sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Sereinhas batem o Vitória e estão na decisão do Brasileiro Feminino Sub-16

Foto: divulgação/Projeto Meninas em Campo/Santos FC

Sereinhas estão na final do Brasileir Feminino Sub-16

As Sereinhas da Vila estão na final do primeiro Campeonato Brasileiro Feminino Sub-16 da história! Na noite desta sexta-feira (13), o Santos FC bateu o Vitória-BA por 1 a 0 no estádio das Alterosas, em Belo Horizonte (MG), pela semifinal do torneio. O gol do triunfo santista foi marcado por Nogueira ainda no primeiro tempo.

Para chegar à semifinal, o Santos foi o primeiro colocado do Grupo A, com seis pontos. As Sereias começaram perdendo para o Corinthians, mas se recuperaram e venceram Cruzeiro e Flamengo. Já o Vitória foi o líder do Grupo C, onde também fez seis pontos: bateu o Grêmio, perdeu para o São José e venceu o São Paulo.

O Santos começou melhor o jogo. Pressionando o Vitória, as Sereias foram para cima e tiveram a chance de abrir o marcador aos 12 minutos, com Nicole, em cobrança de pênalti, mas ela mandou a bola na trave. Porém, mesmo com o campo encharcado por causa da chuva, aos 39' saiu o gol do Alvinegro: depois de rebote do travessão, Nogueira não perdoou e marcou 1 a 0 para o Santos.


Na segunda etapa, mesmo vencendo, foi o Santos que teve as melhores chances. O Vitória não conseguia armar as suas jogadas. As Sereias se aproveitaram e chegaram várias vezes com perigo, mas não conseguiram ampliar o marcador. Porém, o Placar de 1 a 0 colocou o Alvinegro Praiano na decisão da competição.

Agora, a equipe comandada por Ricardo Silva se prepara para a grande decisão neste domingo (15), contra o São Paulo, às 16 horas, também no estádio das Alterosas. O rival passou pela Ferroviária na outra semi da competição.

Ana Paula Oliveira é a nova presidente da Comissão de Arbitragem da FPF

Com informações da FPF
Foto: Rodrigo Corsi/FPF

Ana Paula Oliveira foi anunciada para o cargo nesta sexta-feira, dia 13

Pela primeira vez na história, uma mulher está à frente do comando da arbitragem paulista. Ana Paula Oliveira, ex-assistente FPF/FIFA, é a nova presidente da Comissão de Arbitragem da Federação Paulista de Futebol.

Ana Paula terá como vice-presidente Emerson Augusto de Carvalho, assistente FPF/FIFA presente na Copa do Mundo do Brasil (2014) e da Rússia (2018). Outra mulher também vai compor o novo quadro paulista: Tatiane Sacilotti, assistente FPF/FIFA na Copa do Mundo Feminina da França, disputada em 2019. Completam a comissão os membros Celso Barbosa de Oliveira e Márcio Verri Brandão.

Não fazem mais parte do quadro paulista o diretor Dionísio Roberto Domingos e o membro Luiz Vanderlei Martinucho, a quem a FPF agradece pelos anos de dedicação e empenho pela evolução da arbitragem paulista.

Sobre Ana Paula Oliveira - Ana Paula ingressou no futebol paulista em 1998 e foi a primeira árbitra-assistente a atuar em finais de Campeonato Paulista (2003, 2004 e 2007) e da Copa do Brasil (2006). Também atuou em jogos da Libertadores (2005) e da Copa Sul-Americana (2005), Jogos Olímpicos (2004), e recentemente foi instrutora e coordenadora da arbitragem sul-americana nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru. Integrou o Departamento de Arbitragem da CBF entre 2014 e 2019. Desde 2015, é instrutora Conmebol e, desde 2016, atua também como instrutora da Fifa. Pela CBF e Conmebol, é instrutora e observadora de VAR.

Os campeões do futebol paulista em 2019


As competições de 2019 organizadas pela Federação Paulista de Futebol (FPF) já se encerram. Com isto, os campeões paulistas em todas as categorias já foram definidos. Confira quem levantou as taças no futebol paulista:

SÉRIE A1
Campeão: Corinthians / Vice: São Paulo

SÉRIE A2
Campeão: Santo André / Vice: Inter de Limeira

SÉRIE A3
Campeão: Osasco Audax / Vice: Monte Azul

SEGUNDA DIVISÃO
Campeão: Paulista / Vice: Marília

COPA PAULISTA
Campeão: São Caetano / Vice: XV de Piracicaba

TROFÉU DO INTERIOR
Campeão: Red Bull Brasil / Vice: Ponte Preta

FEMININO
Campeão: Corinthians / Vice: São Paulo

COPA PAULISTA FEMININA
Campeão: Palmeiras / Vice: São Paulo

COPA SÃO PAULO DE JUNIORES
Campeão: São Paulo / Vice: Vasco da Gama

SUB-20
Campeão: Palmeiras / Vice: Red Bull Brasil

SUB-20 SEGUNDA DIVISÃO
Campeão: XV de Jaú / Vice: Inter de Bebedouro


SUB-17
Campeão: São Paulo / Vice: Palmeiras

SUB-17 FEMININO
Campeão: São Paulo / Vice: Santos

SUB-15
Campeão: Palmeiras / Vice: Santos

FESTIVAL FEMININO SUB-14
Campeão: Ferroviária / Vice: Projeto Meninas em Campo

SUB-13
Campeão: São Paulo / Vice: Marília

SUB-11
Campeão: Santos / Vice: Palmeiras

AMADOR
Campeão: Ferroviários / Vice: Sinésio Martins

A bonita história de Ricardo Gomes com o PSG

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo/Lance!

Ricardo Gomes atuando com a camisa do PSG

O Paris Saint Germain é hoje um dos clubes mais ricos do mundo. A equipe azul, vermelha e branca de Paris conta com os "petrodólares" de seu dono para conseguir contratações fortes no mercado, ainda que tal dinheiro não tenha refletido em sucesso fora da França. Se hoje os parisienses são a casa de Neymar, já houveram diversos jogadores brasileiros que marcaram época no Paris, que por mais que não seja um gigante francês, tinha lá sua tradição há alguns anos. Entre eles, um dos principais ídolos da equipe, é o ex-zagueiro brasileiro Ricardo Gomes, que completa 55 anos neste dia 13 e marcou época com a camisa do PSG, dentro e fora de campo.

Na época em que Gomes chegou como jogador aos Rouge et Bleu, o Paris era um time de certa tradição, que não tinha, porém, muitos títulos conquistados, em seu pequeno tempo de existência (o PSG foi fundado em 1970). Ricardo Gomes havia feito imenso sucesso no Benfica, onde ficou durante três anos. O brasileiro ficou marcado pela eficiência defensiva e pelo perigo que levava em lances de bola aérea, onde marcou diversos gols com a camisa encarnada. As atuações pelos benfiquistas despertaram o interesse do PSG, que levou tanto Ricardo Gomes quanto Valdo, em 1991.

A partir daí, Ricardo fez parte do time que fez com que o tamanho dos parisienses crescesse um pouco mais. Comprado pelo Canal+, o clube fez investimentos altos para alcançar o Olympique de Marseille. Ricardo Gomes seria, dois anos depois, um dos pilares da equipe que conquistaria a Ligue 1 na temporada 1993/1994. Ao lado de nomes como Valdo, Ginola, Weah e um Raí que ainda buscava espaço na equipe, Ricardo Gomes foi crucial na conquista da liga francesa. O zagueiro brasileiro marcou o gol que deu o título ao PSG, em partida contra o Tolouse. Fez outros três gols naquela temporada da liga.

O gol de Ricardo diante do Tolouse, em 1994

Curiosamente, sofreria com lesões logo após a conquista máxima que conseguiu pelo PSG como atleta. Na temporada 1994/1995, ficaria marcado por ter uma péssima noite no San Siro, na semi-final da Liga dos Campeões em que o Milan eliminaria o PSG, com grande atuação de Savicevic, que "jantou" Ricardo Gomes na partida. Naquela temporada, ainda seria campeão da Copa da Liga e da Copa da França, mesmo sem conseguir jogar muitos jogos. Nada que diminuísse o carinho do torcedor parisiense pelo brasuca.

Acabou por deixar a capital francesa após a temporada 1994/1995. Fez um total de 167 jogos e 20 gols com a camisa do Paris Saint Germain, marcando época e sendo reconhecido até hoje como um dos maiores ídolos do clube. Vestiu a camisa parisiense no que foi talvez a melhor época da história da instituição até os anos recentes em que o PSG se viu endinheirado. Deixou a cidade luz pra voltar ao Benfica, onde penduraria as chuteiras ainda aos 31 anos, em 1996.

Mas, esse não foi o fim de sua história com os parisienses. Ainda marcaria época como treinador do PSG, pouco depois de se aposentar, ainda muito "novo", quando comandou o time campeão da Copa da Liga e da Copa da França, entre os anos de 1996 e 1998. Anos depois, Ricardo superaria traumas como treinador, passando por dois AVCs e ainda assim voltando ao banco de reservas, estando até pouco tempo atrás no Bordeaux. É um curioso caso de um treinador brasileiro que fez relativo sucesso em terras europeias, tendo bons trabalhos em PSG e Bordeaux. A equipe da capital francesa, porém, é onde ele viveu seus melhores dias, seja como jogador ou como treinador. Independente de qualquer coisa, a história do Paris tem um lugar especial para Ricardo Gomes, seja dentro de campo ou com a prancheta, no banco de reservas.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Seleção Brasileira Feminina goleia o México em amistoso

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Brasil não teve dificuldades e goleou

Noite de muitos gols na Arena Corinthians. Nesta quinta-feira (12), a Seleção Brasileira Feminina se impôs diante do México e goleou por 6 a 0 no primeiro dos dois jogos preparatórios entre as equipes. Os gols da partida foram de Duda, Debinha, Bia Zaneratto (três vezes) e Millene.

O penúltimo teste da Seleção Feminina no ano começou com domínio total da equipe brasileira. Antes mesmo do primeiro minuto, Andressinha arriscou de fora da área e obrigou a goleira Emily Alvarado a jogar para escanteio. Na cobrança, Erika finalizou de cabeça, mas a defensora segurou. O poder ofensivo da Canarinho seguiu e, aos nove, saiu o gol de uma estreante. Pela primeira vez convocada e já titular pelo Brasil, Duda recebeu ótimo passe da esquerda de Debinha e chutou de canhota para fazer 1 a 0.

Depois, Cristiane e Bia Zaneratto também levaram perigo, mas foram paradas na camisa 1 do México. O time adversário, que pouco criou, finalizou a primeira vez somente aos 38 minutos, em cobrança de falta, mas viu Letícia fez a defesa de uma cobrança de falta sem perigo. O domínio verde-amarelo continuou e, aos 40, Bia Zaneratto entrou na área e não foi parada pelas marcadoras, que acabaram se atrapalhando e devolvendo a bola. A camisa 16 aproveitou e rolou para Debinha fazer 2 a 0.

O poder ofensivo do Brasil foi o mesmo no segundo tempo. Aos dois minutos, Aline Milene recebeu cruzamento da esquerda e cabeceou com perigo à esquerda do gol. No lance seguinte, Gabi Zanotti tentou de primeira, mas a bola parou na defesa mexicana. Mas, aos 25, não teve jeito. Andressinha cruzou alto da direita, Gabi Zanotti cabeceou na segunda trave, e Bia Zaneratto só empurrou para o gol vazio: 3 a 0. Aos 37, a atacante marcou mais uma vez. A camisa 16 entrou na área pela meia-esquerda, se livrou da marcadora e chutou cruzado para fazer 4 a 0.

O domínio brasileiro fez o placar aumentar aos 42, com Millene, que recebeu assistência de Bia e finalizou no canto da goleira mexicana: 5 a 0. O Brasil liquidou a fatura com Bia Zaneratto completando um hat-trick na noite. Aos 45, Andressinha cruzou da esquerda, e a atacante cabeceou no meio da área para fechar o marcador em São Paulo: 6 a 0.

O próximo teste entre a equipe comandada por Pia Sundhage e a seleção mexicana será no domingo (15), às 18h30, na Fonte Luminosa, em Araraquara (SP).

1993: o Bi Mundial do São Paulo FC

Foto: Arquivo Histórico/São Paulo FC

Comemoração dos jogadores do São Paulo com a taça

No dia 12 de dezembro de 1993, o São Paulo já era um time campeão do mundo: um ano antes vencera o temido Barcelona por 2 a 1, de virada. Para defender o título, o Tricolor teve que conquistar novamente a Libertadores (com a maior goleada até hoje já realizada em finais desse torneio, 5 a 1 sobre a Universidad Católica) e viajar mais uma vez para o Japão, onde nessa oportunidade enfrentaria o poderoso Milan.

Talvez muitos não acreditassem que o São Paulo poderia derrotar dois esquadrões do futebol no torneio mais importante disputado entre clubes. Certamente somente aqueles que não conheciam o trabalho de Telê Santana e a categoria e dedicação de jogadores como Zetti, Cerezo, Leonardo e Palhinha, dentre outros.

Com a bola rolando ficou claro que o time são-paulino não se intimidaria, apesar dos sustos e lampejos milanistas na área de defesa brasileira – chegaram a acertar o travessão aos 13 minutos da primeira etapa.


Sem nervosismo, o Tricolor tocou bem a bola. Não com o intuito de desperdiçar tempo: cada toque visava encontrar o companheiro melhor posicionado – e este nunca estava parado! Todos os jogadores buscavam o lance, fornecendo opção de jogo a quem detinha brevemente a bola, pois, caso não quisessem ouvir um berro do Telê, teriam que passá-la em no máximo dois toques.

E foi assim que nasceu o primeiro gol são-paulino, marcado por Palhinha: sem que nenhum adversário sequer tocasse na bola.

No segundo tempo, a equipe italiana partiu para cima logo de cara, a fim de não perder o controle do jogo e, aos três minutos, empatou com Massaro, depois de jogada que começou com uma cobrança de lateral e de um balão lançado para o atacante do Milan.

Ao Tricolor coube manter o mesmo esquema ofensivo e dinâmico que desestabilizava o time de Milão – que não via a cor da bola. Desta maneira, o São Paulo voltou a ficar à frente no placar, agora com Cerezo: e, novamente, os rubro-negros não conseguiram interferir na jogada.


Todavia, a esquadra adversária além de possuir ótima técnica, também era persistente. O desgaste dos tricolores, que correram a 100% em praticamente todo a partida, começou a pesar nos minutos finais. Aos 35 minutos, o Milan empatou novamente, desta vez com Papin em jogada área ensaiada.

Quando tudo parecia indicar a prorrogação da decisão, em 30 minutos a mais de um jogo em que os são-paulinos já tinham empenhado todas as forças, o destino se fez presente no lance mais crucial do confronto, selando a história para sempre: Müller, de calcanhar, magistralmente (para o azar do goleiro Pagliuca) definiu a vitória são-paulina aos 41 minutos.

Sem haver tempo para mais nada, todos os presentes no Estádio Nacional de Tóquio sabiam que o Campeão não perderia ali a coroa. O São Paulo Futebol Clube sagrou-se bicampeão mundial de clubes!

Copa do Brasil 2020: sorteio define confrontos da Primeira Fase


Os confrontos da Primeira fase da Copa do Brasil 2020 foram definidos na tarde desta quinta-feira (12) em sorteio realizado na sede da CBF. Ao todo, 80 times conheceram seus adversários na rodada de estreia da competição, prevista para os dias 5 e 12 de fevereiro.

Nesta primeira etapa, a classificação será disputada em jogo único, com vantagem do empate para o clube visitante, melhor colocado de acordo com o Ranking Nacional de Clubes da CBF. Por exemplo: Altos e Vasco da Gama se enfrentarão com mando da equipe piauiense. O Cruzmaltino terá a vantagem do empate para avançar para a próxima fase.


Na segunda fase, os mandos de campo já estarão definidos conforme o sorteio de hoje. Mas, em caso de empate, a disputa será nos pênaltis. 

A partir das oitavas de final, entram na competição os clubes classificados para a taça Libertadores da América (Flamengo, Athletico-PR, Santos, Palmeiras, Grêmio, São Paulo, Internacional e Corinthians) e os campeões da Brasileiro Série B (Bragantino), Copa do Nordeste (Fortaleza) e Copa Verde (Cuiabá).

Confira os duelos e o chaveamento definidos no sorteio da Copa do Brasil:

João Vitor é uma das apostas do Barcelona Capela para 2020

Foto: divulgação Barcelona Esportivo Capela

João Vitor deve ser utilizado na equipe do Barcelona Capela

As avaliações realizadas pelo Barcelona Esportivo Capela, visando as disputas dos Campeonatos Paulista em todas as categorias em 2020 já começa a dar bons frutos. O atacante João Vitor, de apenas 18 anos, vem se destacando nos treinamentos e deve ser utilizado na equipe profissional do Elefante Paulistano.

"Comecei a jogar bola em 2010 na Escolinha do Santos em Uberaba. Em 2012 veio meu primeiro título campeão, na categoria pré-mirim e, no ano seguinte, fui bi campeão, dessa vez pela equipe do Triângulo Mineiro. Depois fiquei 3 anos na Escolinha do Independente, juntamente ao Sesi de Uberaba", explica o jovem atleta.


Ele enfrentava dificuldades. "Eu vendia pipoca e amendoim no Estádio Uberabão, nos jogos dos profissionais e também nas partidas da Taça BH. Em 2017, veio minha primeira oportunidade fora do estado, no Grêmio Esportivo de Monte Aprazível, no interior de São Paulo, onde realmente aprendi a viver, morar em alojamento e conviver com pessoas novas", disse o atleta.

"Fiquei um ano no Grêmio Esportivo de Monte Aprazível. Teve momentos difíceis, mas sempre tem momentos bons também. Tudo isso graças a um rapaz chamado Paulo Henrique: ele me ajudou muito. Depois, fui para o Independente de Limeira, onde conheci um treinador incrível, chamado Paulinho Ceará. Trabalhei com ele durante seis meses e aprendi muito", afirma.


Depois de atuar no Galo de Limeira, João Vitor ficou seis meses sem clube. "Foi um período muito difícil, mas eu tinha uma fé incrível que as coisas iriam melhorar. Em junho de 2019, consegui me encaixar no José Bonifácio, interior de São Paulo. No começo, as coisas estavam estranhas, pareciam que nada daria certo. Logo após chegou o treinador João Paulo, juntamente ao Flaus, dois caras incríveis, e tive a oportunidade de trabalhar e disputar o Paulista Sub-20 da Segunda Divisão com eles. Poucos acreditavam em mim e eles acreditaram!", explicou.

Agora, João Vitor quer ajudar o Barcelona Capela. "As coisas nunca foram fáceis na minha vida, mas como eu disse tenho uma fé incrível, que me coloca todos os dias em pé pra matar mais um leão por dia. Hoje estou no Barcelona Capela e espero trazer muitas conquistas a esse clube e, se Deus quiser, trazer a acesso à A3", finalizou.

1976 - O bi brasileiro do Internacional

Foto: arquivo SC Internacional

Em pé: Manga, Claudio, Figueroa, Vacaria, Marinho e Falcão
Agachados: Valdomiro, Jair, Dario, Caçapava e Lula

O Internacional teve, sem dúvida, o melhor time do futebol brasileiro na segunda metade da década de 70. Com nomes como o do goleiro Manga, Figueroa e Falcão, o Colorado dominava os torneios que disputava. Em 12 de dezembro de 1976, a equipe derrotava o Corinthians, por 2 a 0, e conquistava o bi-campeonato brasileiro.

Em 1976, o Internacional manteve a base vitoriosa do ano anterior. O clube colorado chegou de novo ao topo do futebol brasileiro. A conquista do bicampeonato foi em cima do Corinthians. Valdomiro foi o grande nome da partida, marcando um gol e sendo decisivo em outro, como fora no gol de Figueroa no ano anterior.

Também em 1976, o Inter teve outra importante conquista. Desafiado a bater seu próprio recorde e, principalmente, bater a marca do grande rival, o Colorado ganhou o oitavo título gaúcho consecutivo e consolidou o octacampeonato gaúcho, deixando para trás o hepta que o Grêmio havia conquistado em 1968.

A campanha do Internacional no Campeonato Brasileiro de 1976 foi notável: em 23 jogos, a equipe treinada por Rubens Minelli venceu 19, empatou um e foi derrotada em apenas três oportunidades. O regulamento da competição foi o seguinte: os 54 times foram distribuídos em seis grupos de nove equipes. Todas passaram para segunda fase, sendo que as quatro primeiras de cada um formaram quatro grupos de seis times.

Desses grupos, os três primeiros colocados passariam para a terceira fase. Do 5º ao 9º lugar dos grupos da primeira fase, foram formados seis grupos de cinco clubes cada, em que apenas o vencedor disputaria terceira fase. A terceira etapa uniu os classificados em duas chaves de nove times e o primeiro e segundo colocados de cada uma delas disputaram as semifinais. A final foi disputada em jogo único.

O dia 12 de dezembro de 1976 marcou a finalíssima do campeonato. E foi um clássico: Inter e Corinthians se confrontaram em um Beira-Rio completamente lotado. Aos 29 minutos do primeiro tempo, Dadá saltou alto para cabecear e abrir o placar. Na etapa final, aos 12 minutos, Valdomiro cobrou uma falta, a bola bateu no travessão e cruzou a linha do gol. O árbitro José Roberto Wright, apoiado na informação do assistente Luiz Carlos Félix, validou o gol para a explosão vermelha no Beira-Rio: 2 a 0. A segunda estrela representava a afirmação da maioridade do futebol gaúcho.

O Inter novamente teve o artilheiro (Dadá – 16 gols) e o goleiro menos vazado (Manga – 11 gols sofridos).

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Santos goleia o Flamengo e avança no Brasileiro Sub-16 Feminino

Foto: divulgação Projeto Meninas em Campo/Santos FC


A vitória colocou o Santos na semifinal da competição

Em uma noite de gala, a equipe Sub-16 feminina do Santos FC garantiu sua vaga nas semifinais do Campeonato Brasileiro da categoria. Jogando no Estádio das Alterosas, em Belo Horizonte, as Sereinhas da Vila não tomaram conhecimento do Flamengo e golearam pelo placar de 7 a 2, garantindo o primeiro lugar do Grupo A da competição.

Depois de perder na estreia para o Corinthians, por 1 a 0, o Santos se recuperou e venceu o Cruzeiro por 3 a 1. Já o Flamengo estreou batendo a Raposa, por 2 a 0, e na segunda rodada ficou no empate com o Timão, em 1 a 1.

Antes de entrarem em campo, as Sereinhas tiveram uma ótima notícia: o Corinthians apenas empatou com o Cruzeiro, em 1 a 1. Com isto, uma vitória por qualquer placar colocaria o Santos na liderança do Grupo A, fazendo com que a equipe fosse direto para as semifinais, sem precisar saber dos resultados das outras chaves.

Pois as Sereinhas entraram em campo empolgadas com a situação na chave. Nicole, aos 7 minutos, Laura Valverde, aos 9', e Maria, aos 18', fizeram 3 a 0 para o Alvinegro. Lorena, aos 31', chegou a diminuir para o Flamengo, mas Analuyza, aos 33', e Gi, aos 34', marcaram e o Santos foi para o intervalo vencendo o jogo por 5 a 1.


Na segunda etapa, as Sereinhas tiraram um pouco o pé, mas mesmo assim dominavam as ações. Leal, aos 11', fez o sexto, mas Maria Peck, aos 22', fez o segundo para o Flamengo. O Santos apertou novamente e fechou o marcador aos 26 minutos, com Ana Giusti: 7 a 2 para o Alvinegro Praiano.

Com o resultado, as comandadas de Ricardo Silva terminaram a primeira fase na liderança do grupo 1, com seis pontos em três jogos. A semifinal acontece nesta sexta-feira (13), quando as Sereinhas vão enfrentar o Vitória. No outro confronto, a Ferroviária encara o São Paulo. Local e horários dos confrontos serão definidos pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
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