terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Algumas considerações sobre a premiação da FIFA

Por Lula Terras

Cristiano Ronaldo ficou com o prêmio de Melhor do Mundo da FIFA em 2016
(foto: Getty Images / FIFA)

Saiu nesta segunda-feira, dia 9, mais uma vez, a definição dos melhores do futebol mundial de 2016, que receberam seus troféus em solenidade pomposa, promovida pela Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA), no primeiro ano após o rompimento da parceria com a revista France Football. Embora seja reticente quanto aos critérios adotados pela entidade máxima da modalidade, sou obrigado a concordar com os escolhidos durante a temporada de 2016.

Para quem não sabe, a FIFA adota como critério a escolha por capitães e técnicos das seleções nacionais, torcedores pela Internet entre outras tantas alternativas, que a meu ver, não define quem é o melhor e sim o mais popular, o que acaba limitando a presença de atletas de alto nível, mas sem muita mídia no evento.

Como apaixonado por futebol, seja qualquer situação, me coloco como torcedor e nesta condição torci muito pelo Cristiano Ronaldo, que conquistou minha torcida na final memorável da EuroCopa, quando Portugal conquistou seu primeiro título, contra a França, na casa da equipe adversária. Realmente o jogador português do Real Madrid teve um ano primoroso.

O incrível gol de Faiz Subri

Outra torcida minha, que também levou o prêmio, foi pelo gol mais bonito, feito pelo atleta da Malásia, Faiz Subri, que me fez lembrar um jogador brasileiro que cansou de dar esse tipo de chute: o lateral direito Nelinho, com brilhante passagem pelo Cruzeiro e Seleção Brasileira. Os mais antigos devem lembrar-se daquele gol feito contra a Itália, na Copa do Mundo de 1978, na Argentina, que deixou o goleiro Dino Zoff, assustado, com a curva que ele deu na bola (esse gol pode ser revisto no YouTube).

Belas homenagens prestadas aos atletas da Chapecoense, vitimados em trágico acidente aéreo na Colômbia, e ao rei do futsal, Falcão. Enfim, foi um evento bonito e, em minha opinião, venceram os melhores entre os três selecionados, por categoria. Exceção feita à escolha da melhor jogadora, que para mim, Marta, ainda é a melhor. Basta ver que foram cinco as conquistas da bola de ouro, em sua carreira.
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