quarta-feira, 16 de agosto de 2017

As camisas de Aloísio, zagueiro ídolo no Inter e no Porto

Por Lucas Paes


O futebol português é o que talvez tenha mais influência de brasileiros em toda a Europa. É claro que a língua influencia e, por isso, vários jogadores que nasceram deste lado do Atlântico fizeram sucesso no país lusitano do Velho Continente. Um desses foi Aloísio, zagueiro de muita categoria, que começou no Inter de Porto Alegre e, nesta época, foi para a Seleção Brasileira. Depois de uma passagem pelo Barcelona, ele foi para o FC Porto, onde passou mais de 10 temporadas, se tornando ídolo no Dragão. Confira como foi sua carreira:


INTERNACIONAL

O terceiro em pé, ao lado de Taffarel, no Inter de 1987

Nascido em Pelotas, em 16 de Agosto de 1963, Aloísio começou a carreira no Inter, em 1982. Permaneceu no Colorado durante seis anos, sendo tri-campeão gaúcho entre 1982 e 1984. Sua categoria dentro de campo e a qualidade de seu jogo levaram o Barcelona a contrata-lo, em 1988, em uma época em que o Internacional, por  muito pouco, não conquistou o Brasileirão. Foram 107 jogos e 7 gols pelo Inter.


BARCELONA

Em ação pelo Barça

Na Catalunha, Aloísio jogou em um Barça que não tinha a força mundial de hoje, mas era um dos grandes do futebol europeu. Por lá, nunca foi titular indiscutível, mas sua passagem foi longe de ser ruim, pelo contrário! O zagueiro fez parte da equipe que conquistou tanto a Copa do Rei, quanto a Recopa Européia, na temporada de 1988/89, sendo titular na final contra a Sampdoria. Pelo Barça, foram 68 jogos e nenhum gol.


PORTO

Terceiro jogador que mais vezes vestiu a camisa do Porto

Em 1990, foi negociado com o Porto. Nos Dragões, viraria ídolo absoluto da torcida, permanecendo no clube durante 11 anos. Ganhou por sete vezes o Campeonato Português, sendo cinco seguidas entre as temporadas 1994/95 e 1998/99. Por outras cinco vezes, foi campeão da Copa de Portugal e também ganhou sete vezes a Supercopa de Portugal. Fez 474 jogos pelos portistas, marcando 18 gols. É o terceiro jogador que mais atuou pelo Porto, além de ser o estrangeiro com mais jogos pelo clube.


SELEÇÃO BRASILEIRA

Na final das Olimpíadas de 1988: o quarto em pé

Pela Seleção Brasileira, foi campeão mundial Sub-20 em em 1983. Depois, jogou a Olimpíada de Seul, na Coreia do Sul, em 1988, onde o país conquistou a medalha de prata. Foram seis jogos pelo time principal do país. Apesar da longevidade na equipe do Porto, nunca chegou a ser convocado novamente.

Depois de encerrar a carreira de jogador, trabalhou como auxiliar técnico no próprio Porto, fazendo parte da comissão técnica campeã européia em 2004. Trabalhou como técnico depois e como dirigente, ocupando hoje cargo no Gil Vicente, de Portugal.

Torcedores fazem documentário sobre o grande time da Lusa dos anos 50

O grande time Rubro Verde é tema de documentário feito por torcedores

O time que foi base da seleção brasileira, derrotou o campeão inglês, calou a torcida do Atlético de Madri, superou um esquadrão comandado por Di Stéfano e ficou marcado como o primeiro estrangeiro a atuar na Turquia. ‘Rubro-Verde Espetacular’ traz depoimentos de ex-jogadores que marcaram época vestindo a camisa da Portuguesa na década de 1950, além de ouvir historiadores, jornalistas e torcedores que acompanharam essas façanhas de perto. Um esquadrão formado por Julinho Botelho, Djalma Santos, Pinga e Brandãozinho.

Entre os entrevistados do documentário estão três craques remanescentes daquela equipe: Atis, Orestes e Genê. O filme conta com depoimentos do jornalista e comentarista esportivo Orlando Duarte, que acompanhou aquela equipe tanto nas arquibancadas quanto à beira do gramado. Mario Americo Netto - neto do massagista Mario Americo - e Carlos Botelho - filho do craque Julinho Botelho - também estão no elenco. O plantel de entrevistados ainda tem o torcedor Vital Vieira Curto e o memorialista Pedro Boscato.

'Rubro-Verde Espetacular' foi lançado no dia 27 de janeiro de 2017, no Teatro Gamaro, na Mooca, em São Paulo. A sessão contou com a presença de mais de 300 pessoas. O evento foi marcado por homenagens aos ex-jogadores ainda vivos e aos familiares daqueles que fizeram parte do histórico esquadrão. O presidente da Portuguesa, Alexandre Barros, também esteve no lançamento e prestou um tributo aos que participaram daquelas conquistas.

Com o apoio oficial da Lusa, o longa-metragem é mais uma produção independente de Cristiano Fukuyama e Luiz Nascimento, torcedores lusitanos que resolveram retratar a história do clube nas telonas mesmo sem patrocínio ou apoio financeiro. Os dois trabalham sozinhos e compõem toda a equipe de produção do Acervo da Bola – marca criada para os filmes e que virou portal. A dupla entrou nessa empreitada há pouco mais de dois anos e já lançou seis produções relacionadas com a Portuguesa: um longa, três curtas e dois nanodocs.

Trailer do documentário

O documentário é uma viagem pelo Brasil da década de 1950, com detalhes de uma São Paulo charmosa e obstinada pelo crescimento, embalado pela magia do rádio e seus locutores esportivos. O filme retrata a construção de um dos principais símbolos da comunidade portuguesa no Brasil, mais especificamente no esporte, e traz um rico material de acervo de fotos, que transporta o espectador ao ambiente da época. As longas viagens de avião, as dificuldades com a língua e a surpresa com a primeira vez no exterior são pontos altos do longa-metragem.

Os diretores venceram em 2016 o prêmio de melhor longa-metragem do CINEfoot (festival brasileiro de cinema de futebol) com o filme 'Ivair – O Príncipe do Futebol’.

Exibição - Museu do Futebol do Estádio do Pacaembu, em São Paulo, realizará neste sábado, dia 19 de agosto, a partir das 14 horas, o encontro “Lusa: passado, presente e futuro”, em comemoração aos 97 anos da Associação Portuguesa de Desportos. Proposto por torcedores apaixonados, a programação será realizada em parceria com o Acervo da Bola e o Museu Histórico da Portuguesa. O objetivo é debater a atual situação do clube, relembrar a história de conquistas e lançar perspectivas para o futuro.

O evento será aberto com a exibição do documentário ‘Rubro-Verde Espetacular’ e depois haverá uma rodada de debates com a presença de torcedores, ex-jogadores, como Badeco, jornalistas e escritores que já produziram conteúdos sobre a Lusa. A entrada é franca!

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Danlaba Mendy - O francês do Grêmio

O francês foi profissionalizado no Grêmio, com 22 anos, e fez apenas um gol em 14 jogos

Os clubes brasileiros são pródigos de contratarem estrangeiros obscuros para fazerem parte de seus elencos. Muitos viram lendas, outros folclore e alguns, poucos mesmo, juntam todas essas características e somem da mesma forma como apareceram por estas bandas: sem ninguém saber.

Um dos casos mais emblemáticos foi o do francês Danlaba Mendy, que passou pelo Grêmio em 1998. Nascido em Paris, em 22 de setembro de 1976, o jogador era de família senegalesa e antes de jogar pelo Tricolor gaúcho, estava nos Estados Unidos, mais precisamente treinando e estudando na IMG Academy, escola localizada na Flórida, que treina atletas dos mais diversos esportes.

Pois bem, Danlaba Mendy chegou no Grêmio em 1998, logo após a conquista da Copa do Mundo pela França, e foi profissionalizado no clube, com praticamente 22 anos. Algo raro no futebol brasileiro, ainda mais em um clube grande. O francês estreou em partidas oficiais no dia 26 de julho, quando entrou no lugar de Guilherme em um GreNal vencido pelo rival Internacional, por 1 a 0.

Juntando jogos oficiais e amistosos, Danlaba Mendy fez 14 jogos pelo Tricolor, tendo feito apenas um único gol, contra o Peñarol. O nível do francês era tão fraco que, segundo algumas histórias, ele chegou a ser ovacionado pela torcida do Internacional em um GreNal.

Após deixar o Grêmio, o centroavante voltou para a sua terra natal e jogou por quatro temporadas no Esperance Sportive Troyes Aube Champagne, mais conhecido como Troyes, entre 1999 e 2003. Na primeira temporada, ele jogou 19 partidas e marcou dois gols na Ligue 1 (a primeira divisão do Campeonato Francês).

Na sua última temporada pela equipe, em 2003, jogou apenas um jogo e ainda como suplente. Depois de sair do clube francês, Danlaba Mendy encerrou a carreira e não se teve notícias do paradeiro do atacante depois disso. Pois é, mas no Grêmio não deixou saudade.

Os quatro Campeonatos Uruguaios conquistados pelo Defensor

Jogadores do Defensor comemorando o título da temporada 2007/2008

Não se tem dúvidas de que os dois maiores clubes do futebol uruguaio são Peñarol e Nacional, que são os times com mais títulos e maiores torcidas. Mas há uma discussão por lá que dura anos: qual a terceira força do país? O talvez grande favorito nesta discussão seja o Defensor Sporting.

A equipe do Estádio Luis Franzini, que fica no Parque Prado, próximo ao Rio da Prata, em Montevidéu, já escreveu sua história no futebol uruguaio e sul-americano de várias formas. Em quatro oportunidades, a equipe violeta venceu o Campeonato Uruguaio: 1976, 1987, 1991 e na temporada 2007/2008. Confira como foi cada conquista:

1976


O Defensor que 'cambió la história'. Tem já abordado em O Curioso do Futebol, o primeiro título de campeão uruguaio do time violeta, em 1976, tem também uma das mais belas histórias deste esporte. A equipe era formada por jogadores e comissão técnica que eram contra o regime de ditadura militar que o país passava e deixavam claro.

Mesmo com o governo contra, o Defensor sagrou-se campeão uruguaio em 25 de julho daquele ano, ao derrotar o Rentistas no Luis Franzini. Detalhe, os jogadores comemoraram o título, que teve a campanha de 13 vitórias, seis empates e três derrotas, dando a volta olímpica no sentido anti-horário. Porém, o clube teve retaliações no ano seguinte, como a retenção de passaportes dos atletas antes de jogos da Libertadores.


1987


Depois de onze anos do 'Defensor que cambió la história', o clube voltaria a conquistar o campeonato uruguaio, iniciando uma série de cinco temporadas onde os dois grandes do futebol local não venceriam a competição nacional.

O time dirigido Raúl Möller se consagrou no dia 16 de dezembro, quando venceu o Nacional por 1 a 0. A equipe do Luis Franzini conseguiu o título com a campanha de 14 vitórias, cinco empates e cinco derrotas.


1991


Depois de iniciar as cinco temporadas em que nem Peñarol e Nacional conquistariam o Campeonato Uruguaio, o Defensor fechou a série em 1991 (Danubio, em 1988, Progreso, em 1989, e Bella Vista, em 1990, foram os outros campeões). Era uma equipe jovem, dirigida por Ahuntchain.

Foi um campeonato onde Defensor, Nacional, Montevideo Wanderers e Peñarol disputaram a liderança ponto a ponto e o título violeta veio com um empate sem gol contra o Central Español, no Franzini. A campanha teve 14 vitórias, sete empates e cinco derrotas.


2007/2008


Na fase Apertura/Clausura, o Defensor fez um primeiro turno espetacular, terminando quatro pontos à frente do Danubio, vencendo 11 jogos, perdendo duas partidas e empatando mais duas. No Clausura, foi o quarto, garantindo a melhor campanha entre todos os torneios.

Na semifinal, o time violeta encarou o Peñarol. No dia 22 de junho, no Centenário, o Defensor venceu por 2 a 1. No segundo jogo, também no Centenário, dia 25, um empate em 0 a 0. Como o Defensor tinha a melhor campanha, não precisou de final para ser campeão.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Operário, Atlético Acreano, Juazeirense e Globo – Os acessos na Série D


Foi definido nesta segunda-feira, dia 14, o último time classificado para as semifinais do Campeonato Brasileiro Série D de 2017 e, consequentemente, com acesso garantido à Série C de 2018. O Operário Ferroviário de Ponta Grossa despachou o Maranhão e se junta a Globo, Juazeirense e Atlético Acreano na próxima etapa da competição.

O primeiro classificado saiu na sexta-feira, dia 11. O Globo sofreu, mas conseguiu a classificação em cima da URT. No primeiro jogo, em Patos de Minas, os mineiros venceram por 1 a 0. Na partida de volta, em Ceará-Mirim, o gol de Renatinho Carioca levou a decisão da vaga para as penalidades, onde os potiguares levaram a melhor.

O Globo vai encarar o Juazeirense. A equipe baiana surpreendeu e eliminou o favorito América e Natal. No primeiro jogo, em Juazeiro, na Bahia, a equipe da casa venceu por 3 a 0 e conseguiu boa vantagem. Na segunda partida, no sábado, na Arena das Dunas, em Natal, os visitantes conseguiram ainda saíram na frente e tomaram o gol de empate, o que os garantiram na semifinal e com o acesso.

Do outro lado da chave, o primeiro classificado foi o Atlético Acreano, que conquistou a vaga ao passar pelo gaúcho São José. No primeiro jogo, em Porto Alegre, o Galo do Norte venceu por 1 a 0. Na volta, no último sábado, na Florestão, em Rio Branco, o empate em 1 a 1 garantiu o Atlético na Série C de 2018.

O time do Acre encara o Operário Ferroviário. O último classificado saiu nesta segunda-feira, dia 14, com o Operário vencendo o Maranhão por 2 a 1, em Ponta Grossa. Aliás, o time paranaense já veio com boa vantagem, pois tinha vencido o primeiro jogo, em São Luiz, por 3 a 1, e, assim, conquistando o acesso.

A Confederação Brasileira de Futebol deve anunciar nesta terça-feira, dia 15, os dias e horários exatos de cada jogo da próxima fase da competição. Confira os confrontos das semifinais da Série D de 2017:

Globo x Juazeirense
Atlético Acreano x Operário Ferroviário

Rincón no Cruzeiro

Por Lucas Paes

Em 2001, Rincón teve apagada passagem no Cruzeiro

Neste dia 14 de agosto, Freddy Rincón, famoso meio-campista colombiano, completa 51 anos. Atualmente sendo um treinador sem clube, o colombiano teve diversas passagens por clubes brasileiros e até uma pelo Real Madrid. Hoje vamos relembrar a época em que esteve no Cruzeiro. 

Rincón foi para o time celeste mineiro contratado junto a reforços de peso como Edmundo e Luisão. Foi apresentado na Toca da Raposa em julho de 2001 e estreou no mesmo mês em um amistoso diante do Villa Nova, de Minas Gerais. A estréia oficial ocorreu em jogo diante do Independiente, na Argentina, no dia 24 daquele mês, valido pela Mercosul. Ficou apenas 33 minutos em campo e acabou expulso.

Dois meses depois, em jogo contra o Juventude, no Mineirão, marca seu único gol com a camisa cruzeirense. O time vivia momentos turbulentos após diversas trocas de técnicos e não conseguia se firmar no Brasileirão. Já Rincón ficava marcado pelo número alto de cartões e até por uma suspensão de três jogos sofrida durante a competição.

Em ação diante do Grêmio

Em Outubro, discorda de uma multa que recebeu após obter a terceira expulsão no clube mineiro. Critica publicamente a decisão da diretoria de rescindir com Edmundo as vésperas do clássico com o Atlético Mineiro. No dia 28, acaba disputando aquela que seria sua última partida pela Raposa, em derrota para o Botafogo, em Taquaritinga, por 3 a 0. 

Já em Novembro, após não ser relacionado por Marco Aurélio, critica publicamente o treinador. Pouco depois, o técnico cruzeirense avisa que com ele, Rincón não jogaria mais. Tem seu contrato rescindido. Pelo Cruzeiro, fez 22 jogos e um gol. 

Portuguesa - Tri-Fita Azul do futebol brasileiro

A equipe da Lusa de 1954, que conquistou a terceira Fita Azul do clube

A Fita Azul era um título de honra concedido aos clubes de futebol que, após suas excursões internacionais, retornavam invictos ao Brasil. Inicialmente, a Fita Azul era concedida pela antiga Confederação Brasileira de Desportos (CBD), entidade antecessora da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que posteriormente acabou desistindo da ideia. O jornal A Gazeta Esportiva, conceituado periódico paulista no ramo esportivo, decidiu continuar com a premiação por algum tempo, mas logo acabou desistindo de conceder tal gratificação.

Alguns times do país, sejam grandes ou pequenos, conseguiram a façanha. Corinthians, Portuguesa Santista, Caxias, Bangu, São Paulo, Coritiba, Santos e Santa Cruz conquistaram o título de honra ao longo da história. Porém, ninguém atingiu o feito da Portuguesa da Desportos, que recebeu a alcunha em três oportunidades: 1951, 1953 e 1954.

Era a época do, talvez, maior time da Lusa de todos os tempos. O escrete rubro verde tinha jogadores como Muca, Nena, Noronha, Brandãozinho, Ceci, Julinho Botelho, Renato, Nininho, Pinga e Simão, além, é claro, do grande Djalma Santos, o maior lateral direito de todos os tempos. Vamos conferir como foi cada fita azul da Lusa:

1951


Em 31 de maio de 1951, a Lusa conquistava sua primeira Fita Azul com uma excursão pela Europa, que começou na Turquia, passou pela Espanha e finalizou na Suécia. Foram 12 jogos e apenas um empate, contra o Valencia. Confira a campanha:

28/04 – Fenerbahçe 1 x 3 Portuguesa
29/04 – Galatasaray 2 x 4 Portuguesa
04/05 – Besiktas 1 x 4 Portuguesa
06/05 – Seleção de Ancara 1 x 4 Portuguesa
08/05 – Galatasaray 1 x 3 Portuguesa
15/05 – Atlético de Madrid 3 x 4 Portuguesa
17/05 – Valencia 1 x 1 Portuguesa
20/05 – Helsinborg 3 x 5 Portuguesa
26/05 – Sondra 0 x 1 Portuguesa
28/05 – IFK Kamraterna 2 x 4 Portuguesa
29/05 – Göteborg 1 x 2 Portuguesa
31/05 – IFK Norrkoping 2×3 Portuguesa


1953


Dois anos depois, a Lusa foi novamente para uma excursão, mas desta vez em lugares mais próximos. Peru, Colômbia e Equador foram os palcos das partidas, 10 ao todo, sendo sete vitórias e três empates. Confira a campanha:

21/06 – Portuguesa 4×0 Alianza Lima (PER)
24/06 – Portuguesa 1×1 Deportivo Nacional (PER)
28/06 – Portuguesa 2×0 Sport Boys (PER)
30/06 – Portuguesa 3×1 Universitário (PER)
02/07 – Portuguesa 3×0 Alianza Lima (PER)
05/07 – Portuguesa 4×2 Independiente de Santa Fé (COL)
12/07 – Portuguesa 1×1 Atlético Nacional de Medelín (COL)
19/07 – Portuguesa 2×1 Milionários (COL)
20/07 – Portuguesa 0x0 Independiente de Santa Fé (COL)
22/07 – Portuguesa 2×0 Barcelona de Guayaquil (EQU)


1954


No ano seguinte, lá foi o time Rubro Verde novamente viajar, novamente na Europa. A Lusa passou, nessa excursão, por Inglaterra, Bélgica, França, Alemanha e Turquia, fazendo incríveis 19 jogos, sendo 14 vitórias e cinco empates. Confira os resultados:

22/02 – Portuguesa 5×2 Watford (ING)
24/02 – Portuguesa 2×0 Luton (ING)
02/03 – Portuguesa 0x0 Royal Tilleur (BEL)
07/03 – Portuguesa 0x0 Royal Charleroyi (BEL)
18/03 – Portuguesa 3×1 Angers (FRA)
24/03 – Portuguesa 3×1 Reims (FRA)
27/03 – Portuguesa 3×2 Rotweiss (ALE)
28/03 – Portuguesa 4×1 Borussia/Rheydter (ALE)
03/04 – Portuguesa 4×0 Besiktas (TUR)
04/04 – Portuguesa 0x0 Fenerbahce (TUR)
07/04 – Portuguesa 1×1 Adalet (TUR)
10/04 – Portuguesa 0x0 Vefa (TUR)
11/04 – Portuguesa 2×1 Galatassaray (TUR)
19/04 – Portuguesa 2×1 Dusseldorf (ALE)
22/04 – Portuguesa 4×2 Schwartzweiss (ALE)
29/04 – Portuguesa 2×1 Schalcke (ALE)
01/05 – Portuguesa 1×0 Tennis/Borussia (ALE)
05/05 – Portuguesa 2×0 Leibensnebungen (ALE)
09/05 – Portuguesa 6×0 Sheffield Wednesday (ING)
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