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Treinador do Aimoré, Rafael Lacerda valoriza preparação para o Campeonato Gaúcho

Foto: Leonardo Oberherr/CE Aimoré

Aimoré, do treinador Rafael Lacerda, estreia nesta quarta-feira

Nesta quarta-feira (26), o Aimoré fará o seu primeiro jogo oficial na temporada. A equipe recebe o GE Brasil, às 21h30, pela rodada de abertura do Campeonato Gaúcho. Comandante do Índio Capilé, Rafael Lacerda projeta a estreia.

“Esperamos um jogo duro, mas também muito estudado, até por estarmos no início da temporada. Vejo a nossa equipe em um bom nível, tanto na parte física quanto em termos de organização. Agora é colocar isso em campo para iniciar a competição de forma positiva”, avaliou o treinador, de 37 anos.

Rafael Lacerda também valoriza a preparação do Aimoré, que iniciou a pré-temporada no dia 16 de dezembro. Para o comandante, este será um dos diferenciais da sua equipe na disputa do estadual.

“Iniciamos a preparação no dia 16 dezembro, e acredito que este será um dos nossos diferenciais. A equipe treinou em dois períodos quase todos os dias e também realizou alguns jogos-treinos, visando evoluir, principalmente, a parte tática. Temos focado na organização e boa execução do modelo de jogo proposto”, concluiu o técnico.


Contratado em julho de 2021, Rafael Lacerda vai disputar o seu primeiro Campeonato Gaúcho pelo Aimoré — o terceiro na carreira. Ele comandou o Caxias nas duas últimas edições do torneio. Em 2020, foi eleito o melhor treinador, conquistou o primeiro turno e o vice-campeonato estadual. Já no ano passado, chegou até as semifinais.

Técnico Rafael Lacerda mantém 100% na Copa FGF e planeja Gauchão 2022 pelo Aimoré

Foto: Fernando Campos / CE Aimoré

Rafael Lacerda se prepara para duas competições com o Aimoré

Ainda que a temporada 2021 esteja se encaminhando para o fim, o clima no Aimoré é de preparação e muito trabalho. É o que garante o técnico Rafael Lacerda, que assumiu o clube gaúcho no dia 27 de julho e está de olho em uma competição deste ano e outra em 2022.

Neste momento, a equipe disputa a Copa FGF, competição organizada pela Federação Gaúcha de Futebol, que dá ao campeão uma vaga na Copa do Brasil 2022 e na Recopa Gaúcha. Sob o comando de Lacerda, o Aimoré segue com 100% de aproveitamento no torneio, com quatro vitórias, 13 gols marcados e apenas um sofrido.

"Estamos trabalhando agora em duas frentes e, uma delas, é a disputa desta competição. O grupo tem correspondido dentro de campo e o início é bastante positivo. Já estamos aproveitando também para estudar a montagem do elenco que estará no Campeonato Gaúcho de 2022. É um período importante e de muitas avaliações", ressaltou o comandante de 37 anos, que é natural de São Leopoldo, Rio Grande do Sul.


Será a terceira vez que o treinador disputará o Gauchão. Em 2020 foi eleito o melhor técnico da competição, levou o Caxias ao título do primeiro turno e ao vice-campeonato do estadual. Neste ano, também pelo time grená, chegou até a semifinal.

"O Campeonato Gaúcho é sempre muito complicado e por isso estamos nos planejando desde já para chegarmos fortes em 2022. Acredito bastante no projeto do Aimoré e vamos trabalhar muito para fazer um bom estadual", finalizou.

Mengálvio no Aimoré


Neste 17 de dezembro de 2019, um dos maiores meias da história do futebol brasileiro está completando 81 anos do registro do nascimento. Trata-se de Mengálvio Pedro Figueiró, que fez fama no futebol com a camisa do Santos, mas que iniciou a carreira no catarinense Barriga Verde e acabou descoberto quando estava no Aimoré.

Primeiramente, não é errado dizer que ele completa 81 anos do registro em 17 de dezembro de 2019. Mengálvio nasceu, realmente, em 17 de outubro de 1938, em Laguna, Santa Catarina, mas foi registrado mesmo por seu pai apenas dois meses depois. Filho de maestro e funcionário público, era o caçula de 11 irmãos, sendo quatro homens e sete mulheres.

Começou no futebol na equipe amadora do Barriga Verde, em sua cidade natal. Em 1958 Mengálvio servia o exército e era um dos destaques do time do batalhão onde prestava o serviço militar. O Tenente da corporação era gaúcho e quando o meia deu baixa no quartel, ele o indicou para o Clube Esportivo Aimoré, de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul.


Em sua nova equipe, Mengálvio começou a fazer sucesso. Alto e dotado de grande habilidade, chamava a atenção por errar poucos passes e ter calma quando conduzia a bola. Aliás, aquele Aimoré era um grande time. Apesar disso, acabou perdendo o torneio da Zona Metropolitana de 1959, para o Grêmio, por apenas dois pontos, mas ficando à frente do Internacional. Porém, isto acabou tirando a chance da equipe de São Leopoldo disputar o título do gauchão.

Time do Aimoré de São Leopoldo (RS) em 1958. Em pé: Marmita, Soligo, Toruca, Suly, Brandão, Mengálvio (em destaque) e Afonso. Agachados: Darci, Marino, Abílio, Fernando e Gilberto
(foto: anotandofutbol.blogspot.com)

Porém, as grandes apresentações de Megálvio pelo Aimoré chamaram tanto a atenção de todos que ele foi convocado para a Seleção Gaúcha que representaria o Brasil no Pan-Americano de futebol de 1960, que foi realizado em San José, na Costa Rica. Jogando pela primeira vez com a amarelinha, mesmo ainda atuando por um time pequeno, o meia foi o grande destaque da equipe que foi vice-campeã, perdendo o título para a Argentina.


Mas o talento de Mengálvio, mostrado no Pan de futebol chamou a atenção de vários clubes. Inicialmente pretendido pelo Corinthians e pelo Palmeiras, Mengálvio foi encaminhado ao Santos pelo empresário Arnaldo Figueiredo, que levou em conta os comentários entusiasmados do comentarista esportivo Pedro Luiz na cobertura do Torneio Pan-Americano.

Mengálvio foi apresentado aos torcedores na Vila Belmiro em março de 1960, logo após a disputa do Pan-Americano. Depois disto, virou um dos grandes jogadores da história do futebol brasileiro, sendo campeão do mundo em 1962 pela seleção e conquistando tudo o que era possível com a camisa do Santos. Jogou no Peixe até 1968, com uma rápida passagem pelo Grêmio no mesmo ano. Em 1969, foi para o Millonarios, da Colômbia, onde conquistou o Torneio Finalización e, logo em seguida, encerrou a carreira.

A carreira de Felipão como jogador

Por Lucas Paes

Felipão, atuando pelo Caxias, aplicando um carrinho em jogo contra o Internacional

Luiz Felipe Scolari, mais conhecido como Felipão, é um dos maiores treinadores brasileiros de todos os tempos. Mesmo o 7 a 1 não apaga o número imenso de títulos do gaúcho, incluindo é claro o histórico penta da Copa do Mundo em 2002. Mas ele também tem uma carreira como jogador, ainda que com pouco destaque. 

Completando 69 anos neste dia 9, Scolari herdou o interesse pelo futebol de seu pai, que fora zagueiro, assim como ele seria. Começou a carreira aos 16 anos, nos juvenis do Aimoré. Ficou no clube até 1973, quando foi para o Caxias.

Jogou por muito tempo pelo SER Caxias

Nos grenás, Felipão permaneceu por 6 anos. Zagueiro de estilo rígido e de forte liderança, vestiu a braçadeira de capitão. É ídolo do clube até hoje, tendo inclusive participado de lançamento de camisa retrô em 2013. Curiosamente, quando saiu do Caxias foi para o arquirrival do time: o Juventude. Ficou pouco tempo no alviverde antes de ir jogar no Novo Hamburgo. Dali foi para o CSA. 

Em Alagoas teve seu único título como jogador, sendo campeão alagoano em 1981. Foi capitão daquela equipe, jogando um total de 24 jogos, vencendo 20 deles e perdendo apenas quatro. Ao fim daquele torneio, encerrou a carreira de atleta.

No CSA, onde encerrou a carreira

Foi no próprio CSA, comandado administrativamente pela família Collor de Melo (onde até o ex-presidente do país, Fernando Collor de Melo), porém, que Felipão começou a brilhante carreira de treinador, comandando o time no Brasileirão daquele ano. A partir daí, o resto é história. E que história!

O Curioso do Futebol

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