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Palmeiras faz 3 a 1 no Atlético Nacional e está na decisão da Libertadores Feminina

Foto: Staff Images Woman / Conmebol

Palmeiras ganhou e está na decisão

Na noite desta terça-feira, dia 17, no Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá, na Colômbia, o Palmeiras garantiu seu lugar na decisão da Libertadores Feminna de 2023. Pela semifinal da competição, o Verdão bateu o Atlético Nacional, por 3 a 1, e está perto do bi continental.

Nas quartas de final, o Palmeiras passou pelo paraguaio Olímpia, goleando pelo placar de 6 a 0. O jogo foi no sábado, dia 14, no Metropolitano de Techo, em Bogotá. No mesmo dia e local, o Atlético Nacional conseguiu a classifição passando pela Universidad de Chile, vencendo por 2 a 1.

Palmeiras e Atlético Nacional fizeram um primeiro tempo truncado, mas as Palestrinas conseguiram resolver o problema da marcação - que havia sido um calo do time na fase de grupos - e foi assim que conseguiram sair na frente. Bia Zaneratto converteu de pênalti para fazer 1 a 0, aos 34 minutos.

O Verdão cresceu após abrir o marcador e marcou o segundo aos 39', com Amanda Gutierres fazendo um golaço. Manuela González ainda marcou pelo Atlético, mas estava em posição de impedimento, e Gutierres fez o segundo pelo Palmeiras, mas o lance foi anulado por toque involuntário na mão. Assim, o Alviverde foi para o intervalo vencendo por 2 a 0.

As brasileiras continuaram dominando no segundo tempo e fizeram o terceiro aos 22 minutos. No apagão na defesa do Atlético Nacional, Flávia Mota recebeu na esquerda do campo, mandou o cruzamento na área e Amanda Gutierres cabeceou para o fundo das redes. No canto, sem chance para a goleira Restrepo: 3 a 0.

Depois, as Palestrinas diminuíram o ritmo e as colombianas descontaram aos 31'. E foi um golaço! O Atlético Nacional chegou pela direita do campo, perdeu a posse de bola, mas Katrine, do Palmeiras, tocou para trás e acertou na rival Valencia. A camisa 27 mandou nos pés de Daniela Montoya e a capitã marcou um belo gol de cobertura sobre a goleira Amanda Souza. Mas, a vitória ficou com o Palmeiras por 3 a 1.


Com o resultado, o Palmeiras está na decisão da Libertadores Feminina 2023, onde vai encarar o vencedor de Corinthians e Internacional, que jogam nesta quarta-feira, dia 18. A final será no sábado, dia 21, no Estádio Pascual Guerrero, em Cali. A decisão de terceiro lugar, que terá o Atlético Nacional, será a preliminar.

Palmeiras está na semi da Libertadores Feminina após golear o Olimpia

Foto: Staff Images Woman / Conmebol

Palmeiras venceu com facilidade

O Palmeiras segue em sua caminhada em busca do bi na Libertadores Feminina e está na semifinal da edição de 2023 do certame. A classificação veio neste sábado, dia 14, pelas quartas da competição, goleando o Olimpia por 6 a 0 no Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá, na Colômbia.

O Palmeiras ganhou os três jogos que fez na primeira fase, o último deles por 4 a 3 sobre o Atlético Nacional, ficando com o primeiro lugar do Grupo A, com nove pontos. Já o Olímpia foi o segundo do Grupo B, com seis pontos, e vinha de triunfo sobre o Universtário do Peru, por 3 a 1.

O Palmeiras entrou no jogo pensando em definir a situação "logo de cara" e abriu o marcador aos 10 minutos, com a artilheira Bia Zaneratto. O domínio do Verdão continuou e Amanda Gutierres, aos 19', fez o segundo para o time brasileiro.

O domínio do Alviverde na partida continuou e o terceiro gol saiu aos 28 minutos, novamente com Bia Zaneratto, desta vez em cobrança de pênalti. Depois, o Palmeiras diminuiu o ritmo e o jogo foi para o intervalo com o placar de 3 a 0 para as Palestrinas.

No início da segunda etapa, o Palmeiras voltou a apertar o ritmo, foi para cima e fez o quarto logo aos 3 minutos, com Laís, depois de boa troca de passes. O quinto veio aos 51', com Amanda Gutierres fazendo o segundo dela na partida.

Mesmo com a goleada consolidada, o Palmeiras continuou indo para cima e fez o sexto aos 32 minitos, com Sâmia, que havia acabado de entrar no jogo. Com o Olimpia batido, o Verdão controlou a bola nos momentos finais até o apito derradeiro, com a partida acabando com o placar de 6 a 0.


Na semifinal, o Palmeiras vai ter pela frente o Atlético Nacional, que neste sábado eliminou a Universidad de Chile no outro confronto de quartas de final. O jogo pela próxima fase da Libertadores Feminina de 2023 será na terça-feira, dia 17, no Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá, em horário ainda a ser definido pela Conmebol.

Atlético Nacional bate a Universidad de Chile e está na semi da Libertadores Feminina

Foto: Staff Images Woman / Conmebol

Atlético Nacional venceu e está na semifinal

No Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá, na Colômbia, neste sábado, dia 14, Universidad de Chile e Atlético Nacional abriram as quartas de final da Libertadores Feminina de 2023. E as Verdalogas levaram a melhor, venceram por 2 a 1 e avançaram para as semifinais.

A Universidad de Chile terminou a primeira fase da Libertadores Feminina 2023 com o primeiro lugar do Grupo B, com sete pontos, e vinha de empate em 1 a 1 com o Santa Fe. Já o Atlético Nacional foi o segundo do Grupo A, com seis pontos, e sua última partida foi uma derrota para o Palmeiras, por 4 a 3.

Primeiro tempo bastante movimentado em Bogotá, com o Atlético Nacional começando com tudo, abrindo o marcado logo aos 2 minutos, com Yoreli Rincón. Aos 10', o segundo das Verdalogas, com Maniela González. A Universidad de Chile reagiu e diminuiu no último lance da primeira etapa, com Bárbara Sánchez.

No segundo tempo, o time chileno se lançou ao ataque, buscando o empate, mas a equipe pecava na última bola. Além disso, bem postada, a defesa do Atlético Nacional segurava o ímpeto adversário. Assim, as Verdalogas venceram por 2 a 1 e garantiram a classificação.


Na semifinal, o Atlético Nacional vai encarar o vencedor de Palmeiras e Olimpia, que jogam ainda neste sábado, no outro confronto de quartas. A partida da próxima fase será na terça-feira, dia 17, no Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá, em horário a ainda ser definido pela Conmebol.

Palmeiras termina em primeiro no Grupo A da Libertadores Feminina

Foto: Staff Images Woman / Conmebol

Palmeiras venceu o Atlético Nacional

Nesta quarta-feira, dia 12, foi realizada a última rodada da primeira fase dos Grupos A e B da Copa Libertadores Feminina de 2023, na Colômbia. O Palmeiras, atual campeão, venceu o Atlético Nacional, por 4 a 3, e encerrou a fase inicial como líder do Grupo A.

Confira como foram os jogos:

Atlético Nacional 3 x 4 Palmeiras - No jogo que definiu a liderança do Grupo A, no Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá, o Palmeiras levou a melhor e venceu de virada o Atlético Nacional por 4 a 3. Gaviria, aos 2', fez 1 a 0 para as Verdalogas, mas Bia Zaneratto, aos 26' do primeiro tempo e aos 11' da segunda etapa, virou. Restrepo, aos 15', e Cabrera, aos 20', colocaram as colombianas novamente em vantagem. Mas o time brasileiro, com Lorena, aos 35', e Flávia, aos 41', venceu por 4 a 3 o duelo dos times classificados.

Barcelona de Guaiaquil 3 x 2 Caracas - No Estádio Pascual Guerrero, em Cali, cumprindo tabela, o Barcelona de Guaiaquil venceu o Caracas, que também entrou em campo eliminado, por 3 a 2 com um hat-trick de Madelin Riera. Piña marcou os dois gols do time venezuelano.

Universidad de Chile 1 x 1 Santa Fe - Pelo Grupo B, a Universidad de Chile garantiu a classificação para as quartas e o primeiro lugar da chave ao empatar em 1 a 1 com o Santa Fe, que foi eliminado. No jogo realizado no Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá, Pinilla abriu o placar para as colombianas, mas Fernández, aos 44' do segundo tempo, marcou o gol que garantiu a classificação para as chilenas.

Olímpia 3 x 1 Universitário - O segundo lugar do Grupo B ficou com o Olimpia, que no Estádio Pascual Guerrero, em Cali, venceu o Universitário pelo placar de 3 a 1. Cáceres, Sainz e Garay fizeram os gols das paraguaias, enquanto Diaz marcou o único gol do time peruano.

Quartas de final - Com os resultados dois confrontos de quartas de final estão definidos: o Palmeiras tem pela frente o Olímpia e a Universidad de Chile joga contra o Atlético Nacional. Os jogos serão no sábado, dia 14, em horários que ainda serão confirmados pela Conmebol.


Grupos C e D - Na quinta-feira, dia 12, a primeira fase será encerrada com os jogos da última rodada dos Grupos C e D. Às 17 horas, pelo C, Libertad Limpeño e Corinthians jogam no Estádio Pascual Guerrero, em Cali. Já no Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá, o Colo-Colo tem pela frente o Always Ready.

Já às 19h30 serão realizados os jogos do Grupo D. No Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá, o já classificado Internacional encara o Boca Juniors. No Estádio Pascual Guerrero, em Cali, o América local tem pela frente o Nacional do Uruguai.

Inter e Corinthians vencem novamente na Libertadores Feminina

Foto: Staff Images Woman / Conmebol

Corinthians goleou o Always Ready

Nesta segunda-feira, dia 9, foi realizada a segunda rodada dos Grupos C e D da Libertadores Feminina de 2023, que está sendo realizada na Colômbia. Os times brasileiros venceram: o Corinthians fez 6 a 0 no Always Ready e o Internacional, classificado antecipadamente, bateu o América de Cali por 4 a 2.

Confira os jogos desta segunda-feira, dia 9:

Colo-Colo 4 x 0 Libertad/Limpeño - No Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá, o Colo-Colo não tomou conhecimento do Libertad/Limpeño e goleou pelo placar de 4 a 0. Jiménez, Grez, duas vezes, e Olave marcaram para o time chileno.

Corinthians 6 x 0 Always Ready - O Corinthians se aproximou da classificação com uma goleada de 6 a 0 sobre o Always Ready, no Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá. Fernanda, Milene, três vezes, Jaqueline e Tamires marcaram para o Timão.

Boca Juniors 5 x 1 Nacional - O Boca Juniors venceu a primeira na Libertadores Feminina ao fazer 5 a 1 no Nacional do Uruguai, no Estádio Pascual Guerrero, em Cali. Ares, Núñez, duas vezes cada, Troncoso marcaram para o time argentino, enquanto Pintos fez o gol do Bolso.

América de Cali 2 x 4 Internacional - As Guiras Coloradas, jogando no Estádio Pascual Guerrero, em Cali, garantiram a classificação antecipada para as quartas de final ao vencer o América de Cali por 4 a 2. Aquino, Letícia e Dayana, duas vezes, fizeram para o Inter. Usme e Natis marcaram para o time colombiano.


Grupos A e B - Na quarta-feira, dia 11, serão realizados os jogos da última rodada dos Grupos A e B. Às 17 horas, pelo A, os classificados Atlético Nacional e Palmeiras decidem o primeiro lugar da chave no Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá. Já no Estádio Pascual Guerrero, em Cali, Barcelona de Guaiaquil e Caracas cumprem tabela.

Já às 19h30, pelo Grupo B, no Estádio Metropolitano de Techo, a Universidad de Chile, que precisa de um empate para avançar, encara o Santa Fe, que tem chances de classificação. Já no Estádio Pascual Guerrero, o Olímpias, que briga por uma vaga nas quartas, encara o eliminado Universitário.

Mais uma goleada do Palmeiras na Libertadores Feminina

Foto: Staff Images Woman / Conmebol

Palmeiras fez 6 a 0 no Caracas

Foi realizada neste domingo, dia 8, a segunda rodada dos grupos A e B da Libertadores Feminina de 2023, competição que está sendo realizada nas cidades de Bogotá e Cali, na Colômbia. E em mais um jogo, o Palmeiras, atual campeão, goleou: 6 a 0 no Caracas.

Palmeiras 6 x 0 Caracas - O Palmeiras bateu o Caracas (VEN), na tarde deste domingo (08), pelo placar de 6 a 0, pelo Grupo A Libertadores Feminina. O confronto, válido pela segunda rodada da primeira fase, aconteceu no Estádio Pascual Guerrero, em Cali. Poliana, Lais Estevam (três vezes), Duda Santos e Katrine balançaram as redes para o Alviverde. A vitória, combinada com a derrota do Barcelona no jogo posterior garantiu o Verdão nas quartas.

Barcelona de Guaiaquil 2 x 3 Atlético Nacional - Grande jogo no Pascual Guerrero. No primeiro tempo, o Barcelona fez 1 a 0 aos 33', com Gracia. No segundo tempo, as colombianas empataram com Martínez, aos 6', e as equatorianas fizeram o segundo com Cuadra, aos 24'. Mas, Martínez, aos 27', e González, dois minutos depois, deram a vitória e a classificação antecipada ao Atlético Nacional.

Olímpia 1 x 2 Universidad de Chile - No Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá, pelo Grupo B, a Universidad de Chile venceu o Olímpia por 2 a 1. Sánchez abriu o placar aos 19', mas Genes, aos 35', emapatou para as paraguaias. No segundo tempo, Gonzáles, aos 14', fez o gol da vitória das chilenas.

Santa Fe 4 x 0 Universitario - O Santa Fe, no Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá, não tomou conhecimento do Universitario e goleou por 4 a 0. Diana González marcou três: aos 36' do primeiro tempo e aos 4' e aos 13' da segunda etapa. Perdomo, no último minuto do tempo regulametar deu números finais à partida.


Grupos C e D - Nesta segunda-feira, dia 9, tem mais jogos. No Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá, acontecem os jogos do Grupo C. Às 17 horas, o Colo-Colo tem pela frente o Libertad/Limpeño. Já às 19h30, o Corinthians tem pela frente o Always Ready.

Já no Estádio Pascual Guerrero, em Cali, serão realizados os jogos do Grupo D da competição. Às 17 horas, o Boca Juniors mede forças contra o Nacional do Uruguai. Já às 19h30, o Internacional terá pela frente o América de Cali.

Inter e Corinthians estreiam vencendo na Libertadores Feminina

Foto: Staff Images Woman / Conmebol

Inter fez 3 a 0 no Nacional

Nesta sexta-feira, dia 6, aconteceram os jogos que abriram os grupos C e D da Copa Libertadores Feminina de 2023, que está sendo realizada na Colômbia. Internacional e Corinthians venceram em suas estreias, batendo respectivamente em Nacional e Colo-Colo.

Confira os jogos:

Always Ready 1 x 3 Libertad/Limpeño - Estádio Metropolitano de Techo, o Libertad / Limpeño abriu o Grupo C vencendo o Always Ready por 3 a 1. Zambrano e Martínez abriram 2 a 0 para as paraguaias, enquanto Rojas diminuiu para as bolivianas. No segundo tempo, Torres definiu o marcador.

Corinthians 1 x 0 Colo-Colo - Um dos favoritos da competição, o Corinthbians encarou o Colo-Colo, no Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá, e venceu pelo placar de 1 a 0. Milene, de pênalti, no segundo tempo, marcou o único gol do jogo.

Nacional 0 x 3 Internacional - As Coloradas tiveram uma grande estreia na Libertadores Feminina de 2023 ao vencerem o uruguaio Nacional por 3 a 0, no Estádio Pascual Guerrero, em Cali. Priscila e Letícia, duas vezes, marcaram para o Inter.

Boca Juniors 1 x 1 América de Cali - Ainda no Estádio Pascual Guerrero, em Cali, fechando a primeira rodada do Grupo D, Boca Juniors e América de Cali empataram em 1 a 1. Priori abriu a contagem para as argentinas, mas Bahr empatou para as chilenas.

Próxima rodada - A competição volta no domingo, dia 8, com os jogos da segunda rodada dos Grupos A e B. Pelo A, no Estádio Pascual Guerrero, em Cali, Palmeiras e Caracas se enfrentam às 17 horas e o Barcelona de Guaiaquil tem pela frente o Atlético Nacional às 19h30.


Já pelo Grupo B, os jogos serão realizados no Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá. O primeiro jogo também começa às 17 horas, com o Olímpia encarando a Universidad de Chile. Já às 19h30, o Santa Fe, um dos times do país sede, tem pela frente o Universitário do Peru.

Vai começar a Libertadores Feminina 2023


A Copa Libertadores Feminina vai para sua 15ª edição. Neste ano, o principal torneio feminino de clubes da América do Sul terá 16 participantes e vai acontecer entre os dias 5 e 21 de outubro em Cali e Bogotá, na Colômbia.

As 16 equipes participantes serão divididas em quatro grupos com quatro clubes cada. Os dois melhores de cada grupo vão às fases eliminatórias, realizadas em jogo único. Os grupos da competição são os seguintes:

Grupo A
Palmeiras (Brasil)
Barcelona (Equador)
Caracas (Venezuela)
Atlético Nacional (Colômbia)

Grupo B
Independiente Santa Fé (Colômbia)
Olímpia (Paraguai)
Universitario (Peru)
Universidad de Chile (Chile)

Grupo C
Corinthians (Brasil)
Colo-Colo (Chile)
Always Ready (Bolívia)
Libertad Limpeño (Paraguai)

Grupo D
Boca Juniors (Argentina)
América de Cali (Colômbia)
Nacional (Uruguai)
Internacional (Brasil)

A Copa Libertadores Feminina 2023 terá um aumento superior a 50% nas premiações em relação à última edição. As equipes receberão 50 mil dólares (cerca de R$ 247 mil) apenas pela participação. O campeão embolsará 1,7 milhão de dólares (aproximadamente R$ 8,7 milhões).

O Brasil vai em busca do 12º título na competição. Internacional, Corinthians e Palmeiras serão os representantes do país. O Verdão, inclusive, é o atual campeão. Confira abaixo a tabela:


5/10 - 17h (de Brasília) - Universitário (PER) x Universidad de Chile (CHI)
5/10 - 17h (de Brasília) - Palmeiras x Barcelona (EQU)
5/10 - 19h30 (de Brasília) - Independiente Santa Fé (COL) x Olímpia (PAR)
5/10 - 19h30 (de Brasília) - Caracas (VEN) x Atlético Nacional (COL)
6/10 - 17h (de Brasília) - Always Ready (BOL) x Libertad Limpeño (PAR)
6/10 - 17h (de Brasília) - Nacional (URU) x Internacional
6/10 - 19h30 (de Brasília) - Corinthians x Colo-Colo (CHI)
6/10 - 19h30 (de Brasília) - Boca Juniors (ARG) x América de Cali (COL)
8/10 - 17h (de Brasília) - Olímpia (PAR) x Universidad de Chile (CHI)
8/10 - 17h (de Brasília) - Palmeiras x Caracas (VEN)
8/10 - 19h30 (de Brasília) - Independiente Santa Fé (COL) x Universitário (PER)
8/10 - 19h30 (de Brasília) - Barcelona (EQU) x Atlético Nacional (COL)
9/10 - 17h (de Brasília) - Colo-Colo (CHI) x Libertad Limpeño (PAR)
9/10 - 17h (de Brasília) - Boca Juniors (ARG) x Nacional (URU)
9/10 - 19h30 (de Brasília) - Corinthians x Always Ready (BOL)
9/10 - 19h30 (de Brasília) - América de Cali (COL) x Internacional
11/10 - 17h (de Brasília) - Atlético Nacional (COL) x Palmeiras
11/10 - 17h (de Brasília) - Barcelona (EQU) x Caracas (VEN)
11/10 - 19h30 (de Brasília) - Universidad de Chile (CHI) x Independiente Santa Fé (COL)
11/10 - 19h30 (de Brasília) - Olímpia (PAR) x Universitário (PER)
12/10 - 17h (de Brasília) - Colo-Colo (CHI) x Always Ready (BOL)
12/10 - 17h (de Brasília) - Libertad Limpeño (PAR) x Corinthians
12/10 - 19h30 (de Brasília) - Internacional x Boca Juniors (ARG)
12/10 - 19h30 (de Brasília) - América de Cali (COL) x Nacional (URU)
Quartas de finais: 14 e 15 de outubro
Semifinais: 17 e 18 de outubro
Final: 21 de outubro

Brasil vence o Uruguai e conquista o Conmebol Sul-Americano Sub-20

Foto: Conmebol

Vitor Roque disputa a bola

O título do Conmebol Sul-Americano Sub-20 de 2023 ficou com o Brasil. A conquista veio na noite deste domingo, dia 12, com uma vitória por 2 a 0 sobre o Uruguai, em jogo realizado no Estádio El Campín, em Bogotá, na Colômbia. Os gols da taça foram marcados por Andrey e Pedrinho, ambos no segundo tempo.

Com 12 pontos, o Uruguai vinha de uma vitória sobre o Paraguai, por 1 a 0, e dependia só de um empate para ficar com o título do Conmebol Sul-Americano Sub-20. Já o Brasil vinha de um empate em 0 a 0 com a Colômbia e precisava vencer para levantar a taça.

O Brasil não fez bom primeiro tempo. O time não conseguiu criar oportunidades de gol, sendo que a melhor delas veio nos acréscimos, no chute de longe de Vitor Roque. Além disso, a equipe pareceu muito espaçada. O Uruguai jogou melhor, no geral, e teve seu melhor momento na cabeçada de Boselli. E assim, os 45 minutos iniciais terminaram com o placar em branco, o que favorecia a Celeste.

No segundo tempo, o Brasil voltou com uma postura mais incisiva. Aos 7 minutos, Vitor Roque finalizou, mas o goleiro Rodríguez fez grande defesa. Já aos 12', Guilherme Biro finalizou e mandou a bola na trave, quase abrindo o marcador. O Uruguai respondeu aos 18', com Chagas, me belo chute que Michael defendeu.

Enquanto o Brasil pressionava, o Uruguai tentava chegar nos contra-ataques e aos 38 minutos saiu o gol da Canarinho. Depois de belo drible pela esquerda, Kaiki cruzou a bola na cabeça de Andrey, que mandou no contrapé do goleiro Rodríguez: 1 a 0 para a Seleção Brasileira.

Luciano Rodríguez, aos 43', em cobrança de falta, quase empatou para os uruguaios, mas o título do torneio ficou com a Canarinho, já que aos 47', Pedrinho, em contra-ataque, driblou o goleiro na intermediária e mandou a bola para o fundo das redes: 2 a 0 para a Seleção Brasileira, que comemorou a conquista, mas teve confusão antes disso.


Com o resultado, o time canarinho ficou com o título da competição. Uruguai, Brasil, Colômbia e Equador conquistaram a vaga no Mundial da Categoria, que será realizado na Indonésia, entre maio e junho deste ano. Os três primeiros também estarão no Torneio de Futebol Masculino dos Jogos Pan-Americanos de 2023, que será realizado em Santiago. O Chile, seleção da casa, também estará presente.

Equador conquista a última vaga sul-americana para o Mundial Sub-20

Foto: divulgação Conmebol

Equatorianos ficaram com a quarta e última vaga

O Equador conquistou a última vaga da América do Sul para o Mundial Sub-20. Neste domingo, em Bogotá, na Colômbia, a La Tri venceu o Paraguai, por 2 a 1, e ficou em quarto no Hexagonal Final do Conmebol Sul-Americano Sub-20. No outro jogo, os colombianos, terceiros, venceram a Venezuela por 2 a 1. Ainda neste domingo, Uruguai e Brasil decidem o título.

Na rodada anterior, Equador e Venezuela empataram em 1 a 1, o Uruguai fez 1 a 0 no Paraguai, e Colômbia e Brasil ficaram no 0 a 0. Assim, uruguaios, com 12 pontos, brasileiros, com 10, e colombianos, com sete, estavam garantidos no Mundial e nos Jogos Pan-Americanos, com apenas Celeste e Canarinho podendo lutar pelo título. Venezuela, com dois pontos, Equador e Paraguai, com um, brigavam pela última vaga no Mundial, com a Vinho Tinto dependendo só dela.

Equador 2 x 1 Paraguai - No Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá, o Equador saiu na frente do Paraguai, com gol de Justín Cuero, aos 11 minutos do primeiro tempo. Na segunda etapa, o mesmo Cuero, aos 27', fez 2 a 0 para a La Tri, mas Diego González, aos 35', diminuiu para o Paraguai, botando fogo no jogo. Mas a vitória por 2 a 1 deu a vaga aos equatorianos.

Colômbia 2 x 1 Venezuela - Já no Estádio El Campín, também em Bogotá, a Colômbia foi acabando com as chances da Venezuela logo no primeiro tempo, com gols de Castillo, aos 17', e Hurtado, aos 38 minutos. Aos 18' do segundo tempo, Cova diminuiu para a Vinho Tinto. Mas os 2 a 1 para os Cafeteiros deixaram os venezuelanos fora do Mundial.

Como ficou? - Com os dois jogos, Uruguai, Brasil, Colômbia e Equador conseguiram vaga no Mundial Sub-20 da categoria, que será realizado na Indonésia, entre maio e junho deste ano. Além disso os três primeiros colocados vão para o Torneio de Futebol Masculino dos Jogos Pan-Americanos de 2023, em Santiago. O Chile, seleção da casa, também estará presente.


Decisão do título - Ainda neste domingo, no Estádio El Campín, jogam, fechando o Hexagonal Final, Uruguai e Brasil, jogo que vai definir o título da competição. Com 12 pontos, a Celeste precisa apenas de um empate, com a Canarinho precisando vencer para ser campeã.

Brasil fica no 0 a 0 com a Colômbia no Conmebol Sul-Americano Sub-20

Foto: divulgação FCF

Placar de 0 a 0 em Bogotá

No Estádio El Campín, em Bogotá, o Brasil enfrentou a Colômbia, seleção da casa, pela penúltima rodada do Hexagonal Final do Conmebol Sul-Americano Sub-20. Com as duas equipes já garantidas no Mundial da categoria, o Brasil teve um homem a mais por mais de 30 minutos, mas ficou no empate em 0 a 0. Na última rodada, a Canarinho encara o Uruguai, decidindo o título, mas com a Celeste jogando pelo empate.

Na rodada anterior, na terça-feira, dia 3, o Brasil conquistou a vaga antecipada no Mundial da categoria vencendo o Paraguai pelo placar de 2 a 0. Ainda na terça, o Uruguai fez 4 a 1 na Venezuela e a Colômbia bateu o Equador pelo placar mínimo.

Primeiro tempo de muita movimentação em Bogotá. Precisando do resultado, a Colômbia foi para cima, mas acabou vendo um Brasil, já classificado para o Mundial, afim de jogo. As duas equipes criaram bastante, mas acabavam errando na finalização ou no último passe. Assim, o primeiro tempo terminou com o placar em branco.

No segundo tempo, a Colômbia foi para cima e aos 8 minutos, após cruzamento da esquerda, Kaique saiu do gol para pegar a bola e na hora de recolocá-la em jogo, deu um encontrão com Alexis Manyoma Castillo. A arbitragem marcou pênalti. Mas, Puerta cobrou no canto direito, e Kaique fez grande defesa.

A situação piorou para os colombianos aos 14', quando Torres foi expulso. Apesar de ter a vantagem numérica de jogadores, o Brasil não conseguiu transformar isto em domínio, já que finalizou pouco. Assim, o jogo terminou com o placar de 0 a 0.

Outros jogos da rodada - Ainda nesta quinta-feira, no Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá, aconteceram os dois outros jogos da rodada. Na preliminar, Equador e Venezuela empataram em 1 a 1. Depois, o Uruguai, que já está garantindo no Mundial da categoria, assim como Brasil e Colômbia, venceu o Paraguai por 1 a 0.


Encerramento - A última rodada do Sul-Americano Sub-20 de 2023 será no domingo, dia 12. Venezuela, Equador e Paraguai disputam a última vaga no Mundial, já que Colômbia, Brasil e Uruguai estão classificados, sendo que só os dois últimos podem ficar com o título. Às 18 horas, duas partidas: o Equador encara o Paraguai no Estádio Metropolitano de Techo, enquanto a Colômbia enfrenta a Venezuela no El Campín. Já às 20h30, no El Campín, o Brasil tem pela frente o Uruguai, decidindo o título. A Celeste joga pelo empate.

Brasil vence o Paraguai pelo Sul-Americano Sub-20 e se classifica antecipadamente para a Copa do Mundo da categoria

Por Lucas Paes
Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Deu Brasil de novo contra o Paraguai

Além da alta pontuação, o Brasil além de tudo parece contar com a sorte no Sul-Americano Sub-20. Em jogo válido pelo hexagonal final da competição, os Canarinhos jogaram menos do que costumam, principalmente no segundo tempo, mas ainda assim bateram o Paraguai por 2 a 0, na noite desta terça, dia 6, no Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá, na Colômbia. Com o resultado, os brasileiros seguem 100% na fase final da competição e já estão garantidos na Copa do Mundo  da categoria, que será na Indonésia.

Na última rodada, o Brasil venceu com alguma tranquilidade a Venezuela por 3 a 0 e com isso seguiu (e segue) na ponta do hexagonal final com seis pontos em dois jogos disputados. O Paraguai, por sua vez, vinha de derrota para a Colômbia por 3 a 0. Curiosamente, ambos estes jogos ocorreram no Metropolitano de Techo, num dia onde o Uruguai fez o outro jogo da rodada e bateu o Equador por 2 a 1. Mais cedo, na preliminar da partida de hoje, o Uruguai venceu a Venezuela por 4 a 1 neste mesmo estádio. 

Desde o começo do jogo, o Brasil foi para cima e ocupou mais o campo de ataque dominando o jogo. Mostrando ser quase a força imparável da natureza que vem sendo na competição, aos nove minutos, no primeiro ataque mais perigoso, os canarinhos marcaram: Patryck avançou, cruzou e Giovane chegou para marcar no segundo pau. A partir do gol, o Paraguai tentou sair um pouco mais para o jogo, que ficou mais parado, com os canarinhos criando menos e os paraguaios esbarrando na própria falta de criatividade. 

O Brasil chegou muito perto do segundo aos 28': Vitor Roque lançou e Guilherme Biro acertou um torpedo na trave. Depois disso, os brasucas pareceram cansar e o time paraguaio foi achando espaço. Segovia só não empatou o jogo aos 39' pois Mychael fez uma defesaça. No fim das contas, o primeiro tempo terminou mesmo em 1 a 0 para o Brasil.

O Brasil seguiu meio lento no segundo tempo e já no comecinho Mycael fez uma defesaça para evitar o gol de Quintana. No escanteio, Flores subiu no quarto andar e cabeceou na trave. A Tricolor era perigosa no segundo tempo. A equipe paraguaia seguia chegando mais no segundo tempo criando várias chances.

Aos 18', Servin não empatou por pouco de cabeça. Curiosamente, na única chegada do Brasil no segundo tempo, já aos 35', Gonzalez evitou o que seria um gol certo de Andrey com uma defesaça. Na sequência, na cobrança de escanteio, Ronald subiu mais alto que a defesa e ampliou o placar. N ofim das contas, mesmo que os paraguaios tentassem, o placar ficou mesmo, de forma bem injusta, em 2 a 0 para o Brasil.


Ainda hoje, mais tarde, Colômbia e Equador duelam no El Campín, a partir das 23h. Já pela próxima rodada, os dois times voltam a campo na quinta-feira. O Paraguai pega o Uruguai no El Campín, às 19h30. Já o Brasil joga um pouco mais tarde, às 22 horas, no Metropolitano de Techo, onde enfrenta a Colômbia, No mesmo dia, o primeiro jogo será entre Equador e Venezuela, às 17 horas, no Metropolitano de Techo. 

Brasil faz 3 a 0 na Venezuela e vence a segunda no Hexagonal Final do Sul-Americano Sub-20

Por Ricardo Pilotto
Foto: Rafael Ribeiro / CBF

A Amarelinha venceu a Venezuela

Na noite desta sexta-feira, 3, o Brasil bateu a Venezuela pelo placar de 3 a 0, no Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá, na Colômbia, em jogo válido pela 2ª rodada do Hexagonal Final do Campeonato Sul-Americano Sub-20 de 2023. Todos os gols da Amarelinha foram marcados no segundo tempo. Vitor Roque, Pedrinho e Andrey foram os responsáveis pela vitória brasileira

Abrindo a segunda rodada, também no Estádio Metropolitano de Techo, o Uruguai bateu o Equador pelo placar de 2 a 1, no jogo de mais cedo. Ainda nesta sexta-feira, dia 3, no El Campín, em Bogotá, a Colômbia tem pela frente o Paraguai.

A equipe Canarinho começou tentando pressionar mas a Vinho Tinto não se intimidou, tentou responder e conseguiu chegar a meta brasileira pela primeira vez na marca dos 15', através de um cabeceio de Rojas. Aos 28', foi a vez da Amarelinha assustar com uma jogada envolvendo Vitor Roque e Giovane, que por muito pouco não encontraram Guilherme Biro dentro da área.

Com 33', os venezuelanos voltaram a aparecer no campo de ataque e por pouco não abriram o placar com um belíssimo chute de longa distância de Chacon. Pouco depois, foi a vez dos brasileiros finalizarem de fora da área através de um arremate feito por Giovane, mas o goleiro Benítez conseguiu fazer a defesa sem dar rebote. 

Por fim, o último grande lance e a oportunidade mais clara de gol do primeiro tempo acabou sendo proporcionado da Venezuela: Kelsy aproveitou bom cruzamento de Romero pela direita, cabeceou firme e exigiu uma grande defesa de Mycael, isso com 38' jogados.

Com apenas alguns segundos da etapa complementar em andamento, o Brasil demonstrou que teria uma postura diferente da primeira em um lance em que Guilherme Biro tentou encontrar Vitor Roque na grande área, mas o atacante acabou furando. Porém, no segundo lance mais agudo da Seleção Brasileira, o camisa 9 aproveitou um grande lançamento de Marlon Gomes e deu uma cavadinha por cima do goleiro para colocar a Amarelinha na frente aos 3'. 


Após o tento, o time amarelo passou a ter amplo domínio da partida, controlou as ações e pouco permitiu que o selecionado grená conseguisse chegar perto do seu gol. Tanto é, que a única chegada venezuelana com real perigo aconteceu na marca dos 30', em uma finalização de Kelsy que parou em Mycael. Na sequência Pedrinho marcou o segundo aos 41 e Andrey fechou a conta já nos 44 jogados.

A terceira rodada será na segunda-feira, dia 6. Às 17 horas, no Estádio Municipal de Techo, a Venezuela enfrenta o Uruguai. Já às 19h30, o Brasil mede forças contra o Paraguai, enquanto que às 22 horas, a Colômbia terá pela frente o Equador. Estas duas partidas serão no El Campín.

Brasil inicia hexagonal final do Sul-Americano Sub-20 batendo o Equador

Por Lucas Paes
Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Deu Brasil em Bogotá

O Brasil abriu a segunda fase do Campeonato Sul-Americano Sub-20 de 2023. A Seleção Canarinho venceu o Equador por 3 a 1, na noite desta terça, dia 31 de janeiro, no Estádio El Campín, em Bogotá, na Colômbia. Com isso, o Brasil por enquanto assume a liderança do hexagonal final da competição, dependendo do resultado do jogo de daqui a pouco para se manter isoladamente na ponta.

Líder do grupo A na primeira fase com 10 pontos, o Brasil encerrou sua campanha nela batendo o Paraguai por 2 a 1, jogando no Pascual Guerrero. O Equador, que ficou em terceiro no grupo B com cinco pontos ganhos, fechou sua campanha empatando por 1 a 1 com o Uruguai, atuando no Colosso de Palmaseca. Mais cedo, na abertura do hexagonal, Paraguai e Venezuela ficaram no empate por 1 a 1 no El Campín. 

O jogo começou agitado. Logo aos 8' Victor Roque trombou com Napa quando marcaria. Aos 11 minutos,Medina bateu falta e só não fez para o Equador pois Mycael pegou. Aos 13', o Brasil respondeu com Vitor Roque, que recebeu boa bola, ajeitou o corpo e abriu o placar. O time Canarinho seguiu em cima e aos 27', em outra boa jogada coletiva da equipe, Vitor Roque girou em cima da defesa e ficou na cara do goleiro para marcar o segundo.

A partir do segundo gol, o time equatoriano veio para cima e passou a pressionar pelo gol para esquentar o jogo, chegando inclusive a obrigar Mycael a trabalhar de novo. Porém, o Brasil teve a melhor chance do finalzinho do primeiro tempo numa jogada bonita de Robert Renan que terminou num chute perigoso. O primeiro tempo terminou mesmo em 2 a 0. 

Na etapa final, o Brasil quase começou se complicando numa saída errada e Mycael salvou o que seria o primeiro equatoriano. O roteiro era o mesmo, com o time equatoriano tendo dificuldade parar criar e o Brasil chegando bem quando avançava, quando aos 12', quando Renan teve boa chance, mas bateu mal. 

Aos 18', Mina ia marcando um gol histórico pelo Equador, quando saiu fintando meio time amarelinho, mas parou em ótima defesa de Mycael. Os equatorianos seguiram pressionando, mas falhando na hora da finalização. 


O gol finalmente veio aos 30', quando Rosales aproveitou rebote de outra defesaça de Mycael e mandou a bola para as redes. Mal deu tempo para o Equador sentir o placar reduzido, pois pouco tempo depois, Andrey aproveitou cruzamento em cobrança de falta e mandou de primeira para a rede. O gol fechou o marcador e a vitória brasileira. 

Ainda hoje, Uruguai e Colômbia duelam às 22 horas no Metropolitano de Techo. Na próxima rodada, o Brasil volta a campo na próxima sexta, dia 3 de fevereiro, às 19h30, no Metropolitano de Techo, em Bogotá, onde enfrenta a Venezuela, às 19h30. O Equador joga no mesmo dia e na mesma cidade, mas no El Campín, às 17 horas, quando enfrenta o Uruguai. No mesmo dia, mas às 22h também no Metropolitano, Colômbia e Paraguai encerram a rodada do grupo.

Alfredo Di Stéfano no Millonarios

Foto: Arquivo Histórico Millonarios

Di Stéfano com a camisa do Millos: defendeu a equipe entre 1949 e 1953

O 4 de julho é uma data especial para o mundo do futebol, já que nesta data, no ano de 1926, nascia em Buenos Aires, na Argentina, Alfredo Stéfano Di Stéfano Laulhé, um dos maiores jogadores da história do futebol. Ídolo no River Plate e também no Real Madrid, o argentino também defendeu o Huracán, de sua terra natal, e o Espanyol, de Barcelona, onde encerrou a carreira. Porém, vamos falar da passagem dele pela Colômbia, onde defendeu o Millonarios de Bogotá.

Di Stéfano chegou ao clube de Bogotá em 1949, depois de atuar quatro anos pelo River Plate, com uma passagem rápida pelo Huracán, por empréstimo, juntamente com o ídolo Pedernera e seu ex-colega de River Néstor Rossi. A liga colombiana havia se transformado em um verdeiro Eldorado, atraindo os jogadores do continente que, embora fossem atletas profissionais, não costumavam ser bem pagos em seus países. O dono do Millonarios, Alfredo Senior, havia resolvido lucrar com o esporte, aliciando os melhores atletas sul-americanos para jogar em sua equipe a fim de atrair grandes públicos, o que naturalmente repercutiu negativamente no exterior. Além disso, o clube era intimamente ligado ao poder local, sendo atraente para quem tivesse pretensões políticas.

Os demais clubes colombianos em geral tomaram medidas similares: os peruanos se concentraram nas equipes de Cali e Medellín, os paraguaios em Cúcuta, alguns brasileiros, como Heleno de Freitas e Tim, em Barranquilla. Mesmo jogadores britânicos (um deles, Charlie Mitten, deixou o Manchester United para jogar no Independiente Santa Fe), iugoslavos, italianos e húngaros foram atraídos. Os dirigentes locais queriam implantar o profissionalismo no futebol do país, enquanto a federação prezava pelo amadorismo; além disso, o futebol colombiano ainda vivia apenas de competições regionais. Muitos clubes se desfiliaram então de federação para organizar um campeonato nacional, que acabaria banido pela FIFA por desrespeitar regulamentos da entidade no que dizia respeito a diretrizes de transferência e limite de estrangeiros, embora ironicamente modelos similares se tornassem comuns na Europa meio século depois.

Por outro lado, o banimento abriu uma brecha para que os clubes colombianos não precisassem pagar multas rescisórias às equipes estrangeiras onde buscavam jogadores (pois a liga pirata encontrava-se fora da jurisdição da FIFA), o que naturalmente também irritou as outras federações sul-americanas. Para Senior, bastava oferecer um salário melhor e uma passagem apenas de ida para a Colômbia. O próprio governo colombiano, que vivia momento político conturbado, viu no futebol uma boa forma para tirar tal foco da sociedade, além de passar uma imagem positiva local e externamente.

Na liga pirata, Di Stéfano logo foi campeão do campeonato colombiano, que conquistaria ainda em 1951 e 1953, integrando o chamado Ballet Azul. Na Colômbia, onde a liga vinha sendo um grande sucesso de público, ele aprimorava-se como jogador, passando também a defender e passar a bola com maestria. Além de Pedernera e Rossi, Di Stéfano jogou ainda ao lado de Julio Cozzi (que relatou que certos espectadores do Millonarios esperavam por uma partida vespertina desde a noite da véspera), Antonio Báez, Reinaldo Mourín e Hugo Reyes, também argentinos expatriados, assim como o técnico Carlos Aldabe. O time contava ainda com dois uruguaios de destaque: Schubert Gambetta, campeão da Copa do Mundo de 1950, e Héctor Scarone, também campeão mundial, mas da Copa de 1930, que foi outro treinador do elenco.


Aborrecidas com a contínua investida da liga colombiana sobre os jogadores do continente e sem nada receber pelas saídas deles, as federações vizinhas fizeram um acordo em 1951: permitiriam que tal situação perdurasse por mais dois anos, quando então os jogadores estrangeiros deveriam ser todos devolvidos a seus clubes de origem. O Millonarios decidiu aproveitar o tempo que tinha e lucrar o máximo com amistosos ao redor do mundo. Em um deles, em 1952, a equipe foi chamada para jogar uma partida contra o Real Madrid, que celebrava o aniversário de cinquenta anos deste clube. Em pleno Chamartín, Di Stéfano marcou duas vezes na vitória por 4 a 2 dos sul-americanos. O craque argentino iria defender justamente o rival do Millos neste jogo, o Real Madrid.

O argentino deixou o Millonarios em 1953 como o maior artilheiro da história do time, totalizando 267 gols em 292 partidas. Além de títulos e artilharias na Colômbia, venceu com o clube também a Pequena Taça do Mundo de 1953, chegando a marcar dois gols em um 5 a 1 sobre sua ex-equipe do River na competição. Com Di Stéfano, o clube também abriu larga vantagem em títulos colombianos cujos efeitos ainda perduram, sendo a equipe mais vencedora do campeonato nacional mesmo não o conquistando desde 1988. Apenas em 2008 foi igualado pelo América de Cali. Vale lembrar que ele chegou a defender a Seleção Colombiana em quatro oportunidades.

O São Paulo FC encarando a Colômbia em 1994

Com informações do site do São Paulo FC

Defesa colombiana trabalhando na partida contra o São Paulo

Não há como negar que o São Paulo FC era um dos maiores clubes da América do Sul na primeira metade da década de 90, se não o maior. Bicampeão da Libertadores da América e Intercontinental, o Tricolor era temido em todos os cantos do planeta. Para isto, era um grande teste para qualquer time do mundo. Por isto, em 15 de março de 1994, o Time da Fé foi para Bogotá fazer um amistoso contra a Colômbia, que era uma grande sensação, considerada uma das possíveis favoritas para a Copa do Mundo daquele ano (havia goleado a Argentina nas Eliminatórias, em plena Buenos Aires) e se preparava para o torneio.

Os títulos conquistados pelo Tricolor no momento sempre o colocava em pé de igualdade contra qualquer time, até seleções. Porém, nas vésperas da partida amistosa contra a Colômbia, a imprensa (Folha de São Paulo, 13 de março) reclamava de um curto período de 15 dias sem vitórias do Tricolor (duas derrotas e um empate, antes da vitória por 5 a 2 sobre o Mogi Mirim, no dia 12).

Os dirigentes do Tricolor acertaram o amistoso contra a seleção colombiana pelo valor de US$ 100.000,00 para os cofres são-paulinos. Se a situação era favorável financeiramente, não era tão aprazível em termos técnicos. Além da viagem desgastante, o treinador Telê Santana não contaria com o atacante Müller, que sentia uma contratura na coxa direita. Juninho, apesar de viajar, também não estava garantido, devido a uma forte pancada que sofrera na partida anterior, contra o Mogi. Ao menos o retorno de Cafu era garantido. O lateral estava afastado há cinco jogos devido "a uma bolada na região dos genitais" (FSP, 15/3).

Enquanto o Brasil penou para se classificar à Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, a Seleção Colombiana foi a sensação do torneio. No grupo 1, ao lado de Argentina, Paraguai e Peru, os colombianos terminaram em primeiro lugar, invictos, com uma campanha de quatro vitórias e dois empates, além de 13 gols marcados e somente dois sofridos.

Mas o fato mais memorável daquela seleção, além do modo de jogar (descontraído e arrojado), foi a goleada aplicada na Argentina, em Buenos Aires: 5 a 0! Chegariam favoritos ao Mundial, no meio do ano. Enquanto isso, antes da partida contra o São Paulo, a seleção também tricolor ostentava uma impressionante invencibilidade em jogos oficiais: Não perdia desde 1991. Nos jogos preparatórios para Copa estava imbatível há 8 jogos.

Cafu foi escalado na lateral e falhou no gol colombiano

Contudo, o técnico Francisco Maturana também tinha problemas: Lozano fraturara a perna logo após ser convocado para o amistoso. Valderrama, Álvarez e Asprilla também estavam contundidos. Os jogadores do Junior de Barranquilla e do Nacional de Medellín não foram convocados por estarem envolvidos nas fases finais da Copa Libertadores. Rincón foi poupado pelo mesmo motivo.

Ainda assim, como bem se viu depois, não seria um jogo fácil para a equipe de Telê. Movimentado desde o início, com as duas equipes partindo ao ataque, o jogo se tornou favorável aos colombianos quando, aos 12 minutos, Aristizábal - futuramente ídolo do Tricolor - roubou a bola do zagueiro Válber, escapou do carrinho aplicado por Cafu e da intervenção do goleiro Zetti para marcar aquele que seria o único gol da partida. Colômbia 1 a 0.

A equipe são-paulina perdeu o prumo depois de sofrer o gol e somente veio a se reencontrar na partida perto já do final da primeira etapa. Nervoso, o centroavante Guilherme acabou por se engalfinhar com o defensor colombiano Ortíz na saída para os vestiários. Ambos foram expulsos. No segundo tempo, Telê Santana promoveu uma das alterações mais conhecidas pela torcida: sacou o atacante Euller e colocou no lugar dele o lateral-direito Vítor, assim Cafu deixou a borda do campo e passou a jogar pelo meio. O São Paulo melhorou, dominando no ataque.

Maturana, bom observador, recuou todo o seu time, a começar pelos meias, e passou a jogar no contragolpe. Para complicar mais ainda, aos 30 minutos do segundo tempo, o árbitro errou ao expulsar o zagueiro tricolor Junior Baiano, em um lance bobo. Com um a menos e um adversário formidável e recuado, não restaram muitas chances ao time do Morumbi. Fim de jogo. Apesar da derrota, por 1 a 0, toda a imprensa local e internacional, reconheceu que o time de Telê Santana havia sido "um adversário à altura".

Confira o gol de Aristizábal, o único na partida

Ficha Técnica
COLÔMBIA 1 X 0 SÃO PAULO FC

Data: 15 de março de 1994
Local: Estádio Nemésio Camacho - El Campín - Bogotá - Colômbia
Público: 50 mil pessoas
Árbitro: John Jairo Toro Rendón (Colômbia)

Cartão Amarelo
São Paulo FC: Euller

Cartões Vermelhos
Colômbia: Ortiz
São Paulo FC: Guilherme e Júnior Baiano

Gol
Colômbia: Víctor Hugo Aristizábal, aos 12' do primeiro tempo

Colômbia: Córdoba; Ortíz, Andrés Escobar (capitão), Santoya (Dinas) e Wilson Pérez; Gabriel Gómez (Hernán Gavíria), Alexis Escobar, Leonel Alvarez e Mauricio Serna (Betancur); Zambrano (Moreno) e Aristizábal (Ricardo Pérez) - Técnico: Francisco Maturana

São Paulo FC: Zetti (capitão); Cafu, Junior Baiano, Válber e André Luiz; Doriva, Juninho, Palhinha (Gilmar) e Leonardo; Euller (Vítor) e Guilherme - Técnico: Telê Santana

O dia em que expulsaram o árbitro por ter "avermelhado" Pelé

Por Lula Terras

Lima e Pelé discutem com o árbitro Guillermo Velásquez

São tantas e constantes as polêmicas criadas no futebol, em sua imensa maioria, com a participação direta da arbitragem, que uma história antiga me veio à mente. Lembrei de uma história que entrou para o folclore do futebol, a expulsão do árbitro, que havia expulsado Pelé de campo. Esse fato aconteceu no dia 17 de julho de 1968, no estádio El Campin, em Bogotá, na Colômbia, durante a partida entre o Santos FC e a Seleção Olímpica da Colômbia. 

Naquele jogo, o time santista estava com suas principais estrelas e dominava, totalmente a equipe adversária, e Pelé, para o delírio da própria torcida adversária, anotou um gol e deu assistência, para mais dois. O destaque foi a péssima atuação do árbitro do jogo, Guillermo Velásquez, que irritou a equipe praiana, cujo ponto alto foi a validação de um gol irregular, para a equipe colombiana. Os jogadores santistas cercaram o juiz, que acabou por expulsar Pelé, o acusando de agressão.

Vídeo sobre o jogo

Para seu azar, a medida revoltou os torcedores, nas arquibancadas, que exigiram a volta do Rei para o campo de jogo. Por fim, foi decidida a troca do árbitro e o retorno de Pelé para o jogo, que terminou em 4 a 2, para o Santos. Essa história serve apenas de alerta aos árbitros atuais, que se sentem os donos da situação, mesmo errando seguidamente. Vai que numa dessas, acabam eles sendo expulsos de campo.

Com dois de Tostão, 'Feras do Saldanha' derrotam Colômbia em 1969

Tostão marcou os dois gols brasileiros na estreia das Eliminatórias para a Copa de 1970

Em 1969, o futebol brasileiro teve uma das maiores seleções de sua história. O treinador João Saldanha, montou um time usando a base do Santos FC, a melhor equipe do país naquele momento. Craques como Pelé e Edu tiveram os reforços de Jairzinho e Tostão, formando o time que encantou os fãs de futebol e foi chamado de 'As Feras de Saldanha', recuperando o crédito com o torcedor depois de ter perdido a Copa de 1966.

O técnico João Saldanha começou a montar em 1969 o time que ganhou o mundo com a conquista do tricampeonato em 1970 no México. Era o ano das Eliminatórias, competição para a qual o Brasil se preparou em três amistosos.

Nos dias 7 de abril (no Beira-Rio) e 9 de abril (no Maracanã), o Brasil venceu o Peru por 2 a 1 e 3 a 2, respectivamente. No dia 12 de junho, no Maracanã tomado por 105.649 pagantes,o Brasil enfrentou a então campeã do mundo, a Inglaterra. Em jogo muito disputado e com lances bonitos, a Seleção Brasileira venceu o English Team por 2 a 1. Collin Bell abriu o placar, mas Tostão e Jairzinho, este no segundo tempo, viraram para o Brasil.

Foi este grande time que defendeu o escrete canarinho nas Eliminatórias para a Copa de 1970 e a estreia no qualificatório aconteceu no dia 6 de agosto de 1969, encarando a Colômbia, no Estádio El Campín, em Bogotá. O time colombiano não era nem sombra do que é atualmente.

O Brasil jogou com Félix (Fluminense), Carlos Alberto (Santos), Djalma Dias (Santos), Joel Camargo (Santos) e Rildo (Santos); Wilson Piazza (Cruzeiro) e Gérson (São Paulo); Jairzinho (Botafogo, depois Paulo césar Lima, Botafogo), Tostão (Cruzeiro), Pelé (Santos) e Edu (Santos). O time do Santos era a base, com seis jogadores, mas dois do Cruzeiro, um do São Paulo , um do Botafogo e mais um do Fluminense.

Deste time escalado por Saldanha, mais Paulo César, que entrou, mostrando o acerto do trabalho de João Saldanha, 10 jogadores participaram da campanha do tricampeonato, somente Djalma Dias e Rildo ficaram de fora. O Brasil não tomou conhecimento do time colombiano e da torcidas adversária, se impondo e fazendo 2 a 0, com Tostão marcando aos 38 e 44 minutos da primeira etapa.

Este time encantou nas Eliminatórias. Em um grupo que contava também com Venezuela e Paraguai, o Brasil venceu todos os seis jogos, marcando 23 gols e sofrendo apenas dois. Importante ressaltar que João Saldanha já escalara Tostão como centroavante, formando dupla de ataque com Pelé. A mudança tática feita por Zagallo, que assumiu a equipe para a Copa de 1970, após Saldanha brigar com 'meio mundo', foi acabar como 4-2-4, lançando Rivellino no lugar do ponta ofensivo Edu.

Ficha Técnica
COLÔMBIA 0 x 2 BRASIL

Data: 6 de agosto de 1969
Competição: Eliminatórias da Copa do Mundo de 1970.
Local: Estádio El Campin - Bogotá - Colômbia
Público: 40.000 espectadores.
Árbitro: Alberto Tejada Noriega (Peru)
Assistentes: Cesar Orozco Guerero (Peru), Pedro Reyes Chávez (Peru).

Gols
Brasil: Tostão, aos 38' e aos 44' do primeiro tempo.

Brasil: Félix; Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo e Rildo; Wilson Piazza e Gérson; Jairzinho (Paulo César Caju), Tostão, Pelé e Edu - Treinador: João Saldanha.

Colômbia: Largacha; Segovia, Segrera, López e Castro; García e Agudelo; Tamayo, Jorge Ramirez Gallego (Santa) e Ortiz (Brand) - Treinador: Francisco Zuluaga Rodríguez.

Neto no Millonarios de Bogotá

Por Lucas Paes

Neto em sua típica comemoração
com a camisa do Millonarios

José Ferreira Neto, mais conhecido pelo último sobrenome, é um dos maiores ídolos da história corintiana, sendo considerado o principal jogador do Timão no título brasileiro de 1990. Além da idolatria no Parque São Jorge, Neto é ídolo no Guarani, de Campinas. Passou também pelos outros três grandes de São Paulo, tendo um desempenho razoável no Palmeiras, onde jogou antes de ir ao Alvinegro e sendo campeão estadual pelo São Paulo, em 1987. Mas, Neto também jogou fora do Brasil. O último clube de sua carreira foi o venezuelano Deportivo Itália e em 1993 ele atuou no Millonarios.

Naquele ano, Neto, que já havia feito história no Corinthians, decidiu deixar o clube, após perder o estadual para o Palmeiras. Segundo ele, a saída não foi forçada, sendo decisão do próprio jogador, após receber proposta da equipe colombiana. O Millionários foi a equipe mais forte da antiga Liga Pirata Colombiana.

No time do Millonarios, o último agachado

Neto chegou a Bogotá com status de estrela e vindo como a realização de um sonho da torcida, mas os tempos eram de vacas magras no clube e a Colômbia vivia uma guerra civil contra o Narco-tráfico, cujo alguns figurões eram donos de clubes por todo o país, incluindo nisso o ex-time de Di Stefano. Em entrevista a ESPN, Neto dizia que "morria" de medo (para não usar o termo que o jogador usou) do traficante que era dono do time. Em outra entrevista, desta vez para o UOL, contou que era comum ver soldados com metralhadoras nas ruas e que era proibido ir ao Shopping de Táxi, já que eram comuns os “Táxis bomba”

Foram seis meses na Colômbia, até ele sair por falta de pagamento tanto ao Corinthians quanto ao próprio jogador. Ele fez 9 jogos pelos azuis, marcando 5 gols. O grande momento foi em clássico contra o Atlético Nacional, quando ele fez o gol do empate, em uma belíssima cobrança de falta. No mesmo jogo, ele foi expulso por agredir o goleiro verdaloga.

Vídeo mostrando a expulsão e o gol
de Neto contra o Atlético Nacional

Sua saída foi causada por questões financeiras. Apesar de ainda ser controlado por traficantes, o principal mecenas do Millonarios, o também traficante Gonzalo Rodríguez Gacha, o Mexicano, havia sido morto em confronto com a Polícia e o dinheiro já não jorrava tanto como antes. Por isso, o clube colombiano não pagou ao Corinthians o que foi combinado na negociação com o jogador e Neto acabou sendo devolvido ao Timão.

Depois da saída da equipe colombiana, Neto voltou ao Corinthians, mas não permaneceu no clube e acabou indo jogar no Atlético Mineiro. Em 1998, ele encerraria a carreira, atuando desta vez na Venezuela, pelo Deportivo Itália.

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