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O México colocou a classificação em perigo

Fotos: Getty Images.com/Fifa.com

Chicharito Hernandez conversa com o grupo após o jogo: o susto foi grande!

Depois de vencer, e bem, a Alemanha, por 1 a 0, e bater a Coreia do Sul, em um jogo movimentado, por 2 a 1, a Seleção Mexicana quase pôs tudo a perder nesta quarta-feira, dia 27, na Arena Ekaterinburgo. A "La Tri" foi derrotada pela Suécia por 3 a 0 e só não foi desclassificada porque germânicos também fizeram feio e acabaram derrotados pelos sul-coreanos por 2 a 0.

Nos comentários dos especialistas, durante este mundial, muitos pareciam prever o que aconteceria nesta quarta-feira. "Os times do treinador colombiano Juan Carlos Osorio são capazes de dar um baile no melhor time do mundo e no dia seguinte tomar um 'sapeca' de uma equipe muito mais fraca que a dele". Tudo bem que a Suécia não é "uma equipe bem mais fraca", mas pelo o que vinha apresentando no Mundial, não era para perder por 3 a 0.

O pior de tudo é que o primeiro tempo foi incrivelmente equilibrado. Buscando um gol, por estar mais ameaçada até então, a Suécia até ia mais ao ataque, mas nada que pudesse dizer que o time amarelo estava melhor em campo. Já o México parecia ter o jogo sob controle, esperando alguma brecha para até abrir o marcador.

Suecos atropelaram no segundo tempo

Mas tudo mudou na segunda etapa. Aliás, o primeiro gol sueco, aos 5 minutos, saiu em um lance onde quase todo mundo errou, menos Augustinsson, que aproveitou a sobre a balançou as redes: 1 a 0 para a Suécia. Este placar colocava as duas seleções nas oitavas, mas o time mexicano se perdeu completamente e os nórdicos se aproveitaram.

Aos 17', a situação começou a complicar. A Suécia teve um pênalti a seu favor e Granqvist converteu. Os suecos se garantiam no primeiro lugar do Grupo F e o México começava a ficar em desespero, já que um gol da Alemanha tirava a equipe das oitavas. E a situação ficou ainda pior aos 29', quando Álvarez jogou contra o próprio patrimônio. O que estava tranquilo virou um desespero.

Se a Alemanha fizesse um gol, os mexicanos precisariam fazer dois. O pior, a "La Tri" não conseguia furar a defesa sueca, muito bem postada. O alívio só veio nos acréscimos, quando chegou a notícia de que a Coreia do Sul havia aberto o marcador. Ao fim do jogo, os mexicanos ficaram sabendo do segundo gol dos asiáticos. Ufa! O México garantia sua vaga, ao lado da Suécia. Mas que sufoco!

Mbappé decreta o fim das chances peruanas na Copa

Por Victor de Andrade
Fotos: Getty Images.com/Fifa.com

O gol de Mbappé decretou o fim das chances do Peru de avançar na Copa do Mundo

Tinha tudo para ser uma grande festa peruana na Arena Ekateringurgo, na Rússia, nesta quinta-feira, dia 21, em jogo pelo Grupo C da Copa do Mundo de 2018. Estádio repleto de torcedores com a camisa branca com uma faixa vermelha transversal, estreia do centroavante Guerrero em um Mundial de Seleções e a decisão do futuro do Peru na competição. Porém, do outro lado tinha a França e um único gol, de Mbappé, fez tudo isto "murchar" como uma bola furada.

É isto mesmo. O Peru, mesmo tendo jogado melhor em sua estreia, tendo perdido até pênalti com o meia Cueva, atleta do São Paulo FC, acabou sendo derrotado por 1 a 0 pela Dinamarca e deixou este segundo confronto como o de "vida ou morte". Para a França, a situação estava mais sossegada, já que a equipe havia triunfado na estreia: 2 a 1 sobre a Austrália, com pênalti sendo definido através do VAR.

Mas o jogo não foi fácil para os franceses. O início da partida teve um time peruano empolgado, sendo liderado por seu grande ídolo, Paolo Guerrero, que na estreia começou o jogo no banco de reservas por opção do treinador Ricardo Gareca. Aliás, o centroavante com passagens por Corinthians e Flamengo por muito pouco não abriu o marcador em belo giro em cima do marcador dentro da área, mas o goleiro Lloris fez grande defesa.

Guerrero, cercado por peruanos, não conseguiu balançar as redes

O castigo da equipe sul-americana, que não jogava uma Copa do Mundo desde 1982, aconteceu aos 34 minutos. Giroud invadiu a área e bateu cruzado, a bola desviou na defesa peruana e sobrou para Mbappé, que sozinho só teve o trabalho de empurrar a 'pelota' para o fundo das redes: 1 a 0 para a França.

Em vantagem no marcador e, com o resultado, se garantindo nas oitavas, a França esperou o Peru comandar as ações no segundo tempo para jogar no contra-ataque, o que seria uma arma letal com o velozes jogadores "Le Bleus". Os peruanos atacavam, perdiam chances e ainda davam a oportunidade de os franceses jogarem com velocidade. Porém, a rede não foi mais balançada e o placar ficou mesmo no 1 a 0 para a França, determinando o fim das chances de classificação para o Peru.

A vitória levou a França para seis pontos, na liderança da chave. Os franceses voltam a campo na próxima terça-feira (26), às 11h (de Brasília), em Moscou, para enfrentar a Dinamarca, que soma quatro pontos. Um empate classifica as também a Dinamarca. Já o Peru, com duas derrotas, joga pela honra contra a Austrália, que tem um ponto, nos mesmos dia e horário, em Sochi.

No sufoco, do jeito uruguaio!

Por Victor de Andrade
Fotos: Getty Images.com/Fifa.com

O zagueiro Gimenez abriu o marcador aos 44' do segundo tempo: vitória Celeste

E a Copa do Mundo chegou no seu segundo dia, que foi aberto com o jogo entre Uruguai e Egito, na Arena Ekaterinburgo. E o jogo foi do jeito que marcou o futebol uruguaio: problemas quando precisava propor o jogo, goleiro egípcio fechando o gol, bola na trave e a rede balançada, em lance de bola parada, somente aos 44 minutos do segundo tempo. Com isto, a Celeste Olímpica consegue vencer em sua estreia.

Antes de começar a partida, algumas decepções. A primeira, clara, era o Uruguai jogando todo de branco. Se o Egito joga de camisa vermelha, por que a Celeste não usou celeste? É a Fifa com essa questão de uniformes estragando tradições. Porém, um recorde sul-americano foi quebrado. Óscar Tabárez tornou-se o primeiro treinador da região a dirigir a mesma seleção por três Mundiais consecutivos, sendo quatro no total (ele dirigiu os uruguaios em 1990).

Já pelo lado egípcio, duas expectativas foram quebradas. A primeira é que Mohamed Salah, um dos maiores atletas do esporte da atualidade e que contundiu o ombro na final da Champions League, ficou no banco o jogo inteiro e não foi utilizado. A outra é que o goleiro Essam El-Hadary, de 45 anos, foi preterido por Mohamed El-Shenawy, e o recorde de jogador mais velho a disputar uma partida de Copa, que pertence ao colombiano Faryd Mondragon, não foi quebrado.

Salah não foi utilizado pelo técnico Héctor Cúper

Quando a bola rolou, logo de cara deu para perceber que o Uruguai iria para a pressão em cima do Egito e foi isto que aconteceu por praticamente toda a partida. Porém, a Celeste voltou a apresentar um velho problema da equipe: quando precisa propor o jogo, o time tem dificuldades para passar pela marcação adversária, o que não foi diferente na partida em Ekaterinburgo.

O Uruguai até criava, principalmente quando o último passe saia do atacante Edinson Cavani, que fez uma bela partida. Porém, sua outra grande estrela, Luiz Suárez, estava incrivelmente em um péssimo dia, tropeçando na bola e perdendo chances incríveis, como a que aconteceu no primeiro tempo, quando em sobra de cobrança de escanteio, sozinho, ele chutou a bola na rede, mas pelo lado de fora.

No segundo tempo, o Egito até esboçou a partir para o ataque, mas ainda o Uruguai mandava no jogo, mesmo tendo dificuldades para romper a marcação adversária. Também quem acabou aparecendo foi o goleiro Mohamed El-Shenawy, que em dois lances de Luiz Suárez e ainda em um chute de Cavani fez defesas que pareciam garantir, ao menos, o empate aos egípcios.

Cavani foi o melhor jogador uruguaio em campo

Nos últimos minutos, o Egito resolveu acreditar que poderia vencer e acabou dando espaços à Celeste, que começou a utilizar a bola para tentar o triunfo. Já depois dos 40 minutos da etapa complementar, Cavani cobrou falta e acertou a bola na trave esquerda do Egito. Aos 44', finalmente saiu o gol. Depois de infração boa cometida pelo lado esquerdo da marcação dos egípcios, Sanchez alçou a bola na área e o zagueiro Gimenez subiu, cercado por três marcadores, para marcar: 1 a 0 para o Uruguai.

Com a partida nos acréscimos, o Egito resolveu ter a pressa que não houve nos 90 minutos anteriores. Tarde demais! O Uruguai conseguia uma vitória em sua estreia na Copa do Mundo de 2018, aliás, algo que não acontecia desde 1970, do jeito que a Celeste gosta: no sufoco, com muita emoção e gol no fim!

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