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Atacante uruguaio Diego García, do Peñarol, é condenado por estupro na Argentina

Foto: reprodução

O condenado durante o julgamento

A Justiça da Argentina condenou nesta terça-feira (25) o atacante uruguaio Diego García, de 28 anos, jogador do Peñarol, a seis anos e oito meses de prisão pelo estupro de uma atleta de hóquei em 2021, período em que defendia o Estudiantes de La Plata, segundo informou a imprensa local.

García foi detido logo após a leitura da sentença, mas poderá cumprir o período até o fim do processo em prisão domiciliar, na cidade de La Plata, de acordo com o portal Infobae. O jogador chegou a desmaiar durante a audiência e precisou ser atendido por médicos.

Mesmo respondendo ao processo, García atuou normalmente nesta temporada e foi titular no clássico disputado no último domingo contra o Nacional, pelo Campeonato Uruguaio.


Na semana passada, o presidente do Peñarol, Ignacio Ruglio, afirmou que rescindiria o contrato do atleta caso ele fosse condenado — cenário que agora deve ser confirmado pelo clube.

Após deixar o Estudiantes em 2022, Diego García passou pelo Emelec, do Equador, e pelo Liverpool, do Uruguai, até chegar ao Peñarol.

STJ decide que Robinho, condenado na Itália por estupro, deve cumprir pena no Brasil

Com informações do ge.globo
Foto: reprodução

Robinho terá que cumprir pena no Brasil

Na quarta-feira, dia 20, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que Robinho, condenado por estupro na Itália, deve cumprir pena no Brasil. O voto do relator do caso, ministro Francisco Falcão, foi acompanhado por nove ministros. Só houve dois votos divergentes.

A Corte Especial do STJ – formada pelos ministros mais antigos do tribunal – também determinou que Robinho deve ser preso imediatamente, em decisão que deve ser cumprida pela Justiça Federal de Santos, onde Robinho mora.

A defesa do ex-jogador vai apelar da decisão em duas instâncias: ao próprio STJ e também ao Supremo Tribunal Federal. Ao mesmo tempo, os advogados de Robinho vão apresentar um pedido de habeas corpus para evitar sua prisão imediata. O pedido é que ele possa aguardar o julgamento dos recursos em liberdade.

Robinho foi condenado a nove anos de prisão pela Justiça da Itália, por um crime de estupro ocorrido em 2013. Quando houve a decisão em última instância, em janeiro de 2022, Robinho já estava no Brasil. Como o país não extradita seus cidadãos, a Itália pediu o cumprimento da pena em território brasileiro.

Maioria no STJ - O ministro Francisco Falcão, relator do caso, votou favoravelmente à homologação da pena pelo STJ – na prática, pela prisão de Robinho no Brasil. O voto foi acompanhado pelos ministros Humberto Martins, Herman Benjamin, Luis Felipe Salomão, Mauro Campbell, Isabel Gallotti, Antonio Carlos Ferreira, Villas Bôas Cueva e Sebastião Reis.


O ministro Raul Araujo votou de maneira divergente. Em sua avaliação, a homologação da pena de outro país não se aplica a Robinho, por ser brasileiro nato. Isso também impediria sua extradição e a execução da sentença da Justiça italiana no Brasil. Seu entedimento foi acompanhado pelo ministro Benedito Gonçalves.

O placar final, portanto, foi 9 a 2 em favor do cumprimento da pena no Brasil.

Justiça da Espanha decide dar liberdade provisória a Daniel Alves sob fiança de € 1 milhão

Com informações do G1.com
Foto: reprodução

Daniel Alves foi condenado por estupro

A Justiça de Barcelona aceitou nesta quarta-feira (20) o pedido de liberdade provisória do ex-jogador brasileiro Daniel Alves. Em decisão publicada nesta manhã, os juízes aceitaram deixar Alves em liberdade provisória, sob fiança de 1 milhão de euros (cerca de R$ 5,4 milhões), enquanto a defesa aguarda a sentença definitiva.

Em fevereiro, Alves foi condenado a quatro anos e meio de prisão pelo crime de agressão sexual -- ele foi acusado de estuprar uma mulher em uma boate em Barcelona. A defesa do ex-jogador, no entanto, recorreu da sentença e, na sequência, pediu para que o brasileiro aguardasse a deliberação final em liberdade.

Os juízes determinaram ainda, que, caso a defesa pague a fiança solicitada, todos os passaportes de Daniel Alves -- o brasileiro e o espanhol -- serão retirados. A sentença também determinou que:
  • Ele é obrigado a manter uma distância de pelo menos 1 quilômetro da residência da vítima, de seu local de trabalho ou de qualquer outro lugar frequentado por ela -- a jovem é de Barcelona e também vive na capital catalã;
  • Também não pode tentar se comunicar com a denunciante através de nenhum meio;
  • Não pode deixar a Espanha;
  • Deve comparecer semanalmente ao Tribunal de Barcelona ou quantas vezes lhe for solicitado.

"O tribunal delibera, por maioria e com voto individual: 'Acordar a prisão provisória de Daniel Alves, que pode ser evitada mediante o pagamento de uma fiança de 1.000.000 euros e, se o pagamento for verificado, e acordada a sua libertação provisória, ou retirada de ambos os passaportes, espanhol e brasileiro, a proibição de sair do território nacional, e a obrigação de comparecer semanalmente a este Tribunal Provincial, bem como quantas vezes for convocada pela Autoridade Judiciária", disse a sentença.

A defesa de Daniel Alves não havia informado, até a última atualização desta notícia, se pagará a fiança.

Daniel Alves é condenado a 4 anos e meio por estupro pela Justiça da Espanha

Com informações da Agência Folha
Foto: reprodução

Daniel Alves foi condenado

O ex-jogador Daniel Alves, 40 anos, foi condenado a quatro anos e seis meses de prisão pelo estupro de uma jovem, então com 23 anos, no banheiro de uma boate em Barcelona, no dia 30 de dezembro de 2022. O tribunal ainda definiu uma indenização de € 150 mil (cerca de R$ 800 mil). Da pena, deverão ser descontados os 13 meses que o brasileiro já passou preso, enquanto aguardava o julgamento.

O tribunal considerou que relação não foi consentida e que, para além do depoimento da vítima, foram apresentados elementos de provas que atestaram a violação sexual. Alves também deverá cumprir outros cinco anos de liberdade vigiada e se manter afastado e sem se comunicar com a vítima até essa última data, ou seja, por nove anos e meio.

Mantida a condenação, ele deve sair da prisão em meados de 2027. A defesa já afirmou que vai recorrer. A pena máxima, sem agravantes, para um estupro na Espanha é de 12 anos, tempo que havia sido pedido pela acusação. A promotoria solicitava 9 anos, e a advogada de defesa do brasileiro, Inés Guardiola, a absolvição.

A acusação de estupro e a condenação marcam definitivamente a carreira de um dos mais importantes laterais do futebol moderno. Daniel Alves conquistou 42 títulos –empatado com Messi como maior detentor de troféus em nível mundial–, foi uma das estrelas do período mais hegemônico do Barcelona e defendeu a seleção brasileira de 2006 a 2022. No Brasil, teve passagens por Bahia, onde começou a carreira, e São Paulo, seu time de coração.

A defesa contou com duas estratégias para tentar reduzir a pena de Alves. A primeira foi o depósito de € 150 mil na Justiça, como "atenuante de reparação de dano causado". Esse dinheiro é entregue à vítima em caso de condenação ou volta para o réu, se ele for absolvido. Para esse pagamento, ele contou com a ajuda de Neymar e de sua família, já que o lateral direito não estava conseguindo acessar seus bens no Brasil.

A outra estratégia considera artigos do Código Penal espanhol que dizem que pode estar isento de responsabilidade criminal "quem, no momento da prática do crime, encontre-se em estado de completa embriaguez" e que, se houver essa "circunstância atenuante, aplicar-se-á a metade da pena prevista na lei para o crime".

Alves passou aquela tarde e noite bebendo com três amigos em um restaurante. Sua mulher, Joana Sanz, também disse que ele bebeu muito. "Ele chegou em casa muito bêbado, cheirando a álcool. Ele bateu no armário e caiu na cama", afirmou ela em depoimento.

Os amigos, por sua vez, disseram que no restaurante haviam bebido pelo menos quatro garrafas de vinho e uma de uísque. Mais tarde, tomaram gim tônica. E na boate, para onde foram Alves e o amigo Bruno Brasil, pediram uma garrafa magnum (1,5 litro) de champanhe.

Essa foi a quinta versão de Alves para o acontecimento. Antes de dizer que estava embriagado, o brasileiro havia afirmado que não conhecia a mulher. Depois, que entrou no banheiro com ela, mas nada aconteceu. Posteriormente, afirmou à Justiça que houve sexo oral. Na sequência, declarou que houve penetração, mas com consentimento.

O crime aconteceu após o brasileiro convidar três jovens à área vip da discoteca Sutton. Pouco depois, Alves foi ao banheiro do cercado, no que foi seguido pela jovem. Em seu depoimento, em 5 de fevereiro deste ano, ela afirmou que pensava se tratar de um fumódromo.

A mulher afirmou que Daniel a obrigou a fazer sexo oral, deu tapas em seu rosto e a chamou de "minha putinha". Depois, disse que ele, sentado no assento, a virou de costas e a puxou para baixo, completando a penetração. Ela afirmou também que Alves ejaculou dentro dela.

O julgamento aconteceu entre os dias 5 e 7 de fevereiro, na Audiência de Barcelona, um palácio da Justiça no centro da capital catalã.

A amiga que acompanhava a jovem afirmou, em juízo, que "na área vip estava esse homem [Alves] de pé. Ele teve uma atitude nojenta, colocou a mão nas minhas costas e quase tocou na minha bunda. Minha amiga disse 'ele tocou minha vagina'."

Em seguida, a jovem lhe avisou "que precisavam ir embora". "Ela me disse: 'Ele ejaculou dentro, me machucou muito'. Eu a conheço desde os três anos e nunca a vi chorar daquele jeito. Nós três choramos, eu não sabia como reagir naquele momento", afirmou ela.

Em seu depoimento, realizado no último dia do julgamento, Daniel Alves sustentou que fez sexo consensual com a jovem. Segundo ele, a mulher o seguiu deliberadamente ao banheiro da boate Sutton, em Barcelona, após sugestão dele.


"Estávamos dançando, interagindo. Ela começou a dançar mais perto de mim, esfregando suas partes nas minhas. Ela colocou a mão para trás e começou a tocar minhas partes. Eu não tive que insistir para que ela fosse ao banheiro."

"Ela se ajoelhou na minha frente e começou a me fazer sexo oral. Depois, sentou na frente das minhas pernas. Quando fui ejacular, ejaculei fora. Em nenhum momento ela me disse que não queria nada. Eu não dei um tapa nela nem a joguei no chão. Não sou um homem violento", declarou. A polícia recolheu DNA compatível ao do brasileiro no local.

Durante todo o processo, os vários pedidos de liberdade feitos pela defesa foram acompanhados de declarações da acusação, preocupados que o jogador fugisse para o Brasil. O brasileiro foi preso na manhã de 20 de janeiro de 2023, quando se apresentou em uma delegacia de Barcelona após ser convocado pela polícia para prestar esclarecimentos. Desde essa data, ele esteve encarcerado no centro penitenciário Brians 2, na região metropolitana da cidade, em uma cela com beliche, banheiro e ducha.

Jogador suspeito de estupro e assassinato tem prisão temporária decretada

Com informações da Agência Futebol. Interior
Foto: Divulgação/Pouso Alegre FC

Carlinhos com a camisa do Pouso Alegre em 2023

O jogador Carlos Guilherme Santos de Oliveira, o Carlinhos, contratado recentemente pelo Taubaté, teve a prisão temporária decretada pelo Tribunal de Justiça. Ele é suspeito de estuprar a ex-namorada e matar o companheiro dela.

O crime teria ocorrido no domingo, às 6h, na cidade de Jandira (SP). O atleta de 28 anos fugiu após o crime. A Polícia Militar realizou buscas, mas ainda não encontrou o suspeito.

“Faz-se necessária a custódia temporária do investigado, para a conclusão do inquérito, em razão da dificuldade de obter depoimentos isentos de temor, o que dificulta o alcance da verdade real. Há indícios de autoria, considerando o depoimento de uma das vítimas, ao reconhecer seu ex-companheiro”, afirmou o juz do caso, Luiz Tomasi de Queiroz, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Jandira.

Carlinhos teria invadido a casa da ex-namorada e flagrado ela com o atual namorado, Deivid Wesley Serafim (28). O jogador partiu para cima com uma faca e marreta e a Deivid morreu no local.

Depois, ainda abusou sexualmente da ex-namorada, de 23 anos, com quem tem duas filhas. Após a chegada da PM, a ex-namorada do jogador foi levada à Unidade de Pronto Atendimento e fez exames de corpo de delito.

O caso foi registrado na Delegacia de Jandira como homicídio, estupro, sequestro e cárcere privado. Segundo o advogado de defesa, o atleta irá se entregar à polícia nos próximos dias.


O acusado - Carlinhos começou no Primavera e tem passagens por outros clubes paulistas, como Inter de Bebedouro, EC São Bernardo e Atibaia. Também tem passagens por Boa Esporte-MG, Joinville-SC, Floresta-CE e Pouso Aegre-MG, seu último clube.

Embora estivesse contratado pelo Taubaté, ele ainda não entrou em campo pelo clube e não foi registrado para o Paulista A2. O clube ainda não se pronunciou sobre o caso.

Robinho é condenado em última instância na Itália a nove anos de prisão por estupro

Com informações do UOL
Foto: Ettore Chiereguini/AGIF

Robinho foi condenado a nove anos de prisão por violência sexual de grupo

A Corte de Cassação de Roma, última instância da justiça italiana, rejeitou o recurso apresentado pelo atacante Robinho e por Ricardo Falco, amigo do jogador, e confirmou a condenação dos dois a nove anos de prisão por violência sexual de grupo cometida contra uma mulher albanesa numa boate de Milão, em 2013. A sentença é definitiva, não cabe mais recurso, e a execução da pena é imediata.

Com a condenação, a justiça italiana poderá pedir a extradição de Robinho e Falco, mas dificilmente eles serão mandados para a Itália, pois a constituição brasileira veta a extradição de brasileiros. Desta forma, a Itália poderá pedir que eles cumpram as penas de prisão em uma penitenciária brasileira.

Para isso, é necessário que a Itália peça a transferência de execução de pena à justiça brasileira e espere que o Superior Tribunal de Justiça faça a homologação da sentença estrangeira. Mas, segundo a Secretaria de Cooperação Internacional da PGR (Procuradoria Geral da República), "não existe um prazo para o trâmite do processo".

Como foi o julgamento na Cassação - A corte, composta por um colégio de cinco juízes, foi presidida pelo juiz Luca Ramacci. A audiência, aberta ao público, começou às 6h30 (de Brasília) e terminou depois de meia hora. Porém, a corte julgou outros casos na sequência e depois se reuniu para emitir a sentença.

No início da audiência, o juiz relator, Aldo Aceto, leu os recursos apresentados e deu a palavra aos advogados. O advogado de defesa da vítima falou brevemente e deu a palavra para a defesa de Falco, que passou imediatamente aos advogados de Robinho.

Franco Moretti foi quem mais falou. Ele contestou as provas que não foram aceitas em segunda instância, como o dossiê sobre a vida da vítima que continha fotos de suas redes sociais para tentar provar a sua familiaridade com o álcool e desqualificar seu relato.

Ramacci ainda chamou a atenção de Moretti, que se exaltou durante sua fala ao declarar que a vítima estava "tocando os genitais" de Robinho e dos amigos. "Advogado, estamos na Cassação, por favor", declarou o presidente da corte. Por fim, o procurador Stefano Tocci pediu que o recurso fosse rejeitado, o que acabou ocorrendo mais tarde.

Ramacci ainda chamou a atenção de Moretti, que se exaltou durante sua fala ao declarar que a vítima estava "tocando os genitais" de Robinho e dos amigos. "Advogado, estamos na Cassação, por favor", declarou o presidente da corte. Por fim, o procurador Stefano Tocci pediu que o recurso fosse rejeitado, o que acabou ocorrendo mais tarde.


Já às 11h40 (de Brasília), a corte se reuniu para divulgar as sentenças dos casos julgados hoje. Com poucas palavras, a corte disse que o recurso de Robinho é inadmissível. A motivação da sentença será publicada em 30 dias.

"Tem duas pessoas condenadas no Brasil (Robinho e Falco) e outras quatro que devem ser encontradas no Brasil, as quais devem ser entregues o aviso de conclusão da investigação, e isso quem deve fazer é o Ministério Público", disse Jacopo Gnocchi, advogado da vítima. "São casos como esse que mudam o pensamento da sociedade", acrescentou. A vítima não se manifestou.

Acusado de aliciar e estuprar mulheres, Saul Klein se afasta da Ferroviária

Foto: divulgação

Saul Klein quando chegou na Ferroviária

O gestor da Ferroviária, Saul Klein, informou na tarde desta sexta-feira, dia 25 de dezembro, dia de Natal, seu afastamento como membro gestor do clube-empresa. O comunicado foi feito através de nota oficial pelas redes da Locomotiva.

É o segundo pronunciamento da AFE sobre o caso que envolve Klein, acusado de estupro e aliciamento por 14 mulheres. Na primeira oportunidade, o clube afirmou que apenas se pronunciaria quando houvesse a manifestação oficial da Justiça acerca das investigações sobre as acusações contra o empresário. Na quinta, uma torcida organizada da Ferroviária divulgou um manifesto pedindo o afastamento de Saul Klein.

Na nota, o dirigente, que é herdeiro das Casas Bahia, uma das maiores redes de lojas do Brasil, divulgou uma nota comunicando o afastamento:
Eu, SAUL KLEIN, informo que estou me desligando, temporariamente, do Comitê Gestor de Futebol da Ferroviária. O motivo dessa decisão é uma investigação em andamento na Polícia e para a qual devo priorizar a minha atenção, em defesa da integridade da minha história e da minha família.

A partir do momento em que a verdade for restabelecida e reconhecida minha inocência, voltarei a trabalhar, com todo afinco, pelos interesses da Ferroviária.

Saul Klein.

Primeira nota - Na quarta-feira, dia 23, o clube havia soltado uma nota dizendo que iria aguardar a Justiça para tomar uma decisão. "Em relação à divulgação de acusações contra o empresário Saul Klein, a Ferroviária Futebol S/A comunica que aguardará pelas manifestações oficiais da Justiça acerca das investigações a serem realizadas pelos órgãos competentes. A instituição se manifestará exclusivamente por seus canais oficiais de comunicação", dizia a divulgação.

O Curioso do Futebol

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