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Após acesso com o Caxias, Marcelinho planeja futuro da carreira

Foto: Divulgação/AV Assessoria

Marcelinho vem mantendo a forma

O atacante Marcelinho defendeu dois clubes neste ano. Emprestado pelo Tombense, ele disputou o Campeonato Catarinense pelo Barra e fez história com o clube de Balneário Camboriú ao chegar entre os semifinalistas do estadual garantindo assim a classificação para a Série D de 2024. Após o sucesso no Barra chamou atenção do Caxias, que o contratou para a disputa da quarta divisão nacional. Em solo gaúcho também teve sucesso e ajudou a equipe a conquistar o acesso à Série C do próximo ano.

No total, Marcelinho entrou em campo 35 vezes neste ano. “Foi um ano positivo. Tive sequência de jogos, sem lesões e nos clubes que defendi ajudei as equipes a conquistarem os seus objetivos de classificações. Sem dúvida, uma das melhores temporadas da minha carreira”, declarou o atacante de 24 anos.

Um dos motivos que explicam a boa temporada de Marcelinho foi estar bem fisicamente e, para isso, ele costuma treinar mesmo no período de férias em sua cidade natal: Rondonópolis, em Mato Grosso. O atleta tem acompanhamento e faz trabalhos individualizados com o profissional de Educação Física, Pablo Batemarque Pereira.

“Sem dúvida esse trabalho que faço com o Pablo durante as minhas férias ajuda muito, pois quando me apresento nos clubes chego com um bom condicionamento físico e consequentemente menos suscetível para ter lesões. Nesta reta final de 2023 tenho treinado com ele já pensando na próxima temporada”, admitiu o jogador.


Marcelinho tem contrato com o Tombense até o final de 2025. No entanto, ainda não sabe o seu futuro. “Tenho conversado com o meu representante. Pela boa temporada que tive já apareceram algumas sondagens. O momento é de ter calma, pois o mercado vai aquecer a partir de agora e também tenho contrato com o Tombense”, concluiu.

Técnico Gabriel Magalhães completa 15 anos de carreira no futebol

Foto: Chiangrai United

Nascido no Rio de Janeiro, Gabriel Magalhães comanda o Chiangrai United, da Tailândia

Atualmente no Chiangrai United, da primeira divisão da Tailândia, Gabriel Magalhães completou 15 anos de carreira no esporte mais popular do mundo, o futebol. Nascido no estado do Rio de Janeiro, é bastante identificado com o Distrito Federal, muito por conta de seu tio, Weber Magalhães, ex-presidente da Federação de Futebol do Distrito Federal e vice-presidente da CBF no ano de conquista da Copa do Mundo de 2002. Ao longo de sua trajetória, Gabriel se formou em Educação Física pela faculdade Albert Einstein e já atuou como auxiliar técnico, analista de desempenho, coordenador de análise de desempenho e técnico principal. 

Desde 2021 no futebol tailandês, já passou por clubes como Brasiliense, Anápolis, Corinthians – onde foi Head da equipe de análise de desempenho –, Sociedade Esportiva do Gama, Sampaio Corrêa, Maringá, Buriram United (Tailândia), Fortaleza, Chiangrai City (Tailândia), entre outros. Seu currículo ainda conta com as Licenças A, B, C e PRO para treinadores da CBF Academy, e de Análise de Desempenho, da mesma instituição. 

“Feliz e grato a Deus por completar 15 anos de carreira e envolvimento com o futebol. Comecei como um estagiário que sonhava alto e pude passar pelas funções de auxiliar técnico, analista de desempenho, coordenador de análise até chegar aqui como treinador. Vendo as imagens de todo o passo a passo, consigo lembrar o quanto aprendi em cada uma das oportunidades que tive e o quanto evolui para chegar até aqui.
Espero que sejam apenas os 15 primeiros e que possam vir muitos outros, com mais aprendizados, momentos felizes, amizades construídas e bençãos. Obrigado a cada um que me apoiou nesse período e que, de alguma forma, fez parte do processo”, disse o profissional em suas redes sociais. 

Com 40 anos de idade, Magalhães possui certificado em Gestão em Esportes e Eventos, pela faculdade UNIPLAN, Administração e Marketing Esportivo, pela universidade Gama Filho, Especialista em Tática Individual por Posição, pela MBP Escola de Técnicos, na Espanha, e Instrutor da CBF Academy. Além desses, também é pós-graduado em Gestão de Crises e Conflitos, pela faculdade Única. 


Na segunda passagem pelo futebol tailandês, Gabriel Magalhães está desde 2022 no Chiangrai United, onde comandou o time na campanha do quinto lugar da Thai League 1 da temporada 2022-2023, com 44 pontos em 30 jogos. Os bons desempenhos do time foram aprovados pela diretoria do clube, que resolveu renovar com o treinador para a temporada atual. A equipe figura atualmente na quarta colocação, com três vitórias, um empate e uma derrota em cinco jogos pela Thai League 1.

Contra a Austrália, Messi fez jogo 1.000 da carreira

Com informações do GE.com
Foto: Fifa.com

Messi completou 1.000 jogos na carreira

Um dia histórico para o futebol da Argentina. Neste sábado, Lionel Messi chegou ao jogo 1.000 da carreira diante da Austrália, em duelo pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Em campo, o craque camisa 10 anotou um gol e teve grande destaque na vitória por 2 a 1 sobre os australianos, que colocou os argentinos nas quartas de final do Mundial.

Messi entrou em um seleto grupo que conta com nomes como Pelé (1.363), Cristiano Ronaldo (1.145) e Javier Zanetti (1.102), o único argentino na história antes do gênio do PSG a ultrapassar a marca dos mil jogos como atleta profissional.

O craque ainda se aproximou de ser o atleta com mais partidas de Copa do Mundo. O duelo contra a Austrália foi o 23º de Messi, que está a dois do recordista absoluto Lotar Matthäus. O camisa 10 se despede das Copas do Mundo no Catar. Aos 35 anos, Messi tem a última chance de brigar pelo troféu mais cobiçado do futebol mundial. A melhor campanha do craque foi em 2014, quando a Argentina terminou com o vice-campeonato.

No Catar, Messi estreou anotando um gol na derrota por 2 a 1 para a Arábia Saudita. No segundo jogo, pressionado, abriu o placar na vitória por 2 a 0 sobre o México, que manteve a seleção alviceleste viva no Mundial. Ele ainda deu a assistência para Enzo Fernández fechar o placar. Diante da Polônia, Messi perdeu um pênalti, mas a Argentina conseguiu superar o erro, venceu por 2 a 0 e assegurou a vaga no estádio do mata-mata da Copa do Mundo.

Com a camisa da Argentina, Messi conquistou dois títulos: a Copa América de 2021, vencendo o Brasil no Maracanã, e a Finalíssima de 2022, conquistada em junho depois de vitória sobre a Itália, em Wembley. Classificado entre os oito melhores do Mundial do Catar, Messi e a Argentina terão pela frente a Holanda na briga por um lugar na semifinal. Na sexta-feira, às 16h (de Brasília), a equipe bicampeã mundial encara os holandeses no estádio Lusail.


Veja, abaixo, números de Messi:

Jogos: 1000
Gols: 789
Assistências: 346
Títulos: 41
Prêmios individuais: 78

Destaque do Novo Hamburgo, Matheus Lagoa comemora bom desempenho no Gaúcho

Foto: divulgação Novo Hamburgo

Matheus Lagoa em ação pelo Novo Hamburgo

Semifinalista do segundo turno, o Novo Hamburgo se despediu do Campeonato Gaúcho como uma das sensações do torneio. A equipe avançou para os mata-matas na vice-liderança do grupo A e deixou a competição após revés por 4 a 3 para o Grêmio — depois de sofrer 2 a 0, igualar o marcador e levar o último gol já nos acréscimos.

Quem teve papel importante na campanha do Novo Hamburgo foi o atacante Matheus Lagoa, destaque no duelo com o Tricolor e que trouxe dificuldades para a dupla de zaga gremista, formada por Geromel e Kannemann. Aos 24 anos, o jogador possui um currículo de conquistas no futebol gaúcho. Com passagens pelas categorias de base do Grêmio, ele soma duas promoções para a elite estadual, com Aimoré e São Luiz — onde foi campeão da Divisão de Acesso — além de um título da Copa FGF pelo Avenida. Agora, celebra o bom desempenho com a camisa do Noia.

“Fomos uma das últimas equipes a retornar aos treinos e o nosso grupo mostrou um poder de superação incrível. Me dediquei ao máximo para ajudar o time e fico feliz pelo que fizemos, até porque ficamos quatro meses sem atuar. Isso, sem dúvidas, agrega ainda mais valor a esta campanha”, ressaltou o atleta, titular do Novo Hamburgo nos quatro jogos que a equipe disputou na retomada do Gauchão.


Motivado, Matheus Lagoa já pensa no futuro. Para o jogador, este é o momento de avaliar o melhor lugar para dar sequência na carreira.

“As expectativas para a sequência da temporada são as melhores possíveis. É um momento importante no futebol nacional, de início do Campeonato Brasileiro. Estou avaliando algumas situações com os meus empresários e em breve vamos decidir qual é o melhor projeto para a minha carreira. Independente do lugar, chegarei muito motivado em atingir novas metas”, concluiu.

Base no São Paulo, passagem pelo Japão e River-PI: a carreira do zagueiro Felipe Barros

Foto: Victor Costa / River-PI

Felipe Barros, atualmente, defende o River do Piauí

O momento não é o ideal, mas a data é especial e inesquecível para Felipe Barros, atualmente defendendo o River do Piauí. Isso porque o zagueiro completa neste domingo (26), seis anos como atleta profissional. A estreia aconteceu no dia 26 de abril de 2014, no Japão. Na época, o jogador defendia o Yokohama FC.

Natural de Recife, Pernambuco, o atleta iniciou sua trajetória no Náutico e, logo em seguida, foi para o São Paulo, onde fez toda a sua formação de categoria de base. No tricolor paulista, o defensor ficou até 2013, antes de ir para o Japão e estrear como profissional.

“Me sinto muito feliz e realizado em poder trabalhar com o que eu mais gosto de fazer na vida. Jogar futebol sempre foi meu sonho. Não foi fácil chegar até aqui mas, felizmente, depois de muita luta e superação, consegui. Sei que ainda estou construindo a minha história no futebol. Meu foco é um passo de cada vez e muita força para vencer dia a dia. O sonho continua aqui dentro de mim, ainda quero conquistar muita coisa na carreira”, revelou o jogador de 25 anos.


Além do Japão, Felipe atuou em Portugal, antes de retornar ao Brasil em 2017. Atualmente no River do Piauí, o zagueiro, assim como toda a comunidade do futebol, vive a expectativa para o retorno dos jogos. O clube disputa nesta temporada a Copa do Nordeste, o Campeonato Piauiense e a Série D do Brasileirão.

“Temos um calendário agitado de competições e infelizmente essa questão toda do coronavírus está prejudicando. Mas é isso, não adianta querer forçar a volta dos jogos se a situação não estiver boa. Por enquanto é continuar em casa, com paciência, e trabalhando a parte física por conta própria mesmo, até as coisas voltarem ao normal”, finalizou.

O que já disseram sobre Coutinho

Foto: arquivo Santos FC

Coutinho brilhou com a camisa do Santos FC

Foi em Piracicaba, cidade do Interior de São Paulo, a 178 quilômetros da capital, que 11 de junho de 1943, um domingo de outono, veio ao mundo um garoto que seria um dos melhores centroavantes que o futebol já viu. No batismo, recebeu o nome Antônio Wilson Honório, mas, como era pequenininho e a mãe o chamava de coto de gente, virou Coutinho, aquele nascido para ser o Rei da Pequena Área, o parceiro ideal do Rei Pelé.

Seu estilo de jogo era tão marcante, que atraia grandes comentários de jornalistas, amantes da bola, companheiros e até adversários. Confira o que já disseram sobre Coutinho:
Coutinho é um provocador de oportunidades, de onde nascem os gols, às vezes dele próprio, mas, em maior número, gols de seus companheiros. Porque Coutinho, sem um centavo de egoísmo, procura ser útil aos colegas, certo que o todo e a unidade são os componentes da força geradora dos triunfos. - Adriano Neiva, o De Vaney, jornalista e escritor
Coutinho foi o goleador que jogou mais bonito, pois ele colocava a bola fora do alcance do goleiro, de mansinho, sem que ela tocasse na rede. Era um fenômeno. - Zito, bicampeão mundial do Santos e da Seleção Brasileira
Coutinho toureava os zagueiros como ninguém, com habilidade de dar um toque para tirar o marcador da jogada. Era ele de um lado e o beque de outro, em curtíssimo espaço dentro da área. Ele não precisava de muito para driblar. Se não fizesse o gol com a categoria de sempre, iria municiar Pelé, que devolvia com precisão. Daí surgiram as famosas tabelinhas. - Orlando Duarte, jornalista e escritor
O toque sutil e inteligente, o passe certo na corrida ou lançamento em bola parada, a deslocação sem bola, ou a melhor colocação para recebê-la; o gol “envenenado”, capaz de desmoralizar o melhor goleiro do mundo, como os muitos que surgiram à sua frente, fizeram de Coutinho um dos mais requisitados atacantes do futebol mundial. A França ainda lembra com carinho seu estilo, os torcedores do Benfica sempre perguntam por ele, os de todo mundo lamentam que Coutinho tenha abandonado nossos estádios tão cedo, deixando as imortais lembranças do seu futebol arte. - Constantino Ranieri, jornalista
Nós viajávamos muito juntos, jogávamos juntos e conhecemos um pouco do mundo e das diferentes culturas. Mas o que eu tenho que agradecer a ele é que 50% dos gols que eu fiz no Santos foram em parceria com ele. Na tabela e no fato de ele me conhecer. Nessa vida, ninguém faz nada sozinho, se não tivesse parceiros à altura, nada aconteceria. - Pelé
Coutinho faleceu em Santos, após sofrer um infarto em decorrência de diabetes e hipertensão arterial, em 11 de março de 2019. O velório foi realizado no Salão de Mármore do Santos e o carro funerário, com seu corpo, percorreu as ruas laterais da Vila Belmiro, sendo muito aplaudido pelos torcedores em sua última passagem pelo estádio que tantas vezes apreciou sua arte e sua frieza diante dos goleiros.

O Curioso do Futebol

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