domingo, 8 de março de 2020

O começo de Caio Júnior no Grêmio

Por Lucas Paes
Foto: Antônio Vargas/Zero Hora

Caio Júnior comemora gol diante do Inter

Nascido em 8 de março de 1965, na cidade de Cascavel, Caio Júnior completaria 55 anos neste domingo. O treinador foi uma das vítimas do triste acidente da Chapecoense, em 2016. Antes de ser treinador e ter como jogador boas passagens em portugal, Caio, ainda como um garoto, teve seu início no futebol no Grêmio, num dos melhores períodos da história do Tricolor Gaúcho.

Chegado no Tricolor em 1980, aos 15 anos, ascendeu rapidamente aos juniores e foi campeão estadual na categoria em 1982, marcando gols na final. Seria, porém, apenas em 1985 que o bom atacante estrearia pela equipe profissional gremista. Numa época onde o Brasileirão ocorria no primeiro semestre, um dos primeiros grandes atos de Caio com a camisa do Grêmio foi marcar um dos gols que eliminou o Flamengo daquele Brasileirão. 

Seria no segundo semestre, porém, que Caio começaria uma carreira prodigiosa com a camisa do time do Olimpico Monumental. No Gauchão, o rápido e inteligente atacante voou durante a competição. Foram 15 gols marcados no decorrer do certame, em que Caio, que virou Júnior devido a presença de outro Caio no time do Grêmio, acabou terminando como artilheiro. Seria o primeiro de três títulos gaúchos que Caio ganharia com a camisa do Grêmio.


Seguiu voando pelo Tricolor nos anos de 1986 e 1987, sendo sempre um dos destaques do time. Deixou o Grêmio quando despertou interesse do Vitória de Guimarães, onde foi jogar a partir de 1987. Marcou um total de 64 gols com a camisa do Grêmio, em 148 jogos. Depois da saída do Tricolor Gaúcho, passaria 7 anos jogando em terras portuguesas, antes de voltar ao Brasil, justamente no arquirrival do Grêmio, o Inter.

Como jogador, além das passagens por Portugal, jogaria ainda em diversos clubes no Brasil. Foi um dos destaques do Paraná no título estadual de 1997, último grande ato de sua carreira como jogador, que terminaria em 1999, no Rio Branco de Americana. Durante a carreira como treinador, voltou a Azenha, no ano de 2012. Chegou ao clube com promessas da diretoria gremista de apoio para mudar um pouco a filosofia do clube, tornando-o um time mais ofensivo, porém acabou fritado em oito jogos. A "idéia" de um jogo mais ofensivo acabaria sendo chave do sucesso recente gremista, com Renato Gaúcho.
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