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A passagem de Dodô pelo São Paulo

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Dodô teve grande passagem pelo Tricolor

Ricardo Lucas Figueredo Monte Raso, ex-atacante e atual membro da equipe de comentaristas do Grupo Globo popularmente conhecido apenas como Dodô, celebra o seu 50º aniversário nesta sexta-feira, dia 2 de maio de 2024. No decorrer de sua carreira, o 'artilheiro dos gols bonitos' teve uma boa passagem pelo São Paulo entre a metade e o fim da década de 90.

Paulistano de nascimento, o avançado chegou ao Tricolor em 95, mas só ganhou espaço de fato após ficar um período emprestado ao Paraná em 1996. Neste retorno ao clube do Morumbi, fez uma belíssima dupla de ataque junto do colombiano Víctor Aristizábal.

Em 97, viveu o auge de sua carreira: no Paulistão de 97, se sagrou artilheiro com 19 gols. Em 98, mesmo ano em que também fez parte elenco bicampeão Estadual, foi o maior goleador do Torneio Rio-São Paulo do ano seguinte, tendo balançado as redes em cinco oportunidades. 

Ainda no seu segundo ano vestindo o manto são paulino, o atacante se sagrou recordista de gols pela equipe em um mesmo ano marcando 54 gols em 69 jogos. Suas boas atuações o levaram a ser convocado para defender a Seleção Brasileira, comandada pelo treinador Zagallo, e anotou dois tentos pela Amarelinha.


De acordo com o site Dodo Soccer Academy, disputou em 169 jogos pelo São Paulo entre 95 e 99. Marcou um total de 94 gols pelo clube tricolor.

Na sequência de sua carreira, ainda rodou por vários clubes do Brasil e alguns times do exterior. Encerrou a sua carreira em 2014, quando jogava pelo Barra da Tijuca.

Dodô e suas passagens pelo Botafogo

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Dodô durante uma de suas passagens pelo Botafogo

Ricardo Lucas Figueredo Monte Raso, mais conhecido como Dodô, nasceu em São Paulo, no dia 2 de maio de 1974, e atuava como centroavante. O jogador teve passagens por grandes times, e em sua carreira levou o apelido de 'Artilheiro dos gols bonitos’.

O jogador foi revelado pelo Nacional de São Paulo, em 1992, e teve um grande começo de carreira, onde rapidamente chegou a grandes times do estado e mostrando todo seu futebol. Dodô teve momentos brilhantes pelo São Paulo, ficando alguns anos por lá, até se transferir para o Santos.

Depois de manter seu grande desempenho, chamou a atenção de diversos clubes nacionais e internacionais. Em 2001, com a ajuda do Golden Cross, empresa que se interessou em patrocinar o Botafogo, o clube comprou o atleta.

Dodô foi muito importante no segundo semestre daquele ano, pois manteve um grande desempenho e ajudou o Botafogo a se livrar do rebaixamento. Em 2002, continuou ajudando a equipe, e foi protagonista na boa campanha que o clube fez no Torneio Rio-São Paulo.

Porém, o Botafogo não vivia uma boa fase financeira e teve que dispensar alguns atletas para o segundo semestre, tanto que o clube caiu para a segunda divisão daquele ano. Em sua primeira passagem pelo clube, ele fez 55 jogos e marcou 32 vezes.

Depois de uma boa passagem pelo Botafogo, ele foi contratado pelo Palmeiras, mas acabou vivendo um momento ruim, com diversas lesões e ficou de fora de boa parte da temporada. Após desse momento ruim, o atleta foi para o futebol da Ásia, onde passou por dois clubes, até voltar para o Brasil em 2005. Dodô voltou para atuar no Goiás, mas acabou ficando no banco de reservas da equipe, e isso o irritou, o que fez ele deixar o clube.

Em 2006 ele retornou para o Botafogo, onde conseguiu voltar a boa fase, e rapidamente ajudou o time a conquistar o Campeonato Carioca daquele ano, sendo o artilheiro da equipe. No segundo semestre, o jogador decidiu deixar o time e foi atuar no Al Ain, dos Emirados Árabes.


Em 2007 ele retornou ao clube, e ajudou na conquista da Taça Rio e levou o time até a final do Carioca, onde acabou ficando com o vice-campeonato. Em julho, ele acabou caindo no exame antidoping, e foi punido em 120 dias, mas entrou com recurso e conseguiu voltar a atuar.

No Campeonato Brasileiro daquele ano ele fez uma grande campanha, sendo um dos protagonista da competição, mas decidiu que não iria renovar com o clube, o que deixou a torcida chateada. No fim da temporada, Dodô deixou o clube para atuar no Fluminense, onde teve diversos problemas, incluindo a volta do processo do doping.

Na segunda passagem pelo Botafogo foram 70 jogos e 58 gols, mais uma ótima passagem pelo clube carioca.

Dodô inicia a quinta temporada pelo Liepāja, valoriza preparação e projeta busca por títulos

Foto: divulgação Liepaja

O time do atacante realiza pré-temporada na Turquia

Principal jogador do Liepāja, o atacante Dodô iniciou a sua quinta temporada consecutiva defendendo a equipe da Letônia. Em preparação para o início da Liga nacional, em março, o jogador brasileiro valorizou a atual sequência de jogos amistosos na Turquia. A equipe programou sete testes, sendo um deles contra o Dynamo Kiev (UCR), em um intervalo de 16 dias.

"Estamos aproveitando da melhor maneira possível essa preparação. Fevereiro é um mês importante porque teremos muitos amistosos que certamente vão nos preparar bem para o início oficial da temporada. A expectativa é grande e espero fazer mais um ótimo ano pelo Liepāja", disse Dodô.

Com experiência em clubes da Croácia, como o Dinamo Zabreg, e Azerbaijão e Grécia, Dodô foi o artilheiro da Liga da Letônia em 2020. Além disso, o atacante possui 122 jogos e 49 gols pelo Liepāja e quer mais conquistas individuais e coletivas.


Ele fala sobre os seus objetivos e os da equipe para a temporada de 2023. "Vamos buscar os títulos nas duas competições e daremos o nosso máximo para alcançar esses objetivos ao final de 2023", projetou, confiante em alcançar as metas.

A curta passagem de Dodô pelo Paraná Clube em 1996

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Dodô passou um curto período defendendo o Paraná Clube

Ricardo Lucas Figueredo Monte Raso, popularmente conhecido como Dodô ou pelo seu apelido de Artilheiro dos Gols Bonitos, está celebrando o seu 48º aniversário nesta segunda-feira, dia 2 de maio de 2022. Por isso, hoje iremos relembrar a curta passagem do atacante pelo Paraná Clube em 1996.

Nascido na capital paulista, Dodô foi revelado pelo Nacional e passou por clubes como Fluminense e São Paulo. Pouco aproveitado no Tricolor do Morumbi, o artilheiro foi emprestado ao Paraná Clube em 1996, que disputava o Campeonato Paranaense e a elite do futebol brasileiro naquele ano.

Entretanto, o centroavante acabou não conseguindo atuar com muita frequência no clube do sul. Apesar de ter feito parte do elenco que conquistou o campeonato estadual, Dodô jogou muito pouco com a camisa do time da Vila Capanema.

Os números do atacante pela Gralha Azul são tão parcos que ele atuou em apenas quatro oportunidades e não conseguiu marcar nenhum gol, de acordo com o site O Gol. Pouco tempo depois, o atleta retornou ao São Paulo, onde voltou e em 1997 assumiu a titularidade. Foi o grande momento do jogador em sua carreira, chegando a até a fazer um jogo pela Seleção Brasileira.


Na sequência de sua carreira, defendeu também times como Santos, 
Botafogo (duas vezes), Palmeiras, Goiás, chegou a retornar ao Fluminense em 2008, Vasco da Gama, Portuguesa, Americana e Grêmio Osasco. Dodô encerraria a sua carreira de jogador profissional apenas em 2014, defendo o time da Barra da Tijuca.

Dodô: a passagem do artilheiro dos gols bonitos pelo Santos

Por Ricardo Pilotto
Foto: arquivo

Dodô chegou no Santos para o brasileirão de 1999 e ficou até 2001

Neste domingo, dia 2 de maio, Ricardo Lucas Figueiredo Monte Raso, popularmente como Dodô, completa 47 anos de idade. O atacante recebeu a alcunha de "Artilheiro dos Gols Bonitos" por conta dos vários gols bonitos que marcava durante toda a carreira. Em seus dois anos de Santos, o jogador atuou em 97 jogos e marcou 54 gols com a camisa alvinegra.

Após ser revelado pelo Nacional e passar por clubes como Fluminense, São Paulo e Paraná, Dodô chegou a Vila Belmiro no meio de 1999, vindo do Tricolor Paulista, em uma das maiores transações entre dois times brasileiros até então. O atleta jogou por dois anos com a camisa do Peixe e chegou a ser artilheiro da equipe em sua primeira temporada.


Em toda a sua passagem pelo clube do litoral paulista, o atacante acabou não conseguindo conquistar títulos. Na sua primeira temporada com a camisa alvinegra, Dodô foi artilheiro do Santos, marcando 13 gols no Campeonato Brasileiro. O gol mais marcante do atacante foi em uma partida diante do Internacional em pleno Beira-Rio, quando deu um belo drible no zagueiro, e chutou forte no canto inferior direito, dando a vitória ao Santos sobre o Colorado por 2 a 1. Nesta edição, o artilheiro dos gols bonitos foi responsável por marcar 12,5 dos gols feitos pela equipe em toda a competição e a equipe santista terminou na 11ª colocação.

No ano seguinte, Dodô fez gols importantes no Campeonato Paulista de 2000. Na semifinal diante do Palmeiras, Dodô entrou no intervalo da partida e fez o gol da virada para o Santos. Neste jogo o Santos perdia por 2 a 0, e precisaria de uma reviravolta para se classificar para a decisão do Paulistão. Na marca dos 44 minutos do segundo tempo, Dodô fez o gol que daria a classificação ao time santista diante do Verdão no Morumbi na vitória por três a dois. Mais tarde, o jogador voltaria a marcar um gol importante na partida de volta da decisão contra o São Paulo, mas acabou não sendo o suficiente e o Santos acabou sendo o vice campeão estadual.


O seu último momento que marcou sua passagem pelo Santos foi através de um pênalti desperdiçado. Nas semifinais do Campeonato Paulista de 2001 diante do alvinegro do Parque São Jorge, o Santos teve uma penalidade a seu favor. Aquele lance poderia fazer com que o alvinegro saísse na frente do marcador, mas Dodô foi para a cobrança e acabou não convertendo. Naquela oportunidade, peixe poderia empatar para se classificar para a decisão. Mas no resultado final do jogo, o Santos perdeu para o Corinthians por 2 a 1 e acabou eliminado.

Antes de se aposentar, Dodô ainda teve passagens por clubes como Botafogo (duas vezes), Palmeiras, Goiás, chegou a retornar ao Fluminense em 2008, Vasco da Gama, Portuguesa, Americana e Grêmio Osasco. Dodô encerraria a sua carreira de jogador profissional apenas em 2014, defendo o time da Barra da Tijuca.

Dodô no Palmeiras

Por Victor de Andrade


Artilheiro dos gols bonitos, com grandes passagens por São Paulo e Botafogo, além de outras com menor brilho por Nacional, Fluminense, Paraná, Santos, Fluminense, Vasco, Portuguesa, Americana, Grêmio Osasco e Barra da Tijuca, além de futebol sul-coreano e japonês, Dodô teve uma carreira de altos e baixos. Provavelmente, o clube por onde ele teve o pior desempenho foi no Palmeiras, no ano de 2002.

Nascido em 2 de maio de 1974, Dodô explodiu no São Paulo, em 1997, depois de já ter rodado por Nacional de São Paulo, Fluminense e Paraná Clube. Porém, ainda no Tricolor no Morumbi, entrou em baixa depois de algum tempo e foi negociado com o Santos, em 1999. Com altos e baixos no Peixe, ele saiu e foi para o Botafogo em 2001, onde voltou a jogar bem e chamou a atenção do Palmeiras.

No Verdão, ele chegou no segundo semestre de 2002, sendo anunciado no dia 9 de agosto como sendo a grande contratação do clube para o Campeonato Brasileiro daquele ano, junto com o meia Zinho, este indo para a terceira passagem pelo clube. A esperança era de que ele fosse o grande artilheiro da equipe na competição. Porém, quem lembra daquela época, sabe que nada deu certo.

A esperança de ver seus belos gols logo caiu por terra por causa das seguidas contusões. Dodô jogou pouco pelo Palmeiras e balançou as redes menos ainda. Aliás, quase nada deu certo para o Verdão naquele Campeonato Brasileiro. Com apenas 27 pontos em 25 jogos, o Alviverde ficou apenas na 24ª colocação, sendo rebaixado.

Apenas três gols em 16 jogos pelo Verdão

Como ficou muito tempo machucado, Dodô ainda estava nos planos do Palmeiras para 2003. Porém, o técnico Jair Picerni, que havia assumido a equipe no início do ano, com o intuito de colocá-la novamente na Série A do Brasileiro, passou a deixá-lo no banco, já que havia um centroavante novo que estava marcando muitos gols: Vágner Love.

Dodô ficou insatisfeito com a reserva, deixou isto claro e teve o contrato reincidido no dia 12 de fevereiro. Como seu 'filme' não estava bom no Brasil, no Palmeiras foram 16 jogos e apenas três gols marcados, ele foi para o futebol asiático, por onde atuou no Ulsan Hyundai, da Coreia do Sul, e no Oita Trinita, do Japão. Ele voltou ao Brasil apenas em 2005, onde teve uma passagem rápida pelo Goiás, foi para os Emirados Árabes, onde defendeu o Al-Ain, e só teve novamente reconhecimento por estas bandas quando jogou novamente pelo Botafogo, em 2006 e 2007.

O Curioso do Futebol

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