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Ex-zagueiro de Atlético, Cruzeiro e Vasco, Benito Fantoni morre em Belo Horizonte

Foto: reprodução

Benito Fantoni estava com 94 anos

O ex-jogador de Atlético Mineiro, Cruzeiro e Vasco, Benito Fantoni, morreu nesta sexta-feira, em Belo Horizonte, aos 94 anos. A causa da morte não foi divulgada. O velório será realizado neste sábado, no Cemitério Parque da Colina, na capital mineira, das 8h às 11h (horário de Brasília), seguido do sepultamento.

Benito Fantoni fazia parte de uma das famílias mais tradicionais do futebol mineiro. Ele era filho do atacante Ninão, maior artilheiro de uma edição do Campeonato Mineiro, e sobrinho de Niginho, maior artilheiro da história do clássico entre Atlético e Cruzeiro, além de Orlando Fantoni.

Nascido em 1931, em Roma, na Itália, Benito veio ao mundo durante o período em que o pai atuava pela Lazio. Iniciou a carreira nas categorias de base do Cruzeiro em 1949 e se profissionalizou na Venezuela, no UCV FC, enquanto servia às forças militares. Posteriormente, retornou ao Brasil e passou pelo Vasco da Gama.


Entre 1956 e 1959, defendeu o Atlético Mineiro, onde conquistou dois títulos do Campeonato Mineiro, em 1956 e 1958. Em 1959, foi negociado diretamente com o Cruzeiro, clube pelo qual também levantou o troféu estadual em duas oportunidades. Benito Fantoni encerrou a carreira como jogador profissional em 1965, deixando seu nome marcado na história do futebol mineiro.

Luto! Morre Taino, ex-jogador e técnico do Taubaté, campeão em 1954

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: Bruno Castilho / EC Taubaté

Taino tinha 94 anos

O Esporte Clube Taubaté comunicou com pesar o falecimento de Antônio Júlio Taino, aos 94 anos. O ex-meia-atacante, símbolo do Burro da Central, marcou época no clube e deixou marcas profundas na história do futebol paulista. O velório de Taino ocorreu na sexta-feira (11), na Capela 4 do Velório São Benedito. O sepultamento foi realizada na manhã deste sábado, no Convento Santa Clara, em Taubaté. A causa da morte não foi divulgada.

Taino vestiu a camisa alviazul por dez temporadas, entre 1953 e 1960, disputando 142 jogos oficiais e balançando as redes 38 vezes. Além do desempenho dentro de campo, foi peça fundamental na conquista do título da Segunda Divisão (atual Série A2) em 1954, um dos maiores feitos do Taubaté.

Após pendurar as chuteiras, Taino continuou sua trajetória no clube como treinador, somando mais 60 partidas à frente do time. Seu envolvimento foi além das quatro linhas, atuando também como dirigente e incentivador das categorias de base.

Em 2019, Taino foi homenageado junto a Rubens Minelli em um evento especial realizado pelo Taubaté. Familiares participaram do tributo, que celebrou os ídolos da conquista de 1954. O clube destacou a importância de ambos para o crescimento do futebol local e nacional.

No mesmo ano, o clube lançou uma camisa comemorativa em alusão ao centenário do título paulista de 1919, mantendo viva a tradição e a memória dos grandes nomes que passaram pelo clube.


Símbolo - No fim de 2023, Taino foi novamente lembrado com o lançamento de uma camisa especial, celebrando os 70 anos do título da Série A2. A camisa traz detalhes que fazem referência à trajetória do Burro da Central, incluindo um escudo especial e referências históricas ao feito de 1954.

O apelido “Burro da Central” nasceu em 1955, após episódio marcante no Paulistão, e virou símbolo do clube. Taino, eternizado com o número oito, será sempre lembrado como um dos maiores ídolos do Taubaté, responsável por escrever capítulos importantes na história do futebol do interior paulista.

Morre Rubens Minelli, um dos maiores técnicos do futebol brasileiro

Com informações do GE.com e UOL Esporte
Foto: arquivo

Rubens Minelli estava com 94 anos

O futebol brasileiro perdeu nesta quinta-feira um de seus maiores treinadores. Morreu aos 94 anos o ex-jogador e ex-treinador Rubens Minelli, que conquistou quatro títulos brasileiros por Palmeiras, Inter (duas vezes) e São Paulo, entre outros títulos. A morte foi confirmada pelo clube gaúcho em suas redes sociais. Ainda não informações sobre velório e sepultamento.

Nascido em São Paulo, Rubens Minelli foi jogador e atuou como ponta-esquerda, com passagens por clubes como Ypiranga-SP, Nacional-SP e São Paulo. Mas foi à beira do gramado que gravou o nome na história do futebol brasileiro.

Minelli iniciou a carreira de treinador em 1963, pelo América. Ele conquistou o Brasileirão em três anos consecutivos. Em 1975 e 76 pelo Inter e, no ano seguinte, liderou pelo São Paulo. Antes, quando a competição não tinha o atual nome, foi campeão nacional pelo Palmeiras, em 1969.


Conquistou títulos ainda por Portuguesa, Atlético Mineiro, Grêmio e Paraná, além do Al-Hilal. Teve ainda no currículo como técnico clubes como Guarani, Corinthians, Santos, Coritiba e Ponte Preta. O Colorado, em postagem nas redes sociais, lamentou a morte e afirmou que "Minelli será sempre exaltado com carinho por todos os colorados".

O craque Didi e sua passagem pelo Fluminense

Com informações do Fluminense
Foto: arquivo

Didi com a camisa do Fluminense

Neste 8 de outubro de 2022 Waldir Pereira, também conhecido como Didi, grande figura da história do Fluminense Football Clube, completaria 94 anos se estivesse vivo. Nascido no estado do Rio de Janeiro, o ídolo tricolor atuou no clube de Laranjeiras como meia, de 1949 até 1956. Neste período, teve grande participação em importantes conquistas para o Fluminense, como o Campeonato Carioca de 1951 e o Mundial de 52 (Copa Rio).

Vindo do Madureira, além de suas 298 partidas e 91 gols honrando o Tricolor, Didi teve a carreira marcada por diversas conquistas na história do futebol brasileiro e mundial. Defendendo a Seleção Brasileira em três Copas do Mundo, Waldir Pereira marcou sua trajetória como jogador sendo campeão de duas. Em 1958 e 1962, se tornando ainda, o melhor jogador da Copa do Mundo de 1958 segundo a FIFA.

O autor do primeiro gol no estádio Maracanã conquistou, além de campeonatos, prestígio internacional. Segundo a IFFHS (International Federation of Football History & Statistics) em 1999, Didi foi reconhecido como o sétimo maior jogador brasileiro do século XX e 19º do Mundo, ficando internacionalmente conhecido como Mr. Football.

Sua trajetória como jogador no Fluminense se encerra em 1956. O craque ainda defendeu Botafogo, Real Madrid, Sporting Cristal, Vera Cruz e São Paulo, onde encerrou a carreira em 1966.


Porém, mais tarde, o ídolo retornaria às Laranjeiras como um dos técnicos da histórica Máquina Tricolor, time bicampeão carioca de 1975 e 1976, depois de ter dirigido o Peru na Copa de 1970. Waldir Pereira faleceu no dia 12 de maio de 2001 com 72 anos. De maneira histórica e honrosa, Didi é eternizado como um ídolo do Fluminense Football Club.

Maestro Didi e a Seleção Brasileira

Com informações da CBF
Foto: arquivo

Didi completaria 94 anos

Este oito de outubro amanhece sob ares de nobreza dentro do futebol brasileiro. Maior personificação da mais pura classe dentro das quatros linhas, o eterno maestro Didi completaria 94 anos nesta sexta-feira, 8 de outubro. Bicampeão mundial com a Seleção Brasileira na Suécia (1958) e no Chile (1962), o Maestro abrilhantou não só a história da Amarelinha, mas também dos clubes por onde desfilou sua categoria com a bola nos pés.

O Maestro dava o tom quando entrava em campo. Eram seus pés que ditavam o ritmo das partidas. Sua genialidade não fazia cerimônia: os toques magistrais, a visão de jogo brilhante e o absoluto controle dos movimentos de campo colocavam a batuta do futebol nas mãos de seu mais digno regente. Pela Seleção Brasileira, disputou três Copas do Mundo: 1954, 1958 e 1962.

Eliminado nas Quartas de Finais em sua primeira participação em Mundiais, Didi se sagrou campeão nas duas outras edições em que defendeu o Brasil. Essencial para o bicampeonato, o maestro da Amarelinha foi nomeado o melhor jogador da Copa de 1958, fato que lhe rendeu o apelido de “Mr. Football”, tamanha sua dominância no campo de jogo. O craque disputou 15 partidas em Mundiais: foram 11 vitórias, três empates e apenas uma derrota, com três gols anotados pelo Maestro. Em toda trajetória pela Verde e Amarela, desfilou sua cadência refinada em 75 oportunidades.

Dono de uma elegância sobrenatural no trato com a bola, o jovem Waldir Pereira iniciou sua trajetória profissional em 1946 no Americano-RJ, clube de Campos dos Goytacazes (RJ), cidade natal do gênio. Três anos mais tarde, chegou ao Fluminense-RJ, onde ganhou projeção nacional e passou a encantar o Brasil com sua magia. Desde o começo, Didi provava estar destinado a marcar seu nome no futebol brasileiro. Foi do craque o primeiro gol da história do Maracanã, anotado na abertura do estádio em 1950.

Defendeu ainda as camisas de grandes clubes como Botafogo, São Paulo e Real Madrid (ESP). Didi também ficou eternizado no futebol como o inventor da “Folha Seca”, uma maneira de bater na bola que tornava a trajetória da finalização imprevisível, como o movimento de uma folha seca ao cair. Mais um exemplo da genialidade e dos toques mágicos criados a partir dos pés do “Mr. Football”.


O bicampeão mundial se aposentou dos gramados em 1966, e seguiu para a área técnica. Como treinador da seleção peruana, classificou o país para a Copa do Mundo de 1970. Treinou ainda diversos clubes brasileiros e estrangeiros até se aposentar de vez do futebol. O “Príncipe Etíope”, apelido cunhado pelo dramaturgo Nelson Rodrigues em alusão ao porte físico e categoria do craque, faleceu em maio de 2001, vítima de um câncer.

Sinônimo-maior de elegância e classe em campo, Didi deixou sua marca na história do futebol brasileiro. Gênio de estilo único e particular, virou um craque bossa-nova: aportou requinte à simplicidade e fez do toque de bola sua melodia mais ritmada.

No aniversário de 94 anos, Primavera ganha revista comemorativa

Foto: reprodução


O Esporte Clube Primavera, da cidade de Indaiatuba e que disputa o Campeonato Paulista da Série A3, está comemorando 94 anos de fundação neste 27 de janeiro de 2021. Para comemorar a data, historiadores da agremiação fizeram uma revista comemorativa, contando a história do Fantasma da Ituana.

Com 40 páginas, a revista foi idealizada por Roberto Barce, engenheiro, historiador e torcedor do Primavera, Sandro Rodrigues, repórter fotográfico e assessor de imprensa, e Gabriel Abramides, personal chef, jurista e também torcedor do Primavera.

O vasto material conta todos os detalhes do Primavera. Desde letra do hino, galeria dos presidentes, mural e depoimentos, a até uma sensacional linha do tempo, contando o que aconteceu com o clube década por década, além, é claro, da seção de títulos, tanto no profissional, como no amador.

"Sinto-me feliz por ter colaborado com essa homenagem histórica em forma de revista, nos 94 anos do nosso querido Primavera, que acompanho no estádio desde 1976 quando tinha 11 anos. Esse material é apenas um resumo de aproximadamente 5% de um acervo histórico enorme com jogos, fichas técnicas, gols, jogadores, técnicos, imagens, etc, que pretendo disponibilizar a todos para consultas e também publicarmos o livro do centenário do Primavera. Ser historiador é buscar incansavelmente cada detalhe em sua rica história e poder compartilhar com todos", disse Roberto Barce.

"Uma felicidade enorme ser convocado para participar desse projeto histórico da revista comemorativa dos 94 anos do Esporte Clube Primavera. O futebol sempre esteve presente em minha vida desde criança e junto a minha vida profissional como fotógrafo, nos meses finais de 2020 venho desempenhando o trabalho junto ao clube como assessor de imprensa e registrando com minhas lentes os jogos que o EC Primavera disputou. Estou conhecendo cada vez mais esse grande clube do interior e tendo a honra de participar um pouco da historia mais recente que o clube vem construindo. Desejo muitas felicidades ao clube e aos torcedores, que tenhamos muitas Primaveras para comemorar daqui em diante. Avante Fantasma!!!", falou Sandro Rodrigues.


"No dia que o Sandro apresentou este projeto e perguntou se eu aceitaria fazer parte dele, confesso que não dei o devido valor que o Esporte Clube Primavera merece, mas topei afinal conhecimento nunca é demais. Então conheci o Roberto e todo este material historicamente incrível e tudo ficou bem mais claro e foi gratificante e uma honra poder contribuir para este gol de placa. Parabéns ao Esporte Clube Primavera por seus 94 anos, por esse bela história e principalmente por essas cores lindas que você carrega vermelho, preto e branco", finalizou Gabriel Abramides.

A revista está disponibilizada de várias formas. Uma delas, digital, está no formato pdf e você pode baixar neste link.

O Curioso do Futebol

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