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O início de Thomas Gravesen no Vejle Boldklub

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Gravesen atuando no Vejle

Completando seus 48 anos neste dia 11 de março, o dinamarquês Thomas Gravesen ficou conhecido por muita gente por ser o cão de guarda do Real Madrid no período dos Galácticos. Porém, além do período nos Merengues, o volante passou por outros clubes ao longo de sua carreira, como o Everton e o Celtic, onde conquistou as únicas taças de sua vida. Sua trajetória no futebol começou no Vejle Boldklub, da Dinamarca. 

Gravesen começou a dar passos na academia do Vejle, de sua cidade natal, no final dos anos 1980, ascendendo na base do clube. Subiu para o time profissional aos 19 anos, na temporada 1995/1996, depois de rodar as equipes de base durante a juventude. Estreou em um jogo diante do Brondby, em casa, inclusive já entrando como titular desde o primeiro minuto e atuando durante toda a partida, em 30 de julho daquele ano.

Ainda naquela temporada, em que esteve como titular na maior parte dela. Marcaria seu primeiro gol em março, numa derrota fora de casa para o Ikast, onde inclusive também foi expulso de campo pela primeira vez na carreira. Foram 28 jogos naquela sua primeira temporada pele Vejle, onde acabou por marcar dois gols ao longo do biênio. 


Na segunda temporada, acabou ganhando mais protagonismo ofensivo, ainda que fosse o "cão de guarda" da equipe. Além das funções defensivas, marcou também gols importantes que garantiram vitórias. Naquela temporada, o Vejle ficou na beira de garantir o fim de um jejum que já dura 40 anos sem títulos nacionais (na época eram 13). Os Røde terminaram o campeonato na segunda colocação e a participação de Gravesen foi decisiva.

No biênio 1997/1998, ainda chegou a atuar em cinco partidas pelo Vejle antes de acabar negociado com o Hamburgo, para onde iria já em setembro daquele ano. Encerrou sua trajetória no futebol dinamarquês com 63 jogos vestindo a camisa do Vejle, marcando um total de 10 gols ao longo dos dois anos onde defendeu a equipe de sua cidade natal profissionalmente. 

Árbitro se arrepende de marcação e ajoelha no gramado na Dinamarca

Com informações do UOL Esporte
Foto: reprodução Twitter

Jogo aconteceu pela Segunda Divisão da Liga Dinamarquesa

Uma imagem inusitada do futebol dinamarquês correu o mundo neste final de semana. Na partida entre Vendsyssel FF e FC Fredericia, pela segunda divisão da liga local, que acabou empatada em 1 a 1, neste domingo, dia 22.

Durante um ataque do Fredericia - de preto - o árbitro Nils Heer apita e instantaneamente ajoelha no gramado, reconhecendo o erro logo após parar a jogada.

O juiz viu uma falta a favor da equipe visitante e apitou antes da conclusão da jogada, quando a bola sobrou para o atacante que tinha chance clara de fazer o gol, caracterizando vantagem. Àquela altura, o Fredericia perdia por 1 a 0 para o time da casa, o Vendsyssel.


Os jogadores do Fredericia até esboçaram reclamar, mas percebendo a reação do árbitro e o seu claro arrependimento por ter errado no lance, desistiram. Heer continuou lamentando, com a mão no rosto, e recebeu "tapinhas" nas costas dos jogadores 'perdoando' a falha.

Veja o lance abaixo:

Ex-São Bernardo FC, zagueiro Nicolas Dantas conquista Campeonato Dinamarquês

Foto: divulgação / Vejle BK

Nicolas Dantas em ação pelo Vejle BK

Formado nas categorias de base do São Bernardo FC, o zagueiro Nicolas Dantas, de 22 anos, defendeu o Vejle BK da Dinamarca e ajudou a equipe a conquistar o Campeonato Dinamarquês temporada 2019-2020. Ele tem contrato com o Tigre do ABC, mas seu futuro deve ser fora do Brasil.

Enquanto aguarda para definir sobre seu próximo destino, o defensor treina em Santo André, sua cidade natal. E falou sobre a experiência fora do Brasil, coroada com o título. "Foi uma experiência muito positiva. Foi a minha primeira vez atuando fora do Brasil e avalio como muito boa. Tanto profissionalmente quanto também na parte pessoal. Além de ter contribuído para a conquista do título, também aprendi muita coisa fora de campo, em um país novo, uma cultura nova, aprendi o inglês. Foi também a minha primeira vez morando sozinho, tendo meu espaço. Foi tudo muito bom", lembra o jovem zagueiro.

Na Dinamarca, Nicolas destacou o profissionalismo e a estrutura que encontrou no Vejle BK. "A estrutura do clube era muito boa. Eles tinham todo o suporte para os atletas. Muito fora do padrão que estamos acostumados no Brasil. Toda a preparação e disputa da competição com excelência. Tudo com muito profissionalismo. Isso me fez amadurecer também", conta.

Ao todo o zagueiro fez 11 jogos pelo clube e precisou voltar um pouco antes do encerramento da Liga em função da pandemia da Covid-19, que o impediu de estar com o grupo na reta final do campeonato, quando o Vejle conquistou a competição com duas rodadas de antecedência. Por lá, Nicolas deixou seu nome marcado por ter sido o primeiro brasileiro a marcar gol em seu jogo de estreia - ele marcou em cobrança de falta.

"Não pude ficar até o final da temporada porque tive que retornar ao Brasil em função da pandemia. Mas com certeza comemorei daqui de longe a conquista do clube. E fiquei feliz em poder ter deixado essa marca de ter sido o primeiro brasileiro a marcar gol na estreia", destaca ele, que teve dois gols anotados com a camisa do Vejle.


Sobre a adaptação, Nicolas diz que se surpreendeu com a facilidade com que se adaptou ao novo clube. Mas ele também lembra que contou com a ajuda de um brasileiro que estava no elenco. "A minha adaptação foi muito rápida. Até me surpreendi. Fui muito bem recebido logo que cheguei. Lá no clube tinha também o goleiro Gianluca (Zanette), que me ajudou demais na minha chegada. E em duas semanas eu já estava entrosado com os novos companheiros e me sentindo em casa lá. Depois, com os torcedores também, recebi muito carinho. O torcedor de lá é bem fanático e me recebeu muito bem".

Agora, enquanto aguarda a definição sobre seu futuro, o zagueiro treina em casa e torce pelo acesso do São Bernardo, atual líder da Série A2, com quem tem contrato até 2022. "Não consegui assistir aos jogos, mas acompanhei toda a trajetória do clube até a parada. O time estava muito bem e estou na torcida pelo acesso. Infelizmente a parada do campeonato atrapalhou, porque o time estava em uma crescente muito boa no campeonato. Mas vou ficar na torcida pelo acesso do Tigre", declara Nicolas, que defendeu o clube na Série A2 de 2019.

Sobre o futuro, o defensor diz ter recebido algumas sondagens, mas ainda não sabe qual será seu destino. "Ouvi algumas especulações de clubes do Brasil e de fora, mas nada oficial. Vamos aguardar. Essa pandemia mexeu bastante com a parte financeira dos clubes e agora fica tudo indefinido. Mas espero ter essa definição o quanto antes", finaliza.

Mateus Costa supera diferenças e se adapta ao futebol dinamarquês

Foto: divulgação Næstved

Mateus Costa em treino no time dinamarquês

Acostumado ao calor da região nordeste brasileira, Mateus Costa, natural de Salvador (BA), está há um ano atuando no Næstved, da Dinamarca. Mesmo com as sentidas diferenças entre o país natal e o que reside atualmente, o meio-campista se aclimatou muito bem as novas características e tem rendido bem.

Mesmo com a rápida adaptação, Mateus relatou que o início não foi tão fácil assim. “Os primeiros meses foram tensos, mas depois me soltei, pois fui me aclimatando gradativamente. Na sequência, infelizmente, tive duas lesões e acabei desfalcando a equipe em alguns jogos, mas estou firme e forte, pois sou guerreiro”, comentou.

Uma das maiores diferenças sentidas pelo brasileiro foi o clima, que é predominantemente frio no território dinamarquês. “Prefiro o sol, mas aqui a predominância é de frio, por isso, tive que me acostumar rapidamente com as baixas temperaturas; estamos agora no verão, então a temperatura cai bastante no período noturno. Nos demais setores, como alimentação, cultura e adaptação ao novo clube, não houve qualquer problema, pois fui muito bem recebido no Næstved, seja pelos meus companheiros, diretoria e comissão técnica também”, complementou o brasileiro.

Na reta final da segunda divisão dinamarquesa, o Næstved está lutando para fugir da posição incômoda na tabela de classificação, já que ocupa atualmente o 11º lugar, com 25 pontos conquistados.

Carreira - Ao longo de sua trajetória no futebol, o soteropolitano Mateus Costa Sousa, de 23 anos (19 de outubro de 1996), defendeu equipes importantes e tradicionais do cenário nacional. O começo, logo aos nove anos de idade, se deu no EC Bahia, equipe que defendeu até os 15 anos e conquistou o título da Copa Nike Sub-15.


Depois desta conquista, Mateus se transferiu ao SC Corinthians Paulista, atuando um ano com a camisa alvinegra; mas por questões pessoais, o jovem atleta precisou voltar para sua cidade natal. Com 16 anos, Costa chegou ao EC Vitória e defendeu o rubro-negro baiano até os 20 anos, garantindo o vice-campeonato Brasileiro Sub-20 e título do Campeonato Baiano Sub-20.

Em seguida, o meia jogou pelo SC Atibaia (São Paulo), AE Tiradentes (Ceará), América FC (Pernambuco), Galícia EC (Bahia), Botafogo ASF (Sergipe), Sociedade Boca Júnior FC (Sergipe) e Horizonte FC (Ceará). Na equipe cearense, Mateus se destacou e foi contrato pelo time dinamarquês, assinando contrato com a duração de quatro anos.

O Curioso do Futebol

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