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Luto! Morre Horácio, o “Tanque da Serra”, ídolo do Itabaiana

Com informações do ItNet
Foto: arquivo

Horácio quando defendeu o Itabaiana

O futebol sergipano está de luto. Faleceu nesta terça-feira (9), em Itabaiana, o ex-jogador Horácio, eternizado como o “Tanque da Serra”, um dos maiores artilheiros da história do Tricolor da Serra, aos 81 anos.

Horácio passou mal no início da tarde, nas proximidades da Prefeitura de Itabaiana, e foi socorrido às pressas para o Hospital Pedro Garcia Moreno Filho (HPG). Apesar dos esforços da equipe médica, ele não resistiu e teve a morte confirmada. Segundo informações iniciais, a causa teria sido um infarto do miocárdio.

Ídolo do Tremendão - Natural de Carira, Horácio chegou ao Itabaiana em 1968, aos 24 anos, vindo do futebol amador de sua cidade natal. Na Olímpica de Itabaiana, se profissionalizou e marcou época, empilhando gols e conquistando títulos.

Pelo Tremendão, foi Campeão Sergipano em 1969 e 1973, além de ter conquistado a Taça Nordeste de 1971, entre outros torneios. Seu apelido, “Tanque”, surgiu pela força física e pela capacidade de superar barreiras adversárias.


Legado - Reconhecido como um dos centroavantes mais importantes de Sergipe, Horácio também foi exaltado fora do estado. O radialista alagoano Sabino Romariz chegou a afirmar, em conversa com o colega Alexandre Santos, que Horácio foi o centroavante mais veloz que já viu atuar em Alagoas.

A morte do “Tanque da Serra” deixa uma lacuna na memória do futebol sergipano, especialmente entre torcedores e ex-companheiros do Itabaiana Esporte Clube.

Luto! Morre lateral Osvaldo Cunha, ex-Guarani, São Paulo e Corinthians

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: arquivo

Osvaldo Cunha estava com 81 anos

Uma notícia triste atingiu em cheio o futebol brasileiro nesta terça-feira (27). Faleceu em Pedreira, interior de São Paulo, no Hospital Humberto Piva, o ex-lateral Osvaldo Cunha, aos 81 anos, que foi destaque de Guarani, São Paulo e Corinthians, nos anos de 1960.

Revelado pelo Santa Sofia, de sua cidade natal Pedreira, Osvaldo Cunha chegou jovem para as categorias de base do Guarani e logo ganhou projeção, participando de equipes importantes do time bugrino.

Seu destaque no Bugre, chamou atenção do São Paulo e Osvaldo Cunha foi negociado com o Tricolor Paulista, indicado pelo técnico Armando Renganeschi. No time do Morumbi foi destaque por várias temporadas e depois disso, seguiu para o Corinthians, onde jogou na reta final dos anos de 1960.


Em 1971, teve uma rápida passagem de volta ao Guarani, mas logo foi negociado com o América-MG, onde encerrou a sua carreira. Após pendurar as chuteiras, Osvaldo Cunha voltou para sua cidade natal, Pedreira, na região metropolitana de Campinas, onde tinha comércios e era muito respeitado na localidade. Prova disso, é que ele foi homenageado por uma escola de samba local com um enredo.

Ele era casado com Neide Cilotto da Cunha e da união nasceram os filhos Luis Gustavo e Daniela. O sepultamento de Osvaldo Cunha está marcado para o cemitério Santa Cruz, em Pedreira, às 9h, desta quarta-feira (28).

Parreira comandante do título do Brasileiro de 1984 pelo Fluminense

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Parreira nos anos 80

Carlos Alberto Gomes Parreira, mais conhecido como Parreira, foi um dos grandes técnicos da história do futebol brasileiro, conquistado diversos títulos, inclusive uma Copa do Mundo em 1994. O treinador nunca escondeu seu time de coração, que é o Fluminense, e pelo tricolor carioca também levantou títulos, como o Campeonato Brasileiro de 1984. 

Parreira nasceu no Rio de Janeiro, no dia 27 de fevereiro de 1943, se formou em Educação Física e começou no futebol em 2006, como preparador físico no São Cristóvão de Futebol e Regatas. 

Depois de um ano no clube, foi chamado pela Seleção de Gana para ser treinador, sua primeira experiência na beira do gramado. Parreira ficou dois anos em Gana, ganhou experiência e retornou ao Brasil em 1969, para novamente ser preparador físico, mas dessa vez no Vasco. 

Após isso, foi chamado para ser preparado da Seleção Brasileira em 1970, participando do tricampeonato mundial. Ainda fazendo parte da comissão técnica, esteve no Fluminense, o seu time de coração, e foi onde teve sua primeira oportunidade como técnico no Brasil. 

Em 1975, seu primeiro ano como treinador do tricolor carioca, o técnico levantou o título do Campeonato Carioca. Mesmo com a conquista acabou deixando o comando técnico do clube, ficando sem trabalhar como treinador durante quase três anos. 

Parreira voltou a beira do gramado em 1978, quando foi chamado para ser treinador da Seleção do Kuwait. Em 1983 foi chamado para ser técnico da Seleção Brasileira, a sua primeira passagem, mas não foi tão bem e deixou o Brasil, e no ano seguinte voltou ao Fluminense. 

Em 1984 retornou ao comando técnico do Fluminense, e fez uma grande temporada. O técnico formou um bom time, que atuava muito bem, sendo sólido defensivamente e muito rápido ofensivamente, conseguindo ser muito seguro durante o jogo.

A equipe passava uma segurança para seus torcedores, e fez um grande Campeonato Brasileiro de 1984, sendo muito regular durante toda a competição e liderando em praticamente todas as fases. 


A equipe chegou muito forte para o mata-mata, e era considerada uma das favoritas. Nas quartas de finais eliminou o Coritiba com muita tranquilidade, já na semifinal pegou o Corinthians e teve mais dificuldade, porém conseguiu a classificação para a final. 

Na grande decisão, o time enfrentou seu rival Vasco da Gama, um confronto importante para o estado do Rio de Janeiro. O Maracanã estava lotado os dois jogos e presenciou uma grande final, com o Fluminense vencendo o primeiro jogo por 1 a 0 e segurando o empate na volta, conquistando o seu segundo título do Campeonato Brasileiro. 

A equipe era formada por: Paulo Vítor, Aldo, Duílio, Ricardo Gomes e Renato; Jandir, Delei (Renê) e Assis; Romerito, Washington (Wilsinho) e Tato. Técnico: Carlos Alberto Parreira.

Tricampeão da Copa do Mundo de 1970, Wilson Piazza comemora 81 anos

Com informações da CBF
Foto: arquivo

Wilson Piazza com a camisa da Seleção

O ex-jogador do Cruzeiro e da Seleção Brasileira, Wilson Piazza, nasceu em 25 de fevereiro de 1943, em Ribeirão das Neves (MG). Piazza despontou para o futebol bem jovem. Ainda menino, foi estudar em Belo Horizonte e deu seus primeiros dribles no esporte defendendo o Estrela, equipe da várzea da capital mineira. Formou-se como técnico de contabilidade e dividia o tempo trabalhando em um banco e jogando futebol.

Em 1962, iniciou a carreira como atleta juvenil pelo Renascença Esporte Clube, atuando como meia, onde assinou o primeiro contrato como profissional. Dois anos depois foi para o Cruzeiro.

Com a camisa azul celeste, Piazza fez história como capitão de uma geração vitoriosa do clube onde conquistou vários títulos como a Taça Brasil de 1966, a Libertadores da América de 1976 e 10 Campeonatos Mineiros (1965, 1966, 1967, 1968, 1969, 1972, 1973, 1974, 1975 e 1977).

Na Copa do Mundo de 1970, Wilson Piazza atuou como zagueiro, atendendo a escalação do técnico Mário Jorge Lobo Zagallo, colocou Piazza, autêntico volante no Cruzeiro, para atuar como zagueiro. A estratégia deu certo e o Brasil comemorou o tricampeonato mundial no México. Wilson Piazza e os companheiros da Seleção Brasileira, entraram para a história por terem feito uma das melhores seleções de todos os tempos.

Ainda na década de 70, Piazza iniciou sua luta pela assistência complementar socioeducacional para atender atletas e ex-atletas profissionais, visando a capacitação alternativa para reinserção ao mercado de trabalho.


Piazza deixou a carreira de jogador em 1978 e entrou para a vida política, sendo eleito Vereador de Belo Horizonte, por quatro vezes (1972/1988), Secretário Municipal de Esportes (1983/1988), Presidente da Administração dos Estádios de Minas Gerais (ADEMG), de 1995 a 1997. Fundador da AGAP/MG em 1976 e presidente Federação das Associações de Atletas Profissionais – FAAP.

Verdadeiro líder dentro de campo, o tricampeão da Copa do Mundo de 1970, Wilson Piazza, é também um ícone fora das quatro linhas, uma referência na assistência a atletas e ex-atletas profissionais de futebol. Em mais de 50 anos de atuação, Piazza colaborou com a formação de milhares de atletas, proporcionando qualidade de vida às suas famílias.

Morre, aos 81 anos, Rinaldo Amorim, ex-Seleção Brasileira

Com informações da CBN Recife
Foto: arquivo

Rinaldo com Pelé

Morreu, aos 81 anos, o ex-jogador de futebol, Rinaldo Luís Dias Amorim, conhecido como “Campeão”. Pernambucano, Rinaldo jogou no Palmeiras entre os anos de 1964 e 1968, e também pela Seleção Brasileira na Copa das Nações de 1964.

Além disso, passou pela Seleção Paulista, pelo Náutico, pelo Auto Esporte, pelo Treze, Coritiba, Fluminense do Rio e no União Agrícola Barbarense, na cidade de Santa Bárbara D`Oeste. Com a camisa canarinho, Rinaldo atuou em 11 partidas e jogou ao lado de Pelé.

O Náutico fez referência a Rinaldo nas redes sociais. "É com profunda tristeza que recebemos a notícia do falecimento do ex-atleta Rinaldo Amorim. Ponta esquerda, Rinaldo defendeu nossas cores na década de 1960, tendo participado do nosso hexacampeonato, além de ter defendido a seleção brasileira. Nossos sentimentos aos familiares".

Para o médico e escritor Roberto Vieira, todos os jogadores do Náutico deveriam entrar com o nome de Rinaldo estampado na camisa na noite desta quarta-feira (5/4) contra o Salgueiro, às 20h, pelas quartas de final do Campeonato Pernambucano.


"Rinaldo foi uma das maiores expressões do futebol pernambucano na história. Foi Campeão Pernambucano pelo Náutico em 1963. No dia 31 de março de 1964, depois de um amistoso contra o Palmeiras, seguiu para o Parque Antártica. Antes mesmo de defender o Palmeiras, atuou pela Seleção Brasileira contra a Inglaterra, fazendo dois gols na vitória por 5x1. É um daqueles jogadores espetaculares e que deixam muita saudade pelos apaixonados pelo futebol arte", disse Roberto Vieira.

Rinaldo tratava de uma anemia e no final do mês passado precisou passar por um procedimento de traqueostomia. O corpo do ex-jogador será velado nesta quarta-feira (5), em Carpina, no interior de Pernambucano.

Quando Pelé comemorou aniversário dentro de campo

Foto: arquivo

Pelé jogou quatro vezes quando comemorava aniversário

Nem quando comemorava aniversário, Pelé tinha sossegado. Em quatro vezes em toda a sua carreira, o Rei do Futebol, que está completando 81 anos nestre 23 de outubro, foi a campo nestas datas especiais. E os Deuses do Futebol foram generosos com ele, já que não perdeu nestas partidas.

Pelé comemorou pela primeira vez um aniversário jogando quando completou 17 anos, em 1957, em um empate em 2 a 2 do Santos com a Portuguesa Santista, no Clássico das Praias, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Paulista. Apesar dos gols alvinegros, ele passou em branco no dia.

A segunda oportunidade em que Pelé fez aniversário em campo foi em 1960, contra a Ponte Preta, em Campinas, também pelo Campeonato Paulista. O Santos goleou a Macaca pelo placar de 4 a 1 e o Rei do Futebol, desta vez, balançou a rede uma vez. Vale lembrar que o Peixe conquistou o Paulistão desta temporada.

Demorou seis anos para novamente Pelé comemorar um aniversário dentro de campo. E desta vez foi especial: pelo Paulistão de 1966, com o Rei completando 26 anos, o Santos goleou o Noroeste por 4 a 1, em Bauru, terra onde ele foi criado, pelo estadual. Nesta partida, o camisa 10 do Peixe marcou dois gols.

A quarta e última vez em que Pelé entrou em campo comemorando aniversário foi em 1968, quando o Santos encarou o Internacional, em Porto Alegre, pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa, que depois a CBF considerou como Brasileirão. Mesmo jogando fora de casa, o Peixe venceu por 3 a 1 e o Rei marcou um dos gols na partida que fez parte da caminhada do título do Alvinegro Praiano.

Depois deste jogo contra o Internacional, nunca mais Pelé entrou em campo no dia do seu aniversário, mesmo no Cosmos, já que a temporada do futebol norte-americano terminava entre o final de setembro e começo de outubro, antes do dia da festa.

Pela Seleção Brasileira, ele nunca jogou em um 23 de outubro. Mesmo o amistoso festivo em comemoração aos 50 anos dele, contra um combinado do Resto do Mundo, na Itália, não foi realizado exatamente na data de aniversário: a partida foi em 31 de outubro de 1990. Aliás, esta foi a última vez que o Rei do Futebol entrou em campo.


Números - Pelé jogou quando comemorava aniversário apenas quatro vezes em sua carreira. Foram três vitórias e apenas um empate, este justamente quando ele não marcou. O Rei do Futebol balançou as redes quatro vezes nestas oportunidades.

Todos estes quatro jogos de Pelé em dia de aniversário foram no Brasil. Dois deles em Santos, sendo um no Estádio Ulrico Mursa, campo da Portuguesa Santista, e outro na Vila Belmiro. Um em Bauru, terra onde passou infância e início da adolescência, e o último em Porto Alegre.

O Curioso do Futebol

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