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Reinaldo Carneiro Bastos recebe o apoio de sete federações e 30 clubes para a presidência da CBF

Com informações da Agência Estado
Foto: divulgação

Presidente da CBF, Reinaldo Carneiro Bastos quer ser o mandatário da CBF

Nesta sexta-feira, Reinaldo Carneiro Bastos, comandante da Federação Paulista de Futebol (FPF), ganhou o apoio de sete federações estaduais e 30 clubes em sua pré-candidatura à presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

O apoio foi divulgado pela própria Federação Paulista, em um manifesto que conta com a assinatura dos quatro grandes clubes do estado. Além deles, outros clubes das séries A e B do Campeonato Brasileiro são signatários do movimento encabeçado pela FPF.

Reinaldo está em seu terceiro mandato na maior federação de futebol do país. Ele foi eleito para o cargo pela primeira vez em 2015 ao deixar a vice-presidência da FPF após Marco Polo del Nero, chefe da entidade, ser alçado ao comando da CBF. Em 2018, em uma eleição esvaziada onde foi candidato único, foi reconduzido por mais quatro anos a partir do ano seguinte. Em 2022, por aclamação, foi reeleito até 2026.

Sua gestão na FPF foi marcada pela implementação do árbitro de vídeo (VAR) no Campeonato Paulista, inicialmente a partir dos mata-matas em 2019, e ampliada para a fase de grupos dois anos depois. No entanto, seu comando também foi cercado por atritos com o Palmeiras, em que o clube acusou a entidade de interferir diretamente na decisão da arbitragem em revogar um pênalti do volante Ralf, do Corinthians, no meio-campista Dudu durante a final do torneio de 2018. Após a derrota no tempo normal e nos pênaltis, a diretoria alviverde decidiu romper relações institucionais com a Federação.


O nome de Reinaldo associado à entidade máxima do futebol brasileiro surgiu em 2021, após a Justiça do Rio de Janeiro anular a assembleia geral que mudou a forma de votação para o cargo e elegeu Rogério Caboclo presidente. À época, juntamente com o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, ele chegou a ser nomeado interventor, mas o Tribunal de Justiça do Rio anulou a decisão após alguns dias.

Além do cartola paulista, a disputa pelo cargo da Confederação conta com a pré-candidatura de Flavio Zveiter, ex-vice presidente da própria CBF e ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O pleito, no entanto, ainda não tem data para acontecer.

Reinaldo Carneiro tem apoio dos clubes catarinenses para eleição da CBF

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: arquivo

Reinaldo Carneiro Bastos

Os quatro clubes catarinenses com direito a participar da eleição da CBF – Confederação Brasileira de Futebol – estão alinhados com a candidatura de Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF). Estas informações foram divulgadas por Paulo Vinícius Coelho, o PVC, colunista do UOL. O edital da eleição deve sair nos próximos dias e a votação deve acontecer na primeira quinzena de janeiro.

Com a volta do Criciúma à Série A, agora o voto dele tem peso dois (2). Avaí e Chapecoense que se mantiveram na Série B têm peso um (1) e também estão convictos que a proposta do dirigente paulista é a melhor para restaurar a credibilidade e modernizar a administração da CBF. O Brusque, vice-campeão da Série C do Brasileiro, e que subiu para a Série B também vota, porém, ainda não declinou a sua posição.

O curioso é que o presidente da Federação Catarinense, Rubens Angelotti, mudou sua posição inicial e pode votar na chapa liderada por Flávio Zveiter, jurista que, de forma surpreendente, se alinhou ao desmoralizado Ednaldo Rodrigues, presidente afastado da CBF, e a Gustavo Feijó, da Federação de Alagoas, que teria sido traído na última hora na eleição anterior – anulada pela Justiça – pelo próprio Ednaldo.

A possível mudança de posição de Angelotti teria ocorrido, por coincidência, após uma reunião com Zveiter, ocorrida no meio da semana, no Rio de Janeiro. O jurista teria prometido a Angelotti uma das oito vice-presidências da CBF. Angelotti, portanto, iria contra os interesses de seus próprios filiados, o que mostraria o perfil de vários presidentes de Federações, beneficiados pelos acordos e negócios escusos que estão como pano de fundo destas eleições.

Antes de lançar, oficialmente, a sua candidatura à CBF, Reinaldo Carneiro Bastos, conseguiu unir todos os clubes paulistas em prol de um projeto de modernização da CBF. Conta com o apoio dos quatro grandes presentes na Série A – Palmeiras, São Paulo, Corinthians e Red Bull Bragantino – e os sete clubes da Série B, agora com o rebaixado Santos, além de Guarani e Ponte Preta, de Campinas, Ituano, Novorizontino, Botafogo e Mirassol.


Reinaldo Carneiro Bastos larga, portanto, em São Paulo com 18 votos, sendo 3 da Federação (peso 3); oito dos clubes da Série A e sete dos clubes da Série B. E deve contar também com cinco votos dos clubes catarinenses. Na eleição, o colégio eleitoral conta com as 27 Federações com peso 3 (81 votos), enquanto os 20 clubes da Série A têm peso 2 (40 votos) e os 20 clubes da Série B têm peso 1 (20 votos).

CBF anuncia medidas de apoio aos clubes das séries A e B

Com informações da CBF
Foto: Laís Torres / CBF

Fachada da Sede da CBF recebe painel da vitória da Copa América 2019

A Confederação Brasileira de Futebol anunciou na segunda-feira, dia 8, medidas de apoio para clubes. Participantes das Séries A e B do Brasileirão terão linha de crédito imediata de até R$ 115 milhões com a entidade.

Série A - A CBF vai disponibilizar aos Clubes que disputam a Série A do Campeonato Brasileiro uma linha de crédito total de até R$ 100 milhões de reais, a juro zero. Os recursos serão concedidos tendo como garantia os valores a receber pelos clubes referentes ao contratos de direitos de transmissão das competições que disputam e prêmios por desempenho nesses campeonatos. Os valores sairão integralmente do caixa da CBF, de forma imediata.

O adiantamento é uma forma de compensar parte da perda de arrecadação que os clubes tiveram com a redução dos valores pagos por direitos de transmissão no trimestre que vai de abril a junho, além de outras fontes de receita, como bilheteria, programa de sócio de torcedor e patrocínios.


“A CBF sabe que os clubes são a base de toda a indústria do futebol e que eles têm sofrido grandes impactos com a paralisação das competições provocada pela epidemia de Covid-19”, diz o presidente da entidade, Rogério Caboclo. “Por isso, temos procurado todas as formas de apoiar os clubes nesse momento difícil”, completa. “Não basta que voltem as competições. Precisamos de clubes capazes de retornar a elas de forma competente”, conclui Caboclo.

Série B - Os clubes da Série B receberão um adiantamento total de cerca de R$ 15 milhões, sobre os valores que tem a receber sobre o contrato de direitos de transmissão com o Grupo Globo. Devido ao adiamento do início da competição por conta da epidemia, a emissora fechou com os clubes e a CBF um acordo que redesenhou o calendário de pagamentos, com redução das parcelas previstas para os meses de abril, maio e junho. Com o adiantamento feito agora, a CBF repõe, com recursos do seu caixa, os valores previstos originalmente em contrato. Desta forma, ajuda os clubes a manterem seus compromissos. Assim como na Série A, este adiantamento será feito a juro zero.

A CBF já havia feito outro adiantamento de pagamento de direitos de transmissão aos clubes da Série B, no valor de R$ 11,4 milhões. Assim, os valores antecipados aos participantes da competição signatários do contrato já chegam a R$ 26,4 milhões de reais.

Medidas anteriores - A CBF destinou em abril R$ 19 milhões de reais a título de doação para os clubes que disputam as Séries C e D do Campeonato Brasileiro Masculino e as Séries A1 e A2 do Campeonato Brasileiro Feminino. A ação beneficiou 140 clubes.


Além disso, a CBF destinou R$ 3,2 milhões para ajudar na manutenção das federações estaduais, também a fundo perdido. E adiantou o pagamento de duas taxas de arbitragem aos árbitros do quadro nacional, num valor total de R$ 1,8 milhões. E deu isenção por tempo indeterminado aos clubes de todas as divisões de taxas de registro e transferência de atletas, medida que deve permitir aos clubes uma economia de R$ 4 milhões nos primeiros três meses de aplicação.

Somadas as linhas de crédito, adiantamentos, doações e isenções, o apoio da CBF à comunidade do futebol brasileiro já chegou a quase R$ 155 milhões de reais.

A par das medidas emergenciais, a CBF continua a trabalhar para realizar as competições previstas para 2020. “Com união e responsabilidade, venceremos essa crise e nosso futebol sairá ainda mais forte dela”, prevê Rogério Caboclo. “Tenho a convicção de que as competições nacionais serão concluídas com absoluto sucesso”.

Em tempos de pandemia, CBF 'acorda pra vida' e anuncia apoio à clubes e federações pobres

Por Lula Terras
Foto: Mauro Horita

Walter Feldman anunciou o apoio aos clubes

O momento terrível em que vive o Mundo, com essa Pandemia provocada pelo Coronavírus (Covid-19) afetou e muito o esporte, em especial o futebol, tema favorito deste site. As grandes equipes, mesmo as mais poderosas estão com suas atividades paralisadas, com isso, a questão financeira começa a incomodar a todos. 

Diante de tantas incertezas, vem a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e anuncia o apoio financeiro para os clubes que disputam o campeonato Brasileiro, promovido pela entidade maior da modalidade, das séries C e D, o terceiro e quarto escalões do futebol brasileiro masculino, respectivamente, e também A1 e A2 do feminino.

Felizmente a CBF que, conta com histórico de ações negativas e até criminosa, que apequenaram o nosso futebol, finalmente acordou para a vida. Seus dirigentes viram que, de não adianta acumular e divulgar riqueza, em suas prestações de contas, quando é sabido das imensas dificuldades que os clubes têm para se manter ativos e cumprir os compromissos com seus atletas, os responsáveis por defender suas cores, nas quatro linhas do campo.


Foi reconfortante para quem ama o futebol, independentemente das preferências clubísticas ver o Secretário Geral da Instituição, Walter Feldman anunciar que os recursos foram tomados por base os salários dos jogadores, a serem pagos nesse período de paralisação. Parabéns CBF pela medida, outras de auxílio ao recrescimento de nosso futebol passe a serem tomadas, com mais constância.

Equipes das séries C, D e Feminino do Brasileirão receberão apoio financeiro da CBF

Foto: divulgação CBF


A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) vai destinar R$ 19 milhões, a título de doação, para a base da pirâmide do futebol coordenado pela entidade em competições de nível nacional, em função das dificuldades causadas pela pandemia do novo coronavírus. Cada clube que disputa as séries C e D do Campeonato Brasileiro vai receber um auxílio financeiro direto no valor equivalente a duas vezes a folha salarial média dos atletas de cada uma dessas divisões, segundo dados apurados no sistema de registro de contratos da CBF. A mesma medida será aplicada ao futebol feminino e destinada aos clubes que disputam as Séries A1 e A2 do Campeonato Brasileiro.

Serão beneficiados 140 clubes, em uma ação realizada pela CBF com o apoio das Federações Estaduais. O objetivo é colaborar para que esses clubes possam cumprir seus compromissos com os jogadores e jogadoras durante o período de paralisação do futebol. Além disso, a CBF decidiu doar para cada uma das Federações Estaduais o valor de R$ 120.000,00 (Cento e vinte mil reais).

"Vivemos um momento inédito, de crise mundial, cuja extensão e consequências ainda não podem ser calculadas. É necessário, portanto, agir com critério e responsabilidade. O nosso objetivo, com essas novas medidas, é fornecer um auxílio direto imediato. Mas, além disso, temos que seguir trabalhando para assegurar a retomada do futebol brasileiro no menor prazo possível, quando as atividades puderem ser normalizadas", afirma o presidente da CBF, Rogério Caboclo.

Os recursos de R$ 19.120.000,00 serão destinados da seguinte forma:
– Para os 68 clubes da Série D, o auxílio individual será de R$ 120.000,00 (Cento e vinte mil reais), num total de R$ 8.160.000,00 (Oito milhões, cento e sessenta mil reais). 
– Para os 20 clubes da Série C, o auxílio individual será de R$ 200.000,00 (Duzentos mil reais), num total de R$ 4.000.000,00 (Quatro milhões de reais). 
– Para os 16 clubes da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino, o auxílio individual será de R$ 120.000,00 (Cento e vinte mil reais), somando R$ 1.920.000,00 (Um milhão, novecentos e vinte mil reais). 
– Para os 36 clubes da Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino, o auxílio por clube será de 50.000,00 (Cinquenta mil reais), com o desembolso total, pela CBF, de R$ 1.800.000,00 (Um milhão e oitocentos mil reais). 
– Para as Federações Estaduais, são R$ 120.000,00 (Cento e vinte mil reais) por entidade, num total de R$ 3.240.000,00 (Três milhões, duzentos e quarenta mil reais).
O pagamento dos valores destinados aos clubes será realizado a partir desta terça-feira, 7. Essas ações se somam a outras medidas tomadas anteriormente pela CBF, também com impacto financeiro direto para o sistema do futebol:
– Isenção por tempo indeterminado aos clubes das taxas de registro e transferência de atletas. A medida deve gerar aos clubes uma economia em torno de R$ 4.000.000,00 (Quatro milhões de reais) nos primeiros três meses de aplicação. 
– Adiantamento de uma parcela de R$ 600.000,00 (Seiscentos mil reais) para os clubes da Série B do Campeonato Brasileiro referentes aos direitos de TV da competição, feito com recursos próprios da CBF, no valor total de R$ 12.000.000 (Doze milhões de reais). 
– Adiantamento aos árbitros do quadro nacional do pagamento de uma taxa de arbitragem, calculada a partir da maior taxa paga pela CBF em 2019 para sua categoria, no valor total de R$ 900.000,00 (Novecentos mil reais).
Com isso, as doações e isenções da CBF aos clubes e Federações alcançam R$ 23.120.000,00 (Vinte e três milhões, cento e vinte mil reais). Somadas aos R$ 12.900.000,00 (Doze milhões e novecentos mil reais) em adiantamentos, as ações da CBF representam um total de R$ 36.020.000,00 (Trinta e seis milhões e vinte mil reais).


Além dessas medidas emergenciais, a CBF mantém seu compromisso com o investimento no futebol. Em 2019, a entidade aplicou R$ 535 milhões no futebol brasileiro, em suas diversas áreas. A CBF arca com os custos, no todo ou em parte, de 20 competições, que garantem milhares de empregos na indústria do futebol. Por exemplo, somente na realização das Séries C e D do Campeonato Brasileiro, há um investimento de cerca de R$ 80 milhões.

"Vamos manter os investimentos para permitir a realização das competições previstas para 2020”, diz Rogério Caboclo. “O nosso maior compromisso para preservar clubes e empregos é fazer a indústria do futebol voltar a funcionar quando a retomada for possível", completa Caboclo.

Desde que suspendeu todas as competições nacionais e articulou com as Federações Estaduais para que fizessem o mesmo, a CBF trabalha em quatro eixos de ações:
1 – Preservação dos contratos e receitas dos clubes: a manutenção dos contratos existentes, em especial os contratos de direitos de televisão, que são a base da sustentação dos clubes, além dos patrocínios. Em relação à receita advinda da bilheteria, a CBF vem construindo diferentes alternativas de adequação do calendário, a partir da primeira data em que seja possível retomar as competições. Além disso, a CBF terá total flexibilidade para adotar medidas que viabilizem a conclusão de todas competições previstas para 2020.
2 – Acordos trabalhistas: através da Comissão Nacional de Clubes, a CBF apóia um processo de diálogo que permita acordos trabalhistas justos e equilibrados para clubes, atletas e funcionários. O primeiro fruto foi a decisão por consenso dos clubes de concessão de férias coletivas no mês de abril.
3 – Governo Federal: a Entidade está levando propostas juridicamente sustentáveis para que o futebol seja preservado. A CBF defende que sejam estendidas aos clubes as medidas que o governo federal vem oferecendo para as empresas, no sentido de resguardar empregos e os compromissos financeiros de curto prazo. No caso do PROFUT, uma lei específica para o futebol, a proposta é que os clubes recebam um prazo para readequar o pagamento de suas obrigações tributárias.
4 – Crédito: A CBF tem dialogado com o mercado financeiro para permitir o acesso dos clubes a linhas de crédito com juros baixos, que viabilizem atravessar o momento de paralisação dos campeonatos.

A CBF continua trabalhando intensamente, em conjunto com clubes e Federações, para que o futebol brasileiro supere esse enorme desafio.

O Curioso do Futebol

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