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Bicampeonato Mundial da Seleção Brasileira faz 62 anos

Com informações da CBF
Foto: arquivo

Mauro levantava a taça Jules Rimet há 62 anos

Amarildo, Zito e Vavá fizeram os gols do título do Brasil no Mundial de 1962, no Chile, na vitória por 3 a 1 contra a Tchecoslováquia, em 17 de junho de 1962, diante de 68 mil pessoas, no Estádio Nacional de Santiago. Foi mais uma conquista merecida da Seleção Brasileira, após uma campanha invicta e que teve em Garrincha e Vavá, com quatro gols cada, dois dos artilheiros da competição.

Garrincha, por sinal, foi eleito o melhor jogador daquela Copa do Mundo. Pelé participaria apenas do início da disputa. Atuou na estreia, na vitória por 2 a 0 sobre o México, em que fez um dos gols – o outro foi de Zagallo – e saiu de campo com lesão muscular na partida seguinte, empate sem gols com a Tchecoslováquia, ainda pela primeira fase.

Pelé não voltaria mais a campo. No terceiro jogo, também válido pela fase de grupos, o Brasil venceu a Espanha por 2 a 1, com dois gols de Amarildo.

Com esses resultados, a Seleção, então comandada por Aymoré Moreira, terminou em primeiro lugar no Grupo 3, com a Tchecoslováquia na vice-liderança. As duas avançaram para as quartas de final, na qual o Brasil derrotaria a Inglaterra por 3 a 1, com dois gols de Garrincha e um de Vavá.

Assim, a Seleção se credenciou à semifinal e o adversário seria o anfitrião, o Chile. Com mais de 76 mil pessoas no Estádio Nacional de Santiago, a pressão dos chilenos não foi suficiente para superar o talento e a técnica dos nossos jogadores.


Com um show de Garrincha e de Vavá, cada um deles marcando dois gols na partida, o Brasil impôs sua superioridade com o placar de 4 a 2.

Na final, contra a Tchecoslováquia, que havia passado pela Hungria nas quartas de final e pela Iugoslávia, na semifinal, o Brasil foi melhor, criou muitas chances e poderia até ter levantado a taça do bicampeonato com uma goleada. O gesto de erguer o troféu coube ao capitão Mauro e depois, os jogadores deram a volta olímpica ovacionados pelo público.

Lela - Um dos grandes ídolos da história do Coritiba

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Lela durante sua passagem pelo Coritiba

Reinaldo Felisbino, mais conhecido como Lela, foi um bom ponta-direita, passando por diversos clubes clubes. A sua melhor fase foi na década de 1980, principalmente quando estava no Coritiba, onde conseguiu construir uma bela história e se tornou um dos maiores ídolos. 

O jogador nasceu em Bauru, em São Paulo, no dia 17 de abril de 1962, e começou atuando na base de alguns clubes pequenos do estado e chegou em 1977 no Noroeste. Pelo Norusca foi revelado ao profissional, em 1978, estreando aos 16 anos. 

Ficou duas temporadas no clube e logo depois foi levado a Inter de Limeira, outra equipe do estado de SP. A partir de 1980 começou a ser convocado para a Seleção Brasileira de base, e em 1981 conquistou a Copa Toulon, sendo um dos destaques. 

Após a conquista pela seleção, o Fluminense resolveu contratar o atleta e pagou 55 milhões de cruzeiros. Porém, no tricolor carioca não conseguiu atuar muito e teve poucas oportunidades, não conseguindo repetir as boas atuações da seleção brasileira. 

Depois de uma temporada no clube, foi contratado pelo Coritiba em 1983, chegando com um grande reforço. Rapidamente ganhou seu espaço e ganhou a posição de titular, voltando a ter grandes atuações, sendo o principal atacante do Coxa. 

Logo na primeira temporada ajudou o clube a conquistar a Taça Akwaba, realizada na Costa do Marfim. Lela era muito importante para a equipe e suas atuações impressionavam os torcedores e a comissão técnica, pois conseguia ganhar jogos importantes. 


O jogador estava presente no principal titular da história do clube, que aconteceu em 1985. Lela foi um dos principais jogadores na conquista do Campeonato Brasileiro, um título que mudou o patamar do Coritiba no cenário nacional, ganhando mais destaque. 

Além desse título, no ano seguinte, Lela foi novamente destaque, mas dessa vez na conquista do Campeonato Paranaense. O jogador permaneceu no clube até 1988, atuando 200 jogos e marcando 56 gols, e foi contratado pelo Sampaio Corrêa.

Após para voltou a ficar bem conhecido por conta de seus filhos. O volante Richarlyson e o atacante Alecsandro tiveram sucesso em times grandes do futebol brasileiro.

Mauro Galvão e suas passagens pelo Grêmio

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Mauro Galvão com a camisa do Imortal Tricolor

Mauro Galvão foi um dos grandes zagueiros do futebol brasileiro, com passagens por gigantes do nosso país. O jogador é ídolo do Internacional, onde conquistou títulos importantíssimos, mas na sua reta final de carreira atuou no Grêmio, e também conquistou troféus.

O jogador nasceu em Porto Alegre, no dia 19 de dezembro de 1961, e começou a sua carreira na base do Internacional, até subir para o profissional em 1979, aos 18 anos. Pelo Colorado foi muito importante, pois além de se desenvolver rapidamente, foi muito importante para o clube.

Ele era muito ágil e sempre preciso nos botes, mostrando muita qualidade defensiva, passando uma segurança aos seus companheiros. Pelo Inter conquistou títulos importantes, como o Campeonato Brasileiro de 1979 de forma invicta, algo muito relevante.

No clube ficou sete temporadas, conquistando outros títulos, e aceitou o convite de Paulo César Carpegiani para ir para o Bangu, em 1986. O time carioca tinha um bom projeto e queria montar um grande elenco em busca de troféus, e o jovem zagueiro seria importante.

Porém, o jogador acabou ganhando apenas a Taça Rio, em 1987, e acabou ficando pouquíssimo tempo no clube. Ainda no mesmo ano, Mauro acabou deixando o clube, aceitando uma proposta do Botafogo.

Mauro foi importante nas conquistas de Campeonatos Estaduais, ganhando o bicampeonato pelo clube. O zagueiro além de bom dentro de campo, era um líder fora dele, além de ser muito vitorioso, por onde passava ganhava títulos importantes.

Depois de dois anos no Botafogo, o jogador aceitou uma proposta da Suíça, indo atuar no Lugano. Mauro ficou 6 anos atuando no país, mas já estava caminhando para a sua reta final de carreira, e em 1996 resolveu voltar ao Brasil.


Mauro aceitou a proposta do Grêmio, que tinha uma bom projeto e montando um time vencedor. A sua chegada foi muito comemorada, pois seria muito importante para o sistema defensivo do clube, um pilar dentro de campo e também por causa da sua liderança. 

Ele foi muito importante rapidamente, pois no seu primeiro ano já ajudou o time a conquistar um título muito importante. Ganhou mais uma vez na sua carreira o Campeonato Brasileiro, sendo decisivo no sistema defensivo, fazendo muita diferença durante o campeonato. 

Mas não parou por aí, na temporada seguinte permaneceu no clube, e ajudou o time mais uma vez a conquistar outro título importante. Dessa vez, o time gaúcho venceu a Copa do Brasil, outro título nacional na carreira de Mauro Galvão. 


Porém, ainda em 1997, o jogador decidiu deixar o clube para atuar no Vasco da Gama, onde ficou durante três anos, e também conquistou títulos importantes, como a Copa Libertadores. Mas em 2001, já na fase final de sua carreira, acabou retornando ao Grêmio. 

A sua ida ao Grêmio foi muito importante, muito por conta da sua liderança, já que na parte física estava na fase final de carreira, não tendo o mesmo desempenho. Mas mesmo assim foi muito importante na temporada, ajudando o time a conquistar o título da Copa do Brasil e do Campeonato Gaúcho, fechando a sua carreira com chave de ouro.

Em 2002, ainda quis atuar na Libertadores, mas ao final da competição decidiu encerrar a sua brilhante carreira, após várias conquistas. Pelo Grêmio foram 119 partidas e cinco gols, além de quatro títulos.

A passagem do meia Milton no Coritiba na década de 80

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Milton na época em que defendeu o Coritiba

Milton Luiz de Souza Filho foi um bom meio-campista, que fez boa parte da sua carreira no futebol europeu. O jogador surgiu na década de 80, e atuando no Brasil teve uma ótima passagem pelo Coritiba, onde conseguiu se destacar e chamou a atenção de outros clubes. 

O jogador nasceu no Rio de Janeiro, no dia 11 de novembro de 1961, e começou a sua carreira no Resende, onde ficou duas temporadas. Depois do seu começo no clube do interior do Rio de Janeiro, Milton foi para o Nacional do Amazonas, também ficando durante dois anos no time. 

Após essas duas passagens, o jogador chegou para atuar no Coritiba, ainda como uma jovem promessa, mas que teria um grande potencial. Em 1987 foi muito importante para o time, ganhando rapidamente a vaga no time titular, mostrando toda a sua categoria. 

Milton a cada partida mostrava mais evolução, dominando o meio de campo, e dando passes com muita classe. O jogador era muito inteligente dentro de campo, sabia se posicionar e antecipava praticamente todas as jogadas.


Em 1987 foi premiado com a Bola de Prata da Revista Placar por seu desempenho na Copa União. Com as suas grandes atuações, em 1988, foi chamado para as Olimpíadas, na Coreia do Sul, o que seria uma grande oportunidade para mostrar seu futebol para o resto do mundo. 

E foi exatamente o que aconteceu, com a medalha de prata conquistada na competição, o jogador foi um dos destaques da equipe, chamando a atenção de alguns clubes do futebol europeu. 

Ainda em 1988, o jogador acabou sendo negociado com o Como, da Itália, onde teria uma grande oportunidade em sua carreira. Após sua passagem pelo futebol italiano, o jogador foi para a Suíça, onde permaneceu até o fim da sua carreira em 1998.

Erwin Koeman e suas passagens pelo Groningen

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Erwin Koeman teve três passagens pelo Groningen quando era jogador

O ex-meia holandês Erwin Koeman, conhecido também por ser o irmão mais velho de Ronald Koeman, comemora o seu 62º aniversário nesta quarta-feira, dia 20 de setembro de 2023. No decorrer de sua carreira, ele teve três passagens pelo Groningen, da Holanda, entre os Anos 70, 80 e 90.

A primeira delas, a mais curta, aconteceu na temporada 1978/79, quando começou a atuar como atleta profissional. Sem tanta experiência, não conseguiu conquistar o seu espaço logo no começo e acabou deixando o clube verde e branco após um ano, rumando para o PSV Eindhoven.

Após três temporadas jogando no time vermelho e branco, retornou aos Boeren em 82, e com mais experiência, ganhou tempo dentro de campo e finalmente conseguiu ter sequência, inclusive, jogando junto de Ronald Koeman. Permaneceu na equipe de Groningen até 85, ano no qual se transferiu para o Mechelen, onde viveu o auge de sua carreira e posteriormente ainda jogou novamente no PSV, antes de sua terceira e última passagem pelo Groningen, que veio a acontecer entre 94 e 98.


Erwin Koeman, que também teve uma longeva trajetória na Seleção Holandesa, encerrou o seu vínculo com o clube que o revelou após 222 partidas e 52 gols marcados. Depois disso, se aposentou e começou a carreira de treinador. Comandou times como RKC Waalwijk, Feyenoord e Utrecht, além de também ter sido técnico da Hungria.

A passagem de Josimar pelo Botafogo

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Josimar teve uma linda trajetória pelo Fogão

O ex-lateral-direito Josimar Higino Pereira, conhecido também apensas por Josimar, celebra o seu 62º ano de vida nesta terça-feira, dia 19 de setembro de 2023. No decorrer de sua carreira, o atleta defendeu o Botafogo durante os anos 80.

Sua trajetória no futebol começou no justamente no Fogão em 81. Foi conquistando o seu espaço na equipe e alguns anos depois, passou a atuar também pela Seleção Brasileira e foi levado para Copa do Mundo de 1986 por Telê Santana, substituindo Leandro, ídolo do Flamengo. Além disso, se tornou titular da Amarelinha no lugar de Edson Boaro e marcou dois belíssimo gol contra a Irlanda do Norte e a Polônia. Ao final do Mundial, foi considerado por muitos, o melhor lateral do torneio.

Ainda pelo Alvinegro Carioca, fez parte do elenco campeão estadual de 89 invicto e quebrou um jejum de 21 anos. Logo após a conquista, acabou sendo vendido para o Sevilla, em 89. Colocou um pontapé final em seu vínculo com o time de General Severiano após 124 partidas disputadas e quatro gols marcados, segundo o site ogol.com.


Após passar rapidamente pelo futebol espanhol, retornou ao Rio de Janeiro, mas para defender o Flamengo. Chegou a jogar na pela Seleção Brasileira campeã da Copa América de 89 e das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 90, sendo convocado pelos treinadores Carlos Alberto Silva e Sebastião Lazaroni, mas acabou não indo para o Mundial de 90.

Posteriormente, teve sérios problemas com álcool e drogas, tendo até colecionado algumas passagens pela polícia. Consequentemente, viu sua carreira cair em declínio e a encerrou em 1997, defendendo o roraimense Baré.

Daniele Massaro e sua passagem pela Fiorentina

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Massaro quando defendeu a Fiorentina

Daniele Massaro nasceu em Monza, na Itália, no dia 23 de maio de 1961, e foi um grande atacante. O jogador fez uma linda história no Milan, clube pelo qual conquistou diversos títulos, ganhando todos os torneios que disputou, mas além disso, antes do Milan, ele passou pela Fiorentina.

A sua carreira começou em 1979, quando estreou pelo Monza, clube de sua cidade natal. O atleta ficou duas temporadas no clube, e com seus bons jogos, chamou a atenção de outros clubes, principalmente alguns grandes, que serviriam como uma ponte para seu futuro.

Em 1981, ele aceitou o convite da Fiorentina, um clube grande da Itália, mas que não vivia um grande momento, e passava por uma época sem grandes conquistas. Mesmo assim, ele encarou o desafio e foi um dos principais jogadores do elenco.

Logo quando chegou, mesmo sendo jovem, ganhou uma vaga, mas por conta da ideia sofreu com a irregularidade em certos momentos. Porém, mesmo com toda a dificuldade do processo de amadurecimento, sempre mostrou um grande futebol, e por isso foi convocado para a Copa do Mundo de 1982, mas acabou não sendo muito utilizado.

Mas durante seu amadurecimento, começou a ter uma regularidade maior, e isso fez com que ele se tornasse titular absoluto do time. Mesmo sem brigar por grandes conquistas, o jogador era muito importante no comando de ataque, e ajudou a equipe a vencer diversos jogos.


Suas boas atuações, fizeram os grandes e potentes times se interessarem por ele, e começaram a procurar pelo atleta depois de alguns anos dele no clube. Massaro fazia tudo que podia pelo time, e era fundamental para a equipe pelo menos manter uma certa regularidade nas competições.

Após cinco temporadas pela Fiorentina, ele começou a receber ótimas propostas e que eram difíceis de recusar. Por isso, em 1986, foi negociado com o Milan. O jogador fez 146 jogos e marcou 11 gols pela Fiorentina. No Milan ele teve uma passagem excelente, conquistando o troféu de todas as competições possíveis no continente Europeu.

A carreira do meia Rolando Chilavert, irmão do consagrado goleiro paraguaio José Luís Chilavert

Por Fabio Rocha
Foto: reprodução

Rolando Chilavert já na sua fase como treinador

Rolando Marciano Chilavert González, nasceu em Luque, no Paraguai, no dia 22 de maio de 1961, foi um meio-campista e treinador. É irmão mais velho do polêmico ex-goleiro José Luis Chilavert, que defendeu a Seleção Paraguaia por 14 anos, mas os dois não atuaram juntos pelo Paraguai.

A sua carreira no futebol foi feita praticamente toda em seu país, onde atuou por grandes times. O único time que jogou fora do Paraguai foi o Chaco For Ever, da Argentina. A sua carreira começou em 1978 no Sportivo Luqueño, onde ficou durante seis anos, e demonstrou seu bom futebol, tanto que foi chamado para a Seleção Paraguai Sub-17.

Logo depois foi para o Guaraní, ficando apenas dois anos na equipe, e logo na sequência foi para a Olímpia, que é um dos maiores clubes do seu país. Atuando por lá, conseguiu ser convocado para a seleção principal, sendo levado para a Copa do Mundo de 1986.

Porém, o jogador acabou não entrando em campo na competição, ficou todas as partidas no banco de reserva, e nem foi opção para entrar durante os jogos. Após sua passagem no Olímpia, o jogador foi atuar na Argentina, quando foi para o pequeno time do Chaco For Ever.

Rolando Chilavert já estava na fase final de sua carreira, tanto que logo retornou ao seu país para atuar no Cerro Porteño, que junto com o Olímpia são as duas principais equipes do futebol nacional.


Mas seu rendimento não era mais o mesmo, e já estava com dificuldade para atuar com regularidade, pois não estava com o mesmo preparo físico. Já no seu final foi para o Presidente Hayes e, logo depois, retornou ao Guaraní, onde encerrou sua carreira como jogador em 1994.

Dois anos após o encerramento de sua carreira como atleta, ele começou como treinador pelo Deportivo Humaitá, e rodou por diversos clubes do futebol sul-americano. O seu último clube foi em 2019, quando treinou o Inter Odessa, mas depois disso não assumiu mais nenhum clube.

Há 62 anos, o Palmeiras ganhava seu primeiro título nacional, a Taça Brasil

Por Fabio Rocha
Foto: divulgação

Comemoração do Palmeiras na conquista da Taça Brasil de 1960

Há 62 anos, o Palmeiras conquistava o seu primeiro título nacional, a Taça Brasil de 1960. O clube fez uma campanha curta, pois entrou na competição apenas na semifinal, mas conseguiu sair com o troféu após duas grandes vitórias contra a equipe do Fortaleza.

A Taça Brasil era parecida com a Copa do Brasil, pois era feita toda em um sistema de mata-mata. A competição era dividida em três partes, todas sendo eliminatórias. Na primeira fase houve uma divisão dos clubes em quatro grupos, o Grupo Nordeste, Grupo Norte, Grupo Leste e Grupo Sul.

Já na segunda fase, os vencedores dos grupos Nordeste e Norte disputaram o título de campeão da Zona Norte e os dos grupos Leste e Sul o da Zona Sul. E na fase final, houve uma disputa entre os campeões da Zona Sul e Norte e os representantes do estado de São Paulo e Pernambuco.

O campeão da Zona Norte foi o Fortaleza, que vinha fazendo uma grande campanha, e enfrentou o Santa Cruz, que entrou como o representante de Pernambuco. O time do Fortaleza se deu melhor e conseguiu ficar com a vaga para a grande decisão.

No outro lado da chave, o Fluminense foi o vencedor da Zona Sul e enfrentou o Palmeiras, que foi o representante do estado de São Paulo. As duas partidas foram muito complicadas, pois tratava-se de dois grandes times e que estavam vivendo um ótimo momento.

O primeiro jogo terminou em 0 a 0 e no segundo, o Palmeiras conseguiu uma vitória simples por 1 a 0 e garantiu a classificação para a grande final. Fortaleza e Palmeiras acabaram se enfrentando na final, mas acabou que o verdão conseguiu ter duas boas vitórias.

O primeiro jogo foi disputado no Estádio Presidente Vargas, em Fortaleza, no dia 22 de dezembro de 1960. O verdão conseguiu fazer três gols em 20 minutos de partida e garantiu uma vitória tranquila por 3 a 1, conseguindo trazer uma grande vantagem para o confronto decisivo.

Já no jogo de volta, que ocorreu no Estádio do Pacaembu, no dia 28 de dezembro de 1960. A equipe do Fortaleza se lançou para frente e até abriu o placar aos 6 minutos, mas aos 8, 10 e 12 minutos, o Palmeiras marcou e virou a partida. O jogo acabou se transformando em um espetáculo alviverde, que garantiu o título após vencer por 8 a 2.


O time comandado por Osvaldo Brandão tinha: Valdir, Djalma Santos, Valdemar Carabina, Aldemar, Jorge; Zequinha, Chinesinho; Julinho Botelho; Romeiro; Humberto e Cruz. Era um grande time, com jogadores estrelados e que fizeram história no futebol.

Lembrando que, a Taça Brasil junto com outras competições acabaram sendo unificadas em 2010 pela CBF e passaram a contabilizar como conquistas do Campeonato Brasileiro.

Luto! Morre Claudinho Anacleto, ex-jogador e técnico do São Bento

Com informações de O Cruzeiro
Foto: arquivo EC São Bento

Claudinho Anacleto tinha 62 anos

O ex-jogador e técnico do São Bento de Sorocaba, Claudio Ernani Rodrigues, mais conhecido como Claudinho Anacleto, morreu na madrugada desta quinta-feira (27) em Sorocaba. Aos 62 anos, o ex-atleta teve problemas de insuficiência renal, que levo ao infarto.

Claudinho foi técnico do Azulão entre 2009 e 2012, quando pediu demissão do comando. O atleta também tem passagens como jogador pelo time sorocabano. Por meio de nota, o Esporte Clube São Bento informou que decreta Luto Oficial pela morte do ex-treinador.

"É com profundo pesar que o Esporte Clube São Bento decreta Luto Oficial pela morte de Claudio Ernani Rodrigues. Carinhosamente chamado de Claudinho Anacleto, esteve presente em vários momentos da nossa história, como jogador e como técnico do Azulão Sorocabano. Claudinho Anacleto lutava contra um Câncer. Deus conforte todos os amigos os familiares!", escreveu o clube.


O velório de Claudinho Anacleto começa às 11h30, na Vila Assis, na cidade de Sorocaba. A saída do cortejo será às 16h30. O sepultamento ocorrerá no Cemitério Memorial Park, no Jardim Júlio de Mesquita Filho, também em Sorocaba.

A despedida de Biro-Biro do Timão

Com informações do Corinthians e Meu Timão
Foto: Sergio Berezovsky

Biro-Biro fez o último jogo pelo Timão em 18 de dezembro de 1988

No dia 18 de dezembro de 1988, o ídolo Biro-Biro, que completa 62 anos neste 18 de maio de 2021, fazia sua despedida como jogador do Corinthians, diante do Guarani, no estádio Brinco de Ouro, em Campinas, pela segunda fase do Campeonato Brasileiro daquele ano.

Antônio José da Silva Filho, o Biro-Biro, nasceu em Olinda, no estado de Pernambuco, em 18 de maio de 1959. Quando foi descoberto, o levaram para o Sport, onde se destacou por ser um meia que sabia fazer muitos gols.

Vindo do Sport, em 1978, com apenas 19 anos, o jogador começou a trilhar seu sucesso no alvinegro. A primeira conquista veio em 1979, com o título Paulista sobre a Ponte Preta. Nesse campeonato ele foi o responsável por levar o Corinthians até a final, com o gol de canela contra o Palmeiras nas semifinais. Outro momento marcante da carreira de Biro-Biro, foi contra o São Paulo em 1982, no qual ele fez dois gols na final, garantindo o título para o Timão.

Marcar gols sempre foi uma das especialidades do jogador, visto que até hoje ele é o maior volante artilheiro do Corinthians. Marcado também por participar da Democracia Corinthiana, ao lado de Sócrates, Wladimir e Casagrande, ele foi um dos pilares do movimento - que era um movimento de protesto contra a Ditadura Militar do pais.

Porém, aquele jogo no Brinco de Ouro, em dezembro de 1988, marcava a despedida do Timão. O duelo acabou empatado em 2 a 2 - gols de Gilberto Costa e Marcos Roberto - e marcou também a despedida do Timão daquela edição do Brasileirão, quando terminou na 15ª posição na classificação geral da competição.


Nos 10 anos em que defendeu o time do Parque São Jorge, Biro-Biro realizou 590 partidas e anotou 75 gols. Amado pela Fiel, o ex-jogador se destacou pela polivalência dentro de campo, o que o transformou em uma espécie de coringa para a equipe – iniciou no clube como meia, virou volante e atuou nas pontas direita e esquerda.

Ao todo foram quatro títulos pelo Corinthians, todos pelo Campeonato Paulista (1979, 1982, 1983, 1988). Com 589 jogos e 75 gols, ele deixou o Parque São Jorge e foi atuar na Portuguesa. Além da Lusa, defendeu também Coritiba, Guarani, Paulista, Remo, Botafogo de Ribeirão Preto e Nacional de São Paulo, onde encerrou a carreira em 1995.
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