sábado, 27 de maio de 2017

Nacional - O visitante indigesto campeão do Paulista da A-3

Com informações do site oficial da FPF

Ganhando todas fora de casa no mata mata, o Nacional conquistou a Série A-3 de 2017
(foto: divulgação FPF)

Com mais de 12 mil pagantes, o Nacional foi um visitante indigesto e venceu o Paulistão A3 de 2017. Após perder em casa por 1 a 0, o time da capital veio a Limeira precisando vencer por dois gols de diferença para ficar com a taça. E conseguiu. Laécio, no primeiro tempo, e Negueba, no segundo, marcaram os gols nacionalinos.

Com isso, o Nacional fechou o mata-mata com 100% de aproveitamento como visitante. Após empatar com o Rio Branco nas quartas de final, eliminou o rival com uma vitória em Americana. Na semifinal, perdeu para o Olímpia por 1 a 0 no nicolau Alayon, mas no interior venceu pelo mesmo placar e conseguiu o acesso nos pênaltis.

Com o apoio da torcida, a Inter começou em cima. O Nacional errava muitos passes e o time limeirense usava da velocidade para criar as chances de perigo. Porém, em uma bola parada, o Nacional mudou o panorama do jogo. Após escanteio, Laécio subiu e cabeceou bem para abrir o placar. O gol balançou o time da casa, que passou a errar mais. Mais tranquilo, já que o 1 a 0 levava para os pênaltis, o Nacional teve calma para segurar o resultado até o intervalo.

No segundo tempo a Inter de Limeira tentou novamente sair para o ataque, mas o Nacional usou da paciência para segurar os limeirenses e o fator surpresa para pular à frente no placar agregado. Após boa jogada, Negueba apareceu na frente do goleiro Rafael Pin e bateu cruzado para ampliar para o Nacional.

A partir daí o jogo foi um só: Inter atacando, e Nacional dando as respostas. Apesar da insistência dos donos da casa, foram os visitantes quem ficaram mais perto de ampliar. Em uma cobrança de falta o Nacional acertou a falta e em um contra-ataque o artilheiro Léo Castro acabou perdendo a passada e a chance de marcar mais um. Os gols perdidos, porém, não fizeram falta. O Nacional pela terceira vez se sagrou campeão do terceiro escalão paulista (os outros títulos foram em 1994 e 2000).

Negueba deu números finais ao jogo
(foto: Alexandre Battibugli / FI)

Ficha Técnica
INTER DE LIMEIRA 0 X 2 NACIONAL

Data: 27 de maio de 2017
Local: Estádio Major Levy Sobrinho - Limeira-SP
Público: 12.169 pagantes
Renda: R$ 189.750,00
Árbitro: Leandro Bizzio Marinho
Assistentes: Marco Antonio de Andrade e Risser Jarussi Corrêa

Cartões Amarelos
Inter de Limeira: Lucas Douglas e Nikão
Nacional: Caio e Negueba

Gols
Nacional: Laécio, aos 28' 1T, e Negueba, aos 5' 2T

Inter de Limeira: Rafael Pin; Balardin (Pedalada), Carlão, Nikão e Calixto; Marquinhos, Teco (Alisson) e Tom; Éder Paulista, Wesley (Evandro Russo) e Lucas Douglas - Técnico: João Vallim

Nacional: Felipe Lacerda; Thiaguinho, Luiz Henrique, Jeferson e Ricardo (Rafinha); Everton, Caio (Douglas) e Emerson Mi; Negueba, Éder e Laécio (Léo Castro) - Técnico: Tuca Guimarães

Mauaense bate Manthiqueira fora e volta a vencer na Bezinha

Com a colaboração de Bruno Leandro Barros

O Mauaense conseguiu envolver a equipe do Manthiqueira, mesmo jogando fora
(foto: Bruno Leandro Barros)

Depois de três partidas, o Mauaense voltou a vencer no Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 2017. Jogando no Estádio Dario Leite Rodrigues, em Guaratinguetá, a Locomotiva do ABC fez 3 a 0 no Mathiqueira, líder do Grupo 4 da competição, com dois de Rodrigo e um de Felipe. O embate foi realizado na tarde deste sábado, dia 27.

As duas equipes chegaram para a partida na zona de classificação, mas em situações distintas no Grupo 4 da Bezinha. O Manthiqueira havia perdido na estreia, para o próprio Mauaense, e depois emendou cinco vitórias consecutivas, assumindo a liderança da chave com 15 pontos. Já a Locomotiva do ABC começou a competição com tudo, conseguindo triunfos nas três primeiras partidas, mas depois o ritmo caiu e nos últimos jogos forma duas derrotas e um empate.

Porém, nem parecia que a Academia jogava em casa. O Mauaense parece que voltou a ter o espírito do início do campeonato e impôs o seu ritmo. O volume de jogo foi premiado aos 28 minutos, quando Rodrigo abriu o marcador para os visitantes: 1 a 0 para a Locomotiva no placar no Estádio Dario Leite Rodrigues.

Na segunda etapa, o Mauaense continuou sendo superior ao Manthiqueira, que nem parecia ser o líder da chave. Aos 17 minutos, novamente Rodrigo foi às redes e ampliou o marcador para a Locomotiva do ABC, fazendo 2 a 0.

Com a desvantagem de dois gols, o Manthiqueira foi com tudo para cima, tentando diminuir o marcador e os visitantes aproveitaram-se dos espaços para marcar o terceiro, aos 40', com Felipe, que estava quatro jogos sem marcar. Para piorar a situação da Laranja Mecânica, Paulinho foi expulso logo em seguida. Final de jogo, Manthiqueira 0, Mauaense 3.

O Manthiqueira, que mesmo com a derrota continua na liderança do Grupo 4 da competição, com 15 pontos, joga agora no dia 4 de junho, domingo, às 10 horas, quando enfrenta o União Mogi, às 10 horas. Já o Mauaense, que foi a 13 pontos, ocupando a segunda colocação, recebe o Atlético Mogi no próximo sábado, dia 3, às 15 horas, no Estádio Pedro Benedetti, em Mauá.

Ficha Técnica
MANTHIQUEIRA 0 X 3 MAUAENSE

Data: 27 de maio de 2017
Local: Estádio Dario Leite Rodrigues - Guaratinguetá-SP
Árbitro: Paulo Sergio dos Santos
Assistentes: Mauro André de Freitas e Fabrício da Silva Costa

Cartões Amarelos
Manthiqueira: Gustavo, Léo Turbo e Dener
Mauaense: Wesley

Cartão Vermelho
Manthiqueira: Paulinho

Gols
Mauaense: Rodrigo, aos 28' do primeiro e 17' do segundo, e Felipe, aos 40' do segundo tempo.

Manthiqueira: Adalberto; Guilherme, Léo Turbo, Xandão e Pit; Alex Keller, Dener e Paulinho; Lucas Batata, Gustavo (Fabio) e Zé William (Felipe Garcia) - Técnico: Damaceno Fidélis

Mauaense: Valdemar; Samuel, Ronaldo, Gabriel e Wesley; Helton, Jeferson e Vinicius; Rodrigo, Felipe e Maranhão (Nicolas) - Técnico: Flavio Borelli

Real Cubatense e Jabaquara fazem confronto regional pela Bezinha neste domingo

Por Paulo Santos e Victor de Andrade

No primeiro turno, as duas equipes empataram em 1 a 1
(foto: Victor de Andrade)

Neste domingo, às 10 horas, no Estádio Espanha, em Santos, o Real Cubatense encara o Jabaquara pelo o início do segundo turno da primeira fase do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 2017. Será um confronto duro, onde o Guará Vermelho briga para se manter na zona de classificação e o Jabaquara entrar nela.

O jogo guarda algumas curiosidades. A primeira delas é que será a primeira vez na história em que o Jabaquara joga uma partida profissional em sua casa, o Estádio Espanha, como visitante. Isso mesmo, já que o Real Cubatense também manda as suas partidas na Caneleira e será o mandante neste confronto regional.

Mouhamadou Leye é a novidade do Real Cubatense para o jogo
(foto: Victor de Andrade)

O embate deste domingo será o segundo entre as duas equipes. O primeiro, na abertura da competição, foi marcado pelo empate heroico que o Guará Vermelho conseguiu arrancar do Jabuca. O time de Cubatão teve que começar o jogo com apenas dez jogadores por problemas de inscrição. Se não bastasse isso, o time ainda teve mais um atleta expulso e, mesmo assim, o placar ficou no 1 a 1.

A novidade do Real Cubatense, que ocupa a quarta colocação do Grupo 4 da competição, com oito pontos, para o jogo é o senegalês Mouhamadou Leye. O atacante chegou no Brasil em 2014 e passou por Caiçara-PI, Galícia-BA e no ano passado defendeu o Jabaquara e estreia justamente contra o seu ex-clube. A equipe não perdeu desde quando Gadyego Ramos assumiu como treinador: uma vitória fora de casa contra o São José, por 3 a 1, e um empate contra o União Mogi, onde o goleiro Matheus Dellamonica fez uma grande partida, pegando até pênalti.

O Leão, por sua vez, busca embalar na competição e conseguir sua segunda vitória. Na última rodada, o Jabaquara venceu seu primeiro jogo no campeonato, ao faz 3 a 1 no Atlético Mogi, fora de casa, de virada, sendo que todos os gols do Rubro Amarelo foram marcados por Lipe. A equipe comandada por Gilberto Costa ocupa a quinta colocação do Grupo 4, com sete pontos, um a menos que o adversário deste domingo.

Lipe marcou três no último jogo do Jabuca
(foto: Cairo Oliveira / GloboEsporte.com)

Ingressos - Os ingressos para a partida entre Real Cubatense e Jabaquara, válido pelo Campeonato Paulista da Segunda Divisão, que será realizado no próximo domingo, às 10 horas, no Estádio Espanha, a Caneleira, em Santos, já estão a venda.

O preço dos ingressos: R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 meia (estudantes, aposentados e professores da rede pública de ensino têm direito). Confira abaixo os pontos de venda dos ingressos e na hora do jogo, no Estádio Espanha:

- Escritório do Real Cubatense
Avenida 9 de Abril, 2115 – Sala 3 – Centro – Cubatão-SP (em cima de O Botícário)
Telefones: (13) 3379-0056 e (13) 98833-7624

- Banca do Ivo
Avenida 9 de Abril, em frente à Caixa Econômica Federal – Centro – Cubatão-SP

- Cuba City
Avenida 9 de Abril, 2305 – Centro – Cubatão-SP (ao lado da entrada antiga do Parque Anilinas
Telefone: (13) 3372-1006

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Série B1 do Rio de Janeiro começa neste fim de semana

Com informações da Agência FERJ

Clique no mapa para vê-lo em alta definição

Com novidades e clubes tradicionais do Rio, vai começar neste sábado (27/05), o Campeonato Estadual da Série B1 de 2017. Com 21 equipes, dois Grupos e 10 jogos na 1ª rodada, a competição irá premiar as duas melhores agremiações (campeão e vice) com o acesso para o Campeonato Carioca de 2018.

Nesta edição, o formato foi modificado. Os dois turnos permanecem com as disputas das Taças Santos Dumont e Corcovado, mas, agora, os campeões dos turnos não vão mais para um Triangular Final, e sim para uma fase semifinal, que envolverão outros dois melhores colocados na fase de Grupos. Regulamento este, semelhante ao do Campeonato Carioca. As semifinais serão em jogo único, com duas partidas finais, definindo o grande campeão da Série B1.

Entre os destaques da B1 estão America e o Friburguense, rebaixados da elite em 2016, além do Tigres do Brasil e do Carapebus, que também figuraram no Carioca em 2017. Outra novidade é o Serrano, que ficou quase 10 anos fora da Segunda Divisão Estadual.

Confira aqui a tabela da Taça Santos Dumont, o primeiro turno da competição. Abaixo, os grupos e equipes participantes:

Grupo A
AD Itaboraí
America
Americano
Audax Rio
Barcelona
Barra Mansa
Carapebus
Olaria
Queimados
Sampaio Corrêa
Serra Macaense

Grupo B
Artsul
Barra da Tijuca
Duque de Caxias
Friburguense
Gonçalense
Goytacaz
São Cristóvão
São Gonçalo EC
Serrano
Tigres do Brasil

Edmundo no Cruzeiro

Edmundo em sua passagem pelo Cruzeiro: 15 jogos e seis gols

Para o Campeonato Brasileiro de 2001, o Cruzeiro foi às compras para reforçar o seu elenco. Com isso, alguns jogadores de nome chegaram à Toca da Raposa, como o meia Alex (que desta vez não teve uma boa passagem pelo clube, ao contrário da segunda), Rincón e Edmundo, tema deste artigo.

O Animal não vinha em uma boa fase na carreira. Depois de brigar com Romário e a diretoria do Vasco, ainda em 2000, ele saiu do clube e defendeu Santos, na Copa João Havelange daquele ano. No primeiro semestre de 2001, ele foi para a Itália, emprestado pelo Vasco, e voltou sem ter ido bem.

No Brasil, entrou na Justiça contra o clube que o revelou e dizia amar, ganhou o passe e acertou com o Cruzeiro para a disputa do Brasileirão e da Copa Mercosul, com 30 anos. Edmundo estreou com a camisa do Cruzeiro na derrota por 2 a 0 para o Independiente, em Avellaneda, na Argentina, pela competição internacional. Aos 63 minutos de jogo, levou o cartão vermelho direto, numa dividida, que gerou protestos de todo o time.

Marcou o primeiro gol com a camisa estrelada em cobrança de pênalti na derrota por 2 a 1 para o Atlético-PR, no Independência, pelo Campeonato Brasileiro. Faz três gols na goleada por 4 a 1 sobre o Independiente, no Mineirão, pela Copa Mercosul. Edmundo ainda provocou as expulsões de Paez e Pernia do time argentino. Foi sua melhor exibição com a camisa cruzeirense.

Porém, com altos e baixos (mais baixos, diga-se), ele teve um fim no clube celeste em 3 de outubro daquele ano. Após três jogos fora da equipe, por motivo de contusão, Edmundo retorna contra o Vasco, em São Januário, pelo Campeonato Brasileiro. Antes do jogo foi procurado por um oficial de justiça que o notificou no estádio a respeito de uma ação movida pelo Vasco contra ele. O clube carioca cobrava US$12 milhões. Edmundo havia conquistado a sua liberação do clube na justiça.

Ainda antes do jogo concede uma entrevista que definiria o seu futuro no clube ao dizer: "Tomara que não faça gol. Se acontecer vai ser por puro profissionalismo. Mas não haverá comemoração, porque não posso comemorar derrotas minhas, como torcedor vascaíno." O atacante entra no segundo tempo e desperdiça uma cobrança de pênalti nos minutos finais.

Após o jogo, o presidente do clube, Zezé Perrella, anuncia a rescisão do contrato do jogador após o jogo. Anos depois, em uma entrevistaa Rádio Tupi, o craque disse:“Foi displicência, não foi de propósito. Eu estava triste porque tinha ficado no banco pela primeira vez na minha carreira. E tudo por causa de um mal entendido. A imprensa de Minas me perguntou se eu preferia o Luxemburgo ou o Marco Aurélio. Respondi Luxemburgo. O Marco Aurélio foi contratado e me colocou no banco. O Vasco já vencia por 3 a 0 o jogo e eu bati com displicência. Quem se prejudicou fui eu Edmundo fez 15 jogos com a camisa cruzeirense e marcou 6 gols.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

O Futebol Explica o Brasil – A sociedade brasileira pelo futebol

Por Lucas Paes


O futebol explica o Brasil – Uma história da maior expressão popular brasileiro é um livro escrito pelo historiador e jornalista Marcos Guterman. Lançado pela Editora Contexto, o livro fala um pouco da intima relação entre a sociedade brasileira e o futebol e mostra como o futebol explica certos aspectos do Brasil.

Segundo a contracapa: "O livro narra os acontecimentos do último século no Brasil, mas principalmente mostra como política, economia, sociedade e futebol estão muito mais associados do que costumamos imaginar. Assim, o esporte mais popular do mundo, se lido corretamente, consegue explicar o Brasil". 

Gutterman passeia por vários momentos da história brasileira e explica como o futebol usou e/ou foi usado nesses momentos. O escritor narra, por exemplo, o modo como o futebol era usado na ditadura para que o governo obtivesse aprovação popular, mas também menciona a maneira como clubes e dirigentes de futebol usaram diversos governos (não só da ditadura) para favorecer seus interesses econômicos e legais. Outro exemplo é a isenção de impostos sobre mercadorias vendidas durante a Copa do Mundo de 1994.

Aliás, o período da ditadura, que já foi mencionado por O Curioso do Futebol em texto nem tão antigo. Traz uma análise do livro sobre a canção “Pra Frente Brasil”, criada pouco após o título mundial de 1970. A análise explica que o título mundial trouxe tudo o que o regime militar mais pedia naquele período: união, paixão pelo país e a ideia de um movimento de avanço, já que era o período do Milagre Econômico Nacional.

Outra situação mencionada pelo livro, que contrapõe o exemplo anterior, é o período dos protestos das Diretas Já, no começo/metade dos anos 1980, onde jogadores impulsionaram a campanha (Sócrates prometendo ficar no país caso houvesse as eleições diretas). Além do famoso time da “Democracia Corintiana”, que por si só já era um imenso marco de apoio a redemocratização do Brasil.

Existem diversos outros exemplos que poderiam ser mencionados, já que o livro passa por cada década do último século no Brasil, entrincheirando ocasiões diversas da relação intima do futebol com a história do país, passando da época da profissionalização até a “década perdida” de 1980 e o início do êxodo para a Europa nos anos 1990, terminando no penta e na eleição de Lula em 2002.

Em texto no site da editora do livro, o autor explica que “O que este livro mostra é que o futebol, pelo contrário, não é um mundo à parte, não é uma espécie de “Brasil paralelo”. É pura construção histórica, gerado como parte indissociável dos desdobramentos da vida política e econômica do Brasil.”. Além disso, Marcos Guterman explica ao final da exposição que o livro tem uma ideia otimista: !Eu o escrevi por acreditar que, tanto no futebol como na vida brasileira, mesmo um time mais fraco é capaz de vencer".

O Bahia é o dono da Copa do Nordeste

Comemoração do gol que deu o título ao Bahia
(foto: Felipe Oliveira / EC Bahia)

O Bahia é o grande campeão da Copa do Nordeste 2017! Na noite desta quarta-feira (24), o Tricolor de Aço recebeu o Sport-PE na Fonte Nova, em Salvador (BA), e venceu por 1 a 0, com um golaço marcado por Edigar Junio. Com o empate em 1 a 1 no jogo de ida, o Esquadrão baiano chegou ao tricampeonato da competição ao conquistar a vitória diante do Rubro-Negro pernambucano.

Com mais de 41 mil pessoas na Fonte Nova, o Bahia contou com o apoio do torcedor do início ao fim da partida. E o Tricolor precisou de apenas 12 minutos de bola rolando para balançar a rede. Edigar Junio recebeu boa bola de Armero, girou para cima de Durval e tocou com muita categoria para superar Magrão e marcar um golaço.

Após sair na frente, o time da casa mudou a postura e passou a investir mais nos contra-ataques. Mesmo com o Sport com três zagueiros, os baianos levaram perigo em algumas oportunidades. O Rubro-Negro tinha problemas na criação e chegou a ser dominado. Aos 30, Allione levantou na área e Edigar Junio quase fez mais um, parando na trave.

Na etapa final, o Bahia continuou melhor. Aos dez minutos, Régis pegou de primeira e botou Magrão para trabalhar com uma boa defesa. Dois minutos depois, Edigar Junio ficou com a sobra na pequena área e obrigou o arqueiro leonino a operar um milagre. O Tricolor relaxou e permitiu alguns avanços do Sport, mas o Rubro-Negro não conseguiu chegar com perigo na área de Jean. Nos minutos finais, o Esquadrão de Aço voltou a controlar a posse de bola, administrou bem a vantagem e garantiu o título. 

A Turma Tricolor voltou a soltar o grito de campeão do Nordeste após 15 anos! Os outros títulos do Bahia na competição foram conquistados em 2001 e 2002. Confira toda a campanha do Tricolor Baiano na competição:

Fortaleza 0 x 0 Bahia
Bahia 2 x 0 Moto Club
Altos 0 x 0 Bahia
Bahia 3 x 0 Altos
Moto Club 0 x 4 Bahia
Bahia 2 x 0 Fortaleza
Sergipe 2 x 4 Bahia
Bahia 3 x 0 Sergipe
Vitória 2 x 1 Bahia
Bahia 2 x 0 Vitória
Sport 1 x 1 Bahia
Bahia 1 x 0 Sport

Ficha Técnica
BAHIA 1 X 0 SPORT

Local: Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data: 24 de maio de 2017, quarta-feira
Público: 41.175 torcedores
Renda: R$ 1.620.453,00
Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (AL)
Assistentes: Esdras de Lima Albuquerque (AL) e Rondinelle dos Santos Tavares (AL)

Cartões amarelos
Bahia: Régis, Edson e Renê Júnior
Sport: Rogério, Ronaldo, Marquinhos

Cartão vermelho
Sport: Rogério

Gol
Bahia: Edigar Junio, aos 11 minutos do 1T.

Bahia: Jean; Eduardo, Tiago, Lucas Fonseca e Armero; Edson, Renê Júnior (Juninho) e Régis (Matheus Sales); Zé Rafael (Gustavo), Allione e Edigar Junio - Técnico: Guto Ferreira

Sport: Magrão; Matheus Ferraz, Henriquez e Durval; Raul Prata (Marquinhos), Ronaldo (Leandro Pereira), Fabrício (Everton Felipe), Diego Souza e Mena; André e Rogério - Técnico: Ney Franco
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