O título do Conmebol Sul-Americano Sub-20 de 2023 ficou com o Brasil. A conquista veio na noite deste domingo, dia 12, com uma vitória por 2 a 0 sobre o Uruguai, em jogo realizado no Estádio El Campín, em Bogotá, na Colômbia. Os gols da taça foram marcados por Andrey e Pedrinho, ambos no segundo tempo.
Com 12 pontos, o Uruguai vinha de uma vitória sobre o Paraguai, por 1 a 0, e dependia só de um empate para ficar com o título do Conmebol Sul-Americano Sub-20. Já o Brasil vinha de um empate em 0 a 0 com a Colômbia e precisava vencer para levantar a taça.
O Brasil não fez bom primeiro tempo. O time não conseguiu criar oportunidades de gol, sendo que a melhor delas veio nos acréscimos, no chute de longe de Vitor Roque. Além disso, a equipe pareceu muito espaçada. O Uruguai jogou melhor, no geral, e teve seu melhor momento na cabeçada de Boselli. E assim, os 45 minutos iniciais terminaram com o placar em branco, o que favorecia a Celeste.
No segundo tempo, o Brasil voltou com uma postura mais incisiva. Aos 7 minutos, Vitor Roque finalizou, mas o goleiro Rodríguez fez grande defesa. Já aos 12', Guilherme Biro finalizou e mandou a bola na trave, quase abrindo o marcador. O Uruguai respondeu aos 18', com Chagas, me belo chute que Michael defendeu.
Enquanto o Brasil pressionava, o Uruguai tentava chegar nos contra-ataques e aos 38 minutos saiu o gol da Canarinho. Depois de belo drible pela esquerda, Kaiki cruzou a bola na cabeça de Andrey, que mandou no contrapé do goleiro Rodríguez: 1 a 0 para a Seleção Brasileira.
Luciano Rodríguez, aos 43', em cobrança de falta, quase empatou para os uruguaios, mas o título do torneio ficou com a Canarinho, já que aos 47', Pedrinho, em contra-ataque, driblou o goleiro na intermediária e mandou a bola para o fundo das redes: 2 a 0 para a Seleção Brasileira, que comemorou a conquista, mas teve confusão antes disso.
Com o resultado, o time canarinho ficou com o título da competição. Uruguai, Brasil, Colômbia e Equador conquistaram a vaga no Mundial da Categoria, que será realizado na Indonésia, entre maio e junho deste ano. Os três primeiros também estarão no Torneio de Futebol Masculino dos Jogos Pan-Americanos de 2023, que será realizado em Santiago. O Chile, seleção da casa, também estará presente.
No Estádio El Campín, em Bogotá, o Brasil enfrentou a Colômbia, seleção da casa, pela penúltima rodada do Hexagonal Final do Conmebol Sul-Americano Sub-20. Com as duas equipes já garantidas no Mundial da categoria, o Brasil teve um homem a mais por mais de 30 minutos, mas ficou no empate em 0 a 0. Na última rodada, a Canarinho encara o Uruguai, decidindo o título, mas com a Celeste jogando pelo empate.
Na rodada anterior, na terça-feira, dia 3, o Brasil conquistou a vaga antecipada no Mundial da categoria vencendo o Paraguai pelo placar de 2 a 0. Ainda na terça, o Uruguai fez 4 a 1 na Venezuela e a Colômbia bateu o Equador pelo placar mínimo.
Primeiro tempo de muita movimentação em Bogotá. Precisando do resultado, a Colômbia foi para cima, mas acabou vendo um Brasil, já classificado para o Mundial, afim de jogo. As duas equipes criaram bastante, mas acabavam errando na finalização ou no último passe. Assim, o primeiro tempo terminou com o placar em branco.
No segundo tempo, a Colômbia foi para cima e aos 8 minutos, após cruzamento da esquerda, Kaique saiu do gol para pegar a bola e na hora de recolocá-la em jogo, deu um encontrão com Alexis Manyoma Castillo. A arbitragem marcou pênalti. Mas, Puerta cobrou no canto direito, e Kaique fez grande defesa.
A situação piorou para os colombianos aos 14', quando Torres foi expulso. Apesar de ter a vantagem numérica de jogadores, o Brasil não conseguiu transformar isto em domínio, já que finalizou pouco. Assim, o jogo terminou com o placar de 0 a 0.
Outros jogos da rodada - Ainda nesta quinta-feira, no Estádio Metropolitano de Techo, em Bogotá, aconteceram os dois outros jogos da rodada. Na preliminar, Equador e Venezuela empataram em 1 a 1. Depois, o Uruguai, que já está garantindo no Mundial da categoria, assim como Brasil e Colômbia, venceu o Paraguai por 1 a 0.
Encerramento - A última rodada do Sul-Americano Sub-20 de 2023 será no domingo, dia 12. Venezuela, Equador e Paraguai disputam a última vaga no Mundial, já que Colômbia, Brasil e Uruguai estão classificados, sendo que só os dois últimos podem ficar com o título. Às 18 horas, duas partidas: o Equador encara o Paraguai no Estádio Metropolitano de Techo, enquanto a Colômbia enfrenta a Venezuela no El Campín. Já às 20h30, no El Campín, o Brasil tem pela frente o Uruguai, decidindo o título. A Celeste joga pelo empate.
O Brasil abriu a segunda fase do Campeonato Sul-Americano Sub-20 de 2023. A Seleção Canarinho venceu o Equador por 3 a 1, na noite desta terça, dia 31 de janeiro, no Estádio El Campín, em Bogotá, na Colômbia. Com isso, o Brasil por enquanto assume a liderança do hexagonal final da competição, dependendo do resultado do jogo de daqui a pouco para se manter isoladamente na ponta.
Líder do grupo A na primeira fase com 10 pontos, o Brasil encerrou sua campanha nela batendo o Paraguai por 2 a 1, jogando no Pascual Guerrero. O Equador, que ficou em terceiro no grupo B com cinco pontos ganhos, fechou sua campanha empatando por 1 a 1 com o Uruguai, atuando no Colosso de Palmaseca. Mais cedo, na abertura do hexagonal, Paraguai e Venezuela ficaram no empate por 1 a 1 no El Campín.
O jogo começou agitado. Logo aos 8' Victor Roque trombou com Napa quando marcaria. Aos 11 minutos,Medina bateu falta e só não fez para o Equador pois Mycael pegou. Aos 13', o Brasil respondeu com Vitor Roque, que recebeu boa bola, ajeitou o corpo e abriu o placar. O time Canarinho seguiu em cima e aos 27', em outra boa jogada coletiva da equipe, Vitor Roque girou em cima da defesa e ficou na cara do goleiro para marcar o segundo.
A partir do segundo gol, o time equatoriano veio para cima e passou a pressionar pelo gol para esquentar o jogo, chegando inclusive a obrigar Mycael a trabalhar de novo. Porém, o Brasil teve a melhor chance do finalzinho do primeiro tempo numa jogada bonita de Robert Renan que terminou num chute perigoso. O primeiro tempo terminou mesmo em 2 a 0.
Na etapa final, o Brasil quase começou se complicando numa saída errada e Mycael salvou o que seria o primeiro equatoriano. O roteiro era o mesmo, com o time equatoriano tendo dificuldade parar criar e o Brasil chegando bem quando avançava, quando aos 12', quando Renan teve boa chance, mas bateu mal.
Aos 18', Mina ia marcando um gol histórico pelo Equador, quando saiu fintando meio time amarelinho, mas parou em ótima defesa de Mycael. Os equatorianos seguiram pressionando, mas falhando na hora da finalização.
O gol finalmente veio aos 30', quando Rosales aproveitou rebote de outra defesaça de Mycael e mandou a bola para as redes. Mal deu tempo para o Equador sentir o placar reduzido, pois pouco tempo depois, Andrey aproveitou cruzamento em cobrança de falta e mandou de primeira para a rede. O gol fechou o marcador e a vitória brasileira.
Ainda hoje, Uruguai e Colômbia duelam às 22 horas no Metropolitano de Techo. Na próxima rodada, o Brasil volta a campo na próxima sexta, dia 3 de fevereiro, às 19h30, no Metropolitano de Techo, em Bogotá, onde enfrenta a Venezuela, às 19h30. O Equador joga no mesmo dia e na mesma cidade, mas no El Campín, às 17 horas, quando enfrenta o Uruguai. No mesmo dia, mas às 22h também no Metropolitano, Colômbia e Paraguai encerram a rodada do grupo.
Defesa colombiana trabalhando na partida contra o São Paulo
Não há como negar que o São Paulo FC era um dos maiores clubes da América do Sul na primeira metade da década de 90, se não o maior. Bicampeão da Libertadores da América e Intercontinental, o Tricolor era temido em todos os cantos do planeta. Para isto, era um grande teste para qualquer time do mundo. Por isto, em 15 de março de 1994, o Time da Fé foi para Bogotá fazer um amistoso contra a Colômbia, que era uma grande sensação, considerada uma das possíveis favoritas para a Copa do Mundo daquele ano (havia goleado a Argentina nas Eliminatórias, em plena Buenos Aires) e se preparava para o torneio.
Os títulos conquistados pelo Tricolor no momento sempre o colocava em pé de igualdade contra qualquer time, até seleções. Porém, nas vésperas da partida amistosa contra a Colômbia, a imprensa (Folha de São Paulo, 13 de março) reclamava de um curto período de 15 dias sem vitórias do Tricolor (duas derrotas e um empate, antes da vitória por 5 a 2 sobre o Mogi Mirim, no dia 12).
Os dirigentes do Tricolor acertaram o amistoso contra a seleção colombiana pelo valor de US$ 100.000,00 para os cofres são-paulinos. Se a situação era favorável financeiramente, não era tão aprazível em termos técnicos. Além da viagem desgastante, o treinador Telê Santana não contaria com o atacante Müller, que sentia uma contratura na coxa direita. Juninho, apesar de viajar, também não estava garantido, devido a uma forte pancada que sofrera na partida anterior, contra o Mogi. Ao menos o retorno de Cafu era garantido. O lateral estava afastado há cinco jogos devido "a uma bolada na região dos genitais" (FSP, 15/3).
Enquanto o Brasil penou para se classificar à Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, a Seleção Colombiana foi a sensação do torneio. No grupo 1, ao lado de Argentina, Paraguai e Peru, os colombianos terminaram em primeiro lugar, invictos, com uma campanha de quatro vitórias e dois empates, além de 13 gols marcados e somente dois sofridos.
Mas o fato mais memorável daquela seleção, além do modo de jogar (descontraído e arrojado), foi a goleada aplicada na Argentina, em Buenos Aires: 5 a 0! Chegariam favoritos ao Mundial, no meio do ano. Enquanto isso, antes da partida contra o São Paulo, a seleção também tricolor ostentava uma impressionante invencibilidade em jogos oficiais: Não perdia desde 1991. Nos jogos preparatórios para Copa estava imbatível há 8 jogos.
Cafu foi escalado na lateral e falhou no gol colombiano
Contudo, o técnico Francisco Maturana também tinha problemas: Lozano fraturara a perna logo após ser convocado para o amistoso. Valderrama, Álvarez e Asprilla também estavam contundidos. Os jogadores do Junior de Barranquilla e do Nacional de Medellín não foram convocados por estarem envolvidos nas fases finais da Copa Libertadores. Rincón foi poupado pelo mesmo motivo.
Ainda assim, como bem se viu depois, não seria um jogo fácil para a equipe de Telê. Movimentado desde o início, com as duas equipes partindo ao ataque, o jogo se tornou favorável aos colombianos quando, aos 12 minutos, Aristizábal - futuramente ídolo do Tricolor - roubou a bola do zagueiro Válber, escapou do carrinho aplicado por Cafu e da intervenção do goleiro Zetti para marcar aquele que seria o único gol da partida. Colômbia 1 a 0.
A equipe são-paulina perdeu o prumo depois de sofrer o gol e somente veio a se reencontrar na partida perto já do final da primeira etapa. Nervoso, o centroavante Guilherme acabou por se engalfinhar com o defensor colombiano Ortíz na saída para os vestiários. Ambos foram expulsos. No segundo tempo, Telê Santana promoveu uma das alterações mais conhecidas pela torcida: sacou o atacante Euller e colocou no lugar dele o lateral-direito Vítor, assim Cafu deixou a borda do campo e passou a jogar pelo meio. O São Paulo melhorou, dominando no ataque.
Maturana, bom observador, recuou todo o seu time, a começar pelos meias, e passou a jogar no contragolpe. Para complicar mais ainda, aos 30 minutos do segundo tempo, o árbitro errou ao expulsar o zagueiro tricolor Junior Baiano, em um lance bobo. Com um a menos e um adversário formidável e recuado, não restaram muitas chances ao time do Morumbi. Fim de jogo. Apesar da derrota, por 1 a 0, toda a imprensa local e internacional, reconheceu que o time de Telê Santana havia sido "um adversário à altura".
Colômbia: Víctor Hugo Aristizábal, aos 12' do primeiro tempo
Colômbia: Córdoba; Ortíz, Andrés Escobar (capitão), Santoya (Dinas) e Wilson Pérez; Gabriel Gómez (Hernán Gavíria), Alexis Escobar, Leonel Alvarez e Mauricio Serna (Betancur); Zambrano (Moreno) e Aristizábal (Ricardo Pérez) - Técnico: Francisco Maturana
São Paulo FC: Zetti (capitão); Cafu, Junior Baiano, Válber e André Luiz; Doriva, Juninho, Palhinha (Gilmar) e Leonardo; Euller (Vítor) e Guilherme - Técnico: Telê Santana
Lima e Pelé discutem com o árbitro Guillermo Velásquez
São tantas e constantes as polêmicas criadas no futebol, em sua imensa maioria, com a participação direta da arbitragem, que uma história antiga me veio à mente. Lembrei de uma história que entrou para o folclore do futebol, a expulsão do árbitro, que havia expulsado Pelé de campo. Esse fato aconteceu no dia 17 de julho de 1968, no estádio El Campin, em Bogotá, na Colômbia, durante a partida entre o Santos FC e a Seleção Olímpica da Colômbia.
Naquele jogo, o time santista estava com suas principais estrelas e dominava, totalmente a equipe adversária, e Pelé, para o delírio da própria torcida adversária, anotou um gol e deu assistência, para mais dois. O destaque foi a péssima atuação do árbitro do jogo, Guillermo Velásquez, que irritou a equipe praiana, cujo ponto alto foi a validação de um gol irregular, para a equipe colombiana. Os jogadores santistas cercaram o juiz, que acabou por expulsar Pelé, o acusando de agressão.
Vídeo sobre o jogo
Para seu azar, a medida revoltou os torcedores, nas arquibancadas, que exigiram a volta do Rei para o campo de jogo. Por fim, foi decidida a troca do árbitro e o retorno de Pelé para o jogo, que terminou em 4 a 2, para o Santos. Essa história serve apenas de alerta aos árbitros atuais, que se sentem os donos da situação, mesmo errando seguidamente. Vai que numa dessas, acabam eles sendo expulsos de campo.
Tostão marcou os dois gols brasileiros na estreia das Eliminatórias para a Copa de 1970
Em 1969, o futebol brasileiro teve uma das maiores seleções de sua história. O treinador João Saldanha, montou um time usando a base do Santos FC, a melhor equipe do país naquele momento. Craques como Pelé e Edu tiveram os reforços de Jairzinho e Tostão, formando o time que encantou os fãs de futebol e foi chamado de 'As Feras de Saldanha', recuperando o crédito com o torcedor depois de ter perdido a Copa de 1966.
O técnico João Saldanha começou a montar em 1969 o time que ganhou o mundo com a conquista do tricampeonato em 1970 no México. Era o ano das Eliminatórias, competição para a qual o Brasil se preparou em três amistosos.
Nos dias 7 de abril (no Beira-Rio) e 9 de abril (no Maracanã), o Brasil venceu o Peru por 2 a 1 e 3 a 2, respectivamente. No dia 12 de junho, no Maracanã tomado por 105.649 pagantes,o Brasil enfrentou a então campeã do mundo, a Inglaterra. Em jogo muito disputado e com lances bonitos, a Seleção Brasileira venceu o English Team por 2 a 1. Collin Bell abriu o placar, mas Tostão e Jairzinho, este no segundo tempo, viraram para o Brasil.
Foi este grande time que defendeu o escrete canarinho nas Eliminatórias para a Copa de 1970 e a estreia no qualificatório aconteceu no dia 6 de agosto de 1969, encarando a Colômbia, no Estádio El Campín, em Bogotá. O time colombiano não era nem sombra do que é atualmente.
O Brasil jogou com Félix (Fluminense), Carlos Alberto (Santos), Djalma Dias (Santos), Joel Camargo (Santos) e Rildo (Santos); Wilson Piazza (Cruzeiro) e Gérson (São Paulo); Jairzinho (Botafogo, depois Paulo césar Lima, Botafogo), Tostão (Cruzeiro), Pelé (Santos) e Edu (Santos). O time do Santos era a base, com seis jogadores, mas dois do Cruzeiro, um do São Paulo , um do Botafogo e mais um do Fluminense.
Deste time escalado por Saldanha, mais Paulo César, que entrou, mostrando o acerto do trabalho de João Saldanha, 10 jogadores participaram da campanha do tricampeonato, somente Djalma Dias e Rildo ficaram de fora. O Brasil não tomou conhecimento do time colombiano e da torcidas adversária, se impondo e fazendo 2 a 0, com Tostão marcando aos 38 e 44 minutos da primeira etapa.
Este time encantou nas Eliminatórias. Em um grupo que contava também com Venezuela e Paraguai, o Brasil venceu todos os seis jogos, marcando 23 gols e sofrendo apenas dois. Importante ressaltar que João Saldanha já escalara Tostão como centroavante, formando dupla de ataque com Pelé. A mudança tática feita por Zagallo, que assumiu a equipe para a Copa de 1970, após Saldanha brigar com 'meio mundo', foi acabar como 4-2-4, lançando Rivellino no lugar do ponta ofensivo Edu.
Ficha Técnica
COLÔMBIA 0 x 2 BRASIL
Data: 6 de agosto de 1969
Competição: Eliminatórias da Copa do Mundo de 1970.
Local: Estádio El Campin - Bogotá - Colômbia
Público: 40.000 espectadores.
Árbitro: Alberto Tejada Noriega (Peru)
Assistentes: Cesar Orozco Guerero (Peru), Pedro Reyes Chávez (Peru).
Gols
Brasil: Tostão, aos 38' e aos 44' do primeiro tempo.
Brasil: Félix; Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo e Rildo; Wilson Piazza e Gérson; Jairzinho (Paulo César Caju), Tostão, Pelé e Edu - Treinador: João Saldanha.
Colômbia: Largacha; Segovia, Segrera, López e Castro; García e Agudelo; Tamayo, Jorge Ramirez Gallego (Santa) e Ortiz (Brand) - Treinador: Francisco Zuluaga Rodríguez.
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