sábado, 15 de dezembro de 2018

Rafael Marques mira sucesso pelo São Caetano

Com informações da FPF
Foto: Fabrício Cortinove / AD São Caetano

Com passagens por grandes clubes, Rafael Marques quer sucesso no Azulão

Apresentado oficialmente pelo São Caetano, o atacante Rafael Marques está volta ao futebol paulista. O jogador se mostra otimista com seu retorno e espera repetir o sucesso que teve no Palmeiras, defendendo as cores do time de São Caetano do Sul.

Rafael Marques iniciou a sua carreira no Campinas, passou por Ponte Preta até chegar ao Palmeiras pela primeira vez, em 2004. Sem muitas oportunidades na equipe profissional, o jogador atuou por Inter de Limeira e Marília, antes de se aventurar em solo europeu e asiático.

Em 2012, o atacante retornou ao Brasil para vestir a camisa do Botafogo-RJ. Duas temporadas depois, voltou para o futebol asiático e foi repatriado pelo Palmeiras em 2015, onde se tornou campeão da Copa do Brasil no mesmo ano e do Campeonato Brasileiro, em 2016.

Após o clube alviverde, atuou por Cruzeiro-MG e Sport-PE, antes de chegar ao São Caetano. “Feliz por poder voltar ao futebol paulista e defender uma equipe de tradição. Conheço bem o São Caetano, pois acompanhei os bons momentos do clube. Vestir esta camisa é uma honra”, afirmou Rafael Marques ao site oficial do clube.

Marcado por conquistas no futebol paulista, Rafael Marques chega para ser uma das referências do elenco comandado por Pintado. “Quero ajudar o São Caetano a chegar o mais longe possível. Lógico que passo a passo, com os pés no chão. Como sempre aconteceu na minha carreira, pois sempre fui muito ciente do que quero. Vejo este time com possibilidade de brigar por grandes coisas. Não quero ter uma passagem apagada aqui, e sim positiva como ocorreu em outros clubes”, concluiu.

A estreia do São Caetano está prevista para o dia 20 de janeiro, diante do Corinthians, em São Paulo.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

1975 - O primeiro título brasileiro do Internacional

Por Lucas Paes

 O grande time que conquistou o Brasileirão em 1975

O Internacional é protagonista de uma das maiores rivalidades do Brasil e quiçá do mundo no Grenal. O Colorado vive um dos maiores jejuns de títulos nacionais entre times grandes, mas possuí três títulos brasileiros. O primeiro desses títulos ocorreu num distante 14 de dezembro de 1975, numa final diante do Cruzeiro. Aquele título revelaria para o país jogadores como Carpegiani, Valdomiro e, é claro, Falcão. A equipe era comandada por Rubéns Minelli. 

Na primeira fase, as 42 equipes foram divididas em grupos de 10 e 11 clubes. Cada grupo jogava só entre si. O Inter liderou o grupo D, que tinha São Paulo, Vasco, Goiás, Sport, Náutico, CSA, Bahia, CEUB, Desportiva Ferroviária e Americano de Campos. Na fase seguinte, também terminou líder de uma chave que tinha o rival Grêmio, Santa Cruz, São Paulo, Flamengo, Sport, Figueirense, Goiás, América de Natal e Vasco. Na terceira fase, os colorados ficaram em segundo, atrás do Santa Cruz, num grupo que tinha Flamengo, São Paulo, Lusa, Grêmio, Sport e Náutico. A semifinal daria-se com o Inter visitando o Fluminense, no Maracanã. 

Pois naquele 7 de Dezembro, diante de quase 100 mil pessoas no Maraca, o Inter não tomou conhecimento do Fluzão e venceu por 2 a 0, gols de Lula e Carpegiani. Seu adversário, o Cruzeiro, teve vida muito mais complicada, vencendo nos últimos momentos do jogo o Santa Cruz, no Mundão do Arruda, temido estádio do Tricolor Coral recifense. A decisão se daria entre colorados e cruzeirenses, no Beira Rio. 

Diante de 82 mil pessoas, num Beira Rio que ainda tinha o universo das Coreias, que tinha uma torcida pulsante e que incentivou o Inter durante o jogo todo, o duelo foi bem complicado, já que o Cruzeiro era um ótimo time. O gol veio apenas no segundo tempo. Aos 11 minutos, o Inter teve falta para cobrar na direita de seu ataque. Waldomiro colocou com precisão na cabeça de Figueroa, o capitão, que colocou a redonda nas redes num gol que ficou conhecido na mística colorada como o “gol iluminado”. Don Elias cabeceou a bola exatamente onde habitava um solitário feixe de sol naquele lotado Beira Rio. A mística, senhores, é um patrimônio do futebol e nesse caso foi implacável. 

O Cruzeiro tentou reagir, mas não conseguiu empatar e o Inter levou o primeiro de seus três brasileiros. Ainda com a mesma base, a maior história colorada seria feita em 1979, quando foi o primeiro (e até hoje único) campeão do Brasileirão de forma invicta. O caminho para isso tudo foi aberto por Figueroa, um dos maiores ídolos da brilhante história do Inter.

Lateral Quaresma está de volta ao America

Com informações da Agência FERJ
Foto: Marcio Menezes/America Rio

Quaresma marcou o gol que deu o título da Série B1 Estadual ao America

Um velho conhecido da torcida americana está de volta ao clube. Na quinta-feira (13/12), após acertar as bases de seu retorno com o diretor de futebol Marco Antônio Teixeira, o lateral-esquerdo Quaresma começará os treinamentos com os companheiros.

Mateus Quaresma Correia, de 22 anos, chegou ao Mecão no ano passado, vindo do Cuiabá-MT. Na campanha vitoriosa da Série B1 do Estadual, foram 21 jogos e um gol marcado, este mais do que especial: o que deu o título ao America, na final contra o Americano, no último dia 29 de setembro.

Se a manutenção da base sempre foi um trunfo rubro para fazer um belo Campeonato Cariocal, o conceito ganhou ainda mais força agora, com 18 remanescentes do título. Filipe, Wesley, Bruno Santos, Carlos Alberto, Felipe Piá, Lucão, Vladimir, Wesley, Araruama, Anderson Künzel, Knupp, Pará, Tiago Corrêa, Bazezi, Felipe Pará, Daniel, William Chrispim e agora, Quaresma, formam uma espinha dorsal importante, vitaminada com 12 reforços.

Para a lateral esquerda, o America também conta com Alan Pires e Wallace. O primeiro chegou no início dos trabalhos, no começo de novembro, enquanto o segundo está no clube há duas semanas aproximadamente. A estreia do Mecão no Carioca acontece no dia 22 de dezembro, às 16 horas, no Estádio Fereirão, em Cardoso Moreira, contra o Americano.

Comercial apresenta lateral Cortez e meia Edson Pio

Com informações do Comercial FC
Foto: Rafael Alves / Comercial FC

Cortez e Edson Pio foram apresentados nesta sexta-feira

Atual vice-campeão paulista da Segunda Divisão, o Comercial FC está se preparando para disputar a Série A-3 de 2019, que já começa em janeiro. O clube está se preparando para conseguir um outro acesso e vem se reforçando. Nesta sexta-feira, dia 14, o Bafo apresentou mais dois novos atletas; o lateral Cortez, de 27 anos, e o experiente meia Edson Pio, de 32.

Cortez chega em Ribeirão Preto para brigar por uma posição na equipe e pretende usar suas armas para conquistar a vaga. Com boa chegada a frente, o atleta comentou que apoia bem ao ataque e pretende realizar bons passes para os atacantes do Bafo. Cortez já atuou pelo Olímpia, Ferroviária (vice campeão da Copa Paulista 2016), Marília, Atibaia (conquistou um acesso para a A2) e São Bento (onde, em dois anos, saiu da A3 para a A1)

Já o meia Edson Pio (32 anos) é um velho conhecido do treinador da equipe, Ricardo Costa, porém sempre atuando como adversários. Edson é um atleta "caseiro" já que diferente do futebol do interior, o meia gosta de criar raízes por onde joga. Atuou por três anos do Desportivo Brasil, duas vezes por duas temporadas na Portuguesa Santista (onde foi revelado), um ano e meio no Santo André, onde chegou à final do Paulistão contra o Santos, e ainda teve passagens por Uberlândia, Marília e Red Bull Brasil.

Cortez já esta à disposição do treinador, fazendo treinamentos com bola. Já Edson Pio vai finalizar preparação física com o professor Eder Lopes. O Comercial estreia no Campeonato Paulista da Série A3 no dia 20 de janeiro, contra o Noroeste, em Ribeirão Preto.

Com 4 de Pelé, Peixe goleava Guarani e conquistava o Paulista de 58

Com informações do site oficial do Santos FC
Foto: arquivo Santos FC

Os quatro gols de Pelé ajudaram o Santos na goleada sobre o Guarani

O Rei Pelé o maior artilheiro do futebol em todos os tempos, marcou naquele distante 14 de dezembro de 1958, apenas quatro gols na goleada aplicada no Guarani FC no Estádio Brinco de Ouro em Campinas, pelo placar de 7 a 1 com Pepe e Dorval marcando um gol cada e Bidon marcando contra o Bugre a favor do Peixe que nessa goleada se sagrava Campeão Paulista com uma rodada de antecipação, para alegria de sua apaixonada torcida que comemorou festivamente a quarta conquista de um título do campeonato paulista.

O Peixe do técnico Lula entrou em campo com: Manga; Ramiro e Dalmo; Getúlio, Urubatão e Zito; Dorval, Jair Rosa Pinto, Pagão, Pelé e Pepe. Na partida seguinte que encerrava com chave de ouro, a participação santista no certame bandeirante o time da Vila empatava em 2 a 2 com o São Paulo no Pacaembu com o Rei Pelé marcando os gols do time santista.

O Rei Pelé como não poderia deixar de ser era novamente o artilheiro máximo do campeonato marcando 58 dos 143 gols assinalados pelo time do Peixe no campeonato que teve 38 partidas com 29 vitórias, 06 empates e 03 derrotas sofrendo a defesa apenas 40 gols.

Além do Rei Pelé marcaram também: Pepe (27), Pagão (13), Hélio (12), Dorval (11), Guerra (8), Jair Rosa Pinto (4), Álvaro (3), Ramiro e Zito um gol cada e marcaram contra as próprias redes a favor do Santos, Giba, Alan e Bidon. Na equipe da Seleção Brasileira que ganhou o campeonato mundial na Suécia nesse ano de 1958 faziam parte do grupo os santistas Pelé, Pepe e Zito.

A estreia de Wladimir pelo Corinthians

Com informações do site oficial do Corinthians
Foto: acervo Corinthians

Wladimir estreou pelo Corinthians em 1972, antes de completar 18 anos

O primeiro dia do mês de junho de 1972 marcou o início de uma era chamada Wladimir no Corinthians. A estreia do atleta pelo Timão aconteceu em amistoso internacional contra o Besiktas, da Turquia, que terminou com vitória alvinegra por 3 a 0. E esta seria a história mais longa de um jogador com a camisa do Timão.

Em 105 anos de história do Sport Club Corinthians Paulista, ninguém vestiu o manto alvinegro mais vezes do que Wladimir. Ao todo, foram 805 jogos com a camisa do Timão, 199 vezes mais do que Luizinho, segundo jogador dessa lista. Um dado muito interessante: seu primeiro jogo com o uniforme alvinegro do time principal foi com 17 anos, já que ele nasceu em 29 de agosto de 1954.

O ex-lateral esquerdo foi revelado pelo próprio Corinthians. Além de ser o jogador que mais vezes usou o manto preto e branco, Wladimir é o atleta que detém o recorde de atuações seguidas pelo Coringão. Foram 161 jogos sem uma única ausência, durante dois anos, um mês e 23 dias.

Wladimir atuou pelo Corinthians de 1972 a 1985 e teve segunda passagem em 1987. Até o momento longe de ser batida, a marca de 805 jogos com o Timão rendeu, durante a primeira passagem, a conquista de quatro títulos do Campeonato Paulista, incluindo o mais importante de todos, em 1977, que acabou com o jejum de quase 23 anos sem conquistas do Alvinegro. Os outros foram em 1979 e o bicampeonato de 1982/1983.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Athletico Paranaense muda identidade e conquista primeiro título internacional

Por Lula Terras


O Clube Athletico Paranaense conquistou o título da Copa Sul-Americana, num confronto direto com os colombianos do Júnior Barranquilla nesta quarta-feira, dia 12, na Arena da Baixada. A vitória foi nos pênaltis, depois do empate em 1 x 1, no tempo regulamentar e prorrogação, diante de um público recorde, mais de 40 mil torcedores, empurrando o clube paranaense, rumo ao seu primeiro título internacional, e ainda uma vaga para a Libertadores da América de 2019. 

O leitor mais desavisado pode estar estranhando, mas é esse mesmo o novo nome do tradicional clube do Paraná, que assume nova identidade deixando para trás a antiga nomenclatura (Clube Atlético-PR). Além da nova grafia, outras alterações foram anunciadas, durante evento realizado nesta terça-feira, dia 11, na capital paranaense, como, um novo escudo e novas camisas, entre outras mudanças. 

Mesmo sob a justificativa de resgatar as raízes do clube, portanto, oficialmente, nada a ver com estudos da numerologia, as mudanças não foi uma unanimidade entre seus torcedores. Muitos deles encheram as redes sociais, demonstrando o descontentamento. Como a estréia oficial dos novos uniformes aconteceu nesta quarta-feira e coincidiu com a conquista do importante título, talvez haja uma trégua entre os favoráveis e contrários às mudanças. 

Para concluir, acho interessante registrar que essas alterações não é um caso isolado no mundo do futebol. Só no século 21, existiram outros casos, na busca de uma renovação e a modernização da marca envolvendo as seguintes instituições: A Juventus da Itália; Manchester City, Inglaterra; Arsenal, também da Inglaterra; Paris Saint German (PSG) – França.

Sorteados os confrontos da Copa do Brasil 2019

Com informações do site oficial da CBF


O ano de 2019 já começou para a Copa do Brasil. Na noite desta quinta-feira (13), foi realizado o sorteio dos duelos da primeira fase da competição, na sede da CBF, no Rio de Janeiro (RJ). A competição mais democrática do calendário nacional tem previsão de início para o dia 6 de fevereiro e envolve 80 equipes neste primeiro momento, já que 11 equipes ingressam diretamente nas Oitavas de Final (Quarta Fase). 

Os 80 clubes participantes foram ordenados de acordo com a posição no Ranking Nacional de Clubes (RNC) e divididos em oito grupos de 10 clubes cada, identificados com letras de A a H. Caso dois ou mais clubes tenham o mesmo posicionamento no RNC, considera-se o Ranking Nacional de Federações (RNF) para efeito de ordenação.

Em cada grupo, os times são ordenados em função da sua posição no RNC, e tal posicionamento determinará a sequência do sorteio. Os dez clubes melhores ranqueados - excluídos os já classificados para a 4ª fase - farão parte do Grupo A, os dez seguintes do Grupo B, os próximos dez do Grupo C, e assim sucessivamente até se formar o Grupo H. 

O sorteio para definição do posicionamento de cada clube no Diagrama de Fases obedeceu a seguinte sequência de grupos: A, B, C, D, H, G, F e por último o grupo E. Os confrontos entre clubes dos grupos serão: A x E, B x F, C x G e D x H.

Um pote com dez bolas numeradas de 1 a 10 definiu em qual das 10 chaves do Diagrama da Competição cada clube se posicionou. O evento definiu também os mandantes da fase seguinte, que estão em verde. 

Confira os jogos:

Ferroviário(CE) x Corinthians(SP)
Avenida(RS) x Guarani(SP)
Central(PE) x Ceará(CE)
Foz do Iguaçu(PR) x Boa Esporte(MG)
Aparecidense(GO) x Ponte Preta(SP)
Bragantino(PA) x ASA(AL)
URT(MG) x Coritiba(PR)
Manaus(AM) x Vila Nova(GO)
Campinense(PB) x Botafogo(RJ)
Ypiranga(AP) x Cuiabá(MT)
São Raimundo(RR) x América(MG)
Palmas(TO) x Juventude(RS)
Moto Club(MA) x Vitória(BA)
Galvez(AC) x ABC(RN)
Sinop(MT) x Santa Cruz(PE)
Imperatriz(MA) x Náutico(PE)
River(PI) x Fluminense(RJ)
Votuporanguense(SP) x Ypiranga(RS)
Boavista(RJ) x Figueirense(SC)
Corumbaense(MS) x Luverdense(MT)
Rio Branco(AC) x Bahia(BA)
Santa Cruz(RN) x Tupi(MG)
Sergipe(SE) x Goiás(GO)
Brasiliense(DF) x CRB(AL)
Altos(PI) x Santos(SP)
Sobradinho(DF) x América(RN)
Brusque(SC) x Atlético(GO)
Atlético(CE) x Joinville(SC)
São José(RS) x Chapecoense(SC)
Mixto(MT) x CSA(AL)
São Raimundo(PA) x Criciúma(SC)
Fast Clube(AM) x Oeste(SP)
Tombense(MG) x Sport(PE)
Operário(MS) x Botafogo(PB)
Itabaiana(SE) x Paraná(PR)
Americano(RJ) x Londrina(PR)
Juazeirense(BA) x Vasco(RJ)
Serra(ES) x Remo(PA)
Real Ariquemes(RO) x Avaí(SC)
Tubarão(SC) x Brasil de Pelotas(RS)

Loco Abreu vai jogar o Capixabão pelo Rio Branco

Com informações do site oficial do Rio Branco AC
Fotos: divulgação Rio Branco AC

O presidente do Clube, Luciano Mendonça, e o atacante uruguaio Loco Abreu

Ídolo da seleção uruguaia, o consagrado atacante Loco Abreu assinou contrato com o Rio Branco na noite de quarta-feira, no Rio de Janeiro, e agora já conta os dias para fazer sua estreia pela Capa-preta. Em seus primeiras palavras com a camisa alvinegra, El Loco prometeu empenho dentro de campo para conquistar o Capixabão, que tem início no dia 2 de janeiro, quando o Brancão enfrenta o Rio Branco de Venda Nova, no estádio Kleber Andrade.

“A nação capa-preta pode se preparar para curtir um bom estadual, fazendo aquele barulho e movimentação que sempre faz nas arquibancadas. Dentro de campo, vamos nos preocupar dia a dia para conquistar o título, que é o que realmente dá alegria aos alvinegros”, afirmou o atacante.

O uruguaio também fez questão de agradecer o carinho dos torcedores alvinegros, que desde o início das negociações “invadiram” as redes sociais do atleta para incentivá-lo. “Agradeço o carinho que a torcida vinha tendo por mim pelas redes sociais mesmo antes da assinatura do contrato”, disse.

Para o presidente do Rio Branco, Luciano Mendonça, essa é a maior contratação já feita por um clube do Estado. “É uma grande conquista para o Rio Branco e para o futebol capixaba”, afirmou. Já Loco diz que foi uma “maluquice do presidente que acabou dando certo”. “Tomara que em abril, no fim do campeonato, a gente tenha um final feliz”, ressaltou o dono da camisa 13.

A diretoria do Rio Branco está fechando os detalhes para a chegada do atacante ao Estado, assim como sua apresentação oficial. As datas serão divulgadas nos próximos dias. A pré-temporada sob o comando do técnico Caco Espinoza tem início no dia 2 de janeiro.

No momento da assinatura

Histórico - Sebastián Abreu, 42 anos, tem experiência internacional, com passagens pelo futebol brasileiro, europeu, uruguaio, mexicano e argentino, além de ter na bagagem a disputa de duas Copas do Mundo. No Brasil, a consagração veio no Botafogo. Ele chegou ao clube em 2010, sendo eleito o segundo melhor atacante do Brasileirão naquele ano. Em sua passagem pelo Glorioso, fez 63 gols, alcançando o posto de segundo maior artilheiro estrangeiro da história do Botafogo.

El Loco também fez história com a camisa da seleção uruguaia, marcando 31 gols, sendo o terceiro maior artilheiro da história da Celeste. O uruguaio disputou a Copa da África do Sul, em 2010, como o jogador com maior número de gols marcados na carreira entre os 736 inscritos na competição. Antes do Mundial, havia anotado 305 gols na carreira, três a mais que o francês Thierry Henry.

O atacante foi peça fundamental do Uruguai, que terminou a competição na quarta colocação. Nas quartas de final, protagonizou um gol histórico, cobrando de cavadinha o pênalti contra Gana que colocou a equipe nas semifinais. O novo atacante do Brancão é um goleador nato, tanto que foi artilheiro por quatro vezes do Campeonato Uruguaio e outras quatro no Campeonato Mexicano.

Além de Loco, já estão com contrato assinado os zagueiros Dilsinho e Rhamon Mexicano, o lateral-direito Magno, o lateral-esquerdo Deco, os volante Raniere e Thomas, os meias Ronicley e Canário e os atacantes Edu, Mariotto e João Victor.

Livro relata a história centenária do Nacional Atlético Clube


O futebol pediu passagem pelos trilhos. Nas ferrovias, o esporte se desenvolveu com o “empurrãozinho” de notáveis personalidades do mundo da bola. Em São Paulo, mais precisamente em 1895, Charles Miller, filho de um pai escocês e uma mãe brasileira com ascendência inglesa, regressou de terras britânicas ao lugar de origem, nas proximidades onde ficava localizada a São Paulo Railway (SPR), companhia ferroviária instalada no país em 1867, através dos esforços de Irineu Evangelista do Nascimento, vulgo Barão de Mauá. 

Ao ver que diversos funcionários de origem inglesa precisavam praticar um esporte como forma de recreação, Miller reuniu a “turma”, e ainda, convocou mais alguns ingleses que trabalhavam na companhia de gás local para realizar, em 14 de abril daquele ano, na região da Várzea do Carmo, a primeira partida de futebol organizada no país. O resultado foi 4 a 2 para o time da SPR diante do selecionado rival da “The São Paulo Gás Company”. 

Passados quase 124 anos deste acontecimento e 100 anos após a fundação do SPR como clube profissional - em 16 de fevereiro de 1919 -, o atual Nacional Atlético Clube, nome que a antiga agremiação adquiriu após o vencimento da concessão de 90 anos da ferrovia com o governo federal, tem várias de suas histórias reunidas em um livro. 

“Nacional - Nos trilhos do Futebol Brasileiro” (Editora Casa Flutuante), de autoria de Leandro Massoni, além de contar com o prefácio do jornalista Mauro Beting, traz em suas (a definir) páginas informações, dados, histórias, curiosidades e entrevistas com dirigentes do clube ferroviário, jornalistas, torcedores e pessoas ligadas à ferrovia paulista sobre os principais fatos que envolveram o time situado na Rua Comendador Souza, zona Oeste de São Paulo, durante quase um século. 

De acordo com Leandro, a ideia de escrever a obra surgiu ainda quando estava na faculdade. “Estava iniciando um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e nosso grupo não tinha muita noção sobre o que fazer. Logo, um de nós falou sobre o Nacional. Mesmo descrente, comecei a fuçar e nisso, descobri que este clube é como se fosse o patrimônio do futebol brasileiro, devido a sua história e a presença de Charles Miller no jogo em 1895”, explica. 

Na época, Massoni e companhia produziram um documentário audiovisual intitulado “O Futebol Nacional”, trazendo não somente o histórico do clube como também reportagens com profissionais da imprensa e antigos jogadores que marcaram época no time ferroviário. Após a faculdade, a ideia do livro começou a ganhar suas primeiras letras.

O autor Leandro Massoni

“Depois que realizei vários cursos, como o de locução e a pós-graduação em Jornalismo Esportivo e Multimídias, em 2017, decidi que já era hora de embarcar nesta aventura de escrever meu primeiro livro, que na verdade, era meu sonho desde quando comecei a tomar gosto pelo jornalismo”, disse Leandro. 

Com orientação de Benedito Rodrigues, mestre em Comunicação e Mercado e professor universitário, o livro de Massoni tem a presença de ex-jogadores como Dodô (o “Artilheiro dos Gols Bonitos”), Índio (ex-Santos), Zé Carlos (ex-seleção brasileira na Copa do Mundo de 1998), Magrão (goleiro do Sport Recife), Rubens Minelli (ex-técnico tetracampeão brasileiro), bem como dos jornalistas Milton Neves (TV Bandeirantes), Flávio Prado e Michelle Giannella (ambos da TV Gazeta), Luiz Ademar (comentarista esportivo), Odir Cunha (escritor de livros sobre o Santos), Celso Unzelte (TV Cultura) e dos historiadores John Mills (autor de “Charles Miller - O Pai do Futebol Brasileiro”) e Moysés Lavander Júnior (que escreveu a obra “SPR - Memórias de uma Inglesa”). 

A obra “Nacional - Nos trilhos do Futebol Brasileiro” será lançada em 2019, na Livraria Martins Fontes (Avenida Paulista, 509), no dia 5 de fevereiro, a partir das 18h30, e no Nacional Atlético Clube (Avenida Marquês de São Vicente, 2477, na Barra Funda), em data a definir. Para mais informações, entre em contato com o autor pelo telefone (11) 99649-7828 ou pelo email: massoni.leandro@gmail.com.
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