nascido em Salvador no dia 22 de setembro de 1951, e batizado Antônio Jorge de Souza Matheus, Esquerdinha começou no Galícia, então equipe de destaque no futebol baiano e depois jogou no Itabuna-BA, Sergipe-SE, Leônico-BA, Botafogo-BA, Confiança-SE, ASA-AL, Vitória-BA e Redenção-BA, onde encerrou a carreira em 1983.

Mas foi nas várias temporadas que vestiu a camisa do Galícia que Esquerdinha teve maior destaque, sendo até hoje reconhecido como um dos destaques da história equipe da colônia espanhola de Salvador.


Em 1976, após ser considerado um destaque do Campeonato Baiano, Esquerdinha fez uma partida pelo Grêmio-RS, mas acabou não se adaptando em Porto Alegre, retornando à Bahia. Esquerdinha, após “pendurar as chuteiras” passou a atuar no comércio de bebidas em Salvador.

Esquerdinha morreu aos 71 anos, depois de fazer uma cirurgia de hérnia e sofrer complicações pós-cirúrgicas. Ele morreu no Hospital Irmã Dulce, em Salvador. Ele também tratava um câncer no pâncreas

Galícia campeão baiano de 1968


Galícia, campeão baiano de 1968. Em pé: Dudinha, Roberto Oliveira,  Haroldo, Touro, Josias e Nelinho. Agachados: Nélson Leal, Chiquinho, Valtinho, Carlinhos Gonçalves e Telê.

O Campeonato Baiano na década de 1960 era um dos estaduais mais disputados do Brasil. Ao contrário dos dias atuais, onde praticamente Bahia e Vitória brigam pelo título, com algumas surpresas como o Colo-Colo de Ilhéus e o Bahia de Feira de Santana, naquela época vários times chegavam no certame com chances de título.

O Bahia dominou o início da década, ainda com a base do time campeão da Taça Brasil de 1959. Mas Ypiranga, conseguiu ser vice-campeão, Vitória, Leônico e Fluminense de Feira brigavam pelos títulos. Além destes clubes, o personagem deste post também levantou uma taça em 1968: o Galícia.

Clube da colônia galega de Salvador, o Galícia havia sido campeão em 1937 e o tricampeonato entre 1941 e 1943. A fila era longa, mas em 1967, o clube chegou a colocar a mão na taça. Campeão do primeiro turno. A equipe teve duas chances para vencer a competição, mas perdeu a decisão do segundo turno e do campeonato para o Bahia. Porém, este vice-campeonato credenciou o Galícia para ser um dos favoritos no ano seguinte. A torcida estava esperançosa, acreditando que o título viria depois de 25 anos.

Para o Campeonato Baiano de 1968, 14 times estavam na disputa, divididos, na primeira fase, em dois grupos de sete equipes. Os quatro melhores de cada lado iriam para um octogonal final, onde seria decidido o campeão.

Alguns dos jogadores campeões

No Grupo A ficaram Bahia, Botafogo, Conquista, Colo-Colo, Fluminense, Leônico e Vitória de Ilhéus. O Galícia ficou no Grupo B, ao lado de Bahia de Feira, Flamengo de Ilhéus, Itabuna, São Cristóvão, Vitória e Ypiranga.

Apesar do favoritismo, o Galícia ficou atrás do Vitória no primeiro turno, mas garantiu a vaga na fase final da competição com a terceira melhor campanha no geral. No Grupo B, além das duas equipes, classificaram Itabuna e Bahia de Feira. Já no Grupo A, passaram Bahia, Vitória de Ilhéus, Conquista e Fluminense de Feira.

No Octogonal, a situação se inverteu. Com vários jogos realizados em rodada dupla na Fonte Nova, o Galícia dominou a classificação, sendo seguido sempre pelo Fluminense de Feira e o Vitória. Mas quis o destino que na última rodada Galícia e Fluminense de Feira, primeiro e segundo colocados, se enfrentassem.

O Galícia estava com 18 pontos e apenas uma derrota em todo o octogonal. Já o Flu de Feira tinha apenas um ponto a menos. O jogo foi nervoso, com o Fluminense tentando a qualquer custo um golzinho, que lhe daria o título. Porém, o Galícia foi forte na defesa, conseguiu segurar o 0 a 0 e garantir o título.

Este foi o último título estadual da primeira divisão do Galícia, que só voltaria a decidir o título baiano nos anos de 1980, 1982 e 1985. Mas os seus torcedores guardam na memória a conquista da Taça de 1968,

Mais uma da grande equipe do Galícia

Ficha Técnica

Galícia 0 x 0 Fluminense 

Data: Domingo, 15 de setembro de 1968 
Local: Estádio Otávio Mangabeira, Salvador 
Juiz: Enivaldo Magalhães 
Renda (NCr$): 75.978,00
Público: 19.930 pagantes
Galícia: Dudinha; Roberto, Nelinho, Haroldo (Helio Nailon) e Touro; Josias e Chiquinho Nelson, Carlinhos,Ouri e Ricardo - Técnico: Enaldo Rodrigues.

Fluminense: Mundinho; Ubaldo, Sapatão, Mario Braga e Nico;Chinezinho e Merrinho; Messias (Veraldo), Pinheirinho, Delorme e Noel.

O Curioso do Futebol

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