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Pentacampeão, Edilson está na edição de 2026 do BBB

Foto: divulgação

Edilson está no BBB 26

Após meses de especulação, Edílson Capetinha está oficialmente confirmado no Camarote do BBB 26. Aos 55 anos, o ex-atacante leva para a casa mais vigiada do país uma trajetória marcada por títulos, polêmicas e passagens por alguns dos maiores clubes do futebol brasileiro.

Campeão do mundo com a Seleção Brasileira em 2002, Edílson construiu carreira de destaque vestindo camisas de peso como Cruzeiro, Corinthians, Flamengo e Palmeiras. Revelado pelo Industrial, do Espírito Santo, o ex-jogador também passou por Tanabi, Guarani e Benfica, somando, ao longo da carreira, 711 partidas e 305 gols marcados.

Entre as principais conquistas estão três títulos do Campeonato Brasileiro — em 1993, pelo Palmeiras, e em 1998 e 1999, pelo Corinthians — além do Mundial de Clubes de 2000 com o Timão. Pela Seleção, integrou o elenco pentacampeão na Copa do Mundo de 2002. No currículo, ainda aparecem oito títulos estaduais.

Um dos melhores momentos individuais de Edílson aconteceu no Cruzeiro, em 2002, quando disputou 16 jogos, marcou 11 gols e distribuiu quatro assistências. No mesmo ano, transferiu-se para o Kashiwa Reysol, do Japão, dando sequência à carreira no exterior.

O atacante anunciou aposentadoria em 2007, mas voltou aos gramados em duas oportunidades. Em 2010, defendeu o Bahia, com 15 partidas e dois gols, e em 2016 fez uma breve passagem pelo Taboão da Serra, atuando em dois jogos.

Vida fora dos gramados - Após encerrar definitivamente a carreira como jogador, Edílson passou a atuar como comentarista esportivo, participando de programas como Donos da Bola e Jogo Aberto, na Band, emissora que deixou em 2021. Conhecido pelo estilo direto e declarações polêmicas, chegou a afirmar, em uma delas, que se considerava melhor que o francês Kylian Mbappé.

Fora do esporte, também participou do Dança dos Famosos, da TV Globo, em 2013, e mantém uma empresa voltada à promoção de eventos, a ED Dez Eventos Promoções e Produções Artísticas. Agora, no BBB 26, Edílson promete levar sua personalidade forte e histórico marcante para o reality.

Ex-jogadores BBB's - Edilson é o oitavo ex-jogador de futebol a entrar no reality show da Globo. São sete homens e uma mulher, sendo que o Capetinha foi quem teve mais sucesso nos gramados. Confira a lista:

Tina - BBB 2
A única mulher dessa lista, Tina jogou nos times femininos de Palmeiras e São Paulo

Fernando Fernandes - BBB 2
Atuou nas categorias de base do Corinthians e se profissionalizou no Flamengo de Guarulhos, aos 17 anos. Sete anos após sair da 'casa', sofreu um acidente e ficou paraplégico. Porém, Fernando passou a treinar canoagem e se tornou um vitorioso atleta paralímpico.

Giulliano Ciarelli - BBB 5
Foi o primeiro BBB a ter uma carreira sólida no futebol, tendo passagens por Joinville, Volta Redonda e Tubarão, último clube antes de entrar na 'casa'. Depois, atuou por Cabofriense, CFZ, Bangu, Ituiutaba, Juventus de Jaraguá do Sul, Castel Rigoni (Itália), Rubro Social e Guarani, onde encerrou a carreira em 2013.


Rafael Licks - BBB 15
O ex-atacante jogou na base do Figueirense e atuou profissionalmente por Brasil de Farroupilha, Nacional de Muriaé e Botafogo de Ribeirão Preto, onde não chegou a atuar. Abandonou a carreira e estava cursando Administração quando entrou na 'casa'.

Hadson - BBB 20
Hadybala, como ficou conhecido na 'casa', era o jogador de futebol BBB com a carreira mais sólida antes da entrada de Edilson. Irmão do ex-meia Harison, defendeu rivais Remo e Paysandu, Brasil de Pelotas e Paraná Clube, além do União Leiria de Portugal e o Nacional do Uruguai. Depois de sair do reality, tenta uma carreira de treinador, onde trabalhou no Santos do Amapá, Varginha, Pas de La Casa de Andorra e o paraense Vênus.

Felipe Prior - BBB 20
Prior nunca atuou profissionalmente no futebol, mas sempre foi muito ligado ao esporte uma vez que disputou diversos campeonatos amadores e universitários na Grande São Paulo.

Arthur Picoli - BBB 21
Arthur atuou, na base, no Atlético Goianiense. Após ser dispesado do Dragão, que alegou problemas cardíacos com o então jogador, ele passou por Itaberaí e Castelo, onde encerrou a carreira antes de entrar na 'casa'.

A curta passagem de Edilson, o 'Capetinha', pelo Cruzeiro

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Foram apenas 16 jogos pelo Cruzeiro

O ex-atacante Edílson da Silva Ferreira, conhecido também apenas como Edílson 'Capetinha' ou apenas Edílson, completa 52 anos idade neste domingo, dia 17 de setembro de 2023. No decorrer de sua boa jornada como jogador, ele teve uma curta passagem pelo Cruzeiro no primeiro semestre de 2002.

Edilson foi revelado pelo capixaba Industrial e passou por Tanabi, Guarani, onde se destacou, Palmeiras, Benfica, Kashiwa Reysol, Corinthians e Flamengo. Chegou como contratação de peso no Cruzeiro, no início de 2002, já que era nome constante nas convocações de Felipão para a Seleção Brasileira.

Segundo o site Cruzeiropedia.com, o 'Capetinha' disputou um total de 16 partidas com a camisa do clube mineiro. Ao longo da sua trajetória pela equipe Celeste, balançou as redes adversárias em 11 oportunidades.

Apesar da curta passagem pela Raposa, Edilson faz parte de um rol ao lado de nomes como Piaza, Fontana, Tostão e Ronaldo, já que foi campeão do mundo com a Seleção Brasileira em 2002 como jogoador do Cruzeiro. Seu único título no time de Belo Horizonte foi a Copa Sul-Minas.


Na sequência de seu estrelato, Edílson ainda rodou por clubes como Kashiwa Reysol, quando acertou sua ida após a Copa do Mundo, retornou ao Flamengo, Vitória, Al Ain, São Caetano, Vasco da Gama, Vitória e pendurou as chuteiras quando estava no Bahia, em 2010.

Karembeu enfrentando Edilson no Mundial de Clubes de 2000

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Karembeu sofreu contra Edilson Capetinha

Conhecido por ter passado por diversos times conhecidos e grandes do futebol europeu, inclusive o Real Madrid e também por sua carreira de uma década na Seleção Francesa, o ex-volante Christian Karembeu foi um entre vários jogadores bons que a França formou durante os anos 1990. Com uma carreira bastante laureada, com troféus que incluem a Copa do Mundo de 1998 na França e conquistas da Liga dos Campeões, o volante francês, que completa 52 anos neste dia 3, ficou reconhecido no Brasil por uma de suas piores atuações, quando acabou sofrendo muito contra Edilson Capetinha no Mundial de Clubes de 2000, no Brasil, diante do Corinthians.

Antes de contar esta história, é importante contextualizar: a diferença entre os elencos dos times europeus e sul-americanos é um fator relativamente recente na história do futebol. Até meados dos anos 2000, times da elite sul-americana ainda figuravam com frequência entre as melhores equipes do planeta e genuinamente competiam com a elite europeia. Já nos anos 2000, esquadrões como o Boca de Bianchi, o ótimo Vasco de 1998, o matreiro Grêmio de 1995 fizeram jogos em que foram melhores ou pelo menos equilibrados contra os campeões europeus no mundial. É neste contexto que Real Madrid e Corinthians se enfrentaram em 2000.

O time do Real Madrid que entrou em campo naquele jogo no Morumbi era uma equipe de muita qualidade. A escalação dos Merengues, que seriam no meio daquele ano campeões europeus pela oitava vez tinha jogadores como o jovem e já ótimo goleiro Cassilas, os laterais Michel Salgado e Roberto Carlos e grandes atacantes como Raúl. Do outro lado, o Corinthians tinha um belíssimo time, com Dida pegando tudo no gol e um meio campo com Vampeta no auge, Rincón jogando grande futebol e Ricardinho e Marcelinho Carioca voando. O jogo prometia no Morumbi.

Karembeu naquele dia atuou improvisado na zaga e já viu o que teria pela frente na primeira saída de Edilson, quando ele deixou Roberto Carlos na saudade e acabou sendo parado em ótima intervenção do francês. A verdade é que durante a maior parte do primeiro tempo Karembeu e o Real Madrid correram atrás de um Corinthians insaciável e veloz, que pouco deixava o Real Madrid respirar. Curiosamente, porém, Anelka abriu o placar para os espanhóis desviando falta de Roberto Carlos. Do outro lado, Karembeu suava para parar as investidas de Edilson.

A jornada infeliz do francês começou no primeiro gol corintiano, quando Karembeu falhou em cortar a bola e ela sobrou para Luizão rolar e Edilson empatar. No geral, porém, o defensor madridista conseguia acompanhar o brasuca e evitar o pior na maioria dos lances. Na segunda etapa, porém, a situação ficou muito pior para ele, que parecia não conseguir achar o tempo dos atacantes corintianos.

Foi ai que aconteceu o lance histórico. Edilson recebeu em boa posição e foi para cima de Karembeu, que foi seco e tomou uma belíssima canetinha, antes do ponta corintiano bater na saída de Casillas para botar o Timão na frente e virar o jogo. O lance ficou marcado ainda pela narração de Luciano do Valle: "Muito prazer, eu sou Edilson, o capeta".


O Real Madrid ainda empataria o jogo com Anelka, num tremendo confronto onde o resultado foi justo pela bola jogada pelos dois times naquela noite no Morumbi, mas para Karembeu a jornada ficou marcada como o dia em que levou um dos mais infelizes dribles de sua vida e uma das partidas quem ais sofreu em sua vida como jogador.

As embaixadinhas de Edilson e o Corinthians campeão paulista de 1999

Com informações do Corinthians
Foto: reprodução


Edilson fez as embaixadinhas logo após o Corinthians empatar o jogo

Na tarde do dia 20 de junho, há 22 anos, o Corinthians sagrou-se campeão do Campeonato Paulista pela 23ª vez. Após o empate em 2 a 2 contra o Palmeiras, a Fiel Torcida foi à loucura na comemoração do título no Morumbi, estádio onde foi realizada a partida. Além da conquista da taça de campeão, este jogou também ficou marcado por ser a despedida do eterno ídolo Gamarra.

Zagueiro clássico, o paraguaio vestiu o manto alvinegro em 80 oportunidades, marcou gol em sete oportunidades e conquistou dois títulos, um Brasileirão e este Campeonato Paulista. Apesar de que não aparentava ter o porte físico tradicional de um zagueiro, Gamarra foi indiscutivelmente um dos melhores zagueiros da história do clube do Parque São Jorge.

Quando se fala deste título, não há como não mencionar as famosas embaixadinhas de Edílson Capetinha que marcam a história do Derby até hoje. O polêmico lance é lembrado como um grande símbolo deste embate.

Timão escalado - Nesta oportunidade, o time comandado por Oswaldo de Oliveira foi campo escalado com Maurício, Índio, Gamarra, Nenê, Sylvinho; Rincón, Vampeta, Ricardinho e Marcelinho; Edílson e Fernando Baiano. O atacante Dinei ainda entrou no decorrer da partida, substituindo o titular Fernando Baiano.

O jogo - Por se tratar de um Derby, o clima de tensão e rivalidade na final entre Corinthians e Palmeiras era tido como normal. Como havia vencido a primeira partida da decisão por 3 a 0, o Timão possuía a vantagem do empate na corrida pelo título.

Os primeiros minutos da partida indicavam de que o jogo seria bastante disputado, com ambos os times lutando por cada bola. No entanto, quem saiu na frente do placar foi o Timão. Aos 34 minutos do primeiro tempo, após boa tabela com o camisa 11 Ricardinho, Marcelinho Carioca pegou o rebote de seu próprio chute e marcou o primeiro gol da decisão.

No entanto, como nada nunca foi fácil, a equipe do Palmeiras virou o jogo muito rapidamente. No primeiro lance após o gol corinthiano, Evair empatou. Logo em seguida, o próprio Evair marcou mais um após falha do goleiro corinthiano. Foi somente no segundo tempo, após pressionar bastante a equipe palmeirense, que o Timão chegou ao empate.


Aos 28 minutos do segundo tempo, em nova jogada envolvendo Ricardinho, o meia canhoto limpou o zagueiro e o goleiro palmeirense e tocou para o camisa 10 Edilson apenas completar para dentro do gol. Com o empate, o Timão apenas controlou o resultado e assegurou o título.

Antes do final da partida, quando o jogo já aparentava estar resolvido, o autor do segundo gol do Timão Edílson Capetinha protagonizou o lance que marcou este clássico. O atacante corinthiano fez uma série de embaixadinhas com o pé e a cabeça, que estão marcadas na memória da torcida alvinegra.

O título - A conquista deste Campeonato Paulista foi a 23ª terceira da história do clube. Além de tudo, por se tratar de um título em cima do maior rival, a vitória consagrou ainda mais este que foi um dos maiores elencos da história do clube.

Edilson, o 'Capetinha', no Guarani

Por Victor de Andrade
Foto: reprodução Arquivo Correio

Edilson, com a camisa do Guarani, em seu bairro, em 1992

Neste 17 de setembro de 2019, o ex-meia, que ao longo da carreira virou atacante, Edilson da Silva Ferreira, ou simplesmente Edilson, o 'Capetinha', está completando 49 anos de vida. O apelido não foi à toa: endiabrado, ele infernizava as defesas adversárias e chegou à Seleção Brasileira, onde foi campeão do mundo em 2002, onde foi titular em duas partidas.

Edilson conquistou muitos títulos na carreira, principalmente em suas passagens por Palmeiras, Corinthians, Flamengo, Cruzeiro e Vitória. Também defendeu o Benfica. Mas sua aparição para o cenário nacional do futebol foi defendendo a camisa do Guarani, em 1992.

Ele nasceu em Salvador, na Bahia, mas acabou indo para o Espírito Santo, mais precisamente no Industrial, para buscar o sonho de ser jogador. Se profissionaliza em 1987, com 17 anos, e defende o clube até 1990, quando deixa terras capixabas e vai tentar jogar em São Paulo, uma vitrine maior. Porém, ele defende o Tanabi, nas divisões inferiores do futebol paulista.

Apesar de estar longe da elite do futebol estadual e estar em condições precárias, ele mesmo dizia que dormia debaixo das arquibancadas do Estádio Alberto Victolo, ele se destaca em 1991 e chama a atenção do Guarani, que o leva para o Brinco de Ouro para a temporada do ano seguinte.

No Guarani, chega para a disputa do Campeonato Brasileiro, que em 1992 foi no primeiro semestre. O Bugre estava voltando à Série A naquele ano (havia sido rebaixado em 1989) e como o torneio daquele ano não teve rebaixamento, o time fez uma campanha razoável, até ficando longe das últimas colocações, mas nada que lembrasse os dois anos seguintes, onde o Guarani chegaria às finais. Até por conta disso, Edilson pouco apareceu. Porém, no segundo semestre, a situação mudaria de figura.

O jogo onde Edilson teve atuação de gala contra o Palmeiras

No Campeonato Paulista, Edilson ganhou espaço na equipe e assumiu a camisa 10. O 'Capetinha', ao lado de Edu Lima, tornou-se o grande nome da equipe dirigida por Flamarion. Na primeira fase, o Guarani ficou com a sexta e última vaga do Grupo Verde para a segunda fase.

Na etapa semifinal, o Bugre ficou no Grupo B, ao lado de Palmeiras, Corinthians e Mogi Mirim. E foi nesta etapa que Edilson explodiu, já que foi o grande destaque do Guarani nas vitórias no Brinco de Ouro sobre o Corinthians, por 2 a 1, e Palmeiras, 5 a 2, de virada, onde o 'Capetinha' fez dois gols. Aliás, este jogo foi fundamental para o que aconteceria em breve.

No fim, o Guarani chegou à última rodada um ponto na frente do Timão e dois atrás do Palmeiras, mas uma derrota para o Mogi Mirim, fora de casa, fez com que o Bugre não avançasse à final da competição, onde o São Paulo foi campeão em cima do Verdão.

Porém, lembram-se da grande atuação de Edilson contra o Palmeiras? 1992 foi o início da parceria do Verdão com a Parmalat e a promessa da empresa de laticínios italiana era montar um super esquadrão para 1993. Um dos nomes cotados para defender o Verdão era o do 'Capetinha', que foi apresentado no clube junto com as três outras grandes contratações: Edmundo, Roberto Carlos e Antônio Carlos. Mas isto é tema para um próximo artigo.

Edilson pede “concentração total” do Brusque nos jogos decisivos contra o Manaus

Foto: divulgação Brusque

Edilson não quer deixar escapar a oportunidade de conquistar o título

Com uma campanha irretocável e, até certo ponto, surpreendente, o Brusque segue se preparando para os dois jogos mais importantes da sua história. No próximo final de semana, a equipe comandada pelo treinador Waguinho Dias dará início a disputa do tão sonhado título da Série D do campeonato brasileiro.

Os catarinenses farão a primeira partida da grande decisão contra o Manaus em casa, no próximo domingo (11), às 16 horas. Perto de colocar seu nome na história do Brusque e também do futebol catarinense, o lateral-direito Edilson não quer deixar escapar a oportunidade de conquistar esse título.

“Lutamos muito para chegar nesse momento. Já temos o acesso, mas sentimos que esse grupo merece mais por tudo que fizemos na competição. Temos a certeza que serão dois jogos duríssimos, mas vamos lutar até o último segundo para trazer esse troféu para Brusque”, revelou.

Um dos destaques da equipe na temporada e cobiçado por grandes clubes do futebol brasileiro, Edilson afirma que seu pensamento está apenas nos dois jogos decisivos. “O meu maior objetivo no momento, e tenho certeza que de todos os outros atletas do grupo, é conquistar esse título. A concentração tem que ser total. Após os jogos finais vou sentar com meus representantes e começar a pensar no futuro”, destacou.

Aos 24 anos, Edilson iniciou sua trajetória no futebol atuando pelo Audax Osasco. Passou ainda por Audax Rio, Tigres, Palmas e Camboriú, até ser contratado pelo Bruscão na temporada passada. O atual contrato do lateral com a equipe catarinense vai até dezembro de 2022.

O primeiro gol de Edilson com a camisa do Corinthians

Com informações do site oficial do Corinthians
Foto: arquivo Corinthians

Edilson demorou mais de um mês para marcar pelo Corinthians

No dia 5 de novembro de 1997, Edílson “Capetinha” marcava seu primeiro gol com a camisa do Timão. Em partida válida pelo Campeonato Brasileiro, o jogador anotou o gol da vitória corinthiana por 1 a 0, no Morumbi, diante do Flamengo. O gol foi importante, já que o Timão corria risco naquele Campeonato Brasileiro.

O primeiro jogo de Edílson no Timão aconteceu no dia 02 de outubro de 1997, contra o Bragantino. No entanto, o jogador não marcou nenhum dos gols da vitória por 2 a 0. O Capetinha foi anotar seu primeiro gol no Corinthians oito partidas depois. Como ele era um jogador que tinha passagem pelo Palmeiras, no início era visto com desconfiança pela torcida.

Naquela época, o Corinthians vinha de uma sequência de cinco jogos sem vitória. E o gol não poderia vir de forma melhor. Aos 33 do segundo tempo, Mirandinha cruzou na área, a zaga adversária furou e Edílson fez o único gol da partida para explosão dos torcedores alvinegros no Morumbi. A vitória fez com que o Timão respirasse na competição.

Para aquela partida, o treinador Candinho escalou o Timão com Ronaldo; Rodrigo, Célio Silva, Antônio Carlos e Silvinho; Gilmar, Rincón, Fernando Diniz (Tiba) e Edílson; Mirandinha e Donizete (Romeu).

No Timão, Edílson jogou 164 partidas e marcou 55 gols. Além disso, o atacante ganhou os títulos do Campeonato Paulista (1999), Campeonato Brasileiro (1998/99) e Mundial de Clubes FIFA (2000). Tudo isto o fez se tornar ídolo no Timão e o "Capetinha" ficou mais ligado ao Corinthians do que ao rival verde.

As embaixadinhas de Edilson e Corinthians campeão paulista de 1999

A embaixadinha de Edilson, que causou toda confusão na final do Paulistão de 1999

Corinthians e Palmeiras têm, com certeza, a maior rivalidade no futebol paulista e no final da década de 90 isto ficou ainda mais forte. Na época, os dois clubes tinham verdadeiros esquadrões: o Timão apoiado primeiro pelo Banco Excel e depois pela Hicks Muse e o Verdão pela Parmalat. As equipes protagonizaram diversos confrontos eletrizantes naquele momento, entre eles a final do estadual de 1999, vencida pelo Alvinegro, que terminou em confusão depois das embaixadinhas feitas por Edilson. Aliás, esta decisão do Paulistão foi a última entre as duas equipes, que voltam a testar forças na final de 2018.

Foi um Paulistão onde as duas equipes mostraram muita força. Mesmo dando prioridade para a Copa Libertadores da América, chegando a jogar algumas partidas com reservas, Palmeiras e Corinthians chegaram às semifinais em segundo lugar em seus grupos, atrás, respectivamente, de São Paulo, que teve a melhor campanha na primeira fase, e Santos.

Porém, antes de falarmos das semifinais, vamos voltar à competição sul-americana, onde nas quartas-de-final, Verdão, dirigido por Felipão, e Timão, treinado por Oswaldo de Oliveira, se enfrentaram. Depois de uma vitória por 2 a 0 para cada lado, com ambos os jogos sendo realizados no Morumbi, o Palmeiras levou a melhor na decisão por pênaltis, causando revolta no elenco corintiano.

Depois, foi um quebra-pau que envolveu praticamente todos os jogadores

Nas semifinais, o Corinthians, já jogando com time completo, mesmo em desvantagem de dois resultados iguais, eliminou o São Paulo com uma vitória por 4 a 0 no primeiro jogo e depois um empate em 1 a 1. Já o Palmeiras, que tinha a vantagem sobre o Santos, passou com dificuldades, pois ainda poupava titulares para a Libertadores: foi derrotado por 2 a 1 no primeiro jogo e perdia por 1 a 0 o segundo embate até os 35 do segundo tempo. Porém, Oséas e Paulo Nunes, que entraram no decorrer da partida, colocaram o Verdão na decisão.

O primeiro jogo ocorreu em 13 de junho, no Morumbi, foi atípico. Com a final da Libertadores marcada para três dias depois, contra o Deportivo Cali, o Palmeiras foi para aquele jogo contra o Corinthians com um mistão. O Timão aproveitou a oportunidade e não deu chances: 3 a 0, com gols de Edilson, Marcelinho Carioca e Dinei.

A segunda partida, marcada para o dia 20 de junho, no mesmo Morumbi, tinha um clima diferente. O Corinthians foi a campo com uma mão na taça pelos 3 a 0 do primeiro jogo. Porém, a torcida do Palmeiras estava em festa, já que no meio de semana havia conquistado a tão sonhada Libertadores, título que até aquele momento o Timão não havia conquistado. Ou seja, o clima era de provocação dos dois lados.

Paulo Nunes e Edilson foram os que mais provocaram

Antes do jogo os ânimos estavam acirrados, muita provocação durante a semana, jogadores trocando ofensas e se ameaçando. Dentro de campo Marcelinho colocou o Corinthians em vantagem aos 34 minutos do primeiro tempo. O Palmeiras virou com Evair aos 36 e aos 39 ainda da primeira etapa.

Na volta do segundo tempo o jogo continuou pegado, muitas faltas violentas e várias oportunidades de gol. Aos 28 minutos do segundo tempo, após linda jogada de Ricardinho, Edílson marca o segundo gol do Corinthians, empatando a partida.

Com o título mais que garantido, aos 32 minutos, Edílson recebeu a bola no meio de campo e começou a fazer embaixadinhas e passou a bola pelas costas. Prontamente, o lateral do Palmeiras, Junior, veio pra cima de Edílson, que se esquivou do chute violento. Paulo Nunes, que era um dos mais falastrões, veio pra cima de Edílson pra agredi-lo e então começou a briga generalizada.

Confira os melhores momentos e a confusão ao fim da partida

Edílson chutou Paulo Nunes que rolou pelo gramado, jogadores correram do banco de reservas pra brigar. O Goleiro reserva do Corinthians, Renato, deu uma gravata em Roque Junior jogou-o no chão e correu pro vestiário. Com os ânimos um pouco acalmados (não totalmente), os corintianos comemoravam o título com sua torcida, enquanto os jogadores do Verdão mostravam as faixas de campeões da Libertadores para os palmeirenses.

Após essa confusão generalizada o juiz Paulo César de Oliveira encerrou a partida e o Corinthians, mesmo com o jogo não tendo ido até o fim do tempo regulamentar, comemorou mais um título de campeão paulista.

O Curioso do Futebol

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