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Tricampeão da Copa do Mundo de 1970, Wilson Piazza comemora 81 anos

Com informações da CBF
Foto: arquivo

Wilson Piazza com a camisa da Seleção

O ex-jogador do Cruzeiro e da Seleção Brasileira, Wilson Piazza, nasceu em 25 de fevereiro de 1943, em Ribeirão das Neves (MG). Piazza despontou para o futebol bem jovem. Ainda menino, foi estudar em Belo Horizonte e deu seus primeiros dribles no esporte defendendo o Estrela, equipe da várzea da capital mineira. Formou-se como técnico de contabilidade e dividia o tempo trabalhando em um banco e jogando futebol.

Em 1962, iniciou a carreira como atleta juvenil pelo Renascença Esporte Clube, atuando como meia, onde assinou o primeiro contrato como profissional. Dois anos depois foi para o Cruzeiro.

Com a camisa azul celeste, Piazza fez história como capitão de uma geração vitoriosa do clube onde conquistou vários títulos como a Taça Brasil de 1966, a Libertadores da América de 1976 e 10 Campeonatos Mineiros (1965, 1966, 1967, 1968, 1969, 1972, 1973, 1974, 1975 e 1977).

Na Copa do Mundo de 1970, Wilson Piazza atuou como zagueiro, atendendo a escalação do técnico Mário Jorge Lobo Zagallo, colocou Piazza, autêntico volante no Cruzeiro, para atuar como zagueiro. A estratégia deu certo e o Brasil comemorou o tricampeonato mundial no México. Wilson Piazza e os companheiros da Seleção Brasileira, entraram para a história por terem feito uma das melhores seleções de todos os tempos.

Ainda na década de 70, Piazza iniciou sua luta pela assistência complementar socioeducacional para atender atletas e ex-atletas profissionais, visando a capacitação alternativa para reinserção ao mercado de trabalho.


Piazza deixou a carreira de jogador em 1978 e entrou para a vida política, sendo eleito Vereador de Belo Horizonte, por quatro vezes (1972/1988), Secretário Municipal de Esportes (1983/1988), Presidente da Administração dos Estádios de Minas Gerais (ADEMG), de 1995 a 1997. Fundador da AGAP/MG em 1976 e presidente Federação das Associações de Atletas Profissionais – FAAP.

Verdadeiro líder dentro de campo, o tricampeão da Copa do Mundo de 1970, Wilson Piazza, é também um ícone fora das quatro linhas, uma referência na assistência a atletas e ex-atletas profissionais de futebol. Em mais de 50 anos de atuação, Piazza colaborou com a formação de milhares de atletas, proporcionando qualidade de vida às suas famílias.

Wilson Piazza - O volante que virou zagueiro na Copa de 1970

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Wilson Piazza era volante mas jogou improvisado na zaga ao lado de Brito

Wilson da Silva Piazza, volante nascido em Ribeirão das Neves, cidade localizada no interior de Minas Gerais, está completando 79 anos de idade hoje. Por isso, neste dia 25 de fevereiro de 2022, vamos relembrar quando o volante, ídolo do Cruzeiro, participou da Copa do Mundo de 1970 improvisado na zaga.

Este é apenas mais um caso bastante curioso do futebol. No começo de sua carreira, Capitão jogava como atacante e chegou até a fazer vários gols cumprindo a função. Porém, foi recuado para a meia em certo momento. Algum tempo depois, mais uma vez passou a ter que jogar de volante. Mostrando muita qualidade no setor defensivo, passou a jogar improvisado como zagueiro na Seleção

Se destacando com a camisa do Cruzeiro depois de ser revelado pelo Esporte Clube Renascença  e jogando no meio campo do clube de Belo Horizonte, Piazza era conhecido como um marcador que não se cansava durante as partidas. Pelo clube Celeste, conseguiu fazer duelos inesquecíveis com jogadores como Pelé, quando enfrentava o Santos.

Foi então, que o campeão da Taça Brasil de 66 pelo Cruzeiro recebeu o desafio de jogar ao lado de Brito na zaga da Amarelinha na Copa de 70, disputada no México. O mineiro não decepcionou e mostrou muita versatilidade jogando junto do carioca.

Mesmo atuando em uma região do campo em que não estava acostumado, Piazza continuou com aquele arsenal de bons posicionamentos, desarmes e antecipações que conseguia fazer pelo clube. Jogando com muita classe, o mundo do futebol passou a prestar atenção em Wilson e percebeu que a marcação que o Capitão exercia, era algo que poucos conseguiam fazer.


Desta maneira, o volante improvisado de zagueiro ajudou a Seleção Brasileira a conquistar o tricampeonato mundial na Copa de 1970, e seis anos mais tarde, foi peça super importante dentro do elenco cruzeirense que conquistou a Copa Libertadores de 76.

O Curioso do Futebol

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