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Imprensa venezuelana crava meia Robert Hernández no Paysandu

Com informações do Diário Online - DOL
Foto: Wender Depablos / Balonazos

Robert Hernández negocia com o Paysandu

Segundo o jornalista venezuelano Elias López, que trabalha na rádio El Mundo és um Balón e na SimpleTV, o meio-campista Robert Hernández, de 29 anos, estaria acertado com o Paysandu para a temporada 2023. A informação foi confirmada ao DOL por uma fonte interna do clube e que quem fez toda a negociação foi o técnico Márcio Fernandes.

Hernández começou a carreira em 2010 no Anzoátegui, clube do seu país natal. Depois, foi para os Estados Unidos, onde atuou pelo Tampa Bay Rowdies, em 2015. Na temporada seguinte, voltou para a Venezuela, desta vez para defender o Caracas.

Em 2021, Robert Hernández esteve na Bolívia, atuando pelo Always Ready e, por fim, voltou à sua terra natal para defender o Deportivo Táchira. Na temporada de 2022, ele esteve em campo em 30 jogos e marcou quatro gols.


A diretoria do Paysandu já se apalavrou com sete jogadores, com a comissão técnica de Márcio Fernandes e acertou a contratação de outros três, além de Robert Hernández. Entretanto, o clube vive vésperas de eleições e, caso se confirme o favoritismo para a reeleição de Maurício Ettinger, aí sim os anunúncios irão começar a serem feitos. O pleito acontece na próxima quarta-feira, dia 7 de dezembro.

Pesadelo na Vila Belmiro! Nos pênaltis, Santos é eliminado pelo Deportivo Táchira na Sul-Americana

Por: Emerson Gomes
Foto: Ivan Storti / Santos FC

Noite de pesadelo na Vila Belmiro

Uma noite de quarta-feira, dia 6, de pesadelo na Vila Belmiro. Em partida de volta das Oitavas de Final da Copa Sul-Americana, o Santos ficou apenas no empate com o Deportivo Táchira no tempo normal, em 1 a 1, e com a derrota por 4 a 2 nas penalidades, acabou sendo eliminado da segunda competição em importância do continente. É a terceira vez que uma equipe venezuelana eliminou um brasileiro em qualquer certame.

No primeiro confronto entre as equipes na Venezuela, o Alvinegro Praiano saiu perdendo na primeira etapa mas buscou o empate nos minutos finais da segunda, fechando a partida em 1 a 1. Com o resultado uma vitória simples bastava para qualquer uma das equipes se classificar a próxima fase, em caso de nova igualdade, independente da quantidade de gols, a decisão seria nos pênaltis.

O Santos começou em cima, querendo marcar logo para dar mais tranquilidade a sua torcida. Marcos Leonardo, aos 8', Bauermann, aos 11', e Lucas Braga, aos 15', passaram perto, mas não marcaram. Aos 22', Ângelo fez grande jogada mas foi travado antes de marcar.

E quando o Santos dominava, veio o gol dos visitantes. Aos 27', Uribe marcou e após muita demora na checagem de possível falta no início da jogada o gol foi confirmado: 1 a 0 para o Deportivo Táchira. Aos 34', Lucas Pires chutou cruzado mas Marcos Leonardo não chegou na bola a tempo para empatar.

E a noite parecia de pesadelo para os santistas. Aos 38', os visitantes perderam gol feito em belo contragolpe. No minuto seguinte Zanocelo perdeu chance clara. E aos 47', a situação do Santos ficou ainda pior, já que Rodrigo Fernandez foi expulso. E ao intervalo de jogo, a vantagem mínima era dos visitantes.

Mesmo com desvantagem numérica em campo o Santos voltou pressionando. Aos 3', Lucas Pires cobrou falta na trave. A pressão aumentava e, aos 8', Marcos Leonardo chegou perto do empate. E o Peixe enfim chegou ao empate aos 23' com Marcos Leonardo, após ajeitada de cabeça de Carlos Sanchez, renovando as esperanças do torcedor. 

O gol deu ânimo ao Santos. Mesmo com um jogador a menos, o Peixe se lançou ao ataque, desorganizado, é verdade, mas com muita vontade de buscar o gol da virada. Aos 39', Lucas Barbosa teve a bola para desempatar, mas desperdiçou a oportunidade. Aos 45', Marcos Leonardo perdeu boa chance. Assim, a definição da vaga foi para as penalidades.

O Santos começou batendo com Ricardo Goulart, mas o goleiro Varela perdeu, e Farias cobrou e fez para os venezuelanos. Em seguida, Sandry marcou para o Peixe e Simisterra tabém acertou para o Táchira. Depois, Carlos Sanchez fez o dele e Arace também balançou as redes. Lucas Barbosa acabou parando nas mãos de Varela e Fernandez fez a cobrança da classificação do Deportivo Táchira.


Agora, o Deportivo Táchira aguarda a definição do seu adversário, que sai do confronto entre Independiente del Valle do Equador e Lanús, da Argentina, a primeira partida foi vencida pelos equatorianos por 2 a 1. O próximo compromisso do Peixe, provavelmente sem o treinador Bustos, é pelo Brasileirão é no próximo domingo (10) fora de casa contra o Atlético Goianiense, no Antonio Accioly às 18 horas.

Santos joga mal, mas consegue empate com o Táchira na Venezuela pela Sul-Americana

Foto: Ivan Storti/Santos FC

O Santos empatou na Venezuela

O Santos ia conseguindo a proeza de perder para o Deportivo Táchira, um dos times mais fracos que enfrentou nos últimos anos. Jogando no Pueblo Novo, em San Cristóban, na Venezuela, o Alvinegro Praiano saiu atrás, jogou muito mal, pediu para perder, mas aproveitou-se da fragilidade assustadora de seu adversário para buscar o empate no finalzinho e trazer o 1 a 1 para a Vila Belmiro, em jogo válido pela Copa Sul-Americana. O duelo foi na noite desta quarta, dia 29 e coloca o Peixe mais perto das quartas da competição.

O Santos vinha de um empate contra o Corinthians por 0 a 0 em jogo válido pelo Brasileirão, disputado na Arena Corinthians após o atropelo que colocou o Alvinegro Praiano em crise na Copa do Brasil. O Táchira vinha de derrota fora de casa por 3 a 0 para o Monágas, no último sábado. Na Sul-Americana, o Peixe havia passado com sofrimento do Grupo C, com Unión La Calera, do Chile, Banfield, da Argentina, e Universidad Católica, do Equador. Já o Táchira ficou na terceira colocação no grupo A, o mesmo do Palmeiras na Libertadores, que tinha ainda Emelec, do Equador e Oriente Petrolero, da Bolívia e por isso está na segunda competição mais importante do continente.

O Santos começou atacando e com um minuto Bruno Oliveira teve boa chance após boa jogada do time alvinegro, mas chutou por cima. Depois disso, o jogo ficou fraco, com o Santos tendo mais a bola, mas pouco conseguindo criar. Aos 19', finalmente houve uma chance de gol, com Ângelo chutando nas mãos de Varela. Curiosamente, quem abriu o placar, aos 30', foi o Táchira, numa falha bizonha da defesa alvinegra na bola aérea onde Zanocelo desviou contra a própria meta. Com o gol, o time venezuelano gostou do jogo e chegou com perigo aos 36', com Uribe. Aos 42', o Santos quase empatou, numa boa jogada concluída por Jhulio nas mãos de Varela. A primeira etapa terminou mesmo 1 a 0 para o Táchira. 


O início da etapa final teve boas chances de ambos os times. Primeiro, o Táchira com Chacón, obrigando João Paulo a fazer uma defesaça. Depois, o alvinegro com Auro, numa bola frente a frente com o goleiro em que ele preferiu passar a chutar. Aos 18', o Táchira quase marcou com Cova, parando em João Paulo. O Santos fazia uma partida abaixo da linha do terrível, mas o time venezuelano era tão fraco tecnicamente que pouco produzia. 

Sem conseguir botar a bola no chão e honestamente fazendo uma partida que ofendia o torcedor, os santistas quase igualaram num chute da meia cancha de Rwan Secco que passou perto do gol. O time da casa respondeu num chute de Farías defendido por João Paulo. Aos 43', quando parecia certo que o Peixe perderia, Rwan Secco fez linda jogada, cruzou, Sanchez rolou e Ângulo empatou. Já nos acréscimos, Farías quase marcou de cabeça, mas parou em João Paulo. 

Agora, o Peixe volta a campo no sábado, dia 2, às 19 horas, contra o Flamengo, na Vila Belmiro, em Santos, pelo Brasileirão. O Táchira volta a campo uma hora mais cedo, em jogo válido pelo Campeonato Venezuelano, contra o Mineros de Guayana, no Pueblo Novo, em San Cristóbal. O jogo da volta entre as duas equipes será na no dia 6 de julho, quarta-feira, às 21h30, na Vila Belmiro, onde uma vitória simples classifica quem vencer e o empate levará a decisão aos pênaltis. 

Em 2011, Santos batia Táchira e se classificava as oitavas da Libertadores

Por Lucas Paes
Foto: Ricardo Saibun

Neymar comemora gol marcado contra o Táchira

O dia 20 de abril de 2011 era véspera de um feriado de Tiradentes. Com isso, geralmente um bom número de moradores de São Paulo descem a serra para curtir a data nas praias. Naquele dia 20, porém, se viu parte de um movimento contrário, já que o Santos enfrentaria o Deportivo Táchira, no Pacaembu, em jogo que valia muito pela Libertadores, onde o Alvinegro Praiano dependia só de si para conquistar a vaga nas oitavas de final. A vitória, com a presença deste que vos escreve na arquibancada, veio, por 3 a 1, e o Peixe foi ao mata-mata.

A vitória do Santos diante do Cerro Porteño, dentro da "La Olla", na rodada anterior, garantia ao Alvinegro Praiano a dependência só dos seus esforços para se classificar. Já o Táchira, derrotado pelo Colo-Colo na rodada anterior, não tinha muito o que fazer na partida e portanto vinha quase que apenas a turismo no Pacaembu.


Pressionando desde o começo, diante de um Pacaembu cheio e explosivo, os santistas quase chegaram ao gol logo aos 30 segundos, com Danilo, já obrigado o goleiro Sanhouse (sim, parece o nome de algum artista alternativo) à trabalhar. Sem deixar o adversário respirar, o time da casa pulou na frente logo aos três minutos, com Neymar. Aos 12', na primeira chegada do Táchira, Herrera obrigou Rafael à fazer grande defesa, quando o Santos arrefeceu um pouco. Na sequência, porém, Danilo rolou e Jonathan soltou um torpedo, marcando o segundo gol e deixando o alvinegro mais tranquilo no jogo. Ainda deu tempo do Peixe pressionar, mas o placar se manteve até o fim da primeira etapa.

Na etapa final, mais relaxado, o Santos viu o Táchira crescer, gostar do jogo e aos 24', numa belíssima cobrança de falta, Chacón diminuiu o placar. Já evitando sustos, porém, o Alvinegro Praiano buscou logo o terceiro gol, numa linda jogada individual de Neymar, que tocou para Zé Eduardo. A furada do camisa 20 virou uma ajeitada e então ele rolou para Danilo, que dominou e tocou no cantinho, marcando o terceiro gol. A partir daí, o Santos só administrou e perdeu algumas chances, mas a vitória garantiu a vaga nas oitavas de final.


Classificado na segunda colocação, o Santos ainda não sabia, mas teria como adversário o América do México, sempre complicado oponente, que havia eliminado o Alvinegro Praiano em 2008, vingando uma eliminação sofrida em 2007. A volta para a casa do torcedor da baixada se deu junto a vários moradores da capital descendo a serra para curtir o feriado no litoral. A tímida, porém existente festa santista na Imigrantes era um presságio, mas ninguém ainda tinha conhecimento disso.

Há 10 anos, o Santos estreava na Libertadores de 2011

Por Lucas Paes
Foto: Alejandro Yanez/AFP/Veja

Este será o primeiro artigo do especial de O Curioso do Futebol relembrando todos os jogos da campanha do Santos na Copa Libertadores de 2011. As partidas, assim como o título, completam 10 anos neste 2021.

Neymar era um dos destaques do Santos

O ano de 2011 começava com enorme expectativa para o torcedor santista. Depois de um início de 2010 que se anunciava um pesadelo pelas notícias que vinham de fora do campo, o Alvinegro Praiano deu show, venceu o Campeonato Paulista, venceu a Copa do Brasil e, a bem da verdade, não ganhou o Brasileirão pois desistiu de lutar por ele. A espera maior era pela Libertadores e num dia 15 de fevereiro como hoje, só que dez anos atrás, começava a campanha do Santos na competição, com um insosso 0 à 0 contra o Deportivo Táchira, no Estádio Pueblo Nuevo, na Venezuela.

A partida marcava a estreia de um tal de Neymar e de Danilo na Libertadores. Na verdade, no próprio ano de 2011. Até então, o Peixe havia jogado sem os dois devido ao Sul-Americano sub-20, onde ambos representavam a Seleção Brasileira. Até então, em 8 jogos, os comandados de Adilson Batista haviam vencido cinco vezes e empatado outras três. Uma dessas vitórias foi no clássico contra o São Paulo, por 2 a 0. Era de se esperar um bom resultado em terras venezuelanas.


Porém, a partida santista não foi grande coisa. O Peixe até criou algumas chances, a principal delas uma bola na trave de Danilo no primeiro tempo e teve pouco depois um gol anulado. O Táchira, mostrando fraquezas nítidas, pouco conseguiu criar no primeiro tempo, mas o que chamava a atenção eram erros bobos de Neymar e Danilo, que pareciam exaustos devido a participação no sul-americano sub-20 que havia se encerrado há poucos dias.

Na etapa final, o time da casa até chegou a oferecer perigo em um chute de Herrera, mas a verdade é que o ritmo do jogo caiu mais ainda. Arouca, numa finalização de fora da área para fora e Durval numa perigosíssima cabeçada criaram as melhores oportunidades santistas. Sem conseguir chegar muito mais além disso, o Peixe ficou num incômodo placar zerado que incomodava para o resto da primeira fase, com jogos contra os complicados Cerro Porteño e Colo Colo.


Aquela seria a única partida de Adilson Batista comandando o Santos na Libertadores. Naquele momento, apesar do bom aproveitamento, começava a se questionar a falta da criatividade do Alvinegro Praiano sob o comando do treinador. Curiosamente, o destaque daquela partida, para os jornais venezuelanos pelo menos, foi Rodrigo Possebom, volante que tinha como destaque ser uma promessa com passagem pelo Manchester United. Ele acabou fazendo um bom jogo defensivamente, num dia de Neymar e Danilo apagados.

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