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Zé Carlos e sua importância no título do Brasileirão de 1988 pelo Bahia

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Zé Carlos era um dos alicerces do Bahia campeão brasileiro de 1988

José Carlos Conceição dos Anjos, apelidado de Zé Carlos,  nasceu em Salvador, no dia 20 de março de 1965, e se tornou um grande jogador, com passagens por grandes clubes do futebol brasileiro. O meia-atacante conquistou alguns títulos, sendo um deles muito importante: o Brasileirão de 1988 pelo Bahia.

A sua carreira começou no Bahia, quando chegou na equipe em 1982, ainda para atuar na categoria de base da equipe. O jogador ficou três anos, até conseguir subir para o profissional, quando fez a sua estreia em 1985. Zé tinha uma qualidade altíssima, tendo uma grande finalização, conseguindo sempre gerar perigo para a sua equipe. 

No clube, o jogador foi muito importante, conseguindo entrar para a história com um dos grandes atletas que vestiram a camisa do Tricolor de Aço. Zé conquistou o tricampeonato Baiano (1986 a 1988), sendo um jogador fundamental para o seu time. 

Mas isso não era o melhor, pois o jogador conquistou um dos títulos mais importantes da história do clube, que foi o Bicampeonato Brasileiro. O Bahia formou um grande time, com diversos nomes de qualidade, conseguindo dar liga dentro de campo. 

Eram muitos jogadores bons juntos, e isso dava uma qualidade gigantesca a equipe baiana, que conseguia encantar a todas, jogando com uma técnica, mas, também, com muita raça, lutando por cada bola durante os 90 minutos. 

A campanha do Bahia foi alternando durante a competição, mas no momento mais importante a equipe se provou dentro de campo. Nos pontos corridos, o time teve dificuldades, mas sempre se manteve no pelotão de cima, e, por isso, conseguiu ganhar a vaga, pois o Vasco que já tinha garantido a classificação para o mata-mata no primeiro turno, conseguiu novamente no segundo, abriu uma vaga. 

Por causa dessa vaga a mais que surgiu por causa do Vasco, o Bahia conseguiu garantir a classificação. E no mata-mata, o time jogou com muita raça, competindo muito, conseguindo avançar por grandes times. O Bahia eliminou o Sport nas quartas, tirou o Fluminense na semi e enfrentou o Internacional na final. 


A equipe enfrentou times fortes e tradicionais do futebol brasileiro, mas conseguindo sempre competir de igual para igual e até melhor. Zé foi uma peça fundamental para o time, mesmo sem tantos reconhecimentos, pois Bobô e Charles tinham um grande mérito também. 

O time não tinha uma estrela só, contava com um time muito unido e aguerrido. Na decisão, o Bahia venceu o primeiro jogo por 2 a 0, atuando em casa, e segurou o empate em 0 a 0 na partida de volta. Bobô fez os dois gols da decisão, que deram  título ao Bahia. 

Zé acabou terminando a competição como o artilheiro do time do Bahia e, por isso, foi chamado para a Seleção Brasileira no ano seguinte. Em 1989, o jogador, que chegou a passar pela  Seleção Brasileira, deixou o clube para atuar no Internacional, mas nunca mais conseguiu desempenhar o mesmo futebol.

A passagem de Zé Carlos pelo Grêmio em 1999

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Zé Carlos jogou no Grêmio em 1999

O ex-lateral direito José Carlos de Almeida, popularmente conhecido apenas como Zé Carlos, está completando 55 anos de idade nesta segnda-feira, dia 14 de novembro. Em 1999, o defensor teve uma passagem apagada pelo Grêmio, cedido pelo São Paulo.

Zé Carlos tem uma história para lá de curiosa. Começou no São José, com 18 anos, em 1990. Depois, passou por Nacional, São Caetano, Portuguesa, União São João e Juventude, alternando altos e baixos e não "estourando" de vez. Chegou na Matonense, aos 29 anos. Depois de ter boas atuações pela equipe de Matão no Paulistão de 1997, chegou ao São Paulo no mesmo ano e brlhou no Brasileirão 1997 e principalmente no Paulista de 1998.

Tudo isso, o credenciou a ser convocado para a Copa do Mundo de 1998, comandada por Zagallo e começou a virar folclore, tudo porque ficava imitando galo. Foi justamente após o Mundial, que o defensor não foi mais o mesmo. No mesmo Tricolor Paulista, onde já tivera um grande momento, Zé Carlos entrou em uma má fase e acabou sendo emprestado ao Grêmio, mas isso não adiantou.

Estreou no Imortal Tricolor em um clássico diante do Internacional, que terminou empatado em 1 a 1, realizado no dia 17 de março. Nos oito meses na equipe de Porto Alegre, não conseguiu retomar os seus melhores momentos: disputou 37 partidas com a camisa gremista, segundo o site Gremiopedia, site especializado em estatísticas ligadas ao Tricolor. 


Se despediu do clube no dia 3 de novembro. Na ocasião, o Grêmio sofreu uma derrota pelo placar de 3 a 0 para a equipe do Corinthians, atuando dentro de casa. Depois de defender o clube gaúcho, Zé Carlos ainda jogou na Ponte Preta, no Joinville e encerrou a sua carreira profissional atuando pelo Noroeste de Bauru, em 2005.

Campeão com o Santo André em 2016, goleiro Zé Carlos quer São Bento bem no Paulistão A2

Foto: Neto Bonvino/EC São Bento

Goleiro espera conquistar mais um acesso

De título e acesso ele entende, afinal, são mais de dez títulos e seis acessos na carreira. Muito conhecido no futebol catarinense, e consagrado pelos torcedores do Santo André, o goleiro Zé Carlos retorna a São Paulo e pretende, novamente, fazer história no futebol paulista. Em 2016 o arqueiro conquistou o acesso e título da série A2 com o Ramalhão.

“O Campeonato Paulista tem uma visibiliade gigante, é uma competição muito disputada e difícil. É um prazer poder assumir a responsabilidade de ajudar a levar o São Bento à elite novamente. Pude conquistar esse feito com o Santo André em 2016 e espero poder conquistar aqui também. Os torcedores do Bentão podem confiar que vou entregar o meu melhor em cada partida”, comenta o arqueiro.

Aos 36 anos e habilidoso com os pés, caracteristica muito valorizada nos goleiros, Zé Carlos se mostra feliz com oportunidade no São Bento.


“É uma via de duas mãos, o time acreditou e confiou no meu trabalho e eu acreditei no projeto apresentado, então juntos vamos batalhar para chegar o mais longe possível, o objetivo é o acesso. Estou feliz por voltar a atuar no futebol paulista. Quero poder trazer a alegria para a cidade de Sorocaba” conclui.

O São Bento estreia na série A2 na quarta-feira (26), às 15h, diante do Audax, fora de casa.

A passagem do lateral-direito Zé Carlos pelo São Paulo

Por Ricardo Pilotto
Foto: arquivo

Zé Carlos passando por Sylvinho em um São Paulo e Corinthians

Neste domingo, dia 14 de novembro de 2021, José Carlos de Almeida, popularmente conhecido como Zé Carlos, está completando 53 anos de idade. Por este motivo, hoje relembraremos a passagem do ex-lateral direito pelo São Paulo entre 1997 e 1999.

Depois de sair do São José já como profissional, o atleta passou por clubes como Nacional e São Caetano, que ainda dava seus primeiros passos no futebol. Já com 29 para 30 anos de vida, atuou na Portuguesa, no União União São João e na equipe do Juventude, que se encontravam na primeira divisão do Brasileirão, mas seu nome foi muito pouco falado. Antes mesmo de seguir para o time da capital paulista, defendeu as cores da Matonense, onde venceu o Campeonato Paulista da Série A2 de 1997. Aliás, foi na Sema que ele se firmou como lateral-direito, já que quando jogava na Águia do Vale, lá no início de sua carreira, o atleta jogava como volante

Quando chegou no Tricolor, foi conquistando seu espaço, uma vez que estava jogando muito bem. Foi no time do Morumbi, logo na sua primeira temporada, teve a oportunidade de jogar 17 partidas com a camisa vermelha, branca e preta da capital paulista e ainda conquistou a Bola de Prata como melhor lateral-direito do Brasileirão de 1997.

Mantendo a sequência de boas atuações do ano anterior, Zé Carlos ajudou o São Paulo a conquistar o Campeonato Paulista de 1998 na decisão disputada diante do Corinthians. O lateral direito foi tão bem e se destacou tanto, que chegou até a ser convocado por Zagallo para a seleção brasileira que disputaria a Copa do Mundo de 1998, depois do corte de Flávio Conceição. Ele foi vice-campeão do mundo e atuou como titular no jogo contra a Holanda, na semifinal, já que Cafu estava suspenso.

Aqui vai um adendo: ao contrário do que muitos diziam que o treinador da Amarelinha, na época, havia "inventado" a convocação do defensor, seus grandes momentos pelo Tricolor não deixavam mentir que aquele ato de levá-lo ao Mundial não era tão absurdo. Uma parte da própria mídia, na época, mesmo sendo um atleta que 'estourou' com 29 anos, defendia a convocação do jogador. O titular Cafu era contestado, Zé Maria, o reserva natural, vinha em má fase e ainda se recuperava de contusão. Zagallo mesmo não confiava nos laterais-direitos que tinham na época, tanto que seu plano inicial era usar Flávio Conceição, volante de origem, na reserva da lateral-direita. Porém como o ex-Palmeiras se apresentou machucado e foi cortado, o "Velho Lobo" preferiu o jogador que foi escolhido o melhor na posição no Brasileiro de 1997 e no Paulista de 1998.

Ainda nesta temporada, o lateral-direito não voltou o mesmo após a Copa. Embora tenha conseguido ter uma boa sequência no São Paulo, seu rendimento caiu consideravelmente. Juntando todos as competições que o Tricolor disputou neste ano, Zé Carlos jogou 47 jogos e conseguiu até fazer um gol.

Já no seu último defendendo as cores da equipe do Morumbi, jogou poucas partidas em 1999 pelo clube paulista, uma vez que ainda não havia repetido as mesmas boas atuações que o levaram a vestir a camisa do Brasil na competição de futebol mais importante do mundo. Atuou apenas sete vezes e ainda marcou um gol antes de se despedir do clube paulista.


Assim que encerrou seu vínculo com o São Paulo, ainda defendeu clubes como Grêmio, Ponte Preta, Joinville. Encerrou sua carreira como jogador de futebol profissional em 2003 após passar pelo Noroeste de Bauru.

Mesmo ao fim de sua trajetória como atleta, Zé Carlos sempre demonstra muita gratidão ao Tricolor Paulista quando fala de sua passagem por lá e também diz que só jogou a Copa do Mundo graças ao clube da capital.

Artilheiro por onde passou, atacante Zé Carlos anuncia aposentadoria

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: Agência RBS

Zé Carlos é um dos jogadores que mais vestiram a camisa do Criciúma

O atacante Zé Carlos anunciou sua aposentadoria aos 38 anos, em uma live neste domingo, dia 20. Sem clube desde que deixou o Murici no Campeonato Alagoano, Zé do Gol, como era conhecido, resolveu pendurar as chuteiras.

“Eu queria muito encerrar no Criciúma, por tudo o que o Criciúma fez por mim. Estou me aposentando, anuncio isso hoje, 20 de junho, uma data que vai ficar marcada para a minha vida. Eu ia anunciar essa despedida em setembro, mas resolvi anunciar agora”, revelou o atacante em uma live com torcedores do Criciúma.

“É uma decisão minha, que eu tive há 15 dias. Não é fácil, mas eu fico feliz de saber que eu fiz a minha parte em um clube como o Criciúma”, completou.

Zé Carlos tem três passagens pelo Criciúma, sendo a primeira em 2011. Ao todo, foram 67 gols em 109 jogos. Ele é o terceiro maior artilheiro do Tigre, atrás de Vanderlei, com 84 gols em 431 jogos, e Soares, com 82 gols em 271 partidas.


O último clube de Zé Carlos foi o Murici, de Alagoas, do qual saiu em abril. Na temporada passada defendeu o São Bernardo, no Campeonato Paulista, e o Remo, na Série C do Brasileiro. Natural de Maceió, em Alagoas, Zé Carlos passou por grandes clubes como CRB, Ponte Preta, Paulista, Cruzeiro, Portuguesa, Santa Cruz, Fortaleza e Paraná.

O Curioso do Futebol

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