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Estudiantes vence o Vélez nos pênaltis e conquista a Copa da Liga Argentina

Com informações da CNN
Foto: divulgalção / Estudiantes de la Plata

Tempo normal foi empate em 1 a 1

O Estudiantes venceu o Vélez Sarsfield por 4 a 3 nos pênaltis, neste domingo (5), na cidade de Santiago del Estero, e conquistou o título da Copa da Liga Argentina. No tempo normal, as equipes haviam empatado por 1 a 1.

O clube de La Plata não conquistava um título do Campeonato Argentino desde 2010, quando venceu o Apertura daquele ano sob o comando de Alejandro Sabella, técnico que depois levaria a Argentina ao vice-campeonato mundial em 2014, no Brasil.

A taça levantada em Santiago Del Estero coroa o bom momento do Estudiantes treinado por Eduardo Domínguez, que é o atual campeão da Copa Argentina.

Na Copa da Liga, o time do treinador de 45 anos terminou a primeira fase em terceiro lugar, garantindo uma vaga no mata-mata. Nas quartas de final, despachou o Barracas Central, e eliminou na semifinal o Boca Juniors, nos pênaltis.


Neste domingo, o Estudiantes saiu na frente do placar, com Mancuso, aos 14 minutos de partida. Contudo, mesmo com um homem a mais a partir da expulsão de Damián Fernández, do Vélez, a equipe de La Plata levou o empate com gol de Sarco, em boa jogada individual.

Nas penalidades, brilhou a estrela do goleiro Mansilla, que defendeu as cobranças de García, Cáseres e Montoro. A cobrança de Fernando Zuqui, já nas batidas alternadas, deu ao Estudiantes o título, sétimo do clube na história do Campeonato Argentino.

Estudiantes revela causa de convulsão sofrida por jogador durante partida na Argentina

Com informações da Agência Estado
Foto: reprodução

Javier Altamirano sofreu uma convulsão em jogo do Campeonato Argentino

Uma cena chocou o mundo do futebol no último domingo. O meia chileno Javier Altamirano, do Estudiantes, teve uma convulsão durante o jogo contra o Boca Juniors pelo Campeonato Argentino e deixou o campo de ambulância. A partida foi suspensa, e o clube revelou que uma trombose causou o quadro.

“Após os exames realizados, foi determinado que a causa da convulsão sofrida pelo jogador foi uma trombose do seio sagital superior (cérebro)”, anunciou o Estudiantes em comunicado.

De acordo com o time argentino, Altamirano está estável e aguarda a realização de novos exames. “Ele permanecerá internado para controle evolutivo”, disse.


Altamirano saiu do Huachipato para o Estudiantes em agosto de 2023 e foi campeão da Copa Argentina com o clube. Após a convulsão em campo, que ocorreu no minuto 26 de jogo, o meia foi socorrido de ambulância e levado a um hospital em La Plata.

A partida entre Estudiantes e Boca Juniors, válida pela 11ª rodada do Campeonato Argentino, foi suspensa com o placar em zero a zero. Ainda não foi divulgada nova data para a continuação do jogo.

A passagem de Lionel Scaloni pelo Estudiantes

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Scaloni jogou pelo Estudiantes no fim dos Anos 90

Lionel Sebastián Scaloni, ex-lateral direito e atual campeão mundial com a Seleção Argentina em 2022, está completando 45 anos de idade nesta terça-feira, dia 16 de maio de 2023. No fim dos anos 90, o defensor teve uma passagem pela equipe do Estudiantes de La Plata.

Esta passagem do argentino pelo León aconteceu entre 1997 e 1998, depois do atleta ser revelado nas categorias de base do Newell's Old Boys, mesmo clube onde veio a se profissionalizar em 1995. Na época de sua chegada, os Pincharratas criaram boas expectativas, já que Lionel havia ido muito bem na agremiação Rojinera.

Segundo o site ogol.com, Lionel Scaloni disputou um total de 37 partidas com a camisa do Estudiantes de La Plata. Também de acordo com os dados estatísticos do mesmo portal, o lateral conseguiu balançar as redes em sete oportunidades, apesar de não ter esse quesito de marcar gols como uma das suas características mais fortes.


Na sequência de sua carreira, o lateral argentino ainda defendeu equipes como Deportivo La Coruña, West Ham, Racing Santander, Lazio, Mallorca e encerrou o seu estrelato em 2015 jogando pela Atalanta. Depois, foi fazer parte das comissões técnicas da Seleção Argentina, até virar treinador da Albiceleste principal e conquistar a Copa América, em 2021, e a Copa do Mundo, em 2022.

O início de Martín Palermo no Estudiantes de La Plata

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Palermo foi revelado pelo Estudiantes de La Plata

Natural de La Plata, o ex-atacante argentino Martín Palermo, está completando 50 anos de idade nesta segunda-feira, dia 7 de novembro de 2022. Apesar de ser muito lembrado por ter sido atleta do Boca Juniors, clube no qual teve duas passagens ao longo da sua jornada futebolística, o centroavante já havia brilhado atuando pelo Estuadiantes de La Plata, onde foi revelado.

Com apenas 19 anos de idade, Palermo debutou na Primeira Divisão Argentina no dia 5 de julho de 1992, quando San Lorenzo e Estudiantes empataram em 0 a 0. Ele precisou de um tempo para conseguir uma vaga no time titular dos Leões,; tanto é que só foi balançar as redes adversárias pela primeira vez como jogador profissional em 22 de maio do ano seguinte. Nesta data, o Pincha bateu o San Martín de Tucumán por 3 a 0, com o avançado tento feito o seu gol na marca dos 20 minutos de jogo.

Algum tempo depois, o clube de Tucumán voltou a aparecer no seu caminho. Isso aconteceu justamente quando o Estudiantes havia ascendido à elite, em 95, e Palermo não fazia parte dos planos do diretor técnico Miguel Ángel Russo. Com isso, ele aceitou ao San Martín de Tucumán por empréstimo, para disputar a Primera B Nacional, a popular Segunda Divisão. Porém, a diferença econômica dos dois clubes acabou frustrando a tentativa e Palermo permaneceu no Estudiantes.

Após tudo isso, a comissão técnica que abandonou o cargo e deu espaço a Daniel Córdoba, que se tornou o novo comandante da equipe. Com ele, Palermo recebeu a sua oportunidade e se apegou. Tanto é que em menos de um ano, se sagrou como o grande artilheiro do time com excelentes apresentações e ainda fez gols importantes em grandes clubes do futebol nacional.


Segundo o site ogol.com, Palermo disputou um total de 99 partidas pelo Estudiantes de La Plata neste período de cinco anos. Além disso, foi as redes adversárias em 36 oportunidades ao longo desta passagem.

Assim que deixou o León, o avançado argentino se transferiu para o Boca Juniors e depois defendeu clubes como o Villarreal, o Betis e o Alavés. Encerrou a sua carreira como jogador de futebol profissional em 2011, após uma segunda passagem pelo time Xeneize. Hoje em dia, mesmo aposentado, é treinador do Aldosivi, time que disputa a elite do futebol da Argentina.

Os europeus que alcançaram a glória na Libertadores

Por Tiago Cardoso

Rudzky, Mircoli e Jozic: europeus campeões da Libertadores antes de Marí e Jesus

A Liga dos Campeões da Europa durante toda sua história sempre teve times campeões com sul-americanos em seus elencos, e isto se deve ao poderio econômico de seus clubes, que permite a contratação dos melhores jogadores do nosso continente, mesmo nos primórdios da competição, quando o argentino Di Stéfano e o brasileiro Canário já empilhavam taças pelo poderoso Real Madrid. 

Entretanto, em 59 anos de história apenas três europeus haviam conquistado a Libertadores da América e subvertido a lógica geoeconômica até a heroica conquista do Flamengo no sábado, dia 23 de novembro, onde mais dois campeões atravessaram o Atlântico para brilharem nas terras de Simon Bolívar: o espanhol Pablo Marí e o treinador português Jorge Jesus.


O primeiro europeu campeão da Libertadores da América foi o tcheco Christian Rudzky, o qual chegou à Argentina aos 15 anos de idade. Rudzky fez parte do elenco do Estudiantes de la Plata nas conquistas de 1969 e 1970, respectivamente o bi e o tri da equipe pincharrata. Na Europa, Rudzky jogou no Hannover, da Alemanha.

O segundo europeu a conquistar a Libertadores da América foi o italiano Dante Mircoli, o qual conquistou a máxima glória de nosso continente em 1972 pelo Independiente, a primeira das quatro traças que os Rojos conquistaram consecutivamente, um recorde até hoje inigualável. Mircoli, que nasceu em Roma na capital italiana, naturalizou-se argentino e jogou em times como Sampdoria e Catania. 

Em 1991, o treinador croata Mirko Jozic conduziu o Colo Colo à sua glória máxima, a conquista da Libertadores de 1991, a única vencida por um time chileno na história. O croata havia sido o treinador da extinta Iugoslávia campeã da Copa do Mundo sub 20 de 1987 . Em razão do grande trabalho exercido pelo time mais popular do Chile, foi alçado à condição de treinador da seleção daquele país no biênio 1994/1995.


Deste modo, com a conquista do Flamengo, do zagueiro espanhol Pablo Marí e do treinador português Jorge Jesus, são cinco europeus campeões da Libertadores da América em toda história, três jogadores e dois treinadores. Entretanto, no que tange aos jogadores de linha há uma diferença entre Pablo Marí e os outros dois campeões: Marí foi contratado de um clube europeu, o La Coruña, e começou sua carreira no Velho Continente, ao passo que o tcheco Rudzky e o italiano Mircoli vieram jovens à Argentina, onde começaram suas carreiras em Estudiantes de la Plata e Independiente, respectivamente. 

Quem sabe o exemplo do Flamengo torne mais comum de agora em diante a presença de profissionais do Velho Continente em terras sulamericanas, uma vez que passaram-se vinte e oito anos sem um europeu campeão da Libertadores, e tratando-se de jogadores de linha o hiato foi maior: 47 anos. 

José Luis Brown - O homem que abriu o caminho para o segundo mundial da Argentina

Por Lucas Paes

Brown abriu o caminho para a vitória da Argentina

O futebol argentino perdeu nesta segunda, dia 12 de agosto, um de seus nomes históricos. José Luiz Brown, idolo do Estudiantes de La Plata e titular do título da Copa do Mundo de 1986 pela Argentina, foi desarmar atacantes em outro plano. Aos 62 anos, agora, encontrará nomes como Di Stefano, Stabile, Sivori, entre outros, no time do outro lado da vida. Entre suas maiores contribuições para o futebol estará marcado para sempre o gol contra a Alemanha, primeiro da final da Copa do Mundo de 1986. Ironicamente, nos deixa por uma doença com nome do seu descobridor, um alemão, o terrível mal de Alzheimer.

Brown acabou titular naquela equipe por acaso. Convocado para a reserva, entrou no lugar de Passarella, que teve problemas estomacais. Abriu o caminho para fazer história. Marcado pela firmeza defensiva, Brown ajudou a Albiceleste a avançar até a final da Copa do Mundo. Depois de passar em primeiro lugar num grupo com Itália, Bulgária e Coréia do Sul, passaram também por Uruguai, Inglaterra e pela sensação Bélgica para chegar a decisão contra a Alemanha, a primeira das três decisões entre as duas seleções.

A final foi disputada no eterno e histórico Estádio Azteca, na Cidade do México e os albicelestes não demoraram muito para sair na frente. Não demorou muito para que Brown fizesse história. Aos 23 minutos de jogo, Maradona fez linda jogada e tocou para Cuciufo, que tomou entrada forte de Felix Magath. Na cobrança de falta, Burruchaga colocou na área e Brown subiu mais alto que toda a defesa germânica para abrir o placar. Seria o único gol do zagueiro pela seleção. Não seria preciso muito mais que isso. 

Os gols da final da Copa do mundo de 1986

Mas, o duelo, obviamente, não morreu nisso. No segundo tempo, viria mais um gol dos sul-americanos. Maradona, o homem que carregou os argentinos até aquela final, tocou para Héctor Henrique, que achou um passe maravilhoso para Valdano entrar cara a cara com Schumacher e ampliar o marcador, num lindo gol coletivo argentino. O título ficava muito mais próximo dos argentinos e das mãos abençoadas de Maradona. Mas o destino é louco e a Alemanha era naquela época o time que "jogava um esporte parecido com futebol", como dizia o filósofo.

A reação germânica veio em poucos minutos. Primeiro, Rummenige contou com falha da defesa albiceleste, em cobrança de escanteio, para diminuir, aos 29'. O empate veio sete minutos depois, em outra cobrança de escanteio, em que a bola sobrou para Voller marcar o gol do empate. Mal deu tempo, porém, dos alemães comemorarem, pois três minutos depois Maradona aprontou uma assistência espetacular para Burruchaga, que avançou e tocou na saída de Schumacher para dar números finais ao jogo e o título a Argentina. Tudo começou no gol de Brown.

Brown passou como jogador pelo Estudiantes, onde atuou durante doze anos, entre 1975 e 1983, Atlético Nacional, Boca, Deportivo Español, Brest, Murcia e Racing Club de Avellaneda. Pela Argentina, jogou 36 vezes e marcou um único gol, justamente o que abriu o caminho para o segundo título da Argentina. Ainda foi treinador, sem ter muito sucesso na empreitada no banco de reservas, terminando sua carreira na casamata em 2013, no Ferro Carril.

Santos vence Estudiantes e se aproxima da classificação na Libertadores

Por Victor de Andrade, direto da Vila Belmiro

Gabriel, o Gabigol, desencantou, depois de oito jogos, e marcou o primeiro do Peixe
(foto: Ivan Storti/SFC)

O Santos FC conseguiu um importante resultado em suas pretensões na Copa Libertadores de 2018. Jogando na noite desta terça-feira, dia 24, na Vila Belmiro, o Peixe, com certa facilidade, derrotou o Estudiantes pelo placar de 2 a 0, com gols de Gabriel e Lucas Veríssimo. Os três pontos isolam ainda mais o Peixe na liderança do Grupo 6 do torneio continental, com nove pontos em quatro jogos.

As duas equipes estavam ponteando o Grupo 6 da competição que também conta com Real Garcilaso do Peru e Nacional do Uruguai, sendo o Santos com seis pontos e o Estudiantes com quatro. No dia 5 de abril, as duas equipes se enfrentaram na cidade de Quilmes, na Argentina, e o Peixe levou a melhor, vencendo por 1 a 0, gol de Arthur Gomes, em posição irregular, ainda no primeiro tempo.

O jogo começou em ritmo forte. Aos 2 minutos, Rodrygo fez belíssimo lance e tocou para Léo Citaddini, que só deu um totózinho para Copete mandar um balaço no travessão do gol defendido pro Andujar. Otero respondeu para o Estudiantes aos 4', em chute cruzado, mas a bola passou em frente de Vanderlei e saiu pela linha de fundo. O mesmo Otero deu trabalho em seguida, passando por dois jogadores do Peixe, mas isolando a bola na hora do chute.

E Otero continuou dando trabalho para a defesa do Santos. Aos 12', ele caiu pela direita, passou por seu marcador e arriscou chute cruzado, fazendo o goleiro do Peixe trabalhar. Já aos 15, novamente o atacante do time argentino fez um lance dom perigo, cobrando falta que saiu à esquerda de Vanderlei. O Santos respondeu em seguida com Gabriel, em jogada de Rodrygo, e a bola passou raspando a trave.

O jogo deu uma diminuída de ritmo depois dos 20 minutos. Aos 33', Jean Mota arriscou chute de fora da área e Andujar quase soltou a bola, mas fez a defesa. Aos 44', o Santos abriu o marcador: Copete achou Gabriel sozinho pela direita. O atacante santista recebeu a bola, ganhou na velocidade dos zagueiros do time argentino, invadiu a área e bateu tirando do goleiro Andujar: 1 a 0 para o Peixe.

E logo no início da segunda etapa, o Santos, que estava mais à vontade na partida, ampliou. Aos 4 minutos, Jean Mota, pela esquerda, cobrou falta de canhota na cabeça de Lucas Veríssimo, que desviou do goleiro Andujar, que nada pôde fazer: 2 a 0 para o Peixe e a torcida vibrou de felicidade na Vila Belmiro. Em seguida, Léo Cittadini, após sobra em cobrança de escanteio, fez o arqueiro do Estudiantes trabalhar.

Torcida fez bela festa antes e durante a partida

Aos 14', o Estudiantes quase diminuiu. Depois de jogada pela esquerda, Dubarbier cruzou rasteiro, David Braz tentou tirar a bola de forma atrapalhada, ela bateu em Otero e passou perto do gol defendido por Vanderlei. Aos 17', Lattanzio, que acabara de entrar no lugar de Dubarbier, arriscou de fora da área, com perigo, mas a 'pelota' saiu pela linha de fundo.

O Alvinegro respondeu aos 19', com Gabriel, depois de bom lançamento de Jean Motta. O atacante do Peixe recebeu a bola pela direita, passou por um marcador e bateu de canhota, cruzado, mas Andujar se esticou todo e evitou o terceiro da equipe da casa. Em seguida, Melano deu um drible estranho em Dodô, partiu para cima e arriscou o tiro, mas Vanderlei, firme, fez a defesa.

E o Santos continuou usando o contra-ataque. Aos 27', Daniel Guedes, pela direita, foi até a linha de fundo e cruzou para Rodrygo, que dominou bola, driblou o marcador, que ainda conseguiu o atrapalhar e forçou o jovem atacante Alvinegro a bater para fora. Aos 37', Vanderlei evitou que o time argentino diminuísse em chute de Gimenez, onde o goleiro do Peixe fez uma defesa a queima roupa.

No final da partida, o Santos, com a vantagem no placar, conseguia segurar as investidas do Estudiantes, que tinha dificuldades de criar jogadas. Além disso, dava perigo nos contra-ataques, como no lance aos 44', com Arthur Gomes, onde a defesa do time argentino conseguiu evitar que o Peixe ampliasse. Antes de terminar, Braña assustou em chute de fora da área, mas a bola saiu pela linha de fundo. Assim, o jogo terminou com o placar de 2 a 0 para o Alvinegro Praiano.

O próximo jogo do Santos é novamente pela Libertadores. O Peixe volta à campo no dia 1º de maio, terça-feira, às 21h30, quando enfrenta o Nacional, no Gran Parque Central, em Montevidéu. Já o Estudiantes vai até o Peru no mesmo dia, quando enfrenta o Real Garcilaso, às 19h15, no Inca Garcilaso de La Vega.

Atacante marcou o quarto gol dele nessa volta ao Santos

Ficha Técnica
SANTOS FC 2 X 0  ESTUDIANTES

Data: 24 de abril de 2018
Local: Vila Belmiro - Santos-SP
Público: 10.696
Renda: R$ 409.460,00
Árbitro: Eber Aquino (Paraguai)
Assistentes: Dario Gaona e Rodney Aquino (ambos do Paraguai)

Cartões Amarelos
Santos FC: Alison
Estudiantes: Dubarbier, Campi, Gomez, Escobar, Lattanzio

Cartão Vermelho
Estudiantes: Escobar

Gols
Santos FC: Gabriel, aos 44' do primeiro tempo. Lucas Veríssimo, aos 4' da segunda etapa
Estudiantes:

Santos FC: Vanderlei; Daniel Guedes, David Braz, Lucas Veríssimo e Dodô; Alison, Léo Citadinni (Renato) e Jean Motta; Copete (Arthur Gomes), Gabriel e Rodrygo (Vitor Bueno) - Técnico: Jair Ventura

Estudiantes: Andujar; Sanchez, Schunke, Desábato e Campi; Braña; Gomez (Gimenez), Rodriguez (Escobar) e Dubarbier (Lattanzio); Otero e Melano - Técnico: Lucas Bernardi

Vanderlei 'fecha' o gol e Santos vence o Estudiantes na Argentina

Vanderlei brilhou novamente e garantiu a vitória do Peixe na Argentina
(foto: divulgação Estudiantes)

Contando com o brilho do goleiro Vanderlei, que fez diversas defesas espetaculares, o Santos FC venceu o Estudiantes por 1 a 0 em pleno Estádio José Luis Meiszner, em Quilmes, na Argentina, na noite desta quinta-feira, dia 5, pela terceira rodada da fase de grupos da Conmebol Libertadores de 2018. O tento santista foi marcado por Arthur Gomes, aos 18 minutos de jogo.

O Santos vinha na cola do Estudiantes na classificação da Libertadores. Depois de perder na estreia para o Real Garcilaso, fora de casa, o Peixe venceu o Nacional, no Pacaembu, por 3 a 1. Já os argentinos, que estavam invictos, empataram fora de casa, na estreia, contra o Bolso, e depois venceram os peruanos por 3 a 0, em casa.

A partida começou truncada e com poucas chances de gols para as duas equipes. Quem assustou primeiro foi o Estudiantes, aos 12 minutos, quando Schunke cabeceou forte após cobrança de escanteio, mas parou na espetacular defesa de Vanderlei.

Após resistir a pressão dos argentinos, o Santos FC foi letal. Aos 18, Rodrygo iniciou um contra-ataque de almanaque ao lançar Arthur Gomes, que inverteu para Eduardo Sasha. O camisa 27 avançou, passou pela marcação com categoria e tocou na saída do goleiro. A bola bateu na trave, mas Arthur, em posição irregular, apareceu para pegar o rebote e abrir o placar na Argentina.

Arthur Gomes marcou o único gol da partida
(foto: Conmebol Libertadores)

Com a vantagem no marcador, o Peixe viu o Estudiantes partir para cima, mas soube fazer um jogo seguro e pouco sofreu no decorrer da primeira etapa. Pelo contrário! Aos 44, Rodrygo fez linda jogada e cruzou na área, Andújar espalmou e Arthur Gomes chutou de primeiro. O goleiro argentino fez ótima defesa e a bola sobrou para Jean Mota, quase dentro da pequena área. O camisa 3, porém, chutou por cima.

Na volta do intervalo, o time de La Plata, atrás no placar, seguiu tentando furar a boa marcação santista. Os comandados de Jair Ventura, por sua vez, assustavam nos contra-ataques. Aos 10, Sasha rolou para Arthur Gomes, que passou pela marcação no lado direito, mas cruzou forte demais e a zaga adversária cortou.

O Estudiantes respondeu quatro minutos depois com Lattanzio, que aproveitou cruzamento da direita e desviou de barriga. Porém, Vanderlei apareceu de novo para fazer outra linda defesa e salvar o Peixe. Aos 35, o camisa 1 santista operou mais um milagre. Após cruzamento de Campi, Melano cabeceou e o arqueiro defendeu. No rebote, Pavone chutou e Vanderlei pegou mais uma vez. Sete minutos depois, o goleiro do Peixe inacreditavelmente salvou outra. Pavone recebeu sozinho, dentro da área, e finalizou forte, mas parou no milagreiro Vanderlei, que garantiu o triunfo santista por 1 a 0.

Com o triunfo, o Peixe chegou aos seis pontos e assumiu a liderança isolada do grupo 6 do torneio continental. Na próxima rodada, os comandados de Jair Ventura encaram novamente o time argentino, mas na Vila Belmiro, no próximo dia 24, às 21h30 (de Brasília). Antes disso, porém, o Alvinegro inicia sua trajetória no Campeonato Brasileiro diante do Ceará, no dia 14, às 21h, no Pacaembu.

Léo Cittadini disputa lance (foto: divulgação Estudiantes)

Ficha Técnica
ESTUDIANTES 0 X 1 SANTOS FC

Local: Estádio José Luis Meiszner, em Quilmes (Argentina)
Data: 05 de abril de 2018, quinta-feira
Árbitro: Roddy Zambrano (EQU)
Assistentes: Christian Lescano (EQU) e Juan Albarracin (EQU)

Cartões amarelos
Estudiantes: Campi
Santos FC: David Braz e Vanderlei.

Gol
Santos FC: Arthur Gomes, aos 18' do primeiro tempo

Estudiantes: Andújar; Facundo Sanchéz, Schunke, Desábato e Campi; Iván Gomez, Gastón Giménez (Pavone), Lucas Rodríguez e Lattanzio (Cascini); Melano e Otero - Técnico: Lucas Bernardi

Santos FC: Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Alison, Renato (Gustavo Henrique) e Jean Mota; Rodrygo (Diogo Vitor), Arthur Gomes (Léo Cittadini) e Eduardo Sasha - Técnico: Jair Ventura

Carlos Bilardo - O cão de guarda do Estudiantes

Por Lucas Paes


Campeão do mundo como treinador da Seleção Argentina em 1986, Carlos Bilardo teve grande destaque como jogador. Com passagens por San Lorenzo e Deportivo Español, foi vestindo as cores do Estudiantes de La Plata que o Doctor fez sucesso. Bilardo era o cão de guarda do maior time já montado pelos Pincharratas.

Em um time que tinha nomes do peso de Jorge Solari e Juan Ramón Verón (pai de "La Brujita" Verón), porém era formado por muitos garotos, Bilardo, nascido em 16 de março de 1939, fazia o papel do cão de guarda experiente no meio de campo. Foram 5 anos na equipe de La Plata. Naquela metade de década, os Pichas viveram seu período mais glorioso. Primeiro ganhando o titulo do Metropolitano de 1967, um dos torneios nacionais argentinos na época, segundo do time e primeiro na era profissional. Depois, o Leão tomou a América de assalto.

Billardo fez 175 jogos pelo Estudiantes

Nos anos de 1968, 1969 e 1970, o Estudiantes pintou a América do Sul com as cores vermelha e branca e assombrou três dos principais times do continente. Primeiro, o Palmeiras de Ademir da Guia e cia. Ilimitada, uma academia de futebol que não foi páreo para os argentinos. Depois, o Nacional, que ainda buscava a primeira Libertadores. Por último, um título em cima do gigante Peñarol, depois de eliminar com um verdadeiro passeio o River Plate. Além disso, o Mundial Interclubes de 1968, vencido em cima do Manchester United de Sir Bobby Charlton e cia.

Depois de três anos, 175 jogos e onze gols com a camisa picharrata, Bilardo deixou o futebol profissional em 1970. No ano seguinte, se tornaria treinador no próprio Estudiantes. Na casamata conquistaria o maior título de sua carreira, a Copa do Mundo de 1986, pela Argentina, título que faz com que tenha um enorme respeito do povo platense até hoje.
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