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Julio Olarticoechea e sua história na Seleção Argentina

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Olarticoechea defendeu a Seleção Argentina nos anos 80

Julio Jorge Olarticoechea, conhecido mundialmente apenas como Julio Olarticoechea, está completando 64 anos de idade nesta terça-feira, 18. Enquanto era jogador profissional, o zagueiro jogou pela Seleção Argentina no anos 80.

Natural de Saladillo, cidade localizada na província de Buenos Aires, Olarticoechea começou a defender a Albiceleste em 1982, quando disputou a sua primeira Copa do Mundo. Foi a partir deste ano, que o defensor foi ganhando mais oportunidades e passou a ser convocado frequentemente.

Sua outras participações em competições de Seleções aconteceram nos anos seguintes, estando no elenco que disputou a Copa América de 83. Em 1986, fez parte da Albiceleste campeã da Copa do Mundo, seu único título pela Seleção.

Na temporada seguinte, jogou a sua última competição sul-americana. Já o seu último mundial foi em 1990, copa na qual a Argentina ficou com o vice campeonato ao perder para a Itália na grande decisão.

Segundo o site ogol.com, Julio Olarticoechea disputou um total de 27 partidas com a camisa da Seleção Argentina entre 82 e 90. Em todo este período, participou de três Mundiais (1982, 1986, 1990) e duas Copas América (1983, 1987).

Além da Albiceleste, o defensor, que foi revelado pelo Racing Club, também atuou em clubes como o River Plate, Boca Juniors, Nantes, Argentinos Juniors ao longo de sua carreira. Se aposentou em 1992, após jogar Deportivo Textil Mandiyú, da Argentina.


Mesmo já tendo pendurado as chuteiras, o ex-zagueiro voltou a prestar serviços para a Seleção de seu país. Isso porque, a AFA precisava de um treinador para as Olimpíadas de 2016, sediada no Brasil, e escolheu Olarticoechea para assumir o comando da equipe.

Maradona na Copa América de 1989 - O gol que nem Pelé e ele fizeram

Por Lucas Paes

Maradona passando por Dunga no Maracanã: alguns lances de gênio, mas longe do título
(foto: Goal.com)

Diego Armando Maradona é um dos maiores jogadores da história do futebol. O argentino foi tão importante para o futebol de seu país que ganhou até religião própria e os Albicelestes o consideram maior que Pelé. Em 1989, Maradona veio com a Argentina para a Copa América, no Brasil, desfilando o seu talento no Serra Dourada e no Maracanã, e ficou mais marcado por um quase gol do que qualquer outra coisa.

A estreia do Pibe pela Albiceleste foi diante do Chile, no Serra Dourada, no dia 2 de julho. 40 mil pessoas viram Cannigia fazer o gol argentino diante do Chile, na magra vitória por 1 a 0. Dois dias depois, outra vez no Serra Dourada, empate sem gols contra o Equador. Neste jogo, Don Diego pouco fez e viu o Equador perder um pênalti. Cannigia teve um gol anulado.

Ai a Albiceleste ficou até o dia 8 sem jogar, voltando a entrar em campo novamente no Serra. O clássico diante do Uruguai foi pegado e Don Diego finalmente deu o ar da graça com uma bela jogada e uma assistência para Cannigia marcar o gol da vitória Albiceleste. A Argentina terminaria a primeira fase empatando sem gols com a Bolívia.

Com Enzo Francescoli no Serra Dourada

Saldo da primeira fase da Argentina na Copa América foi duas vitórias e dois empates, tendo marcado apenas dois gols e a defesa não sendo vazada. Apesar dos números baixos, a Albiceleste ficou em primeiro lugar do Grupo B, garantindo vaga na etapa decisiva.

Na fase final, Brasil, Uruguai, Argentina e Paraguai decidiriam o campeão jogando todos contra todos, levando a taça o time que fizesse mais pontos. A estréia, com superclássico entre Brasil e Argentina, começou ruim para Maradona e terminou péssima para os Hermanos. Logo nos momentos iniciais, El Pibe de Oro levou uma humilhante caneta de Romário. Depois, sem conseguir esboçar reação durante a partida, os argentinos levaram 2 a 0 do Brasil em um Maracanã abarrotado. Maradona pouco pode fazer diante do partidaço Canarinho. 

Ai veio outro clássico, contra o Uruguai novamente, na preliminar do Brasil. Neste dia, o Uruguai abriu o placar em falha calamitosa da defesa argentina, que entregou o gol de graça para Sosa. A Albiceleste foi para cima tentar o empate e neste momento El Pibe de Oro quase marcou um gol histórico. Ao ver o arqueiro uruguaio adiantado, Maradona tentou do meio de campo, a redonda, traiçoeira e vadia como de costume, explodiu na trave e não entrou.

O lance genial de Maradona contra o Uruguai em pleno Maracanã

Quem marcou foi a Celeste Olimpica, que com outro gol de Sosa, fechou o marcador é o caixão argentino. O quase gol épico foi praticamente o cartão de despedida de Maradona, já que a Argentina fechou sua participação com um empate insosso sem gols com o Paraguai, onde Maradona nem jogou. Ao fim, por causa do saldo de gols (-4 contra -6 da Albirroja) a Albiceleste ficou na terceira colocação na competição, que foi ganha pelo Brasil.

Maradona terminou o torneio sem gols, dando uma assistência no campeonato. A Argentina, cambaleante, nem parecia o time que faria uma bela campanha na Copa do Mundo de 1990, na Itália. Don Diego ficou mais marcado pelo gol que nem ele e nem Pelé fizeram do que pelo torneio, onde Cannigia foi o grande destaque argentino.

O Curioso do Futebol

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