quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Em 1989, uma bomba de André Cruz dá vitória ao Brasil contra a Itália

Por Lucas Paes

André Cruz comemora o gol da vitória do Brasil naquele amistoso

Em 1989, mais precisamente em 14 de outubro, Brasil e Itália fizeram um amistoso no Estádio Renato Dall’Ara, em Bologna, em preparação para a Copa do Mundo de 1990, que ocorreria justamente no país da Bota. Diante de 33 mil torcedores, lotação máxima do local, a Seleção Canarinho venceu o jogo por 1 a 0, com gol de André Cruz, que completa hoje 49 anos. Este gol foi o único dele com a camisa da seleção principal do Brasil.

A exemplo de muitos clássicos entre brasileiros e italianos, o jogo foi disputado, com nenhuma das equipes conseguindo tirar o zero do placar no primeiro tempo. Aos 25’ da etapa final, André Cruz, jogador da Ponte Preta na época, entrou no lugar de Aldair, fazendo então seu 13º jogo pela seleção. Sete minutos depois, o Brasil teve falta perigosa a seu favor e ele soltou um tirombaço, no ângulo, sem nenhuma chance para o lendário goleiro Walter Zenga.

O Brasil que fez o jogo citado

A equipe da casa não conseguiu reagir e o placar acabou ficando mesmo em vitória brasileira. O gol deu certo status a André, que conseguiu transferência para o Flamengo no ano seguinte e passou a atuar mais regularmente na Seleção. Porém, um verdadeiro baile que o zagueiro tomou de Bebeto, em um clássico contra o Vasco, acabou sendo determinante para a sua não convocação para a Copa do Mundo de 1990.

Na Copa do ano seguinte, o Brasil de Sebastião Lazaroni faria uma das campanhas mais decepcionantes do país em Copas do Mundo, enquanto a Azzurra, com um surpreendente e iluminado Schillaci, caíria na semifinal diante da Argentina, numa partida histórica de Goycochea.

A Seleção Italiana

André Cruz esteve durante 10 anos vestindo a camisa canarinho. Entre 1988 e 1998, foram 33 jogos pela Seleção. Ficou, porém, seis anos, entre 1989 e 1995, sem jogar pelo país. Ele foi campeão da Copa América de 1989, além de medalhista na Olimpíada de Seul em 1988 (Prata) e medalhista no Pan Americano de 1987 (Ouro). Fez parte da delegação do time vice-campeão em 1998, ainda que sem jogar nenhuma vez. 

Na carreira como jogador, André teve passagens boas por times brasileiros, como Ponte Preta, onde começou, Flamengo, Inter e Goiás. Virou ídolo na Bélgica, no Standard de Liege e teve boa passagem pelo Napoli e pelo Sporting, além de vestir a camisa de Milan e Torino. Encerrou a carreira em 2004, no Goiás.

Veja como foi o gol de André Cruz

Ficha Técnica
ITÁLIA 0 x 1 BRASIL

Data: 14 de Outubro de 1989
Local: Estádio Roberto Dall’Ara – Bologna (Itália)
Árbitro: Helmt Kohl (Áustria)
Assistentes: Friedrich Kaupe e Kaple (Austria)

Cartão Amarelo
Brasil: Dunga

Gol
Brasil: André Cruz, aos 32’ do segundo tempo 

Itália: Zenga; Bergomi, Ferri (Ferrara), Baresi, De Agostini; De Napoli, Berti, Baggio, Giannini (Fusi); Carnevale, Vialli - Técnico: Azeglio Vicini

Brasil: Taffarel; Aldair (André Cruz), Mauro Galvão, Ricardo Rocha; Jorginho, Dunga, Alemão (Geovani), Silas (Tita), Mazinho. Muller e Careca - Técnico: Sebastião Lazaroni

Sonny Anderson no Vasco da Gama

Por Lucas Paes


Muitas vezes motivo de piadas devido a passagem pelo Barcelona (que sequer foi tão ruim), Sonny Anderson é um ex-atacante brasileiro que virou ídolo no Mônaco, o que fez ele ser contratado pelo time da Catalunha, e no Lyon, fazendo parte do time no começo da era de Juninho Pernambucano, Govou e cia. Teve boa estadia no Olympique de Marseille também, apesar de uma sáida polêmica. Porém, falaremos sobre o começo de carreira do atacante brasileiro, quando ainda era considerado uma promessa, no Vasco da Gama.

Ainda sem o apelido, que viria anos depois devido a velocidade em campo, em uma comparação com o personagem de videogames Sonic, Anderson começou no Vasco, vindo do XV de Jaú, com Zagallo comparando-o à Jairzinho, devido justamente a característica que gerou sua alcunha: a velocidade.

Jogou apenas três jogos no ano de 1988, conseguindo emplacar alguma sequência apenas no ano seguinte. O Velho Lobo decidiu por coloca-lo como ponta, variando pelos dois lados, porém, o jogador sempre teve preferência pela posição de referência, como centroavante, só que na época quem exercia a função no Vasco era só Roberto Dinamite.

Em três anos no clube cruzmaltino, conseguiu marcar 13 gols em 64 jogos. Sendo cinco em 1989, e quatro em 1990 e 1991. Fez parte do elenco do time Campeão Brasileiro em 1989, além de jogar a Libertadores de 1990, integrando um dos grupos mais fortes da história vascaína.

No último ano em São Januário, ficou 18 jogos sem marcar. Sem conseguir impressionar muito, acabou negociado com o Guarani, em 1991. A carreira de Sonny Anderson só emplacaria quando ele chegou ao Servette, em 1992.

Depois de passar por diversos clubes na Europa, ele se aposentou em 2006, no Al-Gharafa, do Quatar. Teve um jogo de despedida promovido pelo Lyon, onde é ídolo, no Estádio Gerland. Após a aposentadoria, chegou a trabalhar como auxiliar técnico nos Gones e também tentou carreira como treinador, sem conseguir muito sucesso.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Dado Oliveira - Um batalhador no Manthiqueira que conquistou o acesso

Com a colaboração de Bruno Leandro Barros
Fotos: Leandro Oliveira/AD Manthiqueira

Rodeado pelas atletas, Dado Oliveira comemora o acesso depois do jogo contra o União

No último sábado, dia 16, a Academia Desportiva Manthiqueira escreveu o que foi, até aqui, o capítulo mais importante de sua história. Jogando no Estádio Dario Rodrigues Leite, a equipe de Guaratinguetá venceu o União Mogi por 3 a 1 e atingiu a grande final do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 2017, conseguindo também uma vaga na Série A-3 do ano seguinte, sendo o primeiro acesso da história do clube, que começou com militar da reserva de 57 anos Geraldo Margelo de Oliveira ou, simplesmente, o seo Dado Oliveira.

Fundado por Dado Oliveira em 2005, o Manthiqueira se filiou na Federação Paulista de Futebol apenas em 2010, estreando no futebol profissional em 2011. Logo de cara, o clube já chamou a atenção por algumas características diferentes das agremiações "usuais" do futebol brasileiro, muito por causa de seu presidente, que faz questão de manter a disciplina entre seus atletas.

Atencioso com todos que o procuram, Dado de Oliveira bateu um papo com O Curioso do Futebol, onde falou da história do clube, sobre a campanha de 2017, o que espera das finais e como vai trabalhar com a nova realidade em 2018. Confira:

A emoção tomou conta do mandatário do Manthiqueira

O Curioso do futebol – Primeiramente, parabéns pelo acesso! Como é a sensação de ser um dirigente de futebol com um recém-acesso conquistado?

Dado Oliveira - Obrigado pelos parabéns! A conquista do acesso pelo clube que você criou e administra é uma sensação indescritível. Eu fiquei muito emocionado ao fim do jogo. (NR: nas fotos, dá para perceber a emoção de Dado Oliveira).


OCDF – Como surgiu a ideia de montar a Academia Desportiva Manthiqueira?

Dado Oliveira - Sempre gostei de futebol. Além disso, tínhamos uma escolinha, que era uma franquia do Azulãozinho, do São Caetano. Com essa estrutura, foi que o Manthiqueira teve início.

OCDF – É verdade que a cor do clube é uma homenagem à Holanda de 1974, conhecida como a Laranja Mecânica? Já o “th” do nome Manthiqueira é homenagem ao que?

Dado Oliveira - Sim, gostava muito daquela Holanda da Copa do Mundo de 1974 e por isso escolhi o Laranja como a cor principal da equipe. Já o "th" do Manthiqueira escolhemos para diferenciar de outras marcas já registradas como Mantiqueira. (NR: sim, este é um dos motivos. Porém, muitos dizem que o "th" é uma homenagem ao Corinthians, time do coração de Dado).

O time de Dado Oliveira jogará a A-3 em 2018

OCDF – O clube se destaca por ter uma administração diferente das demais agremiações. Um dos exemplos, é primar pela disciplina. Por que o senhor usa esta tipo de comando?

Dado Oliveira - Desde o início do projeto, primei pelo respeito ao adversário e a arbitragem. Sempre tratei bem os times que vieram jogar em nossa casa, a torcida deles e a imprensa que cobre o time visitante (NR: podemos confirmar). Tudo isso é porque eu não quero fazer para os outros o que não quero que façam para mim.


OCDF – O Manthiqueira vem a tempos batalhando 'um lugar ao sol' no futebol paulista. O que aconteceu de diferente em 2017 dos outros anos para a conquista do acesso?

Dado Oliveira - É claro que sempre buscamos atingir o acesso e o título, mas são muitas equipes brigando pelo mesmo objetivo. Neste ano, formamos um grupo de atletas comprometidos com a camisa e filosofia do clube. Por isso deu certo!


OCDF – A treinadora Nilmara Alves esteve no projeto do clube praticamente desde o início, mas este ano esteve afastada. Ela tem importância nesta conquista?

Dado Oliveira - Na verdade, ela não está afastada, atualmente ela é consultora do clube e tem uma importância fundamental na formação da nossa identidade. Seu trabalho tem muita importância na nossa conquista.


OCDF – Em 2018, o Manthiqueira estará na Série A-3, que é um campeonato completamente diferente da Segunda Divisão. Já pensou como será encarar este novo desafio?

Dado Oliveira - Sim, é um desafio novo, mas seguiremos com a mesma filosofia e identidade. Porém se adequando ao novo campeonato.

A festa foi grande no estádio

OCDF – Mas antes da Série A-3, ainda tem a final contra o EC São Bernardo. Conhece o adversário, que tem como treinador o atual campeão da competição, Ricardo Costa?

Dado Oliveira - Conheço o EC São Bernardo. O treinador da equipe, Ricardo Costa, é muito bom. Fez um excelente trabalho na Portuguesa Santista, em 2016, conquistando a competição, e agora no São Bernardo, que assim como nós, está com o acesso garantido. Porém, vamos em busca do título, mas sempre com respeito ao adversário.


OCDF – Para encerrar, o espaço está aberto para o senhor dizer o que está com vontade. Obrigado e boa sorte!

Dado Oliveira - Gostaria de agradecer à todas as pessoas que neste período acreditaram no projeto da Academia Desportiva Manthiqueira e que, de uma forma ou de outra, ajudaram a divulgar a nossa proposta. Obrigado pelo espaço!

Informação - Manthiqueira e EC São Bernardo decidem o título da Segunda Divisão Paulista nos próximos dois finais de semana. O primeiro jogo está marcado para o domingo, dia 24, às 15 horas, no Baetão, em São Bernardo do Campo (o Bernô solicitou a antecipação da partida para o sábado, ainda não confirmada pela FPF). A segunda partida será no dia 30, sábado, no mesmo horário, no Estádio Dario Rodrigues Leite, em Guaratinguetá.

Giulite Coutinho – Quem foi o homem que dá nome ao estádio do America

Por Lucas Paes

Giulite Coutinho na antiga sede da CBF, em 1980

Ontem, dia 19 de Setembro, o America Football Club, do Rio de Janeiro, completou 113 anos. Hoje, falaremos sobre o homem que dá nome ao estádio do Mequinha, Giulite Coutinho. Ex-presidente do clube e da CBF. 

Empresário do ramo imobiliário e torcedor fanático americano, Coutinho assumiu pela primeira vez a presidência do time em 1956, ficando até o ano seguinte. Mesmo quando esteve fora da diretoria, seguiu ajudando o clube no que podia. Voltaria anos depois, em 1970, ficando mais uma vez até o ano seguinte. 

Seria, porém, fora do America que ele faria sua maior realização como dirigente. Em 1980, ele virou presidente da recém criada CBF, que surgia para substituir a CBD. Giulite construiu o famoso CT da Granja Comari, feito para a que a Seleção Brasileira treinasse para a Copa do Mundo de 1982. Naquela copa, apesar da traumática eliminação para a Itália, ficou famoso o jogo bonito do time canarinho.

No America, a direita da foto

Giulite deixou a presidência da CBF em 1985. Ele tinha firmes convicções que gestões muito longas eram ineficientes. Se tornou forte crítico do enorme período em que Ricardo Teixeira esteve a frente da confederação, sendo um dos grandes opositores dele. 

Além do futebol, Coutinho esteve na presidência da antiga Associação Brasileira de Exportadores. Em 2009, após uma cirurgia na boca, ele faleceu devido a uma parada cardíaca, na sua própria casa, no Rio de Janeiro. Como homenagem ao dirigente, o America deu a Giulite o título de Presidente In Memoriam, após sua morte, além de de batizar seu estádio com seu nome.

Jardel no Newell’s Old Boys

Por Lucas Paes

Em 2005, já longe do auge, Jardel teve passagem apagada pelo Newell's Old Boys

Mário Jardel Almeida Ribeiro foi um dos centro-avantes mais letais do futebol brasileiro, além de fazer um sucesso enorme em Portugal. No seu auge, o atacante teve um bom começo no Vasco, mas foi depois, jogando por Grêmio, Porto, Galatasaray (Turquia) e Sporting que Jardel viveu o auge, sendo que nos Leões de Lisboa ele conseguiu fazer um número maior de gols (67) do que de jogos (62), façanha que, se hoje é comum para Messi e Cristiano Ronaldo, na época não era.

Já longe do auge, em 2005, Jardel chegou ao Newell’s Old Boys. Não é muito comum ver brasileiros fazendo sucesso em clubes argentinos (Silas, Paulo Valentim e Domingos da Guia são alguns dos poucos) e ele acabaria não sendo uma exceção. Chegou aos leprosos depois de passagens fracassadas por Bolton e Ancona, além de uma possível ida para o Corinthians ter deixado de acontecer devido a problemas fisicos do Super Mário. 

Ortega e Jardel em treinamento dos Leprosos

Em Rosário, ele ficou o tempo inteiro no banco de reservas, entrando em apenas três partidas e sequer marcando gols. Apesar disso, conquistou o título do Torneio Apertura. Incomodado com a falta de oportunidades, deixou o clube, indo parar no Deportivo Alavés, da Espanha, onde também não iria bem.

Em 2008, numa entrevista ao programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, Jardel abriu o jogo e contou que o vício em cocaína havia atrapalhado os anos anteriores de sua carreira, mas que tinha conseguido se livrar do problema. Coincidencia ou não, nas passagens que teve entre 2008 e 2011 fez números interessantes em alguns clubes, como os 12 gols em 16 jogos pelo Flamengo do Piauí.

Encerrou a carreira em 2011, no Al-Taawon, da Arábia Saudita, onde marcou 18 gols em 17 jogos. Já depois de pendurar as chuteiras, em 2014, foi eleito deputado estadual, no Rio Grande do Sul. Porém, perdeu o mandato dois anos depois, após ser cassado devido a envolvimento em esquemas de corrupção, como contratação de servidores fantasmas e recebimento de vantagens indevidas.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Sorteio define grupos da Copa Libertadores Feminina 2017


Foi realizado na tarde desta segunda-feira, dia 18, o sorteio dos grupos da Copa Libertadores da América de Futebol Feminino de 2017. O evento foi realizado na sede da Associación Paraguaya de Fútbol, que irá organizar a competição, que será realizada no país, entre os dias 7 e 21 de outubro.

A Copa Libertadores Feminina de 2017 terá a participação de 12 equipes, sendo três do país sede e mais uma de cada um dos outros filiados à Conmebol. O Audax, campeão da Copa do Brasil de 2016, será o representante brasileiro. Já o representante boliviano ainda será confirmado.

Para a Fase de Grupo, as 12 equipes foram divididas em três grupos e, para a fase final, classificarão quatro equipes: as três primeiras de cada grupo e a melhor segunda colocada por índice técnico. As equipes vão jogar as semi-finais e os vencedores passarão para a final.

O presidente da Associação Paraguaia de Futebol, Robert Harrison, descreveu o dia como "histórico", já que é a primeira vez que o Paraguai organiza o torneio na terra guarani. "Nós fizemos um grande avanço no futebol feminino e estamos redobrando nossos esforços para ir motivando e que isso cresça cada vez mais". Agradeceu à Conmebol por seu apoio constante a todas as disciplinas e para este "grande torneio sul-americano de futebol feminino".

Confira como ficaram os grupos, como cada equipe se classificou e a tabela da competição:

GRUPO A
Estádio Arboleda
Deportivo Capiatá - Vencedor do Quadrangular Paraguaio Pré-Libertadores de 2017
Estudiantes de Guaricó - Campeão do Campeonato Venezuelano de 2017
River Plate - Campeão do Campeonato Argentino de 2017
Unión Española - Campeão do Campeonato Equatoriano de 2016

GRUPO B
Estádio Arsenio Erico
Cerro Porteño - Vice-campeão do Campeonato Paraguaio de 2016
Colon - Campeão do Campeonato Uruguaio de 2016
Colo Colo - Campeão do Campeonato Chileno de 2016
Universitario - Campeão do Campeonato Peruano de 2017

GRUPO C
Estádio Luis Afonso Giagni
Sportivo Limpeño - Campeão da Libertadores Feminina e do Campeonato Paraguaio de 2016
Audax - Campeão da Copa do Brasil de 2016
Independiente Santa Fé - Campeão do Campeonato Colombiano de 2017
Representante da Bolívia

FPF confirma datas e horários das finais da Segundona


Em Conselho Técnico realizado na sede da Federação Paulista de Futebol, nesta segunda-feira, dia 18, os detalhes dos jogos que decidirão a Segunda Divisão do Campeonato Paulista foram definidos. Após conquistarem o acesso, Manthiquera e EC São Bernardo se enfrentarão em duas partidas, que valerão o primeiro título das histórias dos clubes.

A primeira partida acontece no Estádio Baetão, em São Bernardo do Campo, no domingo, dia 24, às 15 horas. O derradeiro jogo do campeonato será no dia 30, sábado, no Estádio Professor Dario Rodrigues Leite, o Ninho da Garça, em Guaratinguetá, no mesmo horário.

Vale lembrar que para chegar à decisão, o Manthiqueira eliminou o União Mogi. Já o EC São Bernardo despachou o Osasco FC. Ambas as partidas finais contarão com o Programa Futebol Sustentável e terão transmissão da FPF TV.
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